Medicina de Petrópolis abre inscrições para transferência externa

20 de junho de 2026
Medicina de Petrópolis abre inscrições para transferência externa

Processo seletivo da UNIFASE/FMP para ingresso no segundo semestre recebe inscrições até 10 de julho

Estudantes de Medicina que desejam transferir seu curso de graduação para a Faculdade de Medicina de Petrópolis (FMP) - hoje incorporada ao Centro Universitário Arthur Sá Earp Neto (UNIFASE) - já podem se inscrever no processo seletivo de transferência externa para ingresso no segundo semestre de 2026. As inscrições estão abertas até o dia 10 de julho e devem ser realizadas exclusivamente pelo site www.unifase-rj.edu.br/transferencia.


Há quase seis décadas, a Medicina de Petrópolis forma médicos comprometidos com a ciência, o cuidado e a transformação social. Hoje, esse legado se fortalece na UNIFASE, unindo a tradição de uma das escolas médicas mais reconhecidas do país à inovação, à pesquisa e à estrutura universitária que ampliam as oportunidades de aprendizagem e desenvolvimento profissional.


Reconhecida pela excelência acadêmica e pela forte integração entre ensino, pesquisa e prática assistencial, a UNIFASE/FMP possui nota máxima junto ao Ministério da Educação (MEC), integra o grupo de escolas médicas acreditadas pelo Sistema de Acreditação de Escolas Médicas (SAEME), vinculado ao Conselho Federal de Medicina (CFM), e mantém desempenho de destaque nas avaliações nacionais da educação médica, reafirmando seu compromisso com uma formação alinhada às demandas contemporâneas da profissão.


Ao longo de sua trajetória, a instituição já formou mais de 5 mil médicos que atuam no Brasil e no exterior. O modelo pedagógico prioriza metodologias ativas e a inserção precoce dos estudantes em cenários reais de prática profissional, promovendo uma formação que integra conhecimento científico, experiência prática e desenvolvimento humano.


A estrutura acadêmica inclui hospital de ensino conveniado credenciado pelo Ministério da Saúde e pelo Ministério da Educação, ambulatório escola com mais de 100 mil pacientes cadastrados, cinco equipes próprias de Saúde da Família e laboratórios de ponta, como o Centro de Simulação Realística, o Laboratório de Medicina Regenerativa e o Centro de Inovação, Pesquisa e Atualização Cirúrgica (CIPAC).


Além disso, a instituição mantém parcerias com universidades e centros de pesquisa nacionais e internacionais, ampliando as oportunidades de intercâmbio acadêmico, desenvolvimento científico e colaboração em projetos de impacto para a sociedade.


Serviço


Transferência Externa – Medicina UNIFASE/FMPInscrições: 15 de junho a 10 de julho de 2026Resultado: 27 de julho de 2026Inscrições online: https://www.unifase-rj.edu.br/transferencia


