Quanto custa Medicina em faculdades particulares?

10 de fevereiro de 2023
Quanto custa Medicina em faculdades particulares?

A época de cursar o vestibular costuma ser um período atribulado para muitos estudantes. Além de decidir qual carreira seguir, precisam também se preocupar com a instituição de ensino superior mais adequada, mensalidades, custo benefício.

O investimento é alto, principalmente para quem escolhe se dedicar ao curso de medicina. Com notas de corte altas, estudantes que não conseguem passar em uma universidade pública precisam pesquisar por instituições que ofereçam uma formação de qualidade e dentro do seu orçamento.

Além de ser uma das carreiras mais prestigiadas, o curso de medicina também oferece um alto grau de remuneração e empregabilidade. Mas antes de chegar nessa etapa, é necessário saber quanto custa em média um curso de medicina! Continue a leitura para saber mais.

 

Quanto custa Medicina em uma faculdade particular?

O valor da mensalidade é um fator de extrema importância, mas antes de se preocupar com esse fator é preciso lembrar que existem diversos fatores que podem interferir no custo final do curso. Veja os principais a seguir.


Fatores geográficos

Já escolheu o local para cursar medicina? Saiba que a região escolhida pelo estudante pode influenciar, e muito, o valor final do curso. 

Por exemplo, capitais costumam ter um custo de vida bem mais caro do que as regiões do interior, o que pode surpreender alguns estudantes. 

Em 2022, o custo médio de vida em São Paulo se tornou um dos mais caros do país, ficando atrás apenas de Florianópolis, segundo o IBGE. 

Por esse motivo, caso escolha uma universidade no centro é importante considerar gastos como, moradia, alimentação, transporte e também um limite para emergências em sua planilha de custos.


Fatores socioeconômicos

Como já foi dito anteriormente, a faculdade de Medicina não é barata. Durante seu período de curso, o estudante também ficará ocupado em tempo integral, o que irá impossibilitá-lo de conseguir um trabalho. 

Ele precisa calcular bem os gastos para conseguir se manter durante todo o tempo em que precisará se dedicar aos estudos. 


Existe material obrigatório para o curso de Medicina?

O estudante precisa ter em mente que alguns materiais serão necessários durante o andamento do curso, alguns com mais prioridade do que outros. Alguns só serão usados durante o início das aulas práticas, mas tem prazo para serem adquiridos.

Dessa forma, é importante começar a pesquisar e se preparar o quanto antes para não deixar de última hora e pagar mais caro, comprometendo seu orçamento prioritário. 

Conheça alguns dos materiais essenciais para o curso:

 

  • Estetoscópio

Um dos investimentos mais importantes feitos durante o curso, o estetoscópio é utilizado para auscultar batimentos cardíacos e examinar as regiões do abdômen e tórax. 

Por ser um equipamento obrigatório e de longa duração, sua compra é essencial para o estudante de Medicina. Estetoscopios da marca Littmann, considerada marca líder de mercado, custam a partir de R$550,00.

  • Esfigmomanômetro

O esfigmomanômetro é o equipamento utilizado para medição da pressão arterial, podendo ser encontrado em dois tipos: mecânico e digital. O equipamento também é disponibilizado com várias braçadeiras, então é necessário um entendimento do produto para escolher o modelo mais adequado ao estudante. 

Para manter a precisão nos resultados, o esfigmomanômetro precisa ser calibrado regularmente. O equipamento pode ser encontrado no mercado com valores a partir de R$80,00.

  • Jaleco

Considerado um equipamento de proteção individual para o aluno, o jaleco evita o contato direto com bactérias que podem prejudicar o paciente durante seu atendimento. 

O jaleco também impede que secreções ou químicos entrem em contato direto com a pele do estudante. É recomendado que o estudante tenha mais de um jaleco por precaução. Existem vários tipos de jaleco, que também podem ser customizados. O EPI pode ser encontrado em lojas especializadas em fardamentos a partir de R$60,00.

  • Oxímetro

O oxímetro é o aparelho responsável por medir a oxigenação do sangue. É um dispositivo não invasivo, geralmente acoplado ao dedo indicador do paciente, o que permite medir a saturação de oxigênio no sangue. 

Equipamento importante utilizado no atendimento emergencial, o oxímetro é essencial para definir o encaminhamento que o paciente terá durante seu internamento. Encontrado a partir de R$200,00.

  • Termômetro

Um termômetro é usado para medir a temperatura e suas variações. O instrumento é composto por uma propriedade termométrica, que varia de acordo com a temperatura do paciente. 

