Como usar sua nota do Enem para o vestibular de medicina?

1 de junho de 2023
Como usar sua nota do Enem para o vestibular de medicina?

A graduação em Medicina continua sendo uma das mais procuradas do país,  com um vestibular bastante concorrido. Por isso, é importante saber como usar sua nota do Enem para tentar uma vaga nas universidades.


Com ela, você pode se candidatar tanto em instituições públicas como privadas e até mesmo contar com auxílio do governo para estudar em universidades particulares. 

Continue conosco e acompanhe todas as possibilidades oferecidas pela nota do Enem para ingressar na faculdade de Medicina.


O que é o Enem?

O Enem, Exame Nacional do Ensino Médio, é uma avaliação criada pelo Ministério da Educação. Atualmente, ele desempenha um papel essencial como forma de acesso às instituições de ensino superior no Brasil.


Como ele funciona?

O Enem foi criado para avaliar o conhecimento e as habilidades adquiridas por estudantes ao final do ensino médio. Ele consiste de uma redação  dissertativo-argumentativa e 180 questões objetivas divididas em quatro áreas de conhecimento:


  • Matemática e suas Tecnologias;
  • Ciências Humanas: inclui História, Geografia, Sociologia e Filosofia;
  • Ciências da Natureza: abrange Biologia, Física e Química.
  • Linguagens, Códigos e suas Tecnologias:  engloba Língua Portuguesa, Língua Estrangeira, Literatura e Artes;

Quem pode fazer o exame?

Podem realizar o Enem os estudantes matriculados no último ano do ensino médio, alunos do primeiro e segundo ano na condição de treineiros e qualquer pessoa, de qualquer idade, que tenha concluído o ensino médio.


Universidades públicas: saiba como usar sua nota do Enem.

Você pode ingressar em universidades públicas através do  Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Ele é um programa do governo federal que seleciona estudantes para ingressar em universidades públicas através de sua nota no Enem. 


Os candidatos se inscrevem e concorrem a vagas em diversos cursos, incluindo Medicina e outras áreas. Cada universidade tem autonomia para definir sua pontuação mínima e o peso das provas do Enem.


As inscrições ocorrem duas vezes por ano, em janeiro e junho, e as chances de ser selecionado aumentam com uma nota mais alta. Para participar, você precisa ter feito o Enem mais recente e não ter zerado a redação. Não há restrição de renda para se inscrever. 


Como ficam as vagas?

Algumas universidades destinam apenas parte das vagas ao Sisu e utilizam vestibulares próprios para o restante. Outras eliminaram completamente o vestibular tradicional e oferecem todas as vagas pelo Sisu. 

O programa também conta com cotas para estudantes de escolas públicas, pessoas pretas, pardas e indígenas.

Como usar sua nota do Enem para entrar em universidades privadas?

Muitas universidades particulares aceitam a nota do Enem, dispensando vestibulares e outros processos seletivos. Algumas, concedem descontos ou bolsas de estudo para estudantes que obtiveram um bom desempenho no exame. 


No entanto, é importante verificar as notas mínimas exigidas e os critérios específicos de cada universidade. Para obter informações precisas, entre em contato com a secretaria da instituição. 


Caso você não  tenha como arcar com os
custos da faculdade de medicina, você pode tentar uma bolsa do ProUni ou o FIES. Confira.


Como usar sua nota do Enem para conseguir o ProUni?

O ProUni é um programa do governo federal que disponibiliza bolsas de estudos em faculdades particulares para estudantes de baixa renda que fizeram o Enem. O programa adota o sistema de cotas e as bolsas podem ser parciais ou integrais. 

As inscrições ocorrem em duas etapas, sendo a primeira para os candidatos do Enem mais recente e a segunda para vagas remanescentes de edições anteriores.  Para conseguir uma bolsa pelo ProUni você precisa:

  • Atender aos critérios de média mínima no Enem
  • Comprovar renda familiar e 
  • Ter feito o ensino médio em uma escola privada com bolsa de estudos ou em escola pública.

Como usar sua nota do Enem para conseguir o FIES?

O FIES é um programa de financiamento estudantil que te permite pagar a faculdade com juros baixos após a formatura. As inscrições ocorrem duas vezes ao ano.


