Evento gratuito permite vivência prática no Curso Técnico em Enfermagem

12 de fevereiro de 2026
Evento gratuito permite vivência prática no Curso Técnico em Enfermagem

Atividade na Escola Técnica Irmã Dulce Bastos oferece tour pelos laboratórios e participação em aulas de Enfermagem

Para quem deseja ingressar na área da saúde, a oportunidade de vivenciar, na prática, a rotina profissional pode fazer toda a diferença na escolha da carreira. Pensando nisso, a Escola Técnica Irmã Dulce Bastos promove o workshop gratuito “Conhecendo o Curso Técnico em Enfermagem”.


A proposta é proporcionar uma experiência real como aluno da instituição, permitindo que os participantes conheçam a estrutura do curso, a nova matriz curricular e as possibilidades de atuação profissional. A atividade será realizada no dia 23 de fevereiro, no Campus Barão, que fica na Avenida Barão do Rio Branco, 1.003. São duas opções de horário: das 9h às 10h30, na turma da manhã, e das 18h30 às 20h, na turma da noite.


Durante o encontro, os participantes farão um tour pelo campus, incluindo a apresentação dos laboratórios de aprendizagem da Escola Técnica e dos espaços especializados, como o laboratório anatômico, o morfofuncional, a mesa anatômica digital e o centro de simulação realística. A proposta é aproximar o candidato da infraestrutura utilizada na formação técnica e evidenciar os recursos que contribuem para a qualificação profissional.


Além da visita guiada, os inscritos poderão participar de uma aula demonstrativa, escolhendo entre dois módulos: Enfermagem Cirúrgica, com foco nas etapas cirúrgicas e no posicionamento do paciente, ou Farmacologia, abordando aspectos éticos e legais da administração de medicamentos em formato de júri simulado. A vivência prática permite compreender melhor os desafios e responsabilidades da profissão.


As atividades serão conduzidas pelos professores Gabriel Barros, Mariana Marcolino e Gabriela Estevam, docentes do Curso Técnico em Enfermagem da Escola Técnica Irmã Dulce Bastos.


As inscrições podem ser realizadas pelos links específicos de cada turma:


Turma da manhã:
https://www.unifase-rj.edu.br/extensao/curso-de-extensao/curso/workshop-conhecendo-o-curso-tecnico-em-enfermagem-turma-manha


Turma da noite:
https://www.unifase-rj.edu.br/extensao/curso-de-extensao/curso/workshop-conhecendo-o-curso-tecnico-em-enfermagem-turma-noite



Para mais informações, os interessados podem entrar em contato pelos telefones (24) 2244-6471 ou (24) 99200-4036 (WhatsApp), ou pelo e-mail contato.tecnico@unifase-rj.edu.br.


