Escola Técnica Irmã Dulce Bastos apresenta nova matriz curricular do Curso Técnico em Enfermagem

11 de fevereiro de 2026
Escola Técnica Irmã Dulce Bastos apresenta nova matriz curricular do Curso Técnico em Enfermagem

Mudanças acompanham as demandas do mercado de trabalho e ampliam a formação prática dos alunos

A Escola Técnica Irmã Dulce Bastos anuncia a implementação da nova matriz curricular do Curso Técnico em Enfermagem, que passa a vigorar a partir do primeiro semestre de 2026. A atualização foi construída a partir da análise das demandas do mercado de trabalho e das necessidades atuais da população, com foco em uma formação ainda mais completa, atualizada e alinhada à prática profissional.

“O mercado da saúde segue em expansão e, com ele, cresce a demanda por profissionais qualificados. Entre as carreiras mais procuradas está a de Técnico em Enfermagem, que oferece alta empregabilidade e oportunidades em diferentes áreas. Nossa última turma formada, por exemplo, já conta com 20% dos alunos inseridos no mercado de trabalho, enquanto outros seguem em processos seletivos”, comenta Roberta Brand, coordenadora pedagógica do Curso Técnico em Enfermagem.

Entre as principais novidades está a inclusão da unidade curricular Cultura Digital já no primeiro módulo do curso, preparando os alunos para o uso consciente e estratégico das tecnologias aplicadas à área da saúde e aos processos de trabalho em Enfermagem.

No Módulo IV, a matriz passou a contemplar conteúdos voltados a áreas de alta complexidade e grande demanda profissional, como Terapia Intensiva Pediátrica e Neonatal e Assistência de Enfermagem Domiciliar (Home Care), além da ampliação da unidade de Urgência e Emergência. Já o Módulo II expandiu as unidades de Farmacologia e Saúde do Adulto e do Idoso, com ênfase em oncologia e no envelhecimento populacional. As mudanças reforçam a preparação do estudante para atuar em diferentes contextos, incluindo o cuidado ao paciente crítico, a assistência fora do ambiente hospitalar e o atendimento a uma população cada vez mais envelhecida.

“A nova organização curricular fortalece o desenvolvimento de um olhar crítico e reflexivo sobre a prática da enfermagem, integrando teoria, prática e estágios supervisionados em instituições de referência, como o Hospital Santa Teresa, Hospital Alcides Carneiro, Ambulatório Escola, UPAs e Unidades de Saúde da Família. Os alunos também podem participar de projetos de extensão e eventos científicos, que fortalecem a formação técnica e o compromisso com o cuidado humanizado”, explica Jéssica Vardiero, coordenadora Técnica do Curso Técnico em Enfermagem.

Com 70 vagas disponíveis, sendo 35 para o turno da manhã e 35 para o da noite, o curso tem duração de 24 meses e carga horária total de 1.806 horas, integrando teoria e prática desde o primeiro módulo. Os estudantes têm acesso a laboratórios modernos, metodologias de ensino inovadoras e à expertise da UNIFASE/FMP – instituição referência na área da saúde há quase 60 anos.

As matrículas são realizadas presencialmente, de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 17h30, na Secretaria do Campus Barão, localizada na Avenida Barão do Rio Branco, nº 1.003 – Centro, Petrópolis. O edital completo pode ser consultado no site: 
https://www.unifase-rj.edu.br/escolatecnica/tecnico-em-enfermagem.


Workshop Conhecendo o Curso Técnico em Enfermagem

Com o objetivo de apresentar a nova matriz curricular, a estrutura do curso e as possibilidades de atuação profissional, a Escola Técnica Irmã Dulce Bastos promove, no dia 23 de fevereiro, o workshop Conhecendo o Curso Técnico em Enfermagem. A atividade contará com duas opções de horário: das 9h às 10h30 e das 18h30 às 20h.

Durante o workshop, os participantes poderão vivenciar, na prática, a rotina da profissão, participando de aulas práticas nas áreas de Enfermagem Cirúrgica ou Farmacologia, conhecendo de perto os desafios e o dia a dia da área da saúde.

Para mais informações, os interessados podem entrar em contato pelos telefones (24) 2244-6471 ou (24) 99200-4036 (WhatsApp), ou pelo e-mail 
contato.tecnico@unifase-rj.edu.br.