Como alguns equipamentos acima, existem variações de termômetros disponíveis, por isso é ideal aprender sobre as características de cada um. Um dos aparelhos mais acessíveis, pode ser encontrado a partir de R$50,00. 

  • Caixa de luvas 

As luvas são usadas para impedir que o aluno entre em contato com superfícies ou materiais que estejam contaminados. Também impedem o contato com substâncias químicas.

A caixa de luvas descartáveis pode ser encontrada a partir de R$20,00, com 50 ou 100 unidades. 

 

Lembrando que esses valores sofrem variações, por isso é importante saber com antecedência a lista de materiais obrigatórios da universidade para não se surpreender com os custos.

Gastos extras podem acontecer, dessa forma a universidade precisa oferecer uma infraestrutura que compense o investimento do aluno, com os melhores equipamentos possíveis. E que tenha uma biblioteca completa, assim, evitando os gastos com livros.

Faculdade de Medicina de Petrópolis, por exemplo, oferece um acervo superior a 27 mil exemplares de livros, revistas e periódicos impressos e digitais. A faculdade possui também uma ferramenta de busca de evidências científicas de todas as especialidades médicas.

Além disso, a FMP/Fase possui laboratórios de simulação com equipamentos de última geração, oferecendo assim a melhor experiência para o estudante.



Afinal, qual o valor do curso de Medicina em uma faculdade particular?

Uma graduação em medicina tem mensalidades que variam entre R$7.000 e R$9.000, que são reajustadas a cada período. Mas não se resume a isso. Existem todos os gastos extras mencionados no texto, que devem ser levados em consideração.

Apesar do alto investimento, você pode ter o retorno do valor gasto em pouco tempo, diferentemente de outras profissões que, apesar de terem um custo menor, não possuem o mesmo prestígio no mercado de trabalho.

 

Estude Medicina na FMF/Fase

O curso de graduação em medicina da Faculdade de Medicina de Petrópolis (FMP) tem 12 semestres de duração e prepara médicos generalistas compromissados com a saúde pública focados no domínio de conhecimentos básicos de natureza biopsicossocial, com ênfase na Medicina Interna, à Medicina Social e às ciências básicas, com inserção do aluno na comunidade desde o início do curso.

O profissional de medicina é preparado para atuar na cura ou na prevenção da doença, com postura ética e humanística em relação ao paciente, à família e à comunidade.

Saiba como ingressar na Faculdade de Medicina de Petrópolis. A participação é online, a partir do edital de publicação de vagas por curso. As provas são online, com aproveitamento da nota do Enem até 48 horas após a inscrição. 

O resultado é divulgado em até 72 horas após a conclusão do processo seletivo e a matrícula pode ser feita em até 5 dias do resultado. Pessoas que ainda não terminaram o Ensino Médio podem participar do vestibular, mas o resultado só é válido durante um ano. 

Em caso de aprovação, o aluno pode fazer a reserva de sua vaga para um momento posterior à conclusão do Ensino Médio, desde que o seu ingresso na faculdade não ultrapasse o prazo de um ano estabelecido, que passa a ser contado a partir da data do vestibular.

Quem já tem diploma de graduação e deseja estudar um novo curso terá um desconto de 30% nas mensalidades. Exceto para os cursos de Odontologia e Medicina.

Clique aqui e conheça o curso de Medicina da FMP em Petrópolis.


