Vestibular de medicina: por que escolher a FMP?

14 de março de 2023
Vestibular de medicina: por que escolher a FMP?

A gente sabe que o vestibular de medicina é um dos mais disputados do país e que concluir a graduação não é uma tarefa fácil. Mas tudo fica mais simples quando você acerta na escolha da faculdade e pode contar com a melhor metodologia e infraestrutura para conquistar seu diploma.


Se você acredita nisso e quer fazer um investimento que realmente agregue valor à sua carreira, se inscreva em nosso
vestibular de medicina e estude em um dos melhores e mais modernos centros universitários do país.


Por que fazer o vestibular de medicina FMP e estudar em nosso centro universitário?

Todos os anos a UNIFASE-FMP atrai jovens de diferentes partes do país para o seu vestibular de medicina. O que eles têm em comum? O desejo de construir uma carreira sólida na área médica.


Eles sabem que estudar em nosso centro universitário é uma forma de obter uma formação médica diferenciada, cujo foco é prestar atendimento de qualidade através das melhores práticas adotadas no mundo.


Ao estudar aqui, você vai perceber o forte compromisso que a UNIFASE-FMP  tem com a população e com o SUS. Por isso, mantém em funcionamento várias unidades de saúde onde os alunos, tutorados por profissionais capacitados, aprendem enquanto atendem aos milhares de pacientes que contam com esses serviços.


Quais são as unidades de saúde da UNIFASE-FMP onde você estudará?

Atualmente, a UNIFASE-FMP atua em diversas unidades credenciadas ao Sistema Único de Saúde,  prestando serviços gratuitos à população e realizando ações de prevenção e assistência à saúde. 


Ao ser aprovado no vestibular de medicina da FMP, você terá acesso a uma infraestrutura que potencializará seu desenvolvimento profissional. Confira!


AMBE - Ambulatório Escola


Nesta unidade a UNIFASE possui um serviço ambulatorial próprio, onde oferece assistência médica básica e de especialidades aos usuários do SUS. 

Para atender às mais de 60.000 pessoas cadastradas, o AMBE conta com salas de atendimento, exames, vacinas, curativos, atividades em grupo, pequenas cirurgias e 39 consultórios, incluindo consultório odontológico com sistema de prontuário eletrônico.

Neste espaço você fará estágios supervisionados, atividades práticas, treinamentos a nível de residência médica e participará do desenvolvimento de programas de saúde ligados ao Ministério da saúde e realização de métodos de apoio a diagnósticos.

DIP - Serviço de Doenças Infecciosas e Parasitárias


O DIP está instalado no Hospital Municipal Nelson de Sá Earp e é mais um dos ambulatórios próprios da UNIFASE-FMP. 

Você estudará em uma unidade que é referência regional em doenças infecciosas e parasitárias, que conta uma unidade hospitalar para internações e abriga a Comissão Municipal de DST/AIDS.


PSF - Unidades de Saúde da Família

Petrópolis possui 41 unidades de Saúde da Família. Destas, cinco pertencem à UNIFASE e oferecem serviços de atenção primária à saúde. Nestas unidades você fará atividades práticas, estágios e a residência médica.  São elas: 

  • PSF Machado Fagundes, Boa Vista e Nova Cascatinha. 
  • PSF Estrada da Saudade I e II


Todas possuem uma equipe multiprofissional formada por 1 médico, 1 enfermeiro, 1 auxiliar de enfermagem, 1 atendente, 1 auxiliar de serviços gerais e entre 5 a 8 agentes comunitários. Juntas, elas atendem mais de 15.000 habitantes. 

Conheça uma infraestrutura diferenciada que agregará valor ao seu currículo.


A inovação e a tecnologia estão cada vez mais presentes nos atendimentos médicos. Entre eles estão a robotização de procedimentos e técnicas médicas e o uso da telemedicina. Por isso, além de desenvolver uma visão integral do ser humano, você precisa adquirir domínio tecnológico das novas práticas e soluções.


Na UNIFASE-FMP você encontra uma infraestrutura alinhada a esta nova realidade e capaz de entregar tudo que precisa para conquistar uma formação atualizada e eficaz.  Veja o que espera por você.

1. Centro de simulação realística


O Centro tem área de 400 m2 e capacidade para 100 estudantes. Ele foi projetado para realização de simulações realísticas e práticas de baixa fidelidade através do uso de manequins de alta performance e atores que simulam os atendimentos.


Ele conta com 8 salas:

  • Consultório e atendimento domiciliar
  • Sala vermelha de trauma/UTI
  • Centro cirúrgico
  • Enfermaria
  • Maternidade
  • UTI pediátrica: lactente e escolar

Nesta infraestrutura você aprenderá em ambiente controlado, fortalecerá  habilidades comportamentais e técnicas, desenvolverá o seu raciocínio clínico, o trabalho em equipe e a comunicação através dos debates com os professores.


