UNIFASE/FMP abre inscrições para o Vestibular de Medicina 2026.2

13 de fevereiro de 2026
UNIFASE/FMP abre inscrições para o Vestibular de Medicina 2026.2

Curso tem nota máxima no MEC e é parte do seleto grupo com acreditação nacional e internacional pelo SAEME

Estão abertas as inscrições para o Vestibular de Medicina 2026.2 da Faculdade de Medicina de Petrópolis, que é parte do Centro Universitário Arthur Sá Earp Neto (UNIFASE/FMP). O processo seletivo oferece duas modalidades de acesso: prova ou aproveitamento da nota do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), considerando as edições realizadas entre 2023 e 2025.


As inscrições para o vestibular seguem até o dia 27 de maio pelo site oficial da instituição (www.unifase-rj.edu.br/vestibular-fmp-medicina). A prova será presencial, a ser aplicada no dia 31 de maio tanto no Rio de Janeiro quanto em Petrópolis. Já os interessados em utilizar a nota do ENEM devem fazer o registro de interesse até o dia 27 de abril. Vale lembrar que optantes pelo ENEM que não conseguirem a vaga por esta modalidade têm, ainda, uma segunda oportunidade, fazendo a prova sem a necessidade de pagamento de nova taxa de inscrição.


Com quase 60 anos de história, o curso de Medicina da UNIFASE/FMP é referência no ensino médico. Faz parte do seleto grupo com acreditação nacional e internacional pelo Sistema de Acreditação de Escolas Médicas (SAEME), do Conselho Federal de Medicina, com reconhecimento da World Federation of Medical Education. 


A UNIFASE/FMP é nota máxima no MEC e conta com corpo docente composto majoritariamente por mestres e doutores. Ao longo de sua trajetória, já formou mais de 5 mil médicos, que atuam no Brasil e no exterior. A estrutura acadêmica inclui hospital de ensino conveniado credenciado pelo Ministério da Saúde e pelo Ministério da Educação, ambulatório escola com mais de 100 mil pacientes cadastrados, cinco equipes próprias de Saúde da Família e laboratórios de ponta, como o Centro de Simulação Realística, o Laboratório de Medicina Regenerativa e o Centro de Inovação, Pesquisa e Atualização Cirúrgica (CIPAC).


Mais informações podem ser obtidas pelos telefones (24) 2244-6471 e (24) 2244-6468, pelos WhatsApps (24) 98865-0693, (24) 99200-4036, (24) 98865-7504 e (24) 99211-2542, ou pelo e-mail vestibular@unifase-rj.edu.br.


