UNIFASE destaca compromisso da sua comunidade contra a COVID-19

25 de abril de 2022
UNIFASE destaca compromisso da sua comunidade contra a COVID-19

O Centro Universitário Arthur Sá Earp Neto comemora os resultados positivos na luta contra a COVID-19, uma vez que a comunidade acadêmica esteve diretamente comprometida na criação de um ambiente seguro para a convivência e a realização das atividades. Atualmente, mais de 98% do público interno (98,1% dos alunos, 96,4% dos professores e 100% dos técnicos-administrativos) da UNIFASE está com o ciclo vacinal completo  e os demais aguardam a data estipulada pelas autoridades para terem acesso à dose de reforço.

“Vivemos momentos realmente muito difíceis na pandemia, sendo necessário adotar medidas extremas de prevenção, como o distanciamento social. Agora, damos mais um passo no retorno total das atividades presenciais com segurança, visto que toda a comunidade UNIFASE se empenhou para o avanço do processo de imunização contra a COVID-19, tornando nossos ambientes educacionais mais seguros. É uma grande alegria ter espaços que finalmente podem ser  explorados por completo e que foram pensados para a construção do conhecimento, troca de ideias e a excelência na formação de profissionais das áreas da saúde e da gestão”, destaca Maria Isabel de Sá Earp de Resende Chaves, supervisora geral da UNIFASE/FMP.

Nesta nova etapa, os alunos celebram também o retorno das demais atividades presenciais no campus, inclusive dos eventos, das ações culturais e dos treinos das atléticas. O convívio social e a prática esportiva fazem parte do cotidiano dos estudantes, que frisam essas medidas de flexibilização como um grande passo para o retorno à normalidade, uma questão também de saúde mental.

“Desde o início desse ano, nós estávamos na expectativa de retornar com os treinos na quadra da faculdade, pois além de o espaço ser de excelente qualidade, fica no nosso campus acadêmico. Temos campeonatos importantes esse ano, como a Copa Rio Minas (CRIMI). A volta dos treinos está sendo muito positiva, pois os alunos ficam mais participativos e atuantes na Atlética. Eu fico realmente muito feliz com esse retorno. A gente precisava mesmo voltar aos nossos hábitos de antes da pandemia, pois foi um período que nos exigiu muito psicologicamente”, comenta Caio Marcos de Matos Pinheiro, aluno do 10º período de Medicina da FMP e presidente da gestão 2022 da Associação Atlética de Medicina Pedro Caldas (AAMPC).

Ainda que os números de infectados por COVID-19 estejam baixos, os profissionais da área da saúde destacam que a pandemia não acabou. É necessário que todos continuem seguindo as medidas de segurança e as orientações das autoridades de saúde.

“O mundo vivenciou essa terrível agressão infecciosa. Infelizmente, muitas pessoas faleceram, chegando ao assustador número de mais de 6 milhões. No momento, devido as providências tomadas pelas autoridades e dedicados profissionais da área da saúde, esta nefasta infecção está chegando ao fim, mas as posições tomadas não podem, jamais, serem esquecidas, como a importância de continuar com alguns cuidados como a higienização das mãos e o não compartilhamento de objetos, além de manter o ciclo vacinal atualizado. Vamos lutar e torcer para que esses graves problemas citados façam parte, apenas, de um passado terrível”, explica o professor Paulo Cesar Guimarães, médico infectologista e diretor da Faculdade de Medicina de Petrópolis.