Para consegui-lo você precisa alcançar nota mínima de 450 pontos na média das provas e ter renda familiar de até 2,5 salários mínimos por pessoa. No entanto, a nota de corte varia de acordo com o curso. 


Quais foram as notas de corte para Medicina/2023?

A nota de corte é a pontuação mínima necessária para ser aprovado em um curso específico. Ela varia de acordo com a concorrência, número de vagas e desempenho dos candidatos. 


Divulgada após o processo seletivo, ela indica suas chances de aprovação. Em 2023, a notas de corte para o vestibular de medicina foram:

  • Sisu: Entre 766,70 a 918,40
  • ProUni: Média: 766.25 / Maior nota: 798.74 /  Menor nota: 738.78 
  • FIES: Média: 756,32 / Maior nota 792,46 / Menor nota: 717,76

Saiba mais! 

#Como usar sua nota do Enem somada à nota do vestibular?

Em algumas universidades você consegue somar a nota do Enem com a pontuação do vestibular tradicional. Neste caso, você precisa realizar ambos os exames. 


Como cada instituição tem autonomia sobre a utilização desta nota, você deve consultar o edital do vestibular para obter informações detalhadas.


Graduação em medicina: o início de uma carreira profissional

A graduação em medicina tem duração média de 6 anos e oferece diversas oportunidades de atuação e crescimento. 


Além da clínica geral, docência, cirurgia e pesquisa, você pode se especializar para atuar em diversas áreas médicas. As especializações podem ser feitas através de residências médicas ou cursos de pós-graduação.


As  remunerações são muito boas e o mercado de trabalho é amplo. Você poderá trabalhar em clínicas e hospitais públicos e particulares, centros de saúde, Instituições de ensino e pesquisa, consultórios particulares,  medicina do trabalho ou ter seu próprio consultório.


Conheça a Faculdade de Medicina de Petrópolis

Localizada em Petrópolis, Rio de Janeiro, a UNIFASE-FMP disponibiliza uma graduação em Medicina com formação sólida, abrangente e baseada em princípios éticos e científicos. 


Seu Campus possui infraestrutura completa, com laboratórios equipados, salas de aula adequadas, biblioteca atualizada e um corpo docente qualificado e experiente na área médica. 


Além do curso, ela oferece programas de residência médica em diversas especialidades, incentiva a pesquisa e a participação dos alunos em projetos científicos, eventos acadêmicos e ações de responsabilidade social.  Seu objetivo é formar médicos capacitados e comprometidos com o bem-estar da população. 


Que bom que você chegou até aqui! Agora que já sabe como usar sua nota do Enem,  fique atento às datas de inscrição para o próximo vestibular.
Conheça a Faculdade de Medicina de Petrópolis e venha se graduar conosco!