19 de setembro de 2026
Instituição registrou quase 1 milhão de atendimentos nos últimos cinco anos em serviços próprios e conveniados e mantém uma relação com a rede pública construída ao longo de décadas
18 de setembro de 2026
A reitora da UNIFASE, Maria Isabel de Sá Earp de Resende Chaves, participou do 28º Fórum Nacional do Ensino Superior Particular (FNESP), realizado nos dias 16 e 17 de setembro, em São Paulo. Considerado um dos principais encontros do setor no país, o evento reuniu dirigentes e representantes de instituições de ensino de diferentes regiões do Brasil para discutir os desafios e as transformações da educação superior. Integrante do Conselho Consultivo do SEMESP, Maria Isabel esteve, no dia 17, no painel “A formação é um caminho sem fim”, que teve como convidado Jorge Alfonso Rodrigues Tort, diretor de Estratégias e Cooperação do Instituto do Futuro do Tec de Monterrey, do México. A mesa abordou os novos caminhos da formação profissional, com destaque para microcertificações, trilhas flexíveis de aprendizagem e lifelong learning, além dos desafios para que as instituições acompanhem as transformações da sociedade e do mundo do trabalho. Para a reitora, participar de espaços como o FNESP representa uma oportunidade de contribuir para o debate sobre os rumos da educação superior, além de acompanhar experiências e perspectivas de outras instituições. Também estiveram no evento o presidente da Fundação Octacílio Gualberto, mantenedora da UNIFASE, Dr. Jorge Dáu; o pró-reitor de Administração, Dr. Afonso Chaves; e o coordenador de EAD, Prof. Marcelo Guedes, acompanhando as discussões e as novidades que movimentam a educação superior.
17 de setembro de 2026
Por Esther Takamori, coordenadora de pesquisa da UNIFASE Algumas conquistas que hoje parecem naturais são, na verdade, muito recentes. No Brasil, as mulheres conquistaram o direito ao voto apenas em 1932. Em menos de um século, ampliaram sua presença nas universidades, nas profissões, na pesquisa, na vida pública e em posições de liderança. Nada disso aconteceu automaticamente. Foram mulheres que, em diferentes momentos, questionaram limites, enfrentaram resistências e abriram caminhos para as gerações seguintes. É essa trajetória que inspira o tema da XXXII Semana Científica da UNIFASE, que acontece de 27 a 29 de outubro, em Petrópolis: “Ciência Delas”. A proposta não é apenas celebrar o que foi conquistado, mas reconhecer que uma conquista também pode ser o ponto de partida para novas perguntas. Na ciência, essa reflexão é especialmente importante. Durante muito tempo, mulheres tiveram acesso restrito à formação e às instituições científicas. Muitas participaram de descobertas e produziram conhecimento sem receber o mesmo reconhecimento que seus pares homens. Hoje, o cenário mudou. Mulheres estão presentes em diferentes áreas do conhecimento, lideram pesquisas, formam novas gerações, desenvolvem tecnologias e ocupam espaços de decisão. Mas presença não significa que todos os desafios tenham desaparecido. Estar à frente da Coordenação de Pesquisa da UNIFASE me permite acompanhar essa transformação de perto. Vejo mulheres pesquisadoras, professoras e estudantes ocupando esses espaços e construindo suas próprias trajetórias. Ao mesmo tempo, percebo o quanto ainda é necessário criar condições para que mais mulheres possam desenvolver seus projetos, permanecer na ciência e chegar a posições de liderança. Essa experiência também reforça uma convicção: representatividade não é apenas ocupar um lugar. É fazer com que outras pessoas consigam se imaginar ocupando aquele mesmo espaço. Quando uma menina ou uma jovem encontra mulheres produzindo ciência, liderando pesquisas ou tomando decisões, novas possibilidades se tornam visíveis. Aquilo que parecia distante passa a fazer parte do horizonte. Por isso, lugar de mulher é onde ela sonhar, onde ela conquistar, onde ela quiser. Mas cada geração também recebe uma responsabilidade. Se algumas portas foram abertas por quem veio antes, cabe a nós ampliar esses caminhos e abrir outros para quem virá depois. Talvez essa seja uma das maiores aproximações entre a trajetória das mulheres e a própria ciência. Fazer ciência é perguntar, questionar respostas prontas, identificar limites e buscar novas possibilidades. As universidades têm papel fundamental nesse processo. São espaços de formação, mas também de descoberta, pensamento crítico e produção de conhecimento. Precisam permitir que diferentes experiências e perspectivas participem dessa construção. É por isso que discutir mulheres e ciência não deveria significar apenas olhar para o passado e contabilizar conquistas. É também perguntar que ciência queremos construir, quem terá espaço para produzi-la e quais caminhos ainda precisamos abrir. A “Ciência Delas” nasce desse olhar: reconhecer as mulheres que abriram caminhos, valorizar as que hoje os percorrem e pensar nas próximas gerações. As conquistas do passado não são um ponto de chegada. São parte do caminho. E os próximos horizontes começam quando alguém decide que um limite não precisa permanecer onde sempre esteve. É com esse olhar que convido vocês para a XXXII Semana Científica da UNIFASE. Espero encontrá-los lá para reconhecer os caminhos que já foram abertos e, principalmente, conversar sobre os que ainda podemos construir.