Como encontrar as melhores faculdades de medicina?

21 de setembro de 2021
Como encontrar as melhores faculdades de medicina?

Você provavelmente está naquele momento da vida em que há uma enorme dúvida: como encontrar as melhores faculdades de medicina ? Depois de ter tomado a decisão de escolher o curso certo, agora chegou a hora de saber qual é a instituição feita para você. Não é mesmo?

E para te ajudar nessa busca, selecionamos algumas dicas que você pode seguir para tomar a decisão correta, na hora de conhecer e escolher as melhores faculdades de medicina. Aproveite! 

Por que é importante escolher uma boa faculdade de medicina?

Bom, para começar, primeiro precisamos entender os motivos para se escolher uma boa faculdade. É possível elencar diversos fatores para se gastar horas pesquisando sobre uma instituição, mas o principal deles é entender que sua decisão influenciará por, pelo menos, 6 anos da sua vida. 

Como você deve gastar muito tempo estudando em uma faculdade, é preciso selecionar aquela que mais combina com seu perfil. Ela possui o ensino que você deseja? As instalações contam com o suporte necessário? O corpo docente é gabaritado? 

Todas essas perguntas e algumas outras são fatores importantes para se analisar. Afinal, se alguma questão na faculdade te desagradar, você pode acabar perdendo o gosto pelo estudo. E isso na faculdade de medicina é crucial para se obter o sucesso desejado. 

Como escolher as melhores faculdades de medicina?

Para escolher as melhores faculdades de medicina é preciso seguir um conjunto de boas práticas para não deixar pontas soltas. Analisando itens como metodologia de ensino e estrutura disponível é possível chegar a um coeficiente adequado aos seus objetivos. 

Você pode e deve anotar tanto os pontos positivos quanto os negativos na hora de avaliar uma instituição. 

É possível até dar notas para as diferentes características das faculdades. Isso facilita na hora de “desempatar” caso esteja em dúvidas sobre duas ou mais opções. A seguir, confira alguns pontos para atentar-se, na hora de conhecer as melhores faculdades de medicina:

#1 Metodologia

Para começar os itens que podem ser avaliados, primeiro temos a metodologia de ensino. Esse fator é de extrema importância no estudo da medicina, pois existem duas grandes escolas quando o assunto é o formato de aprendizagem. 

Há diversas faculdades que pregam pelo ensino tradicional, esse que, como o nome indica, é uma das formas mais antigas encontradas no mercado. Nele o professor é o grande narrador na sala de aula. Sua função é transmitir conhecimento aos alunos em suas aulas. 

Além desse, outro formato que cresce bastante no Brasil é o Problem Based Learning (PBL). Mais focado na prática que o método tradicional, esse modelo de estudo busca ensinar os alunos através da solução de problemas. 

É claro que existem outras metodologias de estudo, algumas que até mesclam a metodologia tradicional com a PBL, por exemplo.

#2 Melhores faculdades de medicina e a avaliação do MEC

Depois de escolhida sua metodologia de preferência, chega a hora de focar mais na qualidade da instituição. Uma boa forma de mensurar isso é através da avaliação do Ministério da Educação (MEC). 

O órgão possui uma lista detalhada com todas as instituições cadastradas, cada uma possuindo uma nota geral que varia de 1 a 5. Essa nota é formulada através de diversas avaliações que vão desde infraestrutura até o conceito do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade).

Se quiser saber mais, leia também: MEC concede IGC de excelência à UNIFASE

#3 Sistema de Acreditação de Escolas Médicas

Apoiado por especialistas da área médica, o Conselho Federal de Medicina (CFM) desenvolveu e implementou o Sistema de Acreditação de Escolas Médicas (SAEME-CFM). A iniciativa tem o objetivo de apoiar escolas médicas a terem uma visão mais crítica sobre a qualidade da formação médica no Brasil.

Por isso, para escolher as melhores faculdades de medicina, lembre-se de atentar-se se ela faz parte desse grupo, para reafirmar que a instituição tem compromisso com a qualidade do ensino com os estudantes de medicina.