6 de julho de 2026
Entender o comportamento da polpa, interpretar corretamente os sinais clínicos e conhecer as recomendações mais atuais são fatores decisivos para o sucesso do tratamento em dentes decíduos Imagine a seguinte situação. Uma criança de cinco anos chega ao consultório com uma extensa lesão de cárie em um segundo molar decíduo. Após a remoção do tecido cariado, ocorre uma exposição pulpar. Nesse momento, surge uma das perguntas mais frequentes da prática clínica: Pulpotomia? Pulpectomia? Exodontia? Essa decisão, que muitas vezes precisa ser tomada em poucos minutos, pode determinar o sucesso — ou o insucesso — do tratamento. Durante muitos anos, a escolha da terapia esteve fortemente baseada na experiência clínica individual. Hoje, entretanto, sabemos que decisões mais previsíveis dependem da integração entre diagnóstico criterioso, evidências científicas atualizadas e domínio técnico. Preservar dentes decíduos é preservar o desenvolvimento infantil O objetivo da terapia pulpar vai muito além de tratar uma polpa inflamada. Manter um dente decíduo saudável significa preservar funções fundamentais para o desenvolvimento da criança. Esses dentes mantêm o espaço para os sucessores permanentes, participam da mastigação, da fala, do desenvolvimento facial e influenciam diretamente a qualidade de vida infantil. Por isso, sempre que biologicamente possível, a conduta deve priorizar sua preservação até o momento natural da esfoliação. A terapia pulpar reúne diferentes procedimentos capazes de manter ou restabelecer a saúde pulpar, como o capeamento pulpar indireto, o capeamento pulpar direto, a pulpotomia, a pulpectomia e, mais recentemente, o tratamento endodôntico não instrumental (TENI), cuja indicação vem sendo amplamente discutida nas diretrizes mais atuais. Cada técnica possui indicações específicas e nenhuma delas deve ser escolhida apenas pela profundidade da cavidade ou pelo tamanho da exposição pulpar. O diagnóstico é a chave para uma boa decisão clínica Na prática clínica, o maior desafio raramente está na execução da técnica. O verdadeiro diferencial está na capacidade de interpretar corretamente os sinais clínicos e radiográficos para compreender o estado biológico da polpa. Dor espontânea, sangramento persistente, presença de fístula, mobilidade patológica, alterações periapicais e o padrão radiográfico são alguns dos fatores que precisam ser avaliados antes da definição do tratamento. Em outras palavras, o sucesso da terapia pulpar começa muito antes da utilização de qualquer instrumento ou material restaurador. As evidências científicas mudaram a forma de tratar dentes decíduos Nas últimas décadas, importantes avanços modificaram os protocolos para o tratamento pulpar em dentes decíduos. As recomendações da American Academy of Pediatric Dentistry (AAPD) passaram a priorizar tratamentos mais conservadores sempre que biologicamente possíveis, enquanto novas abordagens, como o tratamento endodôntico não instrumental (TENI), ampliaram as possibilidades terapêuticas em situações específicas. Além disso, materiais como MTA, Biodentine e cimentos biocerâmicos trouxeram novas perspectivas para o tratamento pulpar, ampliando a previsibilidade clínica quando corretamente indicados. Esses avanços demonstram que a atualização científica deixou de ser um diferencial e passou a ser uma necessidade para os cirurgiões-dentistas que atendem pacientes infantis e desejam oferecer tratamentos modernos, seguros e baseados em evidências. Da teoria à tomada de decisão clínica Conhecer os protocolos é importante. Mas transformar conhecimento em segurança clínica exige prática. Discutir casos reais, interpretar exames radiográficos, compreender as indicações e os limites de cada técnica e executar os procedimentos em ambiente laboratorial permite ao cirurgião-dentista desenvolver um raciocínio clínico mais consistente e aplicável à rotina do consultório. Afinal, cada paciente apresenta características próprias, e nenhuma diretriz substitui o julgamento clínico de um profissional bem preparado. Atualização profissional baseada em evidências A evolução da Odontologia exige um processo permanente de atualização. Mais do que acompanhar novos materiais ou técnicas, o cirurgião-dentista precisa desenvolver segurança para tomar decisões clínicas cada vez mais conscientes, previsíveis e fundamentadas. É justamente para responder a essa necessidade que a UNIFASE oferece a Imersão em Terapia Pulpar em Dentes Decíduos, uma formação voltada para cirurgiões-dentistas, odontopediatras, clínicos gerais e profissionais que desejam aperfeiçoar sua tomada de decisão clínica e aprofundar seus conhecimentos sobre os protocolos mais atuais para o tratamento pulpar em dentes decíduos. O curso integra aulas teóricas fundamentadas nas evidências científicas mais recentes, discussão de casos clínicos, treinamento laboratorial e atendimento clínico supervisionado, proporcionando uma experiência de aprendizagem que conecta conhecimento científico, prática clínica e desenvolvimento profissional. Mais do que ensinar técnicas, a proposta é capacitar o profissional para tomar decisões clínicas seguras, conscientes e baseadas em ciência, oferecendo às crianças tratamentos cada vez mais conservadores, previsíveis e de maior qualidade. Se você busca uma atualização que une teoria, prática e evidências científicas para transformar sua atuação clínica, conheça a Imersão em Terapia Pulpar em Dentes Decíduos da UNIFASE e descubra como essa experiência pode contribuir para a sua formação profissional. Saiba mais sobre o curso: https://www.unifase-rj.edu.br/curso-atualizacao/imersao-em-terapia-pulpar-em-dentes-deciduos
