Vai fazer o Enem? Confira 8 dicas de estudo para aumentar sua nota

7 de junho de 2023
Vai fazer o Enem? Confira 8 dicas de estudo para aumentar sua nota

Para fazer o Enem e garantir uma boa nota, é preciso se dedicar bastante aos estudos, fazer um bom planejamento e ter muita disciplina. Além disso, você vai precisar de técnicas e macetes que facilitem seu processo de aprendizagem e te ajudem a ganhar tempo.


Quer saber como fazer isso? Então, continue lendo este artigo e fique por dentro de dicas de estudos que podem aumentar sua nota.

Vai se preparar para fazer o Enem? Saiba por onde começar.

Comece lendo atentamente o edital do Enem.  Ele é como um manual do estudante, um guia que é sua principal fonte de informações sobre o exame. 


Depois de fazer isso, monte seu planejamento de estudos. Estamos falando de criar um cronograma detalhado,
uma rotina de estudos  com matérias, tópicos e horários bem distribuídos.  Você precisa identificar, principalmente, os conteúdos mais cobrados na prova.


Organize tudo, mas seja flexível, pois talvez você precise se dedicar mais a uma matéria que outra.  Reserve tempo para simulados, revisões e não ignore os períodos para descanso, lazer, alimentação e exercícios físicos. Afinal, sua nota depende, acima de tudo, de equilíbrio.

Confira 8 dicas incríveis para aumentar sua nota no Enem

Com o cronograma pronto e muita motivação para encarar o Enem, siga essas dicas e aproveite ao máximo seus estudos.

1. Reserve um local tranquilo e longe de distrações

Tenha um local calmo e exclusivo para estudar, longe de distrações e barulhos. Mantenha este local limpo e organizado para não perder tempo procurando livros e outros materiais ao invés de estudar. 

Fique longe do celular e coloque-o no silencioso! Use outros métodos para controlar o tempo e os horários de estudos, como um relógio ou cronômetro manual. 

2. Prepare-se para a redação

A redação é fundamental para o seu resultado. Por isso, dedique tempo suficiente para praticar escrevendo várias redações, entendendo como o processo de correção funciona e analisando os feedbacks recebidos.


Uma boa estratégia é analisar exemplos de redações anteriores do Enem, abordar temas atuais e revisar seus próprios textos para fazer melhorias.


3. Atualize-se constantemente.

As provas costumam relacionar os exercícios às atividades do dia a dia e fatos recentes. Isso vale, principalmente, para a redação. Portanto, mantenha-se informado sobre os assuntos mais importantes. Você vai encontrá-los na na internet, televisão, jornais, revistas, cursos, livros etc. 

4. Converse com pessoas que foram aprovadas no Enem

Embora cada pessoa tenha sua própria forma de estudar, há dicas valiosas que podem fazer toda a diferença na hora de fazer o Enem. Por isso, converse com pessoas que já fizeram o exame,  ou busque orientações online. Essas fontes de informação podem ser de grande ajuda para o seus estudos.

5. Exercite sua interpretação de textos

O Enem é um exame interpretativo e de resistência física e mental. Sendo assim, além de atualizar-se e ler muito para enriquecer seu repertório, você precisa saber interpretar bem as questões, especialmente as longas. Exercite-se!


6. Refaça provas antigas

Ao fazer provas antigas você revisa os conteúdos, se familiariza com o tipo de questões e aprende a gerenciar melhor o seu tempo. Se errar, refaça a questão.  Se ela for de humanas e línguas, anote o motivo do erro para memorizar esta informação.


7. Faça muitos exercícios

Ter uma boa base teórica é essencial, mas é igualmente importante saber responder corretamente às questões do exame. Por isso, faça muitos exercícios e treine bastante para melhorar seus conhecimentos.

8. Só use fontes confiáveis

Fazer o Enem vai exigir muito de você. Portanto, certifique-se de que está usando materiais de estudo confiáveis. Essa dica vale para todas as fontes de leitura, áudios e vídeo-aulas. 


É possível melhorar meus resultados?