#4 Estrutura de qualidade das melhores faculdades de medicina

Saber se a estrutura da faculdade é de qualidade é providencial na tomada de decisão. A maioria das instituições conta com essas informações em suas páginas na internet, o que facilita bastante para o futuro aluno. 

A Unifase , por exemplo, disponibiliza esses dados detalhados e também fotos para maior imersão. 

Caso não faça uma análise aprofundada sobre a estrutura da faculdade, você pode acabar não tendo o melhor desempenho nos estudos. Isso porque a instituição escolhida pode não ter o laboratório correto para a especialização que deseja, por exemplo. É importante ter atenção! 

O que acham de falar sobre Centro de Simulação Realística? 

#5 Boa localização e segurança

Segurança e comodidade são tudo na hora de estudar. Por isso uma boa localização pode ser um diferencial enorme na hora da escolha. Afinal, Imagine gastar horas no trânsito para ter apenas uma aula? Isso não é só desgastante, como também prejudicial à saúde. 

Os arredores do campus também precisam contar de forma positiva ou negativa na hora de achar as melhores faculdades de medicina. A Faculdade de Medicina de Petrópolis, por exemplo, possui uma boa localização, pois está praticamente no centro da cidade e possui fácil acesso aos principais pontos da cidade. 

Outro ponto para se verificar a região com cuidado é para o caso de você ter que se mudar. Algumas cidades apresentam alto custo de vida e morar perto da faculdade aumenta ainda mais o preço. Se você tiver de pagar as mensalidades e ainda se preocupar com o aluguel, isso pode acabar sendo um bloqueador para as boas notas.

É preciso botar na ponta do lápis esses gastos com passagem e possível locação. E como já destacamos em nosso blog, os custos de vida em Petrópolis são até 12,8% mais baratos do que na capital de São Paulo . E os preços também fazem de um lugar uma boa localização. 

#6 Converse com ex-alunos das melhores faculdades de medicina

Apesar da internet ajudar muito na hora das pesquisas, o contato humano também é essencial para se escolher as melhores faculdades de medicina. E nada melhor que consultar sobre um “produto” do que falar diretamente com seus consumidores.

Converse com alunos e ex-alunos da faculdade que pretende escolher. A vivência deles pode garantir muitas vantagens durante sua estadia no estudo da medicina. Mas, lembre-se de consultar mais de uma fonte. 

Cada pessoa tem uma visão única da faculdade e quando chegar a sua vez, a sua perspectiva será única – porque ela é sua.

#7 Acompanhe as redes sociais das melhores faculdades de medicina

Outra boa dica a se seguir é estar sempre de olho nas redes sociais das instituições desejadas. Quanto mais movimentadas elas forem, mais ativa, atenta e moderna costuma ser a instituição.

A falta de comunicação nesses meios também pode significar uma falta de atualização na infraestrutura local. E como vimos acima, as condições do campus contam bastante para um bom ensino.

Outra questão para se ficar de olho nas redes sociais é que você pode estar por dentro de tudo que acontece na faculdade.

#8 Visite o local

Assim como conversar com ex-alunos é importante, visitar o local é essencial para comprovar toda a sua pesquisa feita até aqui. A infraestrutura é realmente a prometida? A localização é realmente de fácil acesso e segura? Todas as suas perguntas feitas antes podem ser comprovadas com o simples fato de ir até a faculdade. 

Em alguns casos você pode até assistir alguma aula como ouvinte para ter uma noção melhor de como é a didática dos professores. Assim você pode testar de forma mais clara a metodologia usada pela faculdade.

Como calcular o custo-benefício das melhores faculdades de medicina?

E se você está com dúvida de como calcular o custo-benefício das melhores faculdades de medicina, basta colocar tudo no papel.

Dê notas para os diferentes quesitos que citamos aqui (metodologia, estrutura, acesso, etc.) e faça uma média de todos esses elementos. Com isso é possível ter uma noção real da sua escolha. 

E se a melhor opção não cabe no seu bolso, existem sempre maneiras diferentes de atingir seus objetivos. Programas como ProUni e FIES podem ser alternativas.

