Psicologia do Esporte – um ramo promissor e cada vez mais necessário

27 de maio de 2019
Psicologia do Esporte – um ramo promissor e cada vez mais necessário

O esporte é essencial em nossas vidas, isto é fato. Além das questões de saúde e bem-estar, ele também faz parte da educação e da ciência.

Da mesma maneira que, para obter sucesso em sua carreira, um atleta de ponta precisa de treinadores, nutricionistas, cardiologistas, ortopedistas, ele também necessita de um profissional para acompanhá-lo com orientação psicológica .

Para entender porque um psicológico mal trabalhado pode atrapalhar a carreira até do melhor atleta, conheça mais sobre a área da Psicologia do Esporte!

 

 

Por ser relativamente nova, essa vertente da psicologia chamada Psicologia do Esporte gera muitas dúvidas e curiosidade. A demanda por psicólogos especializados nessa área cresceu consideravelmente na última década, o que vem gerando a necessidade de várias instituições de ensino oferecerem a especialização.

Uma dessas instituições é a FMP/Fase, que oferece o curso de pós-graduação lato sensu em Psicologia do Esporte .

 

Afinal, no que se baseia a Psicologia do Esporte?

 

“A Psicologia do Esporte é uma nova ciência do treinamento esportivo, que traz a proposta de otimizar o desempenho das equipes e de seus atletas”, conta a coordenadora da Pós-Graduação em Psicologia do Esporte da FMP/Fase, Clévia Sies.

Segundo ela, “esse novo ramo da Psicologia atua com inúmeras técnicas somáticas e cognitivas sobre os aspectos psíquicos, aumentando a performance dos indivíduos”. Com o suporte psicológico, o atleta “é acompanhado de perto e tem seu desenvolvimento humano respeitado. Há muito mais em jogo, além de derrotas e vitórias”, ela afirma.

Como mencionado, é uma área da psicologia que estuda o comportamento de pessoas ligadas ao esporte, e como os exercícios físicos influenciam o desenvolvimento mental e físico de cada um.

Seu objetivo é orientar os atletas e profissionais da área esportiva, guiando-os para obter um melhor desempenho em suas carreiras. Analisando e compreendendo suas ações, pensamentos e dificuldades, o psicólogo do esporte pode, dessa maneira, ajudar seu paciente a controlar emoções, melhorar sua performance, e até mesmo seu relacionamento com membros da equipe.

 

Vale a pena citar algumas áreas de atuação da Psicologia do E sporte, além do campo de atletas profissionais :

  • Projetos sociais (onde há o objetivo de criar educação e socialização dos jovens e crianças carentes);
  • Iniciação esportiva (desde jovem o atleta é preparado para esse meio);
  • Reabilitação de atletas (normalmente após alguma lesão);
  • Esporte escolar (a introdução dos esportes em escolas e centros de aprendizagem);
  • Inserção social (onde pessoas com problemas cardíacos, mentais, necessidades especiais, etc, são introduzidas ao meio esportivo).

 

Ou seja: quem procura trabalhar nessa área pode se deparar com muitas possibilidades, pois é uma vertente da saúde que oferece milhares de situações para atuar.

Na Psicologia do Esporte, o psicólogo vai se adaptar à necessidade do paciente. Se o objetivo é se recuperar de um trauma, ou melhorar seu desempenho, esse profissional tratará as questões mentais, para que se alinhem com o corpo físico. Muitas vezes a falta do sucesso ocorre devido à psiquê, não aos músculos somente, como a maioria pode pensar.

As estratégias e objetivos são os mais diversos. Entre eles:

  • Controle de ansiedade;
  • Gerar motivação;
  • Realização de técnicas de relaxamento;
  • Tratamento de depressão;
  • Controle das emoções;
  • Tratamento de insônia;
  • Treinamento para capacitar líderes.

 

 

Há quem deseje se aprofundar nas teorias, então vale a pena dizer que o setor de pesquisas também é uma possibilidade, seja na área de educação física ou de psicologia.

 

Casos de estresse esportivo:

 

A psicologia do esporte se torna ainda mais importante quando percebemos que o controle emocional – ou a falta dele – pode atrapalhar o desempenho do paciente, fazendo-o perder sua concentração no jogo, ou no esporte praticado.

Há diversos casos de estresse esportivo, veja abaixo:

Neymar agride torcedor

 

Há pouco tempo, o jogador deu um soco em um torcedor, na França. Ao ser provocado, Neymar perdeu a calma e o agrediu.