6 de julho de 2026
Entender o comportamento da polpa, interpretar corretamente os sinais clínicos e conhecer as recomendações mais atuais são fatores decisivos para o sucesso do tratamento em dentes decíduos Imagine a seguinte situação. Uma criança de cinco anos chega ao consultório com uma extensa lesão de cárie em um segundo molar decíduo. Após a remoção do tecido cariado, ocorre uma exposição pulpar. Nesse momento, surge uma das perguntas mais frequentes da prática clínica: Pulpotomia? Pulpectomia? Exodontia? Essa decisão, que muitas vezes precisa ser tomada em poucos minutos, pode determinar o sucesso — ou o insucesso — do tratamento. Durante muitos anos, a escolha da terapia esteve fortemente baseada na experiência clínica individual. Hoje, entretanto, sabemos que decisões mais previsíveis dependem da integração entre diagnóstico criterioso, evidências científicas atualizadas e domínio técnico. Preservar dentes decíduos é preservar o desenvolvimento infantil O objetivo da terapia pulpar vai muito além de tratar uma polpa inflamada. Manter um dente decíduo saudável significa preservar funções fundamentais para o desenvolvimento da criança. Esses dentes mantêm o espaço para os sucessores permanentes, participam da mastigação, da fala, do desenvolvimento facial e influenciam diretamente a qualidade de vida infantil. Por isso, sempre que biologicamente possível, a conduta deve priorizar sua preservação até o momento natural da esfoliação. A terapia pulpar reúne diferentes procedimentos capazes de manter ou restabelecer a saúde pulpar, como o capeamento pulpar indireto, o capeamento pulpar direto, a pulpotomia, a pulpectomia e, mais recentemente, o tratamento endodôntico não instrumental (TENI), cuja indicação vem sendo amplamente discutida nas diretrizes mais atuais. Cada técnica possui indicações específicas e nenhuma delas deve ser escolhida apenas pela profundidade da cavidade ou pelo tamanho da exposição pulpar. O diagnóstico é a chave para uma boa decisão clínica Na prática clínica, o maior desafio raramente está na execução da técnica. O verdadeiro diferencial está na capacidade de interpretar corretamente os sinais clínicos e radiográficos para compreender o estado biológico da polpa. Dor espontânea, sangramento persistente, presença de fístula, mobilidade patológica, alterações periapicais e o padrão radiográfico são alguns dos fatores que precisam ser avaliados antes da definição do tratamento. Em outras palavras, o sucesso da terapia pulpar começa muito antes da utilização de qualquer instrumento ou material restaurador. As evidências científicas mudaram a forma de tratar dentes decíduos Nas últimas décadas, importantes avanços modificaram os protocolos para o tratamento pulpar em dentes decíduos. As recomendações da American Academy of Pediatric Dentistry (AAPD) passaram a priorizar tratamentos mais conservadores sempre que biologicamente possíveis, enquanto novas abordagens, como o tratamento endodôntico não instrumental (TENI), ampliaram as possibilidades terapêuticas em situações específicas. Além disso, materiais como MTA, Biodentine e cimentos biocerâmicos trouxeram novas perspectivas para o tratamento pulpar, ampliando a previsibilidade clínica quando corretamente indicados. Esses avanços demonstram que a atualização científica deixou de ser um diferencial e passou a ser uma necessidade para os cirurgiões-dentistas que atendem pacientes infantis e desejam oferecer tratamentos modernos, seguros e baseados em evidências. Da teoria à tomada de decisão clínica Conhecer os protocolos é importante. Mas transformar conhecimento em segurança clínica exige prática. Discutir casos reais, interpretar exames radiográficos, compreender as indicações e os limites de cada técnica e executar os procedimentos em ambiente laboratorial permite ao cirurgião-dentista desenvolver um raciocínio clínico mais consistente e aplicável à rotina do consultório. Afinal, cada paciente apresenta características próprias, e nenhuma diretriz substitui o julgamento clínico de um profissional bem preparado. Atualização profissional baseada em evidências A evolução da Odontologia exige um processo permanente de atualização. Mais do que acompanhar novos materiais ou técnicas, o cirurgião-dentista precisa desenvolver segurança para tomar decisões clínicas cada vez mais conscientes, previsíveis e fundamentadas. É justamente para responder a essa necessidade que a UNIFASE oferece a Imersão em Terapia Pulpar em Dentes Decíduos, uma formação voltada para cirurgiões-dentistas, odontopediatras, clínicos gerais e profissionais que desejam aperfeiçoar sua tomada de decisão clínica e aprofundar seus conhecimentos sobre os protocolos mais atuais para o tratamento pulpar em dentes decíduos. O curso integra aulas teóricas fundamentadas nas evidências científicas mais recentes, discussão de casos clínicos, treinamento laboratorial e atendimento clínico supervisionado, proporcionando uma experiência de aprendizagem que conecta conhecimento científico, prática clínica e desenvolvimento profissional. Mais do que ensinar técnicas, a proposta é capacitar o profissional para tomar decisões clínicas seguras, conscientes e baseadas em ciência, oferecendo às crianças tratamentos cada vez mais conservadores, previsíveis e de maior qualidade. Se você busca uma atualização que une teoria, prática e evidências científicas para transformar sua atuação clínica, conheça a Imersão em Terapia Pulpar em Dentes Decíduos da UNIFASE e descubra como essa experiência pode contribuir para a sua formação profissional. Saiba mais sobre o curso: https://www.unifase-rj.edu.br/curso-atualizacao/imersao-em-terapia-pulpar-em-dentes-deciduos