3 de julho de 2026
Principal evento nacional sobre prevenção e posvenção do suicídio reunirá especialistas, pesquisadores e profissionais de diferentes áreas entre os dias 5 e 8 de agosto
2 de julho de 2026
Como fazer o público jovem se interessar por política? Quais são as maiores dificuldades enfrentadas pelo microempreendedor individual para que seu negócio prospere? De que maneira os retalhos descartados pela indústria têxtil podem ser reutilizados de forma empreendedora e sustentável? Essas perguntas orientaram os projetos desenvolvidos por estudantes do segundo período do curso de Administração da UNIFASE durante as atividades de curricularização da extensão,modelo que prevê que, no mínimo, 10% da carga horária dos cursos de graduação seja dedicada a atividades desenvolvidas em interação com a sociedade. Por meio dessa proposta , os estudantes investigam demandas reais da comunidade e desenvolvem soluções que unem gestão, cidadania, empreendedorismo e sustentabilidade desde os primeiros períodos da graduação.  "O grande papel da Extensão no curso de Administração é humanizar a gestão. Através desses projetos, os alunos vão a campo para entender outras realidades e interagir com outros conhecimentos além dos adquiridos em sala de aula. Tudo isso contribui para que ele se torne um profissional integral, mais bem capacitado para o mercado de trabalho, que entende a responsabilidade social necessária para gerir negócios, pessoas e capital", analisa a professora Luciene Baptista, docente do curso de Administração da UNIFASE. Com um olhar atento para questões atuais da sociedade, os alunos pensaram em propostas que tenham impacto social na tomada de decisão, gestão de negócios, cidadania, empreendedorismo e sustentabilidade. A partir da percepção de que os jovens estão cada vez mais desconectados de assuntos relacionados à política, um dos grupos desenvolveu o projeto "Democracia em Pixel", que visa abordar conceitos complexos das Ciências Sociais em vídeos dinâmicos para o público de 16 a 24 anos, utilizando uma linguagem imparcial e adaptada à Geração Z. "Queremos falar sobre o poder do voto e a importância de desenvolver uma consciência política, focando no exercício da cidadania. Nosso primeiro vídeo foi sobre o 'efeito manada', que foi exibido para alunos do segundo ano do ensino médio do colégio Pensi. Em seguida, fizemos uma dinâmica com jujubas relacionada ao tema, para traduzir o conceito de uma maneira tangível e engajadora, e foi um sucesso! Agora queremos expandir o projeto para mais escolas", comenta Elian Venancio, aluno do segundo período do curso de Administração da UNIFASE. Ainda com foco na criação de vídeos informativos para as redes sociais, o segundo grupo criou o projeto "SIGA - Suporte com Informação de Gestão Agilizada", tendo como tema a educação empresarial para microempreendedores individuais (MEI). Com dados fornecidos pelo Sebrae, os alunos identificaram os principais obstáculos para o sucesso de pequenos negócios, que muitas vezes encerram suas atividades logo nos primeiros anos. "Nossa proposta é fornecer informações para microempreendedores com dificuldades para administrar seu próprio negócio, por meio de vídeos com linguagem acessível e didática. Inicialmente escolhemos temas pertinentes como fluxo de caixa, formação de preço e separação da conta jurídica da conta física, que são etapas essenciais na gestão de empreendimentos", explica a estudante Natalia Lima. O terceiro grupo, por sua vez, teve como base a economia circular, com a proposta de reutilização de retalhos da indústria têxtil para a produção de peças artesanais, a serem confeccionadas por mulheres de baixa renda ou em situação de vulnerabilidade social em Petrópolis. "Com o apoio da UNIFASE, conseguimos uniformes de funcionários da instituição que seriam descartados e através de uma parceria com o Inova Petrópolis Moda e um projeto social, eles foram transformados em novos produtos, como mochilas e estojos. Conseguimos aliar a sustentabilidade ao desenvolvimento de pequenos negócios, que podem se tornar uma fonte de renda para mulheres em vulnerabilidade", destaca a aluna Maria Eduarda Lago, que integra o grupo do projeto "Retalhos, Economia Circular". Os trabalhos, que seguirão em aperfeiçoamento ao longo da graduação - até o 4º período, foram avaliados pelos professores Gladistone Afonso, Mônica Fontes, Rodrigo Lopes, Thais Martins e Luciene Baptista, docentes do curso de Administração da UNIFASE.