Professora e aluna da UNIFASE/FMP participam da 2ª edição da Flipetrópolis

26 de novembro de 2025
Professora e aluna da UNIFASE/FMP participam da 2ª edição da Flipetrópolis

Festival recebe duas gerações de autoras da instituição, unindo ficção, pesquisa e paixão pela escrita

A segunda edição da Flipetrópolis, Feira Literária Internacional de Petrópolis, que será realizada de 27 a 30 de novembro, no Palácio de Cristal, contará com a presença especial de dois talentos da UNIFASE/FMP: a estudante de Medicina Mariana Julianelli e a professora Andrea Moreli, que participam pela primeira vez do evento como autoras convidadas.


Mariana Julianelli, aluna do 4º período de Medicina, fará uma sessão de autógrafos do seu primeiro livro, no dia 29/11, às 18h. A jovem escritora celebra a realização de um sonho que começou ainda na infância, quando descobriu, com incentivo da família, sua paixão pela leitura e pela escrita.


“Desde criança, fui extremamente incentivada pela minha família a ler. Minha mãe me alfabetizou em casa e a paixão pelas palavras se tornou amor pela leitura e, posteriormente, pela escrita! Comecei a escrever aos 10 anos… Aos 14, decidi que produziria uma história completa. Comecei a escrever “Viatorum Temporales: Cara a cara com dinossauros”, e o concluí aos 16 anos”, relembra Mariana.


O livro, uma ficção científica infanto-juvenil, apresenta uma trama repleta de aventura, mistério e amizade. “O livro conta a história de um grupo de colegas que deveria participar de uma excursão ao Museu Nacional dos Fósseis, mas acaba num lugar desconhecido, com insetos gigantes, vegetação atípica e dinossauros. A história mostra como pessoas tão diferentes conseguem se unir em busca de um objetivo maior: descobrir onde estão e como voltar para casa”, revela ela.


Participar da Flipetrópolis tem um significado especial para Mariana:
“É o primeiro festival literário em que participo como autora e o fato de ser nessa cidade que ganhou o meu coração me faz muito feliz. Tenho certeza de que será uma experiência maravilhosa, estou muito animada!”, falou Mariana que é do Rio de Janeiro, mas hoje vive em Petrópolis por conta dos estudos na Faculdade de Medicina de Petrópolis.


Além da jovem escritora, a professora Andrea Moreli, que leciona nos cursos de Medicina, Psicologia e Radiologia da UNIFASE/FMP, também estará presente no evento com seu livro “Um dia podemos ser só lembranças: suicídio e pensamentos suicidas em estudantes de medicina”, publicado pela Editora Appris. Ela fará uma sessão de autógrafos no dia 28/11, às 19h.


A professora explica que o tema surgiu durante seu doutorado, quando refletia sobre os impactos da super modernidade na saúde mental e nas experiências dos estudantes.

“Percebi a urgência em discutir cultura, educação, saúde mental e seus entrelaçamentos. Mudei completamente o meu projeto e decidi discutir suicídio. Minha formação em Ciências Sociais e a especialização em Intervenção na Autolesão e Prevenção do Suicídio guiaram meu olhar no desenvolvimento do trabalho. Após a defesa, a tese foi indicada ao prêmio Capes e surgiu a oportunidade de transformá-la em livro”, comentou ela.


Petropolitana, Andrea celebra a participação no evento literário da sua cidade:
“Estou muito animada porque a Flipetrópolis é importante para a cidade! Ter a oportunidade de divulgar minha obra no lugar onde cresci é maravilhoso”, comemora Andrea.