Clique aqui e assista um vídeo
sobre nosso Centro de Simulação Realística.


2. Laboratórios


# Laboratório de microbiologia, parasitologia e imunologia básica

Com 165 m2 de área, ele foi projetado para atividades com até 30 alunos e está subdivido em salas de:

  • Preparo e esterilização de material
  • Práticas de ensino
  • Sala dos professores. 


# Laboratório de histologia e patologia 

Possui 129 m2 e foi projetado para receber até sessenta alunos e equipamentos modernos que atendem a todas as atividades propostas. Ele é dividido em duas salas onde são realizados o preparo de peças e cortes histológicos e práticas de microscopia.


# Laboratório de bromatologia, bioquímica e tecnologia de alimentos. 

É um complexo com  209 m2 e capacidade para até 90 alunos por atividade. Ele conta com uma sala de apoio onde é feita a guarda e preparo de reagentes e outras três para atividades práticas. 


# Instituto Anatômico Prof. Antônio de Souza Queiroz

O Instituto é um complexo com 331 m2 e capacidade para até 80 alunos. Além das salas perfeitamente equipadas para o ensino em grupo, ele possui sistema guarda cadáveres, sala de preparo, ossário, sistema de descarte de resíduos e exaustão.

3. Complexo de radiologia

Com  100m2, ele tem capacidade para até 60 estudantes do curso Superior de Tecnologia em Radiologia. Ele é composto por salas de aula e de estudo e 2 unidades laboratoriais equipadas com bancadas, aparelho de radiologia simulado e outros destinados ao estudo das práticas de dosimetria, proteção radiológica e incidências radiológicas e física. 

Escolha a melhor! Faça o vestibular de medicina da FMP

Você deve ter percebido nosso forte compromisso com a excelência e ensino de qualidade. E tudo isso está à sua disposição em um centro universitário com infraestrutura moderna e inovadora. 


Venha vivenciar uma vida acadêmica rica e diferenciada, onde projetos de extensão, de inserção comunitária e culturais farão parte do seu dia a dia. Faça o vestibular de medicina da FMP e inicie uma carreira de sucesso com quem é nota máxima junto ao Ministério da Educação.


Quer se aprofundar nestas informações? Então
clique aqui para saber tudo sobre a Faculdade de Medicina de Petrópolis e venha se capacitar conosco!