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Entender o comportamento da polpa, interpretar corretamente os sinais clínicos e conhecer as recomendações mais atuais são fatores decisivos para o sucesso do tratamento em dentes decíduos Imagine a seguinte situação. Uma criança de cinco anos chega ao consultório com uma extensa lesão de cárie em um segundo molar decíduo. Após a remoção do tecido cariado, ocorre uma exposição pulpar. Nesse momento, surge uma das perguntas mais frequentes da prática clínica: Pulpotomia? Pulpectomia? Exodontia? Essa decisão, que muitas vezes precisa ser tomada em poucos minutos, pode determinar o sucesso — ou o insucesso — do tratamento. Durante muitos anos, a escolha da terapia esteve fortemente baseada na experiência clínica individual. Hoje, entretanto, sabemos que decisões mais previsíveis dependem da integração entre diagnóstico criterioso, evidências científicas atualizadas e domínio técnico. Preservar dentes decíduos é preservar o desenvolvimento infantil O objetivo da terapia pulpar vai muito além de tratar uma polpa inflamada. Manter um dente decíduo saudável significa preservar funções fundamentais para o desenvolvimento da criança. Esses dentes mantêm o espaço para os sucessores permanentes, participam da mastigação, da fala, do desenvolvimento facial e influenciam diretamente a qualidade de vida infantil. Por isso, sempre que biologicamente possível, a conduta deve priorizar sua preservação até o momento natural da esfoliação. A terapia pulpar reúne diferentes procedimentos capazes de manter ou restabelecer a saúde pulpar, como o capeamento pulpar indireto, o capeamento pulpar direto, a pulpotomia, a pulpectomia e, mais recentemente, o tratamento endodôntico não instrumental (TENI), cuja indicação vem sendo amplamente discutida nas diretrizes mais atuais. Cada técnica possui indicações específicas e nenhuma delas deve ser escolhida apenas pela profundidade da cavidade ou pelo tamanho da exposição pulpar. O diagnóstico é a chave para uma boa decisão clínica Na prática clínica, o maior desafio raramente está na execução da técnica. O verdadeiro diferencial está na capacidade de interpretar corretamente os sinais clínicos e radiográficos para compreender o estado biológico da polpa. Dor espontânea, sangramento persistente, presença de fístula, mobilidade patológica, alterações periapicais e o padrão radiográfico são alguns dos fatores que precisam ser avaliados antes da definição do tratamento. Em outras palavras, o sucesso da terapia pulpar começa muito antes da utilização de qualquer instrumento ou material restaurador. As evidências científicas mudaram a forma de tratar dentes decíduos Nas últimas décadas, importantes avanços modificaram os protocolos para o tratamento pulpar em dentes decíduos. As recomendações da American Academy of Pediatric Dentistry (AAPD) passaram a priorizar tratamentos mais conservadores sempre que biologicamente possíveis, enquanto novas abordagens, como o tratamento endodôntico não instrumental (TENI), ampliaram as possibilidades terapêuticas em situações específicas. Além disso, materiais como MTA, Biodentine e cimentos biocerâmicos trouxeram novas perspectivas para o tratamento pulpar, ampliando a previsibilidade clínica quando corretamente indicados. Esses avanços demonstram que a atualização científica deixou de ser um diferencial e passou a ser uma necessidade para os cirurgiões-dentistas que atendem pacientes infantis e desejam oferecer tratamentos modernos, seguros e baseados em evidências. Da teoria à tomada de decisão clínica Conhecer os protocolos é importante. Mas transformar conhecimento em segurança clínica exige prática. Discutir casos reais, interpretar exames radiográficos, compreender as indicações e os limites de cada técnica e executar os procedimentos em ambiente laboratorial permite ao cirurgião-dentista desenvolver um raciocínio clínico mais consistente e aplicável à rotina do consultório. Afinal, cada paciente apresenta características próprias, e nenhuma diretriz substitui o julgamento clínico de um profissional bem preparado. Atualização profissional baseada em evidências A evolução da Odontologia exige um processo permanente de atualização. Mais do que acompanhar novos materiais ou técnicas, o cirurgião-dentista precisa desenvolver segurança para tomar decisões clínicas cada vez mais conscientes, previsíveis e fundamentadas. É justamente para responder a essa necessidade que a UNIFASE oferece a Imersão em Terapia Pulpar em Dentes Decíduos, uma formação voltada para cirurgiões-dentistas, odontopediatras, clínicos gerais e profissionais que desejam aperfeiçoar sua tomada de decisão clínica e aprofundar seus conhecimentos sobre os protocolos mais atuais para o tratamento pulpar em dentes decíduos. O curso integra aulas teóricas fundamentadas nas evidências científicas mais recentes, discussão de casos clínicos, treinamento laboratorial e atendimento clínico supervisionado, proporcionando uma experiência de aprendizagem que conecta conhecimento científico, prática clínica e desenvolvimento profissional. Mais do que ensinar técnicas, a proposta é capacitar o profissional para tomar decisões clínicas seguras, conscientes e baseadas em ciência, oferecendo às crianças tratamentos cada vez mais conservadores, previsíveis e de maior qualidade. Se você busca uma atualização que une teoria, prática e evidências científicas para transformar sua atuação clínica, conheça a Imersão em Terapia Pulpar em Dentes Decíduos da UNIFASE e descubra como essa experiência pode contribuir para a sua formação profissional. Saiba mais sobre o curso: https://www.unifase-rj.edu.br/curso-atualizacao/imersao-em-terapia-pulpar-em-dentes-deciduos