Projeto “Comunidade Cuida da Vida” da UNIFASE/FMP é premiado no Prêmio Jovem Cientista 2025

27 de novembro de 2025
Projeto “Comunidade Cuida da Vida” da UNIFASE/FMP é premiado no Prêmio Jovem Cientista 2025

Única instituição privada premiada, UNIFASE/FMP reforça compromisso com ciência e impacto social

O projeto “Comunidade Cuida da Vida” foi um dos destaques da 31ª edição do Prêmio Jovem Cientista 2025. A estudante de Medicina Anna Giullia Toledo Hosken, de 21 anos, conquistou o 3º lugar na categoria Estudante do Ensino Superior com o projeto desenvolvido por professores da UNIFASE/FMP em parceria com a Defesa Civil de Petrópolis. Esta edição recebeu 919 inscrições, das quais apenas 10 pesquisadores e duas instituições foram contemplados. O tema de 2025 foi “Resposta às Mudanças Climáticas: Ciência, Tecnologia e Inovação como Aliadas”.


“Quando vi a divulgação do Prêmio Jovem Cientista percebi que o tema tinha tudo a ver com o nosso projeto. Falava sobre mudanças climáticas, os impactos na população e a relação disso com tecnologia. Pensei: é exatamente o que fazemos! Então entrei em contato com a professora Lívia, que topou ser minha orientadora. Fiquei muito feliz por termos conquistado o terceiro lugar na categoria Estudante do Ensino Superior. É uma conquista de toda a equipe”, explicou Anna Giullia, ressaltando que a concepção do Projeto Comunidade que Cuida da Vida é fruto do trabalho em grupo, além da participação contínua de vários alunos, e que a premiação reconhece o esforço coletivo.


O Prêmio Jovem Cientista, promovido pelo CNPq, em parceria com a Fundação Roberto Marinho, é um dos reconhecimentos mais tradicionais da ciência brasileira. Há mais de 40 anos, a premiação incentiva pesquisas inovadoras e valoriza estudantes e jovens pesquisadores que desenvolvem soluções para desafios da sociedade. O projeto realizado pela UNIFASE/FMP, que foi a única instituição privada do país entre as premiadas este ano, chamou atenção pela proposta inovadora e impacto direto na comunidade petropolitana. A iniciativa é reduzir riscos e fortalecer a segurança das comunidades de Petrópolis.


“Esse reconhecimento dá uma visibilidade fundamental ao trabalho que desenvolvemos. Nosso objetivo é contribuir para políticas públicas voltadas às mudanças climáticas e à prevenção de desastres no Brasil, e futuramente, ampliar essa contribuição para outros países que enfrentam os mesmos desafios. O mundo inteiro sofre com os efeitos das alterações climáticas, e iniciativas como essa tornam-se cada vez mais necessárias. Além disso, a premiação fortalece o engajamento dos alunos, mostrando o quanto é relevante participar de projetos de extensão e pesquisa. Eles percebem, na prática, que o conhecimento acadêmico pode gerar impacto real na vida das pessoas”, comemorou a professora Lívia Teixeira, Coordenadora do Projeto de Extensão.


Mais do que uma solução tecnológica, o “Comunidade Cuida da Vida” evidencia a importância da integração entre ensino, pesquisa e extensão, pilares que fortalecem a formação universitária e aproximam o conhecimento científico das necessidades reais da população.


“Esse prêmio é um reconhecimento individual, mas também coletivo para o projeto. Além de ser, claro, um incentivo. Principalmente considerando o tema deste ano associado à pauta das mudanças climáticas, no qual nosso projeto se enquadra ao promover uma gestão integrada para redução de riscos e desastres”, disse Vitória Custódio, geógrafa da Defesa Civil de Petrópolis.


O Prêmio Jovem Cientista será entregue, em dezembro de 2025, no Palácio do Planalto, em Brasília, com a presença dos vencedores e orientadores, e de autoridades governamentais da área da Ciência, Tecnologia e Inovação e da comunidade científica, tecnológica e empresarial.


Saiba mais sobre o projeto "Comunidade que Cuida da Vida" no programa Conexão UNIFASE – Comunidade que Cuida da Vida, produzido pelo canal educativo da UNIFASE/FMP – TV UNIFASE. Assista: https://youtu.be/sM0QKj5MDvY