Links para inscrição no workshop:
Manhã: 
https://www.unifase-rj.edu.br/extensao/curso-de-extensao/curso/workshop-conhecendo-o-curso-tecnico-em-enfermagem-turma-manha 


Noite:
 https://www.unifase-rj.edu.br/extensao/curso-de-extensao/curso/workshop-conhecendo-o-curso-tecnico-em-enfermagem-turma-noite


24 de fevereiro de 2026
Com o tema "Cuidar, Cooperar e Transformar: o caminho para uma transição justa e regenerativa", o Centro Universitário Arthur Sá Earp Neto deu início à quarta edição da Jornada da Virada Climática, que se estende até o dia 23 de março com uma programação variada, gratuita e aberta ao público. Ao longo do mês, haverá debates, oficinas e ações em território, todos com temas relacionados à saúde planetária. "Há quatro anos que a UNIFASE convida a cidade de Petrópolis a debater sobre as questões das emergências climáticas e como elas afetam seus moradores. Os efeitos destas mudanças atingem diferentes grupos sociais, de diversas maneiras, então é muito importante que a cidade como um todo construa um conhecimento sobre essas questões, focando, sobretudo, em como podemos nos preparar e minimizar os impactos dessas ocorrências", explica o professor Ricardo Tammela, coordenador de Extensão da UNIFASE. Na abertura do evento, foi exibido o curta "Ilha das Flores", seguido de um debate com os professores Ricardo Tammela e Paulo Sá, especialista em Saúde Planetária e Cultura Regenerativa. A programação tem o objetivo de expandir o debate para além da academia, promovendo um diálogo com a sociedade. "Achei o documentário muito interessante porque tem a ver com o meio ambiente e a questão do lixo, que está diretamente ligada a pessoas que estão na extrema pobreza. Nós precisamos ouvi-las para que possamos promover mudanças, então esse tipo de evento é importante para dar voz à parte da sociedade que está escondida nos bairros", comenta Pilar Boche, voluntária do Movimento Internacional ATD Quarto Mundo. O evento contou não só com alunos da UNIFASE, como também de outras instituições de ensino. "Tem pessoas que provavelmente não teriam participado do debate se não tivessem sido confrontadas com as questões apresentadas pelo documentário. E por mais que elas não tenham experiência direta com os desastres socioambientais, é necessário que elas falem porque as políticas públicas não são feitas somente dentro de uma Câmara. Um cine debate como o de hoje é importante para dar voz a essas pessoas", complementou Maria Clara Sardinha, estudante da escola Firjan/SESI e integrante do projeto Geodric, realizado em parceria com a UFRJ e o CNPq. As atividades da IV Jornada Climática não se restringem ao campus da UNIFASE (Av. Barão do Rio Branco, 1003), abrangendo outras instituições de ensino superior, como CEFET, UFRJ e UFF, e organizações como o SERRATEC, EDUCAFRO e Rebio Araras. "A jornada foi pensada a partir da tragédia ocorrida na cidade em 2022 e, desde o início, a proposta, ainda que em um ambiente universitário, é envolver todo o município. Essa edição tem o diferencial de mobilizar outras instituições para que elas também desenvolvam uma programação aberta à população, acerca desse tema. Isso é uma maneira de fazer as pessoas se envolverem mais no processo reflexivo e, quem sabe, a partir daí surgirem projetos que possam ser colocados em prática. Teremos uma programação durante o mês todo, em diferentes espaços, onde poderemos fazer essa reflexão com diferentes nichos populacionais", conclui o professor Paulo Sá, um dos organizadores do evento. Entre os destaques da programação desta semana, o Cefet/RJ campus Petrópolis promove a palestra "Sistema de Monitoramento Sem-fio de Umidade do Solo para a Predição de Deslizamentos de Terra", com o professor Felipe Henriques, no dia 25 de fevereiro, às 14h. Já nos dias 27 e 28 haverá roda de conversa, com o psicólogo Rafael do Carmo e oficina, com o professor Paulo Sá. Ambas as atividades acontecem no campus da UNIFASE, às 14h e às 9h, respectivamente.  A programação completa está disponível em: https://www.unifase-rj.edu.br/evento-de-extensao/iv-jornada-da-virada-climatica Confira os destaques da programação nesta semana: 25 de fevereiro de 2026 Palestra: Sistema de Monitoramento Sem-fio de Umidade do Solo para a Predição de Deslizamentos de Terra, com o Prof. Felipe Henriques - CEFET-RJ campus Petrópolis Local: CEFET-RJ campus Petrópolis Horário: 14h às 17h Público alvo: Aberto a todos os interessados 27 de fevereiro de 2026 Roda de Conversa: Uma Leitura Kafkiana: Da virada em Pedro, o Vermelho à Virada Climática, com o Psicólogo Rafael do Carmo Local: Auditório do Centro Cultural - UNIFASE Horário: 14h às 17h Público alvo: Aberto a todos os interessados 28 de fevereiro de 2026 Oficina: Eu e os Eventos Climáticos - Como mitigar com o meu exercício profissional?, com o Prof. da UNIFASE, Paulo Sá Local: Auditório do Centro Cultural - UNIFASE Horário: 09h às 12h Público alvo: Profissionais da saúde, agentes comunitários e profissionais de unidades de conservação
