UNIFASE lança Ciclo de Atualização em Educação Física

17 de fevereiro de 2025
UNIFASE lança Ciclo de Atualização em Educação Física

A instituição oferece quatro atualizações presenciais e semipresenciais que unem teoria e prática para capacitar profissionais.

O Centro Universitário Arthur Sá Earp Neto (UNIFASE) lança o Ciclo de Atualização em Educação Física, um projeto inovador que oferece cursos presenciais e semipresenciais para profissionais que buscam excelência e atualização na área. Com metodologias ativas e professores especializados, a iniciativa visa capacitar profissionais da Educação Física e outros profissionais interessados em ampliar seus conhecimentos e práticas. 


 “Treinamento Funcional e Suas Múltiplas Facetas”, na modalidade: semipresencial, com previsão de início em 08/03/2025; “Atividades Aquáticas: natação infantil e hidroginástica – Teoria e Prática”, na modalidade presencial, com início no dia 10/05/2025; “Atividades Físicas Adaptadas: práticas inclusivas”, na modalidade semipresencial, com aulas a partir do dia 09/08/2025; e “Musculação e Treinamento de Força: Variáveis e Métodos de Treinamento”, na modalidade semipresencial, iniciando em 11/10/2025, são os quatro cursos de atualização oferecidos pela UNIFASE neste primeiro ciclo. Outras informações e as inscrições estão disponíveis no site: https://www.unifase-rj.edu.br/curso-atualizacao/ciclo-de-educacao-fisica 


A idealizadora do projeto, professora Clévia Sies, explica que o ciclo é composto por quatro cursos, cada um com 20 horas de carga horária e duração de dois meses, abordando temas relevantes e atuais. Os participantes podem optar por se inscrever em um único curso ou no combo de quatro cursos, com descontos progressivos. 


"Apesar de Petrópolis ter a graduação em Educação Física, a oferta de cursos de atualização é muito baixa. Os cursos de extensão focam na estrutura do graduando, mas quem já está formado precisa buscar atualização por fora. As áreas que escolhemos, como treinamento funcional, treinamento de força, atividades físicas adaptadas e aquáticas, estão em constante evolução. Os cursos  semipresenciais, com base teórica a distância, terão a vivência prática no campus da UNIFASE. Isso é um diferencial absurdo. Nas atividades aquáticas, usaremos a piscina da UNIFASE, e para o treinamento de força, faremos parceria com a Academia Move. O treinamento funcional será realizado no estúdio de personal do próprio professor, ou seja, os alunos contarão com toda a estrutura necessária para se desenvolverem nessas atualizações, sem precisarem ir para outra cidade",  destaca Clévia Sies. 



A atualização em “Atividades Físicas Adaptadas: práticas Inclusivas” é voltada não apenas para profissionais da Educação Física, mas também para pedagogos, psicólogos e terapeutas ocupacionais. 


"A nomenclatura utilizada para pessoas com deficiência mudou recentemente, e é essencial que os profissionais estejam atualizados. Além disso, quem trabalha em clínicas, escolas, academias ou com esporte de rendimento precisa adequar as atividades físicas às especificidades de cada pessoa", explica Clévia.


A idealizadora do projeto ressalta que todos os professores envolvidos no ciclo possuem pós-graduação stricto sensu (mestrado ou doutorado) na área, garantindo um alto nível de qualificação. "São profissionais com expertise em suas áreas, o que é um grande diferencial. Além disso, a estrutura da UNIFASE, com piscina, quadras e parcerias com academias, proporciona uma experiência prática enriquecedora. Acredito que esses cursos serão de grande transformação na vida dos profissionais que atuam em Petrópolis e têm poucas oportunidades de atualização. Além disso, vale ressaltar que a certificação da UNIFASE agrega muito valor ao currículo dos profissionais que desejam se destacar no mercado competitivo de trabalho", finaliza.