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Entender o comportamento da polpa, interpretar corretamente os sinais clínicos e conhecer as recomendações mais atuais são fatores decisivos para o sucesso do tratamento em dentes decíduos Imagine a seguinte situação. Uma criança de cinco anos chega ao consultório com uma extensa lesão de cárie em um segundo molar decíduo. Após a remoção do tecido cariado, ocorre uma exposição pulpar. Nesse momento, surge uma das perguntas mais frequentes da prática clínica: Pulpotomia? Pulpectomia? Exodontia? Essa decisão, que muitas vezes precisa ser tomada em poucos minutos, pode determinar o sucesso — ou o insucesso — do tratamento. Durante muitos anos, a escolha da terapia esteve fortemente baseada na experiência clínica individual. Hoje, entretanto, sabemos que decisões mais previsíveis dependem da integração entre diagnóstico criterioso, evidências científicas atualizadas e domínio técnico. Preservar dentes decíduos é preservar o desenvolvimento infantil O objetivo da terapia pulpar vai muito além de tratar uma polpa inflamada. Manter um dente decíduo saudável significa preservar funções fundamentais para o desenvolvimento da criança. Esses dentes mantêm o espaço para os sucessores permanentes, participam da mastigação, da fala, do desenvolvimento facial e influenciam diretamente a qualidade de vida infantil. Por isso, sempre que biologicamente possível, a conduta deve priorizar sua preservação até o momento natural da esfoliação. A terapia pulpar reúne diferentes procedimentos capazes de manter ou restabelecer a saúde pulpar, como o capeamento pulpar indireto, o capeamento pulpar direto, a pulpotomia, a pulpectomia e, mais recentemente, o tratamento endodôntico não instrumental (TENI), cuja indicação vem sendo amplamente discutida nas diretrizes mais atuais. Cada técnica possui indicações específicas e nenhuma delas deve ser escolhida apenas pela profundidade da cavidade ou pelo tamanho da exposição pulpar. O diagnóstico é a chave para uma boa decisão clínica Na prática clínica, o maior desafio raramente está na execução da técnica. O verdadeiro diferencial está na capacidade de interpretar corretamente os sinais clínicos e radiográficos para compreender o estado biológico da polpa. Dor espontânea, sangramento persistente, presença de fístula, mobilidade patológica, alterações periapicais e o padrão radiográfico são alguns dos fatores que precisam ser avaliados antes da definição do tratamento. Em outras palavras, o sucesso da terapia pulpar começa muito antes da utilização de qualquer instrumento ou material restaurador. As evidências científicas mudaram a forma de tratar dentes decíduos Nas últimas décadas, importantes avanços modificaram os protocolos para o tratamento pulpar em dentes decíduos. As recomendações da American Academy of Pediatric Dentistry (AAPD) passaram a priorizar tratamentos mais conservadores sempre que biologicamente possíveis, enquanto novas abordagens, como o tratamento endodôntico não instrumental (TENI), ampliaram as possibilidades terapêuticas em situações específicas. Além disso, materiais como MTA, Biodentine e cimentos biocerâmicos trouxeram novas perspectivas para o tratamento pulpar, ampliando a previsibilidade clínica quando corretamente indicados. Esses avanços demonstram que a atualização científica deixou de ser um diferencial e passou a ser uma necessidade para os cirurgiões-dentistas que atendem pacientes infantis e desejam oferecer tratamentos modernos, seguros e baseados em evidências. Da teoria à tomada de decisão clínica Conhecer os protocolos é importante. Mas transformar conhecimento em segurança clínica exige prática. Discutir casos reais, interpretar exames radiográficos, compreender as indicações e os limites de cada técnica e executar os procedimentos em ambiente laboratorial permite ao cirurgião-dentista desenvolver um raciocínio clínico mais consistente e aplicável à rotina do consultório. Afinal, cada paciente apresenta características próprias, e nenhuma diretriz substitui o julgamento clínico de um profissional bem preparado. Atualização profissional baseada em evidências A evolução da Odontologia exige um processo permanente de atualização. Mais do que acompanhar novos materiais ou técnicas, o cirurgião-dentista precisa desenvolver segurança para tomar decisões clínicas cada vez mais conscientes, previsíveis e fundamentadas. É justamente para responder a essa necessidade que a UNIFASE oferece a Imersão em Terapia Pulpar em Dentes Decíduos, uma formação voltada para cirurgiões-dentistas, odontopediatras, clínicos gerais e profissionais que desejam aperfeiçoar sua tomada de decisão clínica e aprofundar seus conhecimentos sobre os protocolos mais atuais para o tratamento pulpar em dentes decíduos. O curso integra aulas teóricas fundamentadas nas evidências científicas mais recentes, discussão de casos clínicos, treinamento laboratorial e atendimento clínico supervisionado, proporcionando uma experiência de aprendizagem que conecta conhecimento científico, prática clínica e desenvolvimento profissional. Mais do que ensinar técnicas, a proposta é capacitar o profissional para tomar decisões clínicas seguras, conscientes e baseadas em ciência, oferecendo às crianças tratamentos cada vez mais conservadores, previsíveis e de maior qualidade. Se você busca uma atualização que une teoria, prática e evidências científicas para transformar sua atuação clínica, conheça a Imersão em Terapia Pulpar em Dentes Decíduos da UNIFASE e descubra como essa experiência pode contribuir para a sua formação profissional. Saiba mais sobre o curso: https://www.unifase-rj.edu.br/curso-atualizacao/imersao-em-terapia-pulpar-em-dentes-deciduos
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