Sim. Contudo, você precisa entender que sua pontuação final no Enem é baseada na Teoria de Resposta ao Item (TRI). Isso significa que não é apenas o número de acertos que é considerado, mas também o nível de dificuldade das questões respondidas corretamente.


É por este motivo que as provas mais desafiadoras possuem médias mais altas que as provas mais fáceis. Portanto, se você obtiver um desempenho melhor em matemática do que em português, por exemplo, sua nota final será mais alta.


Por  outro lado, a correção da redação é feita por professores corretores, o que te dá a você a chance de conquistar uma nota 1000. 


Agora, confira essas dicas para usar na hora de fazer o Enem e melhore sua pontuação.

  • No Enem, errar uma questão fácil e acertar uma difícil, pode prejudicar sua nota. Por isso, comece pelas questões mais fáceis.
  • Você tem em média 3 minutos por questão. Portanto, planeje bem seu tempo e evite “chutar” as respostas. Pelo TRI, dá para saber se o candidato fez isso e você pode perder pontos.
  • Dedique mais atenção à redação e à prova de Matemática, pois ao se destacar nessas áreas, você pode conquistar um resultado melhor


Na hora de fazer o Enem, não se esqueça!

O exame exigirá de você habilidades e competências essenciais. Em virtude disso, as questões avaliarão sua capacidade de interpretar informações em tabelas, gráficos e esquemas, fazer inferências e estabelecer relações entre os conteúdos abordados.

Quando começar a estudar para fazer o Enem?

O ideal é começar a se preparar para fazer o Enem no segundo ano do ensino médio, reservando parte do seu tempo de estudos para ele. Se isso não for possível, a melhor hora é agora.


Além de cursinhos preparatórios, você pode usar e abusar da internet. Assista a vídeo-aulas, baixe apostilas de estudos gratuitas e provas dos anos anteriores. Faça simulados, analise as redações notas 1000 e fique por dentro de dicas de estudo, memorização  e segredos para encarar aqueles temas mais complexos. 


O que não falta é conteúdo de qualidade para se preparar e fazer o Enem e ingressar na faculdade dos sonhos!


E aí? Já sabe qual área deseja seguir?
Conheça os cursos de graduação da Unifase e saiba mais sobre cada um deles. Se tiver dúvidas ou precisar de ajuda, fale com nosso time. Daqui, desejamos bons estudos e ficamos na torcida para ter você conosco o mais breve possível.