O importante é você encontrar um equilíbrio entre qualidade de ensino e o quanto você pode investir no seu futuro.

Bem-estar mental para estudar nas melhores faculdades de medicina

A dica final para encontrar as melhores faculdades de medicina é: coloque sua saúde mental no cálculo. Citamos várias formas metódicas de achar o lugar ideal para se estudar, mas é preciso frisar que você deve estar com a cabeça leve para os estudos. 

Por isso, uma boa localização, uma metodologia em sintonia com suas ideias e uma ótima estrutura devem ser consideradas. Com esses elementos ajustados, os momentos de crise podem ser ultrapassados com mais facilidade. 

Faculdade de Medicina de Petrópolis: por que ela é uma das melhores faculdades de medicina?

A infraestrutura que possuímos se destaca, pois ela foi moldada para atender todas as necessidades dos estudantes.

Com uma biblioteca robusta e atualizada, laboratórios de ponta e professores qualificados, a Faculdade de Medicina de Petrópolis busca oferecer o que há de melhor para todo o corpo docente e discente.

Isso tudo sem contar com a localização. Como dissemos anteriormente, o campus fica próximo do centro da cidade, o que ajuda na facilidade de locomoção dos nossos estudantes. Petrópolis, além de trazer um charme único, também conta com a tranquilidade necessária para que os alunos possam focar nos estudos. 

Nossos laboratórios contam com serviço ambulatorial próprio, credenciado ao Sistema único de Saúde – SUS, para ajudar no desenvolvimento prático, bem como estágios supervisionados e treinamento em serviço até em nível de pós-graduação.

Além disso, possuímos laboratórios especializados que dão suporte às atividades acadêmicas nas aulas de bioquímica, bromatologia, histologia, patologias, microbiologia, parasitologia,  radiologia e simulações.

Escolher entre as melhores faculdades de medicina não é uma tarefa fácil, mas com todas essas dicas é possível poupar muitos esforços para o que realmente interessa. E se você quer saber mais sobre o comprometimento da Unifase, acesse nosso blog para outras dicas!

Quer saber mais sobre a nossa instituição? Não deixe de acessar a nossa página ! Estamos de portas abertas para você!