6 de abril de 2026
Rotina, uso de telas e estresse interferem no descanso, e ações educativas reforçam a importância de dormir melhor
1 de abril de 2026
Às vésperas da Páscoa, quando o chocolate ganha destaque nas vitrines e no imaginário popular, a nutricionista e professora da UNIFASE, Brigitte Olichon, resgata a origem dessa tradição e propõe uma reflexão sobre o consumo desse alimento tão presente na data. Ao percorrer a história do chocolate, desde suas raízes culturais até seus efeitos no organismo, a especialista convida o leitor a enxergar além da tentação e compreender melhor o papel desse doce na nossa alimentação. Confira: Está chegando a Páscoa, e as lojas estão completamente enfeitadas de todas as formas possíveis e imagináveis de chocolate. Uma tentação!!! Mas... o que tem a ver uma coisa com a outra? Como sempre, muitas das nossas tradições têm raízes muito mais antigas do que imaginamos... Neste caso, muito antes do Judaísmo ou do Cristianismo se posicionarem como religiões de massa, civilizações do Mediterrâneo e orientais tinham como costume presentear amigos e familiares com ovos (de galinha ou de pata) coloridos com ervas. Isso acontecia sobretudo quando chegava a primavera, como símbolo de vida e renascimento - vamos lembrar que essas regiões do hemisfério Norte estavam saindo de um longo, tenebroso, frio e escuro inverno, do qual nem todos saíam vivos. Várias formas de se enfeitar os ovos eram utilizadas: com flores, ervas, desenhos, imagens de deusas pagãs, animais... E a igreja cristã, então, quando quis abafar os rituais pagãos, novamente se apoderou de seus símbolos e começou a ilustrar os ovos com as imagens de Jesus e Maria, associando o sentido de renascimento à Páscoa cristã, que celebra a ressurreição do Cristo. Esta tradição continuou, portanto, e tomou proporções grandiosas na Idade Média, quando nobres e cavaleiros presenteavam com ovos cobertos de ouro e pedrarias... Na Rússia, ficaram famosos os ovos feitos por um ilustre ourives francês (Fabergé), que transformava essas jóias em verdadeiras obras de arte! E quando tudo isso se transformou nas delícias de chocolate? Bem, ainda demorou um tempo... tempo suficiente para que os espanhóis invadissem a América e experimentassem o "líquido quente" (tchocoatl) que os nativos incas, maias e astecas utilizavam em rituais sagrados e na guerra. Lendas astecas dizem que o cacau surgiu do paraíso, pois acreditavam que quem o bebesse adquiriria poder e magia. Este chá, feito com sementes esmagadas de cacau, milho e chili, era amargo, forte, quente... e dava força, recuperava doentes, reanimava guerreiros e servia de presente ao mundo dos mortos. Quase que ressuscitava mesmo! Levado para a Europa, este sagrado e miraculoso alimento foi acrescido de vários outros ingredientes para se tornar algo mais palatável: açúcar, leite, creme de leite e manteiga. Mas como tudo isso era caro, só os nobres tinham acesso a esta delícia dos deuses. Quando Portugal se deu conta de que tinha um quintal meio ocioso, "em que se plantando tudo dá", trouxe para cá plantações de cacau que, somadas às já presentes plantações de cana-de-açúcar, tornaram o império mais rico e mais forte. Claro que foram cozinheiros franceses que tiveram a idéia de fazer ovos de chocolate... e a moda pegou, para a alegria de todos! Alegria... relativa. Na verdade, o verdadeiro chocolate, feito com um teor mais alto de cacau (acima de 70%), tem substâncias chamadas flavonóides e polifenóis que têm uma função antioxidante, prevenindo a aterosclerose e as doenças do coração, a formação de coágulos no sangue e derrames, diminuem o colesterol ruim e a pressão arterial, são estimulantes do sistema nervoso central e estimulam a produção de serotonina, o hormônio do prazer. Tudo de bom, né? Mas como tudo na vida, ele também tem seu lado negativo. Mesmo o chocolate amargo (com mais de 70% de cacau) é muito calórico e vicia, além de provocar reações alérgicas em muitas pessoas: dor de cabeça, diarréia, pedras nos rins, acne, tensão pré-menstrual podem ser alguns dos sinais. Fique atento. Outro ponto a ser considerado é que o bom chocolate, com sementes de cacau de boa qualidade, é sempre importado - e caro! Porque o bom que é produzido aqui no Brasil é selecionado para a exportação, uma vez que lá fora as pessoas querem qualidade, querem o que há de melhor... e nós ficamos com "o resto": sementes de baixa qualidade, que exigem que se acrescente mais açúcar, mais gordura hidrogenada, mais aditivos químicos para ter consistência e "sabor". Assim, o que aqui chamamos "chocolate" muitas vezes nem chega perto - o chocolate branco, por exemplo, nem leva cacau, só a gordura da semente. E, então, embora viciados e acreditando que estamos nos alimentando de algo que pode até fazer bem à saúde, na verdade estamos nos envenenando e comprometendo fígado, coração, rins... E fazemos isso a nós mas, principalmente, às nossas crianças, que aprendem desde cedo a gostar de alguma coisa que só vai torná-las mais doentes. A questão, então, é a moderação, o equilíbrio. Utilizar um produto de qualidade, puro, com alto teor de cacau - eles são mais caros, é verdade; e mais finos também. Mas quem disse que vamos conseguir comer tudo de uma vez? E nem precisamos. Basta termos a real noção do que representa o chocolate em nossa vida: é um alimento precioso, de renascimento, para momentos especiais... Bom renascimento regado a chocolate para vocês!
31 de março de 2026