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Entender o comportamento da polpa, interpretar corretamente os sinais clínicos e conhecer as recomendações mais atuais são fatores decisivos para o sucesso do tratamento em dentes decíduos Imagine a seguinte situação. Uma criança de cinco anos chega ao consultório com uma extensa lesão de cárie em um segundo molar decíduo. Após a remoção do tecido cariado, ocorre uma exposição pulpar. Nesse momento, surge uma das perguntas mais frequentes da prática clínica: Pulpotomia? Pulpectomia? Exodontia? Essa decisão, que muitas vezes precisa ser tomada em poucos minutos, pode determinar o sucesso — ou o insucesso — do tratamento. Durante muitos anos, a escolha da terapia esteve fortemente baseada na experiência clínica individual. Hoje, entretanto, sabemos que decisões mais previsíveis dependem da integração entre diagnóstico criterioso, evidências científicas atualizadas e domínio técnico. Preservar dentes decíduos é preservar o desenvolvimento infantil O objetivo da terapia pulpar vai muito além de tratar uma polpa inflamada. Manter um dente decíduo saudável significa preservar funções fundamentais para o desenvolvimento da criança. Esses dentes mantêm o espaço para os sucessores permanentes, participam da mastigação, da fala, do desenvolvimento facial e influenciam diretamente a qualidade de vida infantil. Por isso, sempre que biologicamente possível, a conduta deve priorizar sua preservação até o momento natural da esfoliação. A terapia pulpar reúne diferentes procedimentos capazes de manter ou restabelecer a saúde pulpar, como o capeamento pulpar indireto, o capeamento pulpar direto, a pulpotomia, a pulpectomia e, mais recentemente, o tratamento endodôntico não instrumental (TENI), cuja indicação vem sendo amplamente discutida nas diretrizes mais atuais. Cada técnica possui indicações específicas e nenhuma delas deve ser escolhida apenas pela profundidade da cavidade ou pelo tamanho da exposição pulpar. O diagnóstico é a chave para uma boa decisão clínica Na prática clínica, o maior desafio raramente está na execução da técnica. O verdadeiro diferencial está na capacidade de interpretar corretamente os sinais clínicos e radiográficos para compreender o estado biológico da polpa. Dor espontânea, sangramento persistente, presença de fístula, mobilidade patológica, alterações periapicais e o padrão radiográfico são alguns dos fatores que precisam ser avaliados antes da definição do tratamento. Em outras palavras, o sucesso da terapia pulpar começa muito antes da utilização de qualquer instrumento ou material restaurador. As evidências científicas mudaram a forma de tratar dentes decíduos Nas últimas décadas, importantes avanços modificaram os protocolos para o tratamento pulpar em dentes decíduos. As recomendações da American Academy of Pediatric Dentistry (AAPD) passaram a priorizar tratamentos mais conservadores sempre que biologicamente possíveis, enquanto novas abordagens, como o tratamento endodôntico não instrumental (TENI), ampliaram as possibilidades terapêuticas em situações específicas. Além disso, materiais como MTA, Biodentine e cimentos biocerâmicos trouxeram novas perspectivas para o tratamento pulpar, ampliando a previsibilidade clínica quando corretamente indicados. Esses avanços demonstram que a atualização científica deixou de ser um diferencial e passou a ser uma necessidade para os cirurgiões-dentistas que atendem pacientes infantis e desejam oferecer tratamentos modernos, seguros e baseados em evidências. Da teoria à tomada de decisão clínica Conhecer os protocolos é importante. Mas transformar conhecimento em segurança clínica exige prática. Discutir casos reais, interpretar exames radiográficos, compreender as indicações e os limites de cada técnica e executar os procedimentos em ambiente laboratorial permite ao cirurgião-dentista desenvolver um raciocínio clínico mais consistente e aplicável à rotina do consultório. Afinal, cada paciente apresenta características próprias, e nenhuma diretriz substitui o julgamento clínico de um profissional bem preparado. Atualização profissional baseada em evidências A evolução da Odontologia exige um processo permanente de atualização. Mais do que acompanhar novos materiais ou técnicas, o cirurgião-dentista precisa desenvolver segurança para tomar decisões clínicas cada vez mais conscientes, previsíveis e fundamentadas. É justamente para responder a essa necessidade que a UNIFASE oferece a Imersão em Terapia Pulpar em Dentes Decíduos, uma formação voltada para cirurgiões-dentistas, odontopediatras, clínicos gerais e profissionais que desejam aperfeiçoar sua tomada de decisão clínica e aprofundar seus conhecimentos sobre os protocolos mais atuais para o tratamento pulpar em dentes decíduos. O curso integra aulas teóricas fundamentadas nas evidências científicas mais recentes, discussão de casos clínicos, treinamento laboratorial e atendimento clínico supervisionado, proporcionando uma experiência de aprendizagem que conecta conhecimento científico, prática clínica e desenvolvimento profissional. Mais do que ensinar técnicas, a proposta é capacitar o profissional para tomar decisões clínicas seguras, conscientes e baseadas em ciência, oferecendo às crianças tratamentos cada vez mais conservadores, previsíveis e de maior qualidade. Se você busca uma atualização que une teoria, prática e evidências científicas para transformar sua atuação clínica, conheça a Imersão em Terapia Pulpar em Dentes Decíduos da UNIFASE e descubra como essa experiência pode contribuir para a sua formação profissional. Saiba mais sobre o curso: https://www.unifase-rj.edu.br/curso-atualizacao/imersao-em-terapia-pulpar-em-dentes-deciduos
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