6 de julho de 2026
Entender o comportamento da polpa, interpretar corretamente os sinais clínicos e conhecer as recomendações mais atuais são fatores decisivos para o sucesso do tratamento em dentes decíduos Imagine a seguinte situação. Uma criança de cinco anos chega ao consultório com uma extensa lesão de cárie em um segundo molar decíduo. Após a remoção do tecido cariado, ocorre uma exposição pulpar. Nesse momento, surge uma das perguntas mais frequentes da prática clínica: Pulpotomia? Pulpectomia? Exodontia? Essa decisão, que muitas vezes precisa ser tomada em poucos minutos, pode determinar o sucesso — ou o insucesso — do tratamento. Durante muitos anos, a escolha da terapia esteve fortemente baseada na experiência clínica individual. Hoje, entretanto, sabemos que decisões mais previsíveis dependem da integração entre diagnóstico criterioso, evidências científicas atualizadas e domínio técnico. Preservar dentes decíduos é preservar o desenvolvimento infantil O objetivo da terapia pulpar vai muito além de tratar uma polpa inflamada. Manter um dente decíduo saudável significa preservar funções fundamentais para o desenvolvimento da criança. Esses dentes mantêm o espaço para os sucessores permanentes, participam da mastigação, da fala, do desenvolvimento facial e influenciam diretamente a qualidade de vida infantil. Por isso, sempre que biologicamente possível, a conduta deve priorizar sua preservação até o momento natural da esfoliação. A terapia pulpar reúne diferentes procedimentos capazes de manter ou restabelecer a saúde pulpar, como o capeamento pulpar indireto, o capeamento pulpar direto, a pulpotomia, a pulpectomia e, mais recentemente, o tratamento endodôntico não instrumental (TENI), cuja indicação vem sendo amplamente discutida nas diretrizes mais atuais. Cada técnica possui indicações específicas e nenhuma delas deve ser escolhida apenas pela profundidade da cavidade ou pelo tamanho da exposição pulpar. O diagnóstico é a chave para uma boa decisão clínica Na prática clínica, o maior desafio raramente está na execução da técnica. O verdadeiro diferencial está na capacidade de interpretar corretamente os sinais clínicos e radiográficos para compreender o estado biológico da polpa. Dor espontânea, sangramento persistente, presença de fístula, mobilidade patológica, alterações periapicais e o padrão radiográfico são alguns dos fatores que precisam ser avaliados antes da definição do tratamento. Em outras palavras, o sucesso da terapia pulpar começa muito antes da utilização de qualquer instrumento ou material restaurador. As evidências científicas mudaram a forma de tratar dentes decíduos Nas últimas décadas, importantes avanços modificaram os protocolos para o tratamento pulpar em dentes decíduos. As recomendações da American Academy of Pediatric Dentistry (AAPD) passaram a priorizar tratamentos mais conservadores sempre que biologicamente possíveis, enquanto novas abordagens, como o tratamento endodôntico não instrumental (TENI), ampliaram as possibilidades terapêuticas em situações específicas. Além disso, materiais como MTA, Biodentine e cimentos biocerâmicos trouxeram novas perspectivas para o tratamento pulpar, ampliando a previsibilidade clínica quando corretamente indicados. Esses avanços demonstram que a atualização científica deixou de ser um diferencial e passou a ser uma necessidade para os cirurgiões-dentistas que atendem pacientes infantis e desejam oferecer tratamentos modernos, seguros e baseados em evidências. Da teoria à tomada de decisão clínica Conhecer os protocolos é importante. Mas transformar conhecimento em segurança clínica exige prática. Discutir casos reais, interpretar exames radiográficos, compreender as indicações e os limites de cada técnica e executar os procedimentos em ambiente laboratorial permite ao cirurgião-dentista desenvolver um raciocínio clínico mais consistente e aplicável à rotina do consultório. Afinal, cada paciente apresenta características próprias, e nenhuma diretriz substitui o julgamento clínico de um profissional bem preparado. Atualização profissional baseada em evidências A evolução da Odontologia exige um processo permanente de atualização. Mais do que acompanhar novos materiais ou técnicas, o cirurgião-dentista precisa desenvolver segurança para tomar decisões clínicas cada vez mais conscientes, previsíveis e fundamentadas. É justamente para responder a essa necessidade que a UNIFASE oferece a Imersão em Terapia Pulpar em Dentes Decíduos, uma formação voltada para cirurgiões-dentistas, odontopediatras, clínicos gerais e profissionais que desejam aperfeiçoar sua tomada de decisão clínica e aprofundar seus conhecimentos sobre os protocolos mais atuais para o tratamento pulpar em dentes decíduos. O curso integra aulas teóricas fundamentadas nas evidências científicas mais recentes, discussão de casos clínicos, treinamento laboratorial e atendimento clínico supervisionado, proporcionando uma experiência de aprendizagem que conecta conhecimento científico, prática clínica e desenvolvimento profissional. Mais do que ensinar técnicas, a proposta é capacitar o profissional para tomar decisões clínicas seguras, conscientes e baseadas em ciência, oferecendo às crianças tratamentos cada vez mais conservadores, previsíveis e de maior qualidade. Se você busca uma atualização que une teoria, prática e evidências científicas para transformar sua atuação clínica, conheça a Imersão em Terapia Pulpar em Dentes Decíduos da UNIFASE e descubra como essa experiência pode contribuir para a sua formação profissional. Saiba mais sobre o curso: https://www.unifase-rj.edu.br/curso-atualizacao/imersao-em-terapia-pulpar-em-dentes-deciduos