6 de julho de 2026
Entender o comportamento da polpa, interpretar corretamente os sinais clínicos e conhecer as recomendações mais atuais são fatores decisivos para o sucesso do tratamento em dentes decíduos Imagine a seguinte situação. Uma criança de cinco anos chega ao consultório com uma extensa lesão de cárie em um segundo molar decíduo. Após a remoção do tecido cariado, ocorre uma exposição pulpar. Nesse momento, surge uma das perguntas mais frequentes da prática clínica: Pulpotomia? Pulpectomia? Exodontia? Essa decisão, que muitas vezes precisa ser tomada em poucos minutos, pode determinar o sucesso — ou o insucesso — do tratamento. Durante muitos anos, a escolha da terapia esteve fortemente baseada na experiência clínica individual. Hoje, entretanto, sabemos que decisões mais previsíveis dependem da integração entre diagnóstico criterioso, evidências científicas atualizadas e domínio técnico. Preservar dentes decíduos é preservar o desenvolvimento infantil O objetivo da terapia pulpar vai muito além de tratar uma polpa inflamada. Manter um dente decíduo saudável significa preservar funções fundamentais para o desenvolvimento da criança. Esses dentes mantêm o espaço para os sucessores permanentes, participam da mastigação, da fala, do desenvolvimento facial e influenciam diretamente a qualidade de vida infantil. Por isso, sempre que biologicamente possível, a conduta deve priorizar sua preservação até o momento natural da esfoliação. A terapia pulpar reúne diferentes procedimentos capazes de manter ou restabelecer a saúde pulpar, como o capeamento pulpar indireto, o capeamento pulpar direto, a pulpotomia, a pulpectomia e, mais recentemente, o tratamento endodôntico não instrumental (TENI), cuja indicação vem sendo amplamente discutida nas diretrizes mais atuais. Cada técnica possui indicações específicas e nenhuma delas deve ser escolhida apenas pela profundidade da cavidade ou pelo tamanho da exposição pulpar. O diagnóstico é a chave para uma boa decisão clínica Na prática clínica, o maior desafio raramente está na execução da técnica. O verdadeiro diferencial está na capacidade de interpretar corretamente os sinais clínicos e radiográficos para compreender o estado biológico da polpa. Dor espontânea, sangramento persistente, presença de fístula, mobilidade patológica, alterações periapicais e o padrão radiográfico são alguns dos fatores que precisam ser avaliados antes da definição do tratamento. Em outras palavras, o sucesso da terapia pulpar começa muito antes da utilização de qualquer instrumento ou material restaurador. As evidências científicas mudaram a forma de tratar dentes decíduos Nas últimas décadas, importantes avanços modificaram os protocolos para o tratamento pulpar em dentes decíduos. As recomendações da American Academy of Pediatric Dentistry (AAPD) passaram a priorizar tratamentos mais conservadores sempre que biologicamente possíveis, enquanto novas abordagens, como o tratamento endodôntico não instrumental (TENI), ampliaram as possibilidades terapêuticas em situações específicas. Além disso, materiais como MTA, Biodentine e cimentos biocerâmicos trouxeram novas perspectivas para o tratamento pulpar, ampliando a previsibilidade clínica quando corretamente indicados. Esses avanços demonstram que a atualização científica deixou de ser um diferencial e passou a ser uma necessidade para os cirurgiões-dentistas que atendem pacientes infantis e desejam oferecer tratamentos modernos, seguros e baseados em evidências. Da teoria à tomada de decisão clínica Conhecer os protocolos é importante. Mas transformar conhecimento em segurança clínica exige prática. Discutir casos reais, interpretar exames radiográficos, compreender as indicações e os limites de cada técnica e executar os procedimentos em ambiente laboratorial permite ao cirurgião-dentista desenvolver um raciocínio clínico mais consistente e aplicável à rotina do consultório. Afinal, cada paciente apresenta características próprias, e nenhuma diretriz substitui o julgamento clínico de um profissional bem preparado. Atualização profissional baseada em evidências A evolução da Odontologia exige um processo permanente de atualização. Mais do que acompanhar novos materiais ou técnicas, o cirurgião-dentista precisa desenvolver segurança para tomar decisões clínicas cada vez mais conscientes, previsíveis e fundamentadas. É justamente para responder a essa necessidade que a UNIFASE oferece a Imersão em Terapia Pulpar em Dentes Decíduos, uma formação voltada para cirurgiões-dentistas, odontopediatras, clínicos gerais e profissionais que desejam aperfeiçoar sua tomada de decisão clínica e aprofundar seus conhecimentos sobre os protocolos mais atuais para o tratamento pulpar em dentes decíduos. O curso integra aulas teóricas fundamentadas nas evidências científicas mais recentes, discussão de casos clínicos, treinamento laboratorial e atendimento clínico supervisionado, proporcionando uma experiência de aprendizagem que conecta conhecimento científico, prática clínica e desenvolvimento profissional. Mais do que ensinar técnicas, a proposta é capacitar o profissional para tomar decisões clínicas seguras, conscientes e baseadas em ciência, oferecendo às crianças tratamentos cada vez mais conservadores, previsíveis e de maior qualidade. Se você busca uma atualização que une teoria, prática e evidências científicas para transformar sua atuação clínica, conheça a Imersão em Terapia Pulpar em Dentes Decíduos da UNIFASE e descubra como essa experiência pode contribuir para a sua formação profissional. Saiba mais sobre o curso: https://www.unifase-rj.edu.br/curso-atualizacao/imersao-em-terapia-pulpar-em-dentes-deciduos