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Entender o comportamento da polpa, interpretar corretamente os sinais clínicos e conhecer as recomendações mais atuais são fatores decisivos para o sucesso do tratamento em dentes decíduos Imagine a seguinte situação. Uma criança de cinco anos chega ao consultório com uma extensa lesão de cárie em um segundo molar decíduo. Após a remoção do tecido cariado, ocorre uma exposição pulpar. Nesse momento, surge uma das perguntas mais frequentes da prática clínica: Pulpotomia? Pulpectomia? Exodontia? Essa decisão, que muitas vezes precisa ser tomada em poucos minutos, pode determinar o sucesso — ou o insucesso — do tratamento. Durante muitos anos, a escolha da terapia esteve fortemente baseada na experiência clínica individual. Hoje, entretanto, sabemos que decisões mais previsíveis dependem da integração entre diagnóstico criterioso, evidências científicas atualizadas e domínio técnico. Preservar dentes decíduos é preservar o desenvolvimento infantil O objetivo da terapia pulpar vai muito além de tratar uma polpa inflamada. Manter um dente decíduo saudável significa preservar funções fundamentais para o desenvolvimento da criança. Esses dentes mantêm o espaço para os sucessores permanentes, participam da mastigação, da fala, do desenvolvimento facial e influenciam diretamente a qualidade de vida infantil. Por isso, sempre que biologicamente possível, a conduta deve priorizar sua preservação até o momento natural da esfoliação. A terapia pulpar reúne diferentes procedimentos capazes de manter ou restabelecer a saúde pulpar, como o capeamento pulpar indireto, o capeamento pulpar direto, a pulpotomia, a pulpectomia e, mais recentemente, o tratamento endodôntico não instrumental (TENI), cuja indicação vem sendo amplamente discutida nas diretrizes mais atuais. Cada técnica possui indicações específicas e nenhuma delas deve ser escolhida apenas pela profundidade da cavidade ou pelo tamanho da exposição pulpar. O diagnóstico é a chave para uma boa decisão clínica Na prática clínica, o maior desafio raramente está na execução da técnica. O verdadeiro diferencial está na capacidade de interpretar corretamente os sinais clínicos e radiográficos para compreender o estado biológico da polpa. Dor espontânea, sangramento persistente, presença de fístula, mobilidade patológica, alterações periapicais e o padrão radiográfico são alguns dos fatores que precisam ser avaliados antes da definição do tratamento. Em outras palavras, o sucesso da terapia pulpar começa muito antes da utilização de qualquer instrumento ou material restaurador. As evidências científicas mudaram a forma de tratar dentes decíduos Nas últimas décadas, importantes avanços modificaram os protocolos para o tratamento pulpar em dentes decíduos. As recomendações da American Academy of Pediatric Dentistry (AAPD) passaram a priorizar tratamentos mais conservadores sempre que biologicamente possíveis, enquanto novas abordagens, como o tratamento endodôntico não instrumental (TENI), ampliaram as possibilidades terapêuticas em situações específicas. Além disso, materiais como MTA, Biodentine e cimentos biocerâmicos trouxeram novas perspectivas para o tratamento pulpar, ampliando a previsibilidade clínica quando corretamente indicados. Esses avanços demonstram que a atualização científica deixou de ser um diferencial e passou a ser uma necessidade para os cirurgiões-dentistas que atendem pacientes infantis e desejam oferecer tratamentos modernos, seguros e baseados em evidências. Da teoria à tomada de decisão clínica Conhecer os protocolos é importante. Mas transformar conhecimento em segurança clínica exige prática. Discutir casos reais, interpretar exames radiográficos, compreender as indicações e os limites de cada técnica e executar os procedimentos em ambiente laboratorial permite ao cirurgião-dentista desenvolver um raciocínio clínico mais consistente e aplicável à rotina do consultório. Afinal, cada paciente apresenta características próprias, e nenhuma diretriz substitui o julgamento clínico de um profissional bem preparado. Atualização profissional baseada em evidências A evolução da Odontologia exige um processo permanente de atualização. Mais do que acompanhar novos materiais ou técnicas, o cirurgião-dentista precisa desenvolver segurança para tomar decisões clínicas cada vez mais conscientes, previsíveis e fundamentadas. É justamente para responder a essa necessidade que a UNIFASE oferece a Imersão em Terapia Pulpar em Dentes Decíduos, uma formação voltada para cirurgiões-dentistas, odontopediatras, clínicos gerais e profissionais que desejam aperfeiçoar sua tomada de decisão clínica e aprofundar seus conhecimentos sobre os protocolos mais atuais para o tratamento pulpar em dentes decíduos. O curso integra aulas teóricas fundamentadas nas evidências científicas mais recentes, discussão de casos clínicos, treinamento laboratorial e atendimento clínico supervisionado, proporcionando uma experiência de aprendizagem que conecta conhecimento científico, prática clínica e desenvolvimento profissional. Mais do que ensinar técnicas, a proposta é capacitar o profissional para tomar decisões clínicas seguras, conscientes e baseadas em ciência, oferecendo às crianças tratamentos cada vez mais conservadores, previsíveis e de maior qualidade. Se você busca uma atualização que une teoria, prática e evidências científicas para transformar sua atuação clínica, conheça a Imersão em Terapia Pulpar em Dentes Decíduos da UNIFASE e descubra como essa experiência pode contribuir para a sua formação profissional. Saiba mais sobre o curso: https://www.unifase-rj.edu.br/curso-atualizacao/imersao-em-terapia-pulpar-em-dentes-deciduos