3 de julho de 2026
Principal evento nacional sobre prevenção e posvenção do suicídio reunirá especialistas, pesquisadores e profissionais de diferentes áreas entre os dias 5 e 8 de agosto
2 de julho de 2026
Como fazer o público jovem se interessar por política? Quais são as maiores dificuldades enfrentadas pelo microempreendedor individual para que seu negócio prospere? De que maneira os retalhos descartados pela indústria têxtil podem ser reutilizados de forma empreendedora e sustentável? Essas perguntas orientaram os projetos desenvolvidos por estudantes do segundo período do curso de Administração da UNIFASE durante as atividades de curricularização da extensão,modelo que prevê que, no mínimo, 10% da carga horária dos cursos de graduação seja dedicada a atividades desenvolvidas em interação com a sociedade. Por meio dessa proposta , os estudantes investigam demandas reais da comunidade e desenvolvem soluções que unem gestão, cidadania, empreendedorismo e sustentabilidade desde os primeiros períodos da graduação.  "O grande papel da Extensão no curso de Administração é humanizar a gestão. Através desses projetos, os alunos vão a campo para entender outras realidades e interagir com outros conhecimentos além dos adquiridos em sala de aula. Tudo isso contribui para que ele se torne um profissional integral, mais bem capacitado para o mercado de trabalho, que entende a responsabilidade social necessária para gerir negócios, pessoas e capital", analisa a professora Luciene Baptista, docente do curso de Administração da UNIFASE. Com um olhar atento para questões atuais da sociedade, os alunos pensaram em propostas que tenham impacto social na tomada de decisão, gestão de negócios, cidadania, empreendedorismo e sustentabilidade. A partir da percepção de que os jovens estão cada vez mais desconectados de assuntos relacionados à política, um dos grupos desenvolveu o projeto "Democracia em Pixel", que visa abordar conceitos complexos das Ciências Sociais em vídeos dinâmicos para o público de 16 a 24 anos, utilizando uma linguagem imparcial e adaptada à Geração Z. "Queremos falar sobre o poder do voto e a importância de desenvolver uma consciência política, focando no exercício da cidadania. Nosso primeiro vídeo foi sobre o 'efeito manada', que foi exibido para alunos do segundo ano do ensino médio do colégio Pensi. Em seguida, fizemos uma dinâmica com jujubas relacionada ao tema, para traduzir o conceito de uma maneira tangível e engajadora, e foi um sucesso! Agora queremos expandir o projeto para mais escolas", comenta Elian Venancio, aluno do segundo período do curso de Administração da UNIFASE. Ainda com foco na criação de vídeos informativos para as redes sociais, o segundo grupo criou o projeto "SIGA - Suporte com Informação de Gestão Agilizada", tendo como tema a educação empresarial para microempreendedores individuais (MEI). Com dados fornecidos pelo Sebrae, os alunos identificaram os principais obstáculos para o sucesso de pequenos negócios, que muitas vezes encerram suas atividades logo nos primeiros anos. "Nossa proposta é fornecer informações para microempreendedores com dificuldades para administrar seu próprio negócio, por meio de vídeos com linguagem acessível e didática. Inicialmente escolhemos temas pertinentes como fluxo de caixa, formação de preço e separação da conta jurídica da conta física, que são etapas essenciais na gestão de empreendimentos", explica a estudante Natalia Lima. O terceiro grupo, por sua vez, teve como base a economia circular, com a proposta de reutilização de retalhos da indústria têxtil para a produção de peças artesanais, a serem confeccionadas por mulheres de baixa renda ou em situação de vulnerabilidade social em Petrópolis. "Com o apoio da UNIFASE, conseguimos uniformes de funcionários da instituição que seriam descartados e através de uma parceria com o Inova Petrópolis Moda e um projeto social, eles foram transformados em novos produtos, como mochilas e estojos. Conseguimos aliar a sustentabilidade ao desenvolvimento de pequenos negócios, que podem se tornar uma fonte de renda para mulheres em vulnerabilidade", destaca a aluna Maria Eduarda Lago, que integra o grupo do projeto "Retalhos, Economia Circular". Os trabalhos, que seguirão em aperfeiçoamento ao longo da graduação - até o 4º período, foram avaliados pelos professores Gladistone Afonso, Mônica Fontes, Rodrigo Lopes, Thais Martins e Luciene Baptista, docentes do curso de Administração da UNIFASE.