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Entender o comportamento da polpa, interpretar corretamente os sinais clínicos e conhecer as recomendações mais atuais são fatores decisivos para o sucesso do tratamento em dentes decíduos Imagine a seguinte situação. Uma criança de cinco anos chega ao consultório com uma extensa lesão de cárie em um segundo molar decíduo. Após a remoção do tecido cariado, ocorre uma exposição pulpar. Nesse momento, surge uma das perguntas mais frequentes da prática clínica: Pulpotomia? Pulpectomia? Exodontia? Essa decisão, que muitas vezes precisa ser tomada em poucos minutos, pode determinar o sucesso — ou o insucesso — do tratamento. Durante muitos anos, a escolha da terapia esteve fortemente baseada na experiência clínica individual. Hoje, entretanto, sabemos que decisões mais previsíveis dependem da integração entre diagnóstico criterioso, evidências científicas atualizadas e domínio técnico. Preservar dentes decíduos é preservar o desenvolvimento infantil O objetivo da terapia pulpar vai muito além de tratar uma polpa inflamada. Manter um dente decíduo saudável significa preservar funções fundamentais para o desenvolvimento da criança. Esses dentes mantêm o espaço para os sucessores permanentes, participam da mastigação, da fala, do desenvolvimento facial e influenciam diretamente a qualidade de vida infantil. Por isso, sempre que biologicamente possível, a conduta deve priorizar sua preservação até o momento natural da esfoliação. A terapia pulpar reúne diferentes procedimentos capazes de manter ou restabelecer a saúde pulpar, como o capeamento pulpar indireto, o capeamento pulpar direto, a pulpotomia, a pulpectomia e, mais recentemente, o tratamento endodôntico não instrumental (TENI), cuja indicação vem sendo amplamente discutida nas diretrizes mais atuais. Cada técnica possui indicações específicas e nenhuma delas deve ser escolhida apenas pela profundidade da cavidade ou pelo tamanho da exposição pulpar. O diagnóstico é a chave para uma boa decisão clínica Na prática clínica, o maior desafio raramente está na execução da técnica. O verdadeiro diferencial está na capacidade de interpretar corretamente os sinais clínicos e radiográficos para compreender o estado biológico da polpa. Dor espontânea, sangramento persistente, presença de fístula, mobilidade patológica, alterações periapicais e o padrão radiográfico são alguns dos fatores que precisam ser avaliados antes da definição do tratamento. Em outras palavras, o sucesso da terapia pulpar começa muito antes da utilização de qualquer instrumento ou material restaurador. As evidências científicas mudaram a forma de tratar dentes decíduos Nas últimas décadas, importantes avanços modificaram os protocolos para o tratamento pulpar em dentes decíduos. As recomendações da American Academy of Pediatric Dentistry (AAPD) passaram a priorizar tratamentos mais conservadores sempre que biologicamente possíveis, enquanto novas abordagens, como o tratamento endodôntico não instrumental (TENI), ampliaram as possibilidades terapêuticas em situações específicas. Além disso, materiais como MTA, Biodentine e cimentos biocerâmicos trouxeram novas perspectivas para o tratamento pulpar, ampliando a previsibilidade clínica quando corretamente indicados. Esses avanços demonstram que a atualização científica deixou de ser um diferencial e passou a ser uma necessidade para os cirurgiões-dentistas que atendem pacientes infantis e desejam oferecer tratamentos modernos, seguros e baseados em evidências. Da teoria à tomada de decisão clínica Conhecer os protocolos é importante. Mas transformar conhecimento em segurança clínica exige prática. Discutir casos reais, interpretar exames radiográficos, compreender as indicações e os limites de cada técnica e executar os procedimentos em ambiente laboratorial permite ao cirurgião-dentista desenvolver um raciocínio clínico mais consistente e aplicável à rotina do consultório. Afinal, cada paciente apresenta características próprias, e nenhuma diretriz substitui o julgamento clínico de um profissional bem preparado. Atualização profissional baseada em evidências A evolução da Odontologia exige um processo permanente de atualização. Mais do que acompanhar novos materiais ou técnicas, o cirurgião-dentista precisa desenvolver segurança para tomar decisões clínicas cada vez mais conscientes, previsíveis e fundamentadas. É justamente para responder a essa necessidade que a UNIFASE oferece a Imersão em Terapia Pulpar em Dentes Decíduos, uma formação voltada para cirurgiões-dentistas, odontopediatras, clínicos gerais e profissionais que desejam aperfeiçoar sua tomada de decisão clínica e aprofundar seus conhecimentos sobre os protocolos mais atuais para o tratamento pulpar em dentes decíduos. O curso integra aulas teóricas fundamentadas nas evidências científicas mais recentes, discussão de casos clínicos, treinamento laboratorial e atendimento clínico supervisionado, proporcionando uma experiência de aprendizagem que conecta conhecimento científico, prática clínica e desenvolvimento profissional. Mais do que ensinar técnicas, a proposta é capacitar o profissional para tomar decisões clínicas seguras, conscientes e baseadas em ciência, oferecendo às crianças tratamentos cada vez mais conservadores, previsíveis e de maior qualidade. Se você busca uma atualização que une teoria, prática e evidências científicas para transformar sua atuação clínica, conheça a Imersão em Terapia Pulpar em Dentes Decíduos da UNIFASE e descubra como essa experiência pode contribuir para a sua formação profissional. Saiba mais sobre o curso: https://www.unifase-rj.edu.br/curso-atualizacao/imersao-em-terapia-pulpar-em-dentes-deciduos