Graduação na maturidade: devo ingressar na faculdade após os 50 anos?

19 de outubro de 2021
Graduação na maturidade: devo ingressar na faculdade após os 50 anos?

Está pensando em ingressar na faculdade, mas se preocupa com a idade? Então saiba que nunca é tarde para estudar e, cada vez mais, pessoas com 40, 50, 60 ou mais anos procuram por um curso universitário.

Os motivos para isso são variados e vão desde mudar a área de atuação profissional até o fato de quererem conquistar o sonho de terminar uma graduação. Seja qual for o seu caso, saiba que o momento certo de ingressar na faculdade é agora! 

E se você ainda se preocupa com o fator idade, siga a sua leitura e descubra as vantagens de começar uma graduação depois dos 50 anos!  

Por que o brasileiro está voltando à faculdade depois dos 50? 

Desde o ano de 2018 as instituições de ensino já estão notando um aumento no número de pessoas com mais de 40 anos fazendo a matrícula em um curso universitário

Segundo o Censo Escolar, o destaque foi para estudantes com mais de 65 anos. O número de matrículas de pessoas dessa faixa etária  chegou a subir quase 42% . Mas porque isso acontece? O que leva uma pessoa a ingressar na faculdade depois dos 50 anos?

Os motivos variam muito, mas certamente a mudança do mercado tem grande participação nisso. Nas últimas décadas, muitas tecnologias surgiram e a maneira como as pessoas trabalham mudou.

Há até profissões que desapareceram, como é o caso, por exemplo, do datilógrafo. Todas essas mudanças acabam exigindo que profissionais de todas as idades se reinventem e se atualizem. 

Assim, o mercado influencia diretamente no fato da pessoa de mais de 50 decidir ingressar na faculdade. Afinal, ela pode usar o curso para se atualizar, mas também para evoluir e descobrir um novo caminho para a sua profissão. 

Devo ingressar na faculdade após os 50?

Mas é claro que não é só isso. Há pessoas que acabaram parando de estudar por problemas financeiros ou até para se dedicar à família. Aos 50 anos, com a vida mais estável, elas encontram o momento certo para ingressar na faculdade.

Já outras, quando eram mais novas acabaram fazendo um curso de menor interesse pessoal, pois era o que havia perto de casa. No entanto, não era a profissão dos sonhos. Com a maturidade e vida mais estável, também encontram a oportunidade de estudar o que sempre desejaram e voltam para a universidade.

No entanto, é preciso considerar também que quando a pessoa termina o ensino médio e para de estudar, provavelmente ela não consegue conquistar cargos mais altos na empresa. Assim, fazer uma nova graduação acaba abrindo portas para essa ascensão profissional. 

Além disso, por vezes, amplia as chances de concorrer a um cargo público, que tenha um salário melhor. Assim, a pessoa decide ingressar na faculdade para se formar, prestar um concurso e ter uma remuneração mais alta. Sem contar a vantagem da estabilidade.

Os benefícios de estudar depois dos 50

Ingressar na faculdade depois dos 50 é realmente vantajoso? A resposta para essa dúvida, que é muito frequente em pessoas que ainda não decidiram se voltam a estudar ou não, é “sim”. Há vários benefícios que uma graduação depois dos 50 anos pode oferecer. Conheça os principais! 

1- Permite uma mudança de profissão

Enjoou de fazer a mesma coisa? As oportunidades para a sua profissão são poucas, pois as mudanças devido à tecnologia foram grandes? Seja qual for o caso, sempre é hora de trocar de área de atuação. E a melhor maneira de fazer isso é realizando um curso universitário.

Ele permite que você adquira novos conhecimentos e foque na profissão que sempre sonhou. Isso, sem contar que com os avanços da tecnologia, muitas carreiras novas foram surgindo. Se interessou por alguma delas? Então volte a estudar! 

2- Mantém a mente ativa e ocupada

Tudo bem que você já trabalha bastante, mas é fato que, com o tempo, na maioria das vezes, o serviço se torna uma grande rotina. Os processos são os mesmos, as tarefas também. Com isso, tudo se torna mecânico.

Para a mente isso não é bom! É preciso colocar o cérebro para funcionar e aprender coisas novas. Uma ótima maneira de fazer isso é voltando a estudar, ou seja, é hora de ingressar na faculdade.

Isso, sem contar que, por vezes, a pessoa está sem projetos. Apenas chega em casa e liga a TV. Um curso universitário vai acabar com essa rotina! Além de manter a mente ocupada, certamente trará novas perspectivas. 