O descarte inadequado de medicamentos, muitas vezes tratado como um hábito inofensivo, tem se revelado um problema silencioso com impactos que vão muito além do lixo doméstico. Substâncias farmacológicas descartadas de forma incorreta podem contaminar o solo e os recursos hídricos, além de contribuir para um dos maiores desafios da saúde pública atual: o aumento da resistência a medicamentos. Recentemente, o tema também esteve em debate na UNIFASE durante a 4ª Jornada da Virada Climática, ampliando a reflexão sobre as conexões entre saúde, meio ambiente e uso racional de medicamentos. Para aprofundar o debate, a Profa. MsC. Priscilla Feijó, docente de Farmacologia da UNIFASE, explicou como práticas cotidianas, como o descarte incorreto de remédios, podem impactar diretamente o meio ambiente e favorecer a seleção de microrganismos resistentes. 1 - O que acontece quando descartamos medicamentos no lixo comum ou no vaso sanitário? R.: Os medicamentos contêm compostos biologicamente ativos e muitos deles mantêm sua atividade mesmo após serem descartados no lixo comum ou no vaso sanitário. O problema é que os sistemas de tratamento de resíduos e de esgoto não foram projetados para remover completamente esses compostos. E aí surge o problema: essas substâncias ativas atingem o solo, rios e lençóis freáticos, podendo persistir no ambiente por longos períodos. Uma vez no ambiente, podem ser transferidas ao longo da cadeia alimentar, contaminando peixes, plantações e até animais de criação. Com isso, acabam retornando ao ser humano, principalmente por meio da ingestão de água e alimentos, ainda que em baixas concentrações. Diversos estudos mostram que o descarte inadequado de medicamentos é uma fonte relevante de resíduos farmacêuticos no ambiente, somando-se a outras vias de contaminação. 2 - Quais são os impactos ambientais mais preocupantes? R.: O impacto ambiental é expressivo, indo desde a contaminação de lençóis freáticos e do solo até a bioacumulação em organismos aquáticos e terrestres, com potencial de transferência ao longo da cadeia trófica, podendo chegar ao ser humano. Além disso, o descarte de medicamentos hormonais e de anti-inflamatórios, sendo estes últimos amplamente utilizados e, em muitos casos, isentos de prescrição, contribuem para a desregulação endócrina, levando a alterações reprodutivas e comportamentais. E, quando pensamos em antibióticos, o cenário se torna ainda mais preocupante: a presença desses compostos no ambiente favorece a seleção de microrganismos resistentes. Agora, imagine: estamos expostos, ainda que em baixas concentrações, a esse conjunto de substâncias ao longo da vida. Qual é o impacto disso na nossa saúde como um todo? Ainda estamos entendendo. O que já sabemos é que hoje enfrentamos um problema real com bactérias multirresistentes, inclusive casos de resistência extrema. E, com o aumento da presença de resíduos farmacêuticos no ambiente, esse cenário tende a se agravar. É, sem dúvida, uma preocupação crescente. 3 - O que é a resistência a medicamentos e por que ela preocupa tanto hoje? R.: A resistência antimicrobiana é, na verdade, um processo de seleção natural. Quando uma população de microrganismos entra em contato com um antibiótico, os mais sensíveis são eliminados, enquanto aqueles que, seja por mutação ou por características já existentes, conseguem sobreviver, se multiplicam e passam essa resistência adiante. E nós favorecemos essa seleção quando usamos antibióticos de forma inadequada ou quando há uso extensivo na agricultura e na pecuária. E é aí que entra a grande preocupação: infecções que antes eram simples de tratar estão se tornando cada vez mais complexas. Em alguns casos, já lidamos com microrganismos multirresistentes e até pan-resistentes, para os quais praticamente não há opções terapêuticas. Isso tem um impacto direto em nossas vidas. Procedimentos considerados seguros, como cirurgias, quimioterapia ou transplantes, dependem da eficácia dos antimicrobianos. Sem eles, o risco de infecção volta a ser um fator limitante real. 4 - O que cada pessoa pode fazer para ajudar a reduzir esse problema? R.: Cada pessoa tem um papel fundamental nesse processo, e pequenas mudanças de comportamento já fazem diferença. O primeiro ponto é não usar medicamentos por conta própria. Eles devem ser utilizados apenas quando prescritos, respeitando a dose, o intervalo e o tempo de tratamento, e nunca interrompidos por iniciativa própria. Outro ponto importante é, sempre que possível, adquirir a quantidade exata prescrita, evitando sobras, porque, se não sobra, não há necessidade de descarte posterior. Por fim, é fundamental não descartar medicamentos no lixo comum ou no vaso sanitário. O ideal é encaminhar medicamentos vencidos ou em desuso, juntamente com suas embalagens, para pontos de coleta apropriados, como farmácias e unidades de saúde que participam de programas de logística reversa. Hoje, inclusive, já existem plataformas que ajudam a localizar os pontos de coleta mais próximos. Além disso, a informação tem um papel central. Orientar familiares e pessoas próximas sobre o uso racional e o descarte correto de medicamentos contribui diretamente para ampliar o impacto dessas ações. 5 - Qual o papel das universidades nesse debate? R.: Crucial. Na formação, as universidades são responsáveis por preparar profissionais da saúde mais conscientes dentro do conceito de One Health ou Saúde Única. Esses profissionais precisam compreender que a saúde, em seu sentido mais amplo e real, envolve a integração entre ser humano, animais e meio ambiente. Nesse contexto, é fundamental internalizar e transmitir a importância do uso racional de medicamentos e todos os seus desdobramentos, incluindo o descarte adequado. Na produção de conhecimento, as universidades contribuem para a compreensão da dinâmica da resistência, do papel do ambiente como reservatório de genes de resistência e dos efeitos da exposição crônica a resíduos farmacêuticos. Esse conhecimento é essencial tanto para formar profissionais mais engajados quanto para embasar políticas públicas e estratégias de enfrentamento mais eficazes. E talvez um dos pontos mais importantes seja o papel social. A universidade precisa se posicionar como um elo entre ciência e sociedade, promovendo educação em saúde, divulgando informação de qualidade e participando ativamente de iniciativas como programas de descarte correto de medicamentos.