3 de julho de 2026
Principal evento nacional sobre prevenção e posvenção do suicídio reunirá especialistas, pesquisadores e profissionais de diferentes áreas entre os dias 5 e 8 de agosto
2 de julho de 2026
Como fazer o público jovem se interessar por política? Quais são as maiores dificuldades enfrentadas pelo microempreendedor individual para que seu negócio prospere? De que maneira os retalhos descartados pela indústria têxtil podem ser reutilizados de forma empreendedora e sustentável? Essas perguntas orientaram os projetos desenvolvidos por estudantes do segundo período do curso de Administração da UNIFASE durante as atividades de curricularização da extensão,modelo que prevê que, no mínimo, 10% da carga horária dos cursos de graduação seja dedicada a atividades desenvolvidas em interação com a sociedade. Por meio dessa proposta , os estudantes investigam demandas reais da comunidade e desenvolvem soluções que unem gestão, cidadania, empreendedorismo e sustentabilidade desde os primeiros períodos da graduação.  "O grande papel da Extensão no curso de Administração é humanizar a gestão. Através desses projetos, os alunos vão a campo para entender outras realidades e interagir com outros conhecimentos além dos adquiridos em sala de aula. Tudo isso contribui para que ele se torne um profissional integral, mais bem capacitado para o mercado de trabalho, que entende a responsabilidade social necessária para gerir negócios, pessoas e capital", analisa a professora Luciene Baptista, docente do curso de Administração da UNIFASE. Com um olhar atento para questões atuais da sociedade, os alunos pensaram em propostas que tenham impacto social na tomada de decisão, gestão de negócios, cidadania, empreendedorismo e sustentabilidade. A partir da percepção de que os jovens estão cada vez mais desconectados de assuntos relacionados à política, um dos grupos desenvolveu o projeto "Democracia em Pixel", que visa abordar conceitos complexos das Ciências Sociais em vídeos dinâmicos para o público de 16 a 24 anos, utilizando uma linguagem imparcial e adaptada à Geração Z. "Queremos falar sobre o poder do voto e a importância de desenvolver uma consciência política, focando no exercício da cidadania. Nosso primeiro vídeo foi sobre o 'efeito manada', que foi exibido para alunos do segundo ano do ensino médio do colégio Pensi. Em seguida, fizemos uma dinâmica com jujubas relacionada ao tema, para traduzir o conceito de uma maneira tangível e engajadora, e foi um sucesso! Agora queremos expandir o projeto para mais escolas", comenta Elian Venancio, aluno do segundo período do curso de Administração da UNIFASE. Ainda com foco na criação de vídeos informativos para as redes sociais, o segundo grupo criou o projeto "SIGA - Suporte com Informação de Gestão Agilizada", tendo como tema a educação empresarial para microempreendedores individuais (MEI). Com dados fornecidos pelo Sebrae, os alunos identificaram os principais obstáculos para o sucesso de pequenos negócios, que muitas vezes encerram suas atividades logo nos primeiros anos. "Nossa proposta é fornecer informações para microempreendedores com dificuldades para administrar seu próprio negócio, por meio de vídeos com linguagem acessível e didática. Inicialmente escolhemos temas pertinentes como fluxo de caixa, formação de preço e separação da conta jurídica da conta física, que são etapas essenciais na gestão de empreendimentos", explica a estudante Natalia Lima. O terceiro grupo, por sua vez, teve como base a economia circular, com a proposta de reutilização de retalhos da indústria têxtil para a produção de peças artesanais, a serem confeccionadas por mulheres de baixa renda ou em situação de vulnerabilidade social em Petrópolis. "Com o apoio da UNIFASE, conseguimos uniformes de funcionários da instituição que seriam descartados e através de uma parceria com o Inova Petrópolis Moda e um projeto social, eles foram transformados em novos produtos, como mochilas e estojos. Conseguimos aliar a sustentabilidade ao desenvolvimento de pequenos negócios, que podem se tornar uma fonte de renda para mulheres em vulnerabilidade", destaca a aluna Maria Eduarda Lago, que integra o grupo do projeto "Retalhos, Economia Circular". Os trabalhos, que seguirão em aperfeiçoamento ao longo da graduação - até o 4º período, foram avaliados pelos professores Gladistone Afonso, Mônica Fontes, Rodrigo Lopes, Thais Martins e Luciene Baptista, docentes do curso de Administração da UNIFASE.