UNIFASE promove evento gratuito sobre Marketing Digital e o mercado de trabalho

10 de outubro de 2022
UNIFASE promove evento gratuito sobre Marketing Digital e o mercado de trabalho

Com o avanço das plataformas digitais, redes sociais e a tecnologia a cada dia mais presente no cotidiano dos brasileiros, o Marketing Digital se tornou uma das expertises mais demandadas no mercado de trabalho. Por isso, o Centro Universitário Arthur Sá Earp Neto, no âmbito do projeto “Como Vai Você?”, convidou três especialistas na área, formadas pelo curso de Administração da UNIFASE, para abordarem o tema durante o evento “Do real para o virtual”.

“O projeto ‘Como vai você?’ é um momento de encontros. A ideia é promover a troca de experiências entre ex-alunos com os atuais estudantes, mostrando como encontrar o caminho para o sucesso. É um encontro do passado com o presente, em prol do futuro, e da teoria (que a gente ensina na sala de aula na faculdade) com a prática de quem já está atuando no mercado. Além disso, venho reparando que os nossos eventos acabam promovendo o encontro desses egressos consigo mesmos, pois quando retornam ao campus universitário acabam parando para refletir sobre a trajetória que fizeram na construção de suas carreiras. Muitos estão trabalhando em outras cidades (às vezes em outros países) e fazem do projeto esse momento de reencontro com Petrópolis”, explica o professor José Ferrari, coordenador do Projeto Como Vai você? da UNIFASE.

A primeira palestra do evento será ministrada pela consultora Mariana Bernardino, que abordará o tema da indústria 4.0 e a sua experiência na atuação como consultora empresarial na área de marketing digital. A segunda palestrante será Larissa Fraga, que gerencia o e-commerce de uma empresa de moda. Por fim, os alunos também terão a oportunidade de trocar ideias com a empresária Marcelle Winter, sobre a transformação digital e os seus impactos na sociedade. A proposta dessa interação será trazer dicas sobre como alavancar as vendas do ambiente físico para o digital.

“O conhecimento das estratégias digitais é cada vez mais demandado no mundo dos negócios e o curso de ADM da UNIFASE proporciona essa interação dos alunos com o marketing digital, por meio de disciplinas que abordam a gestão da informação, os processos de inovação, os investimentos em startups, o novo papel dos influenciadores, a dinâmica e as métricas das redes sociais”, destaca o professor José Ferrari.

“Do real para o virtual” é o tema geral desse encontro gratuito e aberto ao público, que será realizado na próxima quinta-feira (13), às 19h, na Sala Arthur de Sá Erap Neto, no campus da UNIFASE.

 

17 de setembro de 2026
Por Esther Takamori, coordenadora de pesquisa da UNIFASE Algumas conquistas que hoje parecem naturais são, na verdade, muito recentes. No Brasil, as mulheres conquistaram o direito ao voto apenas em 1932. Em menos de um século, ampliaram sua presença nas universidades, nas profissões, na pesquisa, na vida pública e em posições de liderança. Nada disso aconteceu automaticamente. Foram mulheres que, em diferentes momentos, questionaram limites, enfrentaram resistências e abriram caminhos para as gerações seguintes. É essa trajetória que inspira o tema da XXXII Semana Científica da UNIFASE, que acontece de 27 a 29 de outubro, em Petrópolis: “Ciência Delas”. A proposta não é apenas celebrar o que foi conquistado, mas reconhecer que uma conquista também pode ser o ponto de partida para novas perguntas. Na ciência, essa reflexão é especialmente importante. Durante muito tempo, mulheres tiveram acesso restrito à formação e às instituições científicas. Muitas participaram de descobertas e produziram conhecimento sem receber o mesmo reconhecimento que seus pares homens. Hoje, o cenário mudou. Mulheres estão presentes em diferentes áreas do conhecimento, lideram pesquisas, formam novas gerações, desenvolvem tecnologias e ocupam espaços de decisão. Mas presença não significa que todos os desafios tenham desaparecido. Estar à frente da Coordenação de Pesquisa da UNIFASE me permite acompanhar essa transformação de perto. Vejo mulheres pesquisadoras, professoras e estudantes ocupando esses espaços e construindo suas próprias trajetórias. Ao mesmo tempo, percebo o quanto ainda é necessário criar condições para que mais mulheres possam desenvolver seus projetos, permanecer na ciência e chegar a posições de liderança. Essa experiência também reforça uma convicção: representatividade não é apenas ocupar um lugar. É fazer com que outras pessoas consigam se imaginar ocupando aquele mesmo espaço. Quando uma menina ou uma jovem encontra mulheres produzindo ciência, liderando pesquisas ou tomando decisões, novas possibilidades se tornam visíveis. Aquilo que parecia distante passa a fazer parte do horizonte. Por isso, lugar de mulher é onde ela sonhar, onde ela conquistar, onde ela quiser. Mas cada geração também recebe uma responsabilidade. Se algumas portas foram abertas por quem veio antes, cabe a nós ampliar esses caminhos e abrir outros para quem virá depois. Talvez essa seja uma das maiores aproximações entre a trajetória das mulheres e a própria ciência. Fazer ciência é perguntar, questionar respostas prontas, identificar limites e buscar novas possibilidades. As universidades têm papel fundamental nesse processo. São espaços de formação, mas também de descoberta, pensamento crítico e produção de conhecimento. Precisam permitir que diferentes experiências e perspectivas participem dessa construção. É por isso que discutir mulheres e ciência não deveria significar apenas olhar para o passado e contabilizar conquistas. É também perguntar que ciência queremos construir, quem terá espaço para produzi-la e quais caminhos ainda precisamos abrir. A “Ciência Delas” nasce desse olhar: reconhecer as mulheres que abriram caminhos, valorizar as que hoje os percorrem e pensar nas próximas gerações. As conquistas do passado não são um ponto de chegada. São parte do caminho. E os próximos horizontes começam quando alguém decide que um limite não precisa permanecer onde sempre esteve. É com esse olhar que convido vocês para a XXXII Semana Científica da UNIFASE. Espero encontrá-los lá para reconhecer os caminhos que já foram abertos e, principalmente, conversar sobre os que ainda podemos construir.
16 de setembro de 2026
Há mais de uma década, iniciativa aproxima estudantes e moradores e transforma demandas do território em ações nas áreas de saúde, alimentação, educação e cidadania
11 de setembro de 2026
Experiências vivenciadas no cotidiano da saúde da família deram origem ao livro Narrativas do Cotidiano Invisível, porém Sentido, de Anna Beatriz Artigues de Araujo Vieira, enfermeira e preceptora da UNIFASE. Publicada pela Artêra Editorial, a obra foi lançada durante a programação da 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo. O livro reúne poemas, narrativas e reflexões construídos a partir da escuta e das experiências vivenciadas pela autora no cuidado em saúde. Os textos abordam temas como infância, violência, pertencimento, espiritualidade, comunicação e vulnerabilidade, revelando histórias e situações que muitas vezes permanecem invisíveis no cotidiano. A obra propõe um olhar sensível sobre o cuidado e sobre as relações humanas que atravessam o trabalho na saúde da família, aproximando poesia, experiências territoriais e reflexão sobre o ato de cuidar. “Narrativas do Cotidiano Invisível, porém Sentido” está disponível na Amazon.