3- Oferece realização pessoal e profissional após ingressar na faculdade

É muito bom se manter ativo e passar a vida inteira buscando e conquistando os sonhos. Ingressar na faculdade também ajuda com isso, ou seja, permite que a pessoa se sinta realizada. Afinal, ela estará conquistando o sonhado diploma ou até poderá, finalmente, cursar a graduação que sempre quis. 

Além dessa realização pessoal, é preciso lembrar também que ao ingressar na faculdade a pessoa fica mais perto de benefícios profissionais. Até mesmo um cargo mais alto se torna viável após terminar uma graduação. 

4- Traz novos caminhos e possibilidades

Quem precisou parar de trabalhar para cuidar da família, ao ingressar na faculdade encontrará novos caminhos no mercado de trabalho. Afinal, além de sair com um currículo atualizado e mais atrativo para as empresas, a pessoa também pode se tornar um profissional autônomo.

Dessa forma, tudo dependerá da área escolhida. As possibilidades são inúmeras!  

5- Faz novos contatos profissionais ao ingressar na faculdade

Ao ingressar na faculdade a pessoa tem contato com os colegas de turma, mas também com professores. Assim, logo no começo do estudo o discente já pode aproveitar os novos contatos profissionais para fazer parcerias, por exemplo.

Dessa forma, além de enriquecer o currículo, a oportunidade pode ajudar você a se destacar em sua área de atuação ou até mesmo a alavancar o seu negócio.

Afinal, seja para levar um empreendimento para frente ou para conquistar uma posição no mercado de trabalho, ter bons contatos sempre ajuda! 

Vantagens de fazer graduação após os 50

Agora que você já viu quantos benefícios pode aproveitar ao ingressar na faculdade aos 50 anos, é válido recordar que também há vantagens que só esse tempo de vida pode oferecer. Recorde algumas delas! 

1- Maturidade

Aos 17 anos o jovem está passando por muitas transformações. Muitas vezes, está deixando a casa dos pais pela primeira vez. Com isso, acaba se dividindo entre festas, a descoberta da vida adulta e o estudo. 

Já aos 50 anos a pessoa está mais madura e isso influencia em tudo. Para começar o foco nos estudos será maior, visto que já conhece bem como é a vida de adulto.

Além disso, com toda a experiência, tanto laboral quanto de vida, a pessoa já consegue relacionar o conteúdo e sua aplicabilidade prática com mais facilidade. Consequentemente, acaba aproveitando mais a vida acadêmica.

2- Contribuição

Dependendo da área de atuação e do curso escolhido, a sua própria experiência de vida e profissional vai ajudar a tornar as aulas mais ricas.

Isso é válido tanto para o desenvolvimento do autoconhecimento e da autoestima, visto que notará o quão importante os seus anos de carreira são, quanto para os colegas de turma. 

3- Foco e objetivo para ingressar na faculdade

Quando o curso universitário é iniciado quando a pessoa já é um adulto experiente, o acadêmico entra em sala sabendo o que quer. Dessa forma, acaba conseguindo focar mais nos estudos. Afinal, já se matriculou tendo um objetivo a ser conquistado e sabe muito bem o quão difícil foi chegar até essa fase de estudo. 

Em suma, não há um único momento certo para ingressar na faculdade. A cada etapa da vida o curso universitário pode proporcionar uma melhoria. Assim, se você quer voltar para o mercado de trabalho, mudar de área de atuação ou simplesmente realizar o sonho de ter um diploma universitário, não deixe para depois. Matricule-se já! 

Pesquise sobre os cursos, escute o seu coração e, claro, pense na sua carreira. Assim certamente fará a melhor escolha. 

Quer deixar esse processo todo ainda mais simples? Então conheça o programa 50+ da Unifase e conquiste um desconto incrível para você começar a estudar já! 