 

Briga generalizada entre Tigers e Yankees no baseball

 

No ano de 2017, os dois times de baseball se enfrentaram na liga MBL (Major Baseball League), mas não sem contar com brigas e expulsões. Jogadores e até mesmo a comissão técnica entraram em confusão. O resultado? Quatro jogadores expulsos e diversas multas para ambos os times.

 

Palmeiras x Cruzeiro na Copa do Brasil

 

Em 2018, na Copa do Brasil, os jogadores Sassá e Mayke tiveram que ser contidos por segurança. Uma outra série de brigas também marcou o jogo.

 

Raiders x Broncos no futebol americano

 

Antes mesmo de o jogo começar, três jogadores já tinham sido expulsos por brigarem.

Incidentes como esses devem ser tratados com atenção e cuidado, para que não se repitam e não afetem os atletas e as pessoas ao seu redor. Quanto mais controladas e discutidas essas situações, melhor os profissionais do esporte vão saber lidar com suas emoções, em vez de serem controlados por elas. Dessa forma, problemas de fora não causarão impacto dentro do esporte desenvolvido.

 

O que esperar de um profissional de Psicologia do Esporte:

 

Pela diversidade de atuação, é esperado que um psicólogo do esporte tenha um bom conhecimento onde atua – seja em consultoria de equipes, analista de treinamento esportivo, ou em diagnósticos psicológicos, e até mesmo em otimizador de eventos esportivos.

Como em toda e qualquer carreira, o profissional deve se manter atualizado nas mais diversas tendências de estudo, para jamais ficar com o conhecimento estagnado e comprometer assim seus pacientes e meios onde atua.

 

A pós em Psicologia do Esporte na FASE:

 

A FASE conta também, entre seus diversos cursos, com uma pós-graduação em Psicologia do Esporte. Os alunos do curso terão a oportunidade de atuar in loco nas modalidades de interesse, de acordo com o calendário esportivo municipal. Isso vai acontecer graças a uma parceria da FMP/FASE com a Superintendência de Esportes e Lazer de Petrópolis.

29 de julho de 2026
Gastos elevados, dívidas crescentes, maus investimentos, são muitos os fatores que fazem com que milhões de brasileiros passem por momentos de aperto, e reforçam a necessidade de ensinar educação financeira para a população. Foi com isso em mente que a aluna Jéssica Barbosa, do último período do curso de Administração da UNIFASE, pensou em criar uma startup de educação financeira, inscreveu sua ideia e foi uma das selecionadas para o Shell Iniciativa Jovem, um dos maiores programas de empreendedorismo do país. “Minha ideia é entender a raiz do problema da escassez financeira e oferecer mentorias, dar treinamento para as pessoas, principalmente para os jovens, fazendo parcerias com fintechs, colégios e faculdades. Acredito que se a educação financeira fosse ensinada lá atrás, desde a época do Ensino Médio, muitos problemas financeiros na vida adulta poderiam ser evitados”, explica Jéssica. Desde o início da graduação, os alunos de Administração contam com diversas atividades que têm relação com o mercado e com as práticas de empreendedorismo, sendo um diferencial do curso da UNIFASE, que é desenvolvido ao longo de toda a formação. “É importante para os alunos terem essa experiência da vida concreta, do mercado, das oportunidades. Os editais e programas como esse da Shell fomentam o empreendedorismo, então à medida que os alunos participam desse processo e são selecionados, isso mostra que estão no caminho certo”, aponta Ana Auler, coordenadora do curso de Administração da UNIFASE. O Shell Iniciativa Jovem foi lançado em 2000 para fomentar o empreendedorismo jovem e acelerar a criação de negócios sustentáveis, através da capacitação de pessoas da região Sudeste entre 20 e 34 anos, oferecendo orientação e suporte. A versão brasileira do programa Global ShellLiveWire é executada pelo Centro Integrado de Estudos e Programas de Desenvolvimento Sustentável (CIEDS) e é dividida em dois processos: o de Ideação, para quem quer começar a empreender, mas não sabe como começar; e o de Operação, para quem já possui um negócio, formalizado ou não. “Estou no processo de Operação, colocando em prática tudo que aprendi na Ideação, com planos de futuramente abrir a minha empresa pelo Inova Simples, do governo federal”, conclui a empreendedora.
28 de julho de 2026
Primeira edição do Programa de Imersão Clínica Internacional na UDD aproximou alunos de diferentes modelos de assistência, pesquisa e ensino em Dor Crônica e Medicina do Sono
27 de julho de 2026
Projeto interdisciplinar reúne estudantes de diferentes cursos, incentiva a alimentação saudável e já evitou o descarte de cerca de 22 toneladas de resíduos verdes