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Entender o comportamento da polpa, interpretar corretamente os sinais clínicos e conhecer as recomendações mais atuais são fatores decisivos para o sucesso do tratamento em dentes decíduos Imagine a seguinte situação. Uma criança de cinco anos chega ao consultório com uma extensa lesão de cárie em um segundo molar decíduo. Após a remoção do tecido cariado, ocorre uma exposição pulpar. Nesse momento, surge uma das perguntas mais frequentes da prática clínica: Pulpotomia? Pulpectomia? Exodontia? Essa decisão, que muitas vezes precisa ser tomada em poucos minutos, pode determinar o sucesso — ou o insucesso — do tratamento. Durante muitos anos, a escolha da terapia esteve fortemente baseada na experiência clínica individual. Hoje, entretanto, sabemos que decisões mais previsíveis dependem da integração entre diagnóstico criterioso, evidências científicas atualizadas e domínio técnico. Preservar dentes decíduos é preservar o desenvolvimento infantil O objetivo da terapia pulpar vai muito além de tratar uma polpa inflamada. Manter um dente decíduo saudável significa preservar funções fundamentais para o desenvolvimento da criança. Esses dentes mantêm o espaço para os sucessores permanentes, participam da mastigação, da fala, do desenvolvimento facial e influenciam diretamente a qualidade de vida infantil. Por isso, sempre que biologicamente possível, a conduta deve priorizar sua preservação até o momento natural da esfoliação. A terapia pulpar reúne diferentes procedimentos capazes de manter ou restabelecer a saúde pulpar, como o capeamento pulpar indireto, o capeamento pulpar direto, a pulpotomia, a pulpectomia e, mais recentemente, o tratamento endodôntico não instrumental (TENI), cuja indicação vem sendo amplamente discutida nas diretrizes mais atuais. Cada técnica possui indicações específicas e nenhuma delas deve ser escolhida apenas pela profundidade da cavidade ou pelo tamanho da exposição pulpar. O diagnóstico é a chave para uma boa decisão clínica Na prática clínica, o maior desafio raramente está na execução da técnica. O verdadeiro diferencial está na capacidade de interpretar corretamente os sinais clínicos e radiográficos para compreender o estado biológico da polpa. Dor espontânea, sangramento persistente, presença de fístula, mobilidade patológica, alterações periapicais e o padrão radiográfico são alguns dos fatores que precisam ser avaliados antes da definição do tratamento. Em outras palavras, o sucesso da terapia pulpar começa muito antes da utilização de qualquer instrumento ou material restaurador. As evidências científicas mudaram a forma de tratar dentes decíduos Nas últimas décadas, importantes avanços modificaram os protocolos para o tratamento pulpar em dentes decíduos. As recomendações da American Academy of Pediatric Dentistry (AAPD) passaram a priorizar tratamentos mais conservadores sempre que biologicamente possíveis, enquanto novas abordagens, como o tratamento endodôntico não instrumental (TENI), ampliaram as possibilidades terapêuticas em situações específicas. Além disso, materiais como MTA, Biodentine e cimentos biocerâmicos trouxeram novas perspectivas para o tratamento pulpar, ampliando a previsibilidade clínica quando corretamente indicados. Esses avanços demonstram que a atualização científica deixou de ser um diferencial e passou a ser uma necessidade para os cirurgiões-dentistas que atendem pacientes infantis e desejam oferecer tratamentos modernos, seguros e baseados em evidências. Da teoria à tomada de decisão clínica Conhecer os protocolos é importante. Mas transformar conhecimento em segurança clínica exige prática. Discutir casos reais, interpretar exames radiográficos, compreender as indicações e os limites de cada técnica e executar os procedimentos em ambiente laboratorial permite ao cirurgião-dentista desenvolver um raciocínio clínico mais consistente e aplicável à rotina do consultório. Afinal, cada paciente apresenta características próprias, e nenhuma diretriz substitui o julgamento clínico de um profissional bem preparado. Atualização profissional baseada em evidências A evolução da Odontologia exige um processo permanente de atualização. Mais do que acompanhar novos materiais ou técnicas, o cirurgião-dentista precisa desenvolver segurança para tomar decisões clínicas cada vez mais conscientes, previsíveis e fundamentadas. É justamente para responder a essa necessidade que a UNIFASE oferece a Imersão em Terapia Pulpar em Dentes Decíduos, uma formação voltada para cirurgiões-dentistas, odontopediatras, clínicos gerais e profissionais que desejam aperfeiçoar sua tomada de decisão clínica e aprofundar seus conhecimentos sobre os protocolos mais atuais para o tratamento pulpar em dentes decíduos. O curso integra aulas teóricas fundamentadas nas evidências científicas mais recentes, discussão de casos clínicos, treinamento laboratorial e atendimento clínico supervisionado, proporcionando uma experiência de aprendizagem que conecta conhecimento científico, prática clínica e desenvolvimento profissional. Mais do que ensinar técnicas, a proposta é capacitar o profissional para tomar decisões clínicas seguras, conscientes e baseadas em ciência, oferecendo às crianças tratamentos cada vez mais conservadores, previsíveis e de maior qualidade. Se você busca uma atualização que une teoria, prática e evidências científicas para transformar sua atuação clínica, conheça a Imersão em Terapia Pulpar em Dentes Decíduos da UNIFASE e descubra como essa experiência pode contribuir para a sua formação profissional. Saiba mais sobre o curso: https://www.unifase-rj.edu.br/curso-atualizacao/imersao-em-terapia-pulpar-em-dentes-deciduos
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