6 de julho de 2026
Entender o comportamento da polpa, interpretar corretamente os sinais clínicos e conhecer as recomendações mais atuais são fatores decisivos para o sucesso do tratamento em dentes decíduos Imagine a seguinte situação. Uma criança de cinco anos chega ao consultório com uma extensa lesão de cárie em um segundo molar decíduo. Após a remoção do tecido cariado, ocorre uma exposição pulpar. Nesse momento, surge uma das perguntas mais frequentes da prática clínica: Pulpotomia? Pulpectomia? Exodontia? Essa decisão, que muitas vezes precisa ser tomada em poucos minutos, pode determinar o sucesso — ou o insucesso — do tratamento. Durante muitos anos, a escolha da terapia esteve fortemente baseada na experiência clínica individual. Hoje, entretanto, sabemos que decisões mais previsíveis dependem da integração entre diagnóstico criterioso, evidências científicas atualizadas e domínio técnico. Preservar dentes decíduos é preservar o desenvolvimento infantil O objetivo da terapia pulpar vai muito além de tratar uma polpa inflamada. Manter um dente decíduo saudável significa preservar funções fundamentais para o desenvolvimento da criança. Esses dentes mantêm o espaço para os sucessores permanentes, participam da mastigação, da fala, do desenvolvimento facial e influenciam diretamente a qualidade de vida infantil. Por isso, sempre que biologicamente possível, a conduta deve priorizar sua preservação até o momento natural da esfoliação. A terapia pulpar reúne diferentes procedimentos capazes de manter ou restabelecer a saúde pulpar, como o capeamento pulpar indireto, o capeamento pulpar direto, a pulpotomia, a pulpectomia e, mais recentemente, o tratamento endodôntico não instrumental (TENI), cuja indicação vem sendo amplamente discutida nas diretrizes mais atuais. Cada técnica possui indicações específicas e nenhuma delas deve ser escolhida apenas pela profundidade da cavidade ou pelo tamanho da exposição pulpar. O diagnóstico é a chave para uma boa decisão clínica Na prática clínica, o maior desafio raramente está na execução da técnica. O verdadeiro diferencial está na capacidade de interpretar corretamente os sinais clínicos e radiográficos para compreender o estado biológico da polpa. Dor espontânea, sangramento persistente, presença de fístula, mobilidade patológica, alterações periapicais e o padrão radiográfico são alguns dos fatores que precisam ser avaliados antes da definição do tratamento. Em outras palavras, o sucesso da terapia pulpar começa muito antes da utilização de qualquer instrumento ou material restaurador. As evidências científicas mudaram a forma de tratar dentes decíduos Nas últimas décadas, importantes avanços modificaram os protocolos para o tratamento pulpar em dentes decíduos. As recomendações da American Academy of Pediatric Dentistry (AAPD) passaram a priorizar tratamentos mais conservadores sempre que biologicamente possíveis, enquanto novas abordagens, como o tratamento endodôntico não instrumental (TENI), ampliaram as possibilidades terapêuticas em situações específicas. Além disso, materiais como MTA, Biodentine e cimentos biocerâmicos trouxeram novas perspectivas para o tratamento pulpar, ampliando a previsibilidade clínica quando corretamente indicados. Esses avanços demonstram que a atualização científica deixou de ser um diferencial e passou a ser uma necessidade para os cirurgiões-dentistas que atendem pacientes infantis e desejam oferecer tratamentos modernos, seguros e baseados em evidências. Da teoria à tomada de decisão clínica Conhecer os protocolos é importante. Mas transformar conhecimento em segurança clínica exige prática. Discutir casos reais, interpretar exames radiográficos, compreender as indicações e os limites de cada técnica e executar os procedimentos em ambiente laboratorial permite ao cirurgião-dentista desenvolver um raciocínio clínico mais consistente e aplicável à rotina do consultório. Afinal, cada paciente apresenta características próprias, e nenhuma diretriz substitui o julgamento clínico de um profissional bem preparado. Atualização profissional baseada em evidências A evolução da Odontologia exige um processo permanente de atualização. Mais do que acompanhar novos materiais ou técnicas, o cirurgião-dentista precisa desenvolver segurança para tomar decisões clínicas cada vez mais conscientes, previsíveis e fundamentadas. É justamente para responder a essa necessidade que a UNIFASE oferece a Imersão em Terapia Pulpar em Dentes Decíduos, uma formação voltada para cirurgiões-dentistas, odontopediatras, clínicos gerais e profissionais que desejam aperfeiçoar sua tomada de decisão clínica e aprofundar seus conhecimentos sobre os protocolos mais atuais para o tratamento pulpar em dentes decíduos. O curso integra aulas teóricas fundamentadas nas evidências científicas mais recentes, discussão de casos clínicos, treinamento laboratorial e atendimento clínico supervisionado, proporcionando uma experiência de aprendizagem que conecta conhecimento científico, prática clínica e desenvolvimento profissional. Mais do que ensinar técnicas, a proposta é capacitar o profissional para tomar decisões clínicas seguras, conscientes e baseadas em ciência, oferecendo às crianças tratamentos cada vez mais conservadores, previsíveis e de maior qualidade. Se você busca uma atualização que une teoria, prática e evidências científicas para transformar sua atuação clínica, conheça a Imersão em Terapia Pulpar em Dentes Decíduos da UNIFASE e descubra como essa experiência pode contribuir para a sua formação profissional. Saiba mais sobre o curso: https://www.unifase-rj.edu.br/curso-atualizacao/imersao-em-terapia-pulpar-em-dentes-deciduos
