O foco é no vestibular, mas como achar motivação para estudar?

3 de maio de 2022
O foco é no vestibular, mas como achar motivação para estudar?

Eu sei que você já deve ter passado por um momento onde tinha à disposição materiais e ajuda suficientes para estudar, mas mesmo assim algo te impedia. Faltava o primordial: a motivação para estudar. É normal termos que estudar conteúdos com os quais não temos afinidade e isso nos causar um certo desânimo. 

Nesse momento é importante lembrar do seu objetivo final e avaliar se está no caminho certo . Depois disso, é necessário olhar para si e descobrir o que está causando essa desmotivação e traçar formas de vencê-la. Com isso, nós podemos te ajudar. Neste artigo, temos dicas valiosas para contornar essa situação.  

Porque a motivação para estudar é tão importante nos estudos? 

O percurso para alcançar a sua profissão sonhada não é fácil, mas se é algo que você quer tanto, sempre existirá motivação para estudar. Caso haja ainda desmotivação, é necessário investigar a raiz desse problema. Pense e faça essa pergunta: tenho dúvidas sobre o meu curso escolhido

Após essa análise introspectiva podemos, juntos, traçar maneiras para reduzir os ruídos que afetam a sua motivação para estudar. 

10 maneiras para aumentar a motivação para estudar:

1. Tudo começa com rotina

Quando não há uma rotina de estudos bem organizada e definida, você pode perder tempo com conteúdos que já domina e deixar de estudar aqueles que precisam de mais atenção. 

Da mesma forma, os momentos de pausa, descanso e outras atividades podem entrar em conflito e trazer a sensação de que nada está funcionando direito e que o seu resultado pessoal é insuficiente. 

Ter uma rotina de estudo planejada pode melhorar seu desempenho e manter em alta a sua motivação para estudar. Crie um cronograma equilibrado e inclua as necessidades dos estudos, mas também as do dia a dia, como lazer e descanso.

2. Divida as tarefas para maior motivação para estudar

Uma boa rotina de estudos conta com uma boa divisão de matérias e conteúdos diversificados. Por isso, mescle as que você tem mais e menos dificuldades e respeite os tempos definidos.

Da mesma forma, se um conteúdo for extenso demais, divida-os em partes menores e os estude em tópicos separados. Assim, será mais fácil estudar tudo o que foi proposto e manter um bom ritmo de aprendizagem. 

3. Estabeleça metas

Sem metas devidamente definidas, você pode se perder mais facilmente na procrastinação. 

Seja sincero consigo mesmo e faça metas que sejam possíveis de serem cumpridas com prazos preestabelecidos. Com base no seu cronograma inicial, inclua nas suas metas a divisão dos conteúdos, a realização de testes e simulados e até as revisões. Dessa forma, você consegue visualizar melhor e perceber como está o andamento dos seus estudos. 

4. Precisamos falar de procrastinação 

A procrastinação tem sido um problema recorrente na nossa sociedade. Sem dúvida alguma, esse fenômeno afeta a nossa produtividade e consequentemente nos sentimos frustrados diante das nossas metas traçadas. 

Não existe um motivo específico para uma pessoa procrastinar nos estudos, porém estar on-line o tempo todo nas redes sociais tem dificultado a atenção dos estudantes. Além disso, a dificuldade de entender um conteúdo ou a falta de interesse pelo mesmo pode acentuar essa procrastinação. 

Mas, saiba que deixar acumular matérias e perder prazos só vai prejudicar a sua vida acadêmica e pode acarretar em problemas maiores como a ansiedade. Se organize e cumpra as suas metas diárias. 

5. Recompensas ajudam na motivação para estudar

Sim! A cada meta conquistada se permita comemorar e se autorrecompensar. Mas, procure por algo que relaxe o corpo e a mente e que te permita descansar por um certo período de tempo.

Pode ser dormir uma hora a mais, ver a sua série preferida ou simplesmente acariciar o seu pet . Só aproveite. Esse tempinho é todo seu!

Não se esqueça que precisa voltar ao cronograma planejado. 

6. Como escolher um bom ambiente de estudos para ter mais motivação para estudar? 

Sem dúvida alguma, o ambiente externo nos influencia. Logo, escolha com sabedoria ou crie com muita criatividade um espaço destinado e exclusivo para o seu momento de estudos diários. Lembre-se que você irá passar grande parte da sua rotina inserida nele, por isso, é necessário que seja confortável e que tenha tudo o que você precisa para que esse momento seja de qualidade. 

Não se esqueça que esse espaço deve ser ventilado, bem iluminado, longe do trânsito de pessoas e barulhos que possam te distrair ou que te relaxem demais causando sonolência. O próprio ambiente te ajudará a ter mais motivação para estudar, já que ele foi designado para isso. 