3 de julho de 2026
Principal evento nacional sobre prevenção e posvenção do suicídio reunirá especialistas, pesquisadores e profissionais de diferentes áreas entre os dias 5 e 8 de agosto
2 de julho de 2026
Como fazer o público jovem se interessar por política? Quais são as maiores dificuldades enfrentadas pelo microempreendedor individual para que seu negócio prospere? De que maneira os retalhos descartados pela indústria têxtil podem ser reutilizados de forma empreendedora e sustentável? Essas perguntas orientaram os projetos desenvolvidos por estudantes do segundo período do curso de Administração da UNIFASE durante as atividades de curricularização da extensão,modelo que prevê que, no mínimo, 10% da carga horária dos cursos de graduação seja dedicada a atividades desenvolvidas em interação com a sociedade. Por meio dessa proposta , os estudantes investigam demandas reais da comunidade e desenvolvem soluções que unem gestão, cidadania, empreendedorismo e sustentabilidade desde os primeiros períodos da graduação.  "O grande papel da Extensão no curso de Administração é humanizar a gestão. Através desses projetos, os alunos vão a campo para entender outras realidades e interagir com outros conhecimentos além dos adquiridos em sala de aula. Tudo isso contribui para que ele se torne um profissional integral, mais bem capacitado para o mercado de trabalho, que entende a responsabilidade social necessária para gerir negócios, pessoas e capital", analisa a professora Luciene Baptista, docente do curso de Administração da UNIFASE. Com um olhar atento para questões atuais da sociedade, os alunos pensaram em propostas que tenham impacto social na tomada de decisão, gestão de negócios, cidadania, empreendedorismo e sustentabilidade. A partir da percepção de que os jovens estão cada vez mais desconectados de assuntos relacionados à política, um dos grupos desenvolveu o projeto "Democracia em Pixel", que visa abordar conceitos complexos das Ciências Sociais em vídeos dinâmicos para o público de 16 a 24 anos, utilizando uma linguagem imparcial e adaptada à Geração Z. "Queremos falar sobre o poder do voto e a importância de desenvolver uma consciência política, focando no exercício da cidadania. Nosso primeiro vídeo foi sobre o 'efeito manada', que foi exibido para alunos do segundo ano do ensino médio do colégio Pensi. Em seguida, fizemos uma dinâmica com jujubas relacionada ao tema, para traduzir o conceito de uma maneira tangível e engajadora, e foi um sucesso! Agora queremos expandir o projeto para mais escolas", comenta Elian Venancio, aluno do segundo período do curso de Administração da UNIFASE. Ainda com foco na criação de vídeos informativos para as redes sociais, o segundo grupo criou o projeto "SIGA - Suporte com Informação de Gestão Agilizada", tendo como tema a educação empresarial para microempreendedores individuais (MEI). Com dados fornecidos pelo Sebrae, os alunos identificaram os principais obstáculos para o sucesso de pequenos negócios, que muitas vezes encerram suas atividades logo nos primeiros anos. "Nossa proposta é fornecer informações para microempreendedores com dificuldades para administrar seu próprio negócio, por meio de vídeos com linguagem acessível e didática. Inicialmente escolhemos temas pertinentes como fluxo de caixa, formação de preço e separação da conta jurídica da conta física, que são etapas essenciais na gestão de empreendimentos", explica a estudante Natalia Lima. O terceiro grupo, por sua vez, teve como base a economia circular, com a proposta de reutilização de retalhos da indústria têxtil para a produção de peças artesanais, a serem confeccionadas por mulheres de baixa renda ou em situação de vulnerabilidade social em Petrópolis. "Com o apoio da UNIFASE, conseguimos uniformes de funcionários da instituição que seriam descartados e através de uma parceria com o Inova Petrópolis Moda e um projeto social, eles foram transformados em novos produtos, como mochilas e estojos. Conseguimos aliar a sustentabilidade ao desenvolvimento de pequenos negócios, que podem se tornar uma fonte de renda para mulheres em vulnerabilidade", destaca a aluna Maria Eduarda Lago, que integra o grupo do projeto "Retalhos, Economia Circular". Os trabalhos, que seguirão em aperfeiçoamento ao longo da graduação - até o 4º período, foram avaliados pelos professores Gladistone Afonso, Mônica Fontes, Rodrigo Lopes, Thais Martins e Luciene Baptista, docentes do curso de Administração da UNIFASE.