3 de julho de 2026
Principal evento nacional sobre prevenção e posvenção do suicídio reunirá especialistas, pesquisadores e profissionais de diferentes áreas entre os dias 5 e 8 de agosto
2 de julho de 2026
Como fazer o público jovem se interessar por política? Quais são as maiores dificuldades enfrentadas pelo microempreendedor individual para que seu negócio prospere? De que maneira os retalhos descartados pela indústria têxtil podem ser reutilizados de forma empreendedora e sustentável? Essas perguntas orientaram os projetos desenvolvidos por estudantes do segundo período do curso de Administração da UNIFASE durante as atividades de curricularização da extensão,modelo que prevê que, no mínimo, 10% da carga horária dos cursos de graduação seja dedicada a atividades desenvolvidas em interação com a sociedade. Por meio dessa proposta , os estudantes investigam demandas reais da comunidade e desenvolvem soluções que unem gestão, cidadania, empreendedorismo e sustentabilidade desde os primeiros períodos da graduação.  "O grande papel da Extensão no curso de Administração é humanizar a gestão. Através desses projetos, os alunos vão a campo para entender outras realidades e interagir com outros conhecimentos além dos adquiridos em sala de aula. Tudo isso contribui para que ele se torne um profissional integral, mais bem capacitado para o mercado de trabalho, que entende a responsabilidade social necessária para gerir negócios, pessoas e capital", analisa a professora Luciene Baptista, docente do curso de Administração da UNIFASE. Com um olhar atento para questões atuais da sociedade, os alunos pensaram em propostas que tenham impacto social na tomada de decisão, gestão de negócios, cidadania, empreendedorismo e sustentabilidade. A partir da percepção de que os jovens estão cada vez mais desconectados de assuntos relacionados à política, um dos grupos desenvolveu o projeto "Democracia em Pixel", que visa abordar conceitos complexos das Ciências Sociais em vídeos dinâmicos para o público de 16 a 24 anos, utilizando uma linguagem imparcial e adaptada à Geração Z. "Queremos falar sobre o poder do voto e a importância de desenvolver uma consciência política, focando no exercício da cidadania. Nosso primeiro vídeo foi sobre o 'efeito manada', que foi exibido para alunos do segundo ano do ensino médio do colégio Pensi. Em seguida, fizemos uma dinâmica com jujubas relacionada ao tema, para traduzir o conceito de uma maneira tangível e engajadora, e foi um sucesso! Agora queremos expandir o projeto para mais escolas", comenta Elian Venancio, aluno do segundo período do curso de Administração da UNIFASE. Ainda com foco na criação de vídeos informativos para as redes sociais, o segundo grupo criou o projeto "SIGA - Suporte com Informação de Gestão Agilizada", tendo como tema a educação empresarial para microempreendedores individuais (MEI). Com dados fornecidos pelo Sebrae, os alunos identificaram os principais obstáculos para o sucesso de pequenos negócios, que muitas vezes encerram suas atividades logo nos primeiros anos. "Nossa proposta é fornecer informações para microempreendedores com dificuldades para administrar seu próprio negócio, por meio de vídeos com linguagem acessível e didática. Inicialmente escolhemos temas pertinentes como fluxo de caixa, formação de preço e separação da conta jurídica da conta física, que são etapas essenciais na gestão de empreendimentos", explica a estudante Natalia Lima. O terceiro grupo, por sua vez, teve como base a economia circular, com a proposta de reutilização de retalhos da indústria têxtil para a produção de peças artesanais, a serem confeccionadas por mulheres de baixa renda ou em situação de vulnerabilidade social em Petrópolis. "Com o apoio da UNIFASE, conseguimos uniformes de funcionários da instituição que seriam descartados e através de uma parceria com o Inova Petrópolis Moda e um projeto social, eles foram transformados em novos produtos, como mochilas e estojos. Conseguimos aliar a sustentabilidade ao desenvolvimento de pequenos negócios, que podem se tornar uma fonte de renda para mulheres em vulnerabilidade", destaca a aluna Maria Eduarda Lago, que integra o grupo do projeto "Retalhos, Economia Circular". Os trabalhos, que seguirão em aperfeiçoamento ao longo da graduação - até o 4º período, foram avaliados pelos professores Gladistone Afonso, Mônica Fontes, Rodrigo Lopes, Thais Martins e Luciene Baptista, docentes do curso de Administração da UNIFASE.