7. Praticar exercícios físicos ajuda na motivação para estudar

Lembra da rotina e do cronograma? Pois, insira neles momentos para a prática de atividade física. Além de trazer benefícios para a sua saúde, ela produz substâncias que trazem a sensação de bem-estar e prazer, como a endorfina. 

Essa sensação contribui muito para a sua motivação para estudar e a oxigenação no cérebro, provocada pelos exercícios, facilita a absorção de informações e a memorização. 

8. Lembre-se de descansar também!

Os momentos de descanso são tão importantes quanto os de estudo. Por isso, não abra mão deles e seja rigoroso ao segui-los. Quando passamos de uma matéria para outra, sem pausas, não permitimos que a nossa mente e o corpo descansem. Logo, a nossa capacidade de absorção fica menor, o que influencia na nossa motivação. 

Faça pausas entre um conteúdo e outro, sem exageros, para recuperar o fôlego permitindo que seu cérebro se oxigene. A técnica Pomodoro é um ótimo exemplo de como fazer isso. A proposta é estudar por 25 minutos e fazer pausas de 5.

Mas lembre-se que descansar é permitir que o cérebro relaxe sem absorver conteúdos. Vá dar uma volta, comer algo ou fazer qualquer outra coisa que te desligue dos estudos. 

9. O sono está em dia?

Um corpo e uma mente que não descansam adequadamente, tendem a se tornar improdutivos depois de um certo período de tempo. Todos nós, adultos, precisamos entre 6 a 8 horas de sono diário para recuperar forças para o dia seguinte. 

Se isso não ocorre, a nossa qualidade de vida fica comprometida e o resultado é cansaço acumulado, mal-estar, dificuldade de concentração e baixa produtividade.

Mas, sabemos que é comum ter dificuldades para dormir quando nos sentimos pressionados e estressados com um vestibular à nossa frente.  Por isso, separamos algumas dicas para você potencializar suas horas de sono e melhorar a sua qualidade: 

  • Na sua rotina, estabeleça e cumpra horários para dormir e acordar todos os dias. 
  • Emita alertas ao seu cérebro que é chegada a hora de dormir. Pode ser com um banho relaxante, escovar os dentes calmamente ou vestir um pijama confortável.
  • Evite atividades físicas antes da hora de dormir, pois elas despertam ainda mais o organismo. 
  • À noite, opte por refeições mais leves, sem muitos condimentos e temperos fortes. Nada de café ou estimulantes.
  • Afaste-se dos eletrônicos, como TV e celular, antes de ir para a cama.

10. Evite se comparar com os outros!

É sempre importante lembrar que somos seres individuais e exclusivos, logo cada um de nós tem uma forma única e particular de estudar, aprender e se desenvolver. 

Se comparar com o outro não é algo justo, pois não somos iguais. Essa prática só te fará desanimar do processo, perder tempo e foco do que realmente importa. 

Tenha em mente as suas metas e objetivos e não se esqueça que ainda há tempo para a realização de sonhos e que você só está a um passo disso. 

Sabemos que a vida não é um mar de rosas

É claro que, nesse momento, você está disputando uma vaga com milhares de outros candidatos e sabemos que estudar para um vestibular não é uma tarefa fácil. A rotina é pesada, o processo é longo e estressante e tudo isso exige muita dedicação.

Uma das formas de manter a motivação para estudar é ser realista e saber que haverá momentos de dificuldades e rendimentos baixos, mas que isso é comum nesta jornada. O que não vale é desanimar ou desistir! Combinado?

Mantenha isso em mente e acredite em todo o seu potencial. Isso vai te ajudar a superar todas as dificuldades e vencer essa etapa. E por fim, para distrair um pouco e se conhecer melhor, que tal fazer o nosso quiz abaixo:

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Entender o comportamento da polpa, interpretar corretamente os sinais clínicos e conhecer as recomendações mais atuais são fatores decisivos para o sucesso do tratamento em dentes decíduos Imagine a seguinte situação. Uma criança de cinco anos chega ao consultório com uma extensa lesão de cárie em um segundo molar decíduo. Após a remoção do tecido cariado, ocorre uma exposição pulpar. Nesse momento, surge uma das perguntas mais frequentes da prática clínica: Pulpotomia? Pulpectomia? Exodontia? Essa decisão, que muitas vezes precisa ser tomada em poucos minutos, pode determinar o sucesso — ou o insucesso — do tratamento. Durante muitos anos, a escolha da terapia esteve fortemente baseada na experiência clínica individual. Hoje, entretanto, sabemos que decisões mais previsíveis dependem da integração entre diagnóstico criterioso, evidências científicas atualizadas e domínio técnico. Preservar dentes decíduos é preservar o desenvolvimento infantil O objetivo da terapia pulpar vai muito além de tratar uma polpa inflamada. Manter um dente decíduo saudável significa preservar funções fundamentais para o desenvolvimento da criança. Esses dentes mantêm o espaço para os sucessores permanentes, participam da mastigação, da fala, do desenvolvimento facial e influenciam diretamente a qualidade de vida infantil. Por isso, sempre que biologicamente possível, a conduta deve priorizar sua preservação até o momento natural da esfoliação. A terapia pulpar reúne diferentes procedimentos capazes de manter ou restabelecer a saúde pulpar, como o capeamento pulpar indireto, o capeamento pulpar direto, a pulpotomia, a pulpectomia e, mais recentemente, o tratamento endodôntico não instrumental (TENI), cuja indicação vem sendo amplamente discutida nas diretrizes mais atuais. Cada técnica possui indicações específicas e nenhuma delas deve ser escolhida apenas pela profundidade da cavidade ou pelo tamanho da exposição pulpar. O diagnóstico é a chave para uma boa decisão clínica Na prática clínica, o maior desafio raramente está na execução da técnica. O verdadeiro diferencial está na capacidade de interpretar corretamente os sinais clínicos e radiográficos para compreender o estado biológico da polpa. Dor espontânea, sangramento persistente, presença de fístula, mobilidade patológica, alterações periapicais e o padrão radiográfico são alguns dos fatores que precisam ser avaliados antes da definição do tratamento. Em outras palavras, o sucesso da terapia pulpar começa muito antes da utilização de qualquer instrumento ou material restaurador. As evidências científicas mudaram a forma de tratar dentes decíduos Nas últimas décadas, importantes avanços modificaram os protocolos para o tratamento pulpar em dentes decíduos. As recomendações da American Academy of Pediatric Dentistry (AAPD) passaram a priorizar tratamentos mais conservadores sempre que biologicamente possíveis, enquanto novas abordagens, como o tratamento endodôntico não instrumental (TENI), ampliaram as possibilidades terapêuticas em situações específicas. Além disso, materiais como MTA, Biodentine e cimentos biocerâmicos trouxeram novas perspectivas para o tratamento pulpar, ampliando a previsibilidade clínica quando corretamente indicados. Esses avanços demonstram que a atualização científica deixou de ser um diferencial e passou a ser uma necessidade para os cirurgiões-dentistas que atendem pacientes infantis e desejam oferecer tratamentos modernos, seguros e baseados em evidências. Da teoria à tomada de decisão clínica Conhecer os protocolos é importante. Mas transformar conhecimento em segurança clínica exige prática. Discutir casos reais, interpretar exames radiográficos, compreender as indicações e os limites de cada técnica e executar os procedimentos em ambiente laboratorial permite ao cirurgião-dentista desenvolver um raciocínio clínico mais consistente e aplicável à rotina do consultório. Afinal, cada paciente apresenta características próprias, e nenhuma diretriz substitui o julgamento clínico de um profissional bem preparado. Atualização profissional baseada em evidências A evolução da Odontologia exige um processo permanente de atualização. Mais do que acompanhar novos materiais ou técnicas, o cirurgião-dentista precisa desenvolver segurança para tomar decisões clínicas cada vez mais conscientes, previsíveis e fundamentadas. É justamente para responder a essa necessidade que a UNIFASE oferece a Imersão em Terapia Pulpar em Dentes Decíduos, uma formação voltada para cirurgiões-dentistas, odontopediatras, clínicos gerais e profissionais que desejam aperfeiçoar sua tomada de decisão clínica e aprofundar seus conhecimentos sobre os protocolos mais atuais para o tratamento pulpar em dentes decíduos. O curso integra aulas teóricas fundamentadas nas evidências científicas mais recentes, discussão de casos clínicos, treinamento laboratorial e atendimento clínico supervisionado, proporcionando uma experiência de aprendizagem que conecta conhecimento científico, prática clínica e desenvolvimento profissional. Mais do que ensinar técnicas, a proposta é capacitar o profissional para tomar decisões clínicas seguras, conscientes e baseadas em ciência, oferecendo às crianças tratamentos cada vez mais conservadores, previsíveis e de maior qualidade. Se você busca uma atualização que une teoria, prática e evidências científicas para transformar sua atuação clínica, conheça a Imersão em Terapia Pulpar em Dentes Decíduos da UNIFASE e descubra como essa experiência pode contribuir para a sua formação profissional. Saiba mais sobre o curso: https://www.unifase-rj.edu.br/curso-atualizacao/imersao-em-terapia-pulpar-em-dentes-deciduos