23 de fevereiro de 2026
Evento reúne especialistas para discutir diagnóstico, cuidado e humanização
23 de fevereiro de 2026
Redação TV UNIFASE Os corredores e alas de pediatria do Hospital Alcides Carneiro (HAC), em Petrópolis, vão ganhar música, cor e gargalhadas com o projeto Acalanto – Risos, Afetos e Encontros. A iniciativa, lançada no Pavilhão de Ensino da Unifase, pretende transformar o ambiente hospitalar em um espaço de acolhimento e humanização por meio da arte da palhaçaria. Arte como aliada da saúde O projeto é realizado por profissionais de artes cênicas dos grupos Palhastônicos e Teatro Circense. A atuação no hospital foi viabilizada por meio da Lei de Incentivo à Cultura e conta com parceria do Centro Universitário Arthur Sá Earp Neto (Unifase/FMP). A proposta é melhorar o bem-estar dos pacientes por meio da alegria, auxiliando a equipe de saúde no processo de recuperação. O grupo é formado por cinco artistas: Andressa Hazboun (palhaça Flor), Dalus Gonçalvez (palhaço Tunico), Madson José (palhaço Careca), Léo Gaviole (palhaço Mortandela) e Renata Alves (palhaça Marmelada). O diretor técnico do Hospital de Ensino Alcides Carneiro, Luís Arnaldo Magdalena, destacou a importância da iniciativa para o cotidiano hospitalar, ressaltando que a humanização é parte fundamental da prática diária da unidade. “Agora vamos usar, cada vez mais com esse projeto, a boa risada, a boa gargalhada. Aquele carinho que, muitas vezes, falta em nosso cotidiano”, comentou. Inspiração A inspiração para o Acalanto veio de iniciativas já consolidadas, como o projeto Doutores da Alegria e o programa Enfermaria do Riso, coordenado por Ana Achcar na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio). Ana trabalha desde 1998 na formação de estudantes de teatro para atuação como palhaços em unidades de saúde. Durante o lançamento, ela compartilhou experiências com os profissionais do hospital: “a palhaçada no hospital deixa marcas de força, de superação, de um olhar renovado sobre aquela realidade. Ela deixa marcas que as pessoas levam para a vida toda, até mesmo para fora do hospital. Temos histórias de pacientes que voltam a se relacionar com os palhaços ou até parentes de um paciente que veio a óbito e retornam ao hospital para encontrá-los, porque, de certa forma, a experiência e a troca com os palhaços foram um momento bom dentro daquela vivência de dor”, explicou. Segundo ela, o trabalho exige formação específica, já que o ambiente hospitalar envolve aspectos emocionais e psicológicos que precisam ser respeitados. A atuação, explica, não substitui o trabalho clínico, mas acontece em diálogo com a equipe de saúde. “Cada vez mais, percebo o quanto é importante ter formação para esse trabalho, porque não é simples, é complexo. As crianças internadas — e também quem está ao redor delas — têm aspectos emocionais e psicológicos que precisam ser levados em conta. A formação envolve diálogo com a equipe de saúde, porque o palhaço e a palhaça não vão ao hospital para divertir as crianças enquanto a equipe toma um café. Queremos atuar junto com os profissionais de saúde. Essa conversa acontece no processo de formação. É preciso se preparar para estar no hospital com as crianças, atuando como palhaços e palhaças”, afirmou. Formação e expansão A partir de agora, o projeto Acalanto deve se tornar multiplicador da metodologia aplicada por Ana Achcar em Petrópolis. A proposta prevê capacitar profissionais de saúde e alunos da UNIFASE na arte da palhaçaria voltada ao atendimento hospitalar. O lançamento contou com a presença de autoridades municipais, direção do Hospital Alcides Carneiro e representantes da UNIFASE. Para o secretário de Saúde de Petrópolis, Aloisio Barbosa Filho, a iniciativa representa um avanço na humanização do atendimento. “É um projeto maravilhoso, porque você leva alegria para um ambiente que, muitas vezes, é marcado pela tristeza. Ao levar alegria para um espaço hospitalar, você promove amor — e o amor é contagioso. Essa alegria ajuda a enfrentar a doença, que é um processo realmente doloroso. Vamos começar pela pediatria e queremos ampliar o projeto para atender todos os pacientes, quem sabe em todas as unidades de Petrópolis, levando alegria para dentro do ambiente de tratamento”, finalizou. Benefícios do riso De acordo com o Ministério da Saúde, o riso estimula a liberação de endorfina, neurotransmissor responsável pelas sensações de prazer e bem-estar. Ele atua como analgésico natural e pode trazer benefícios aos sistemas cardiovascular, respiratório e imunológico. Com o Acalanto, a expectativa é que o hospital se torne um espaço onde o tratamento médico caminhe junto com afeto, arte e humanização. Confira o Ligado na UNIFASE: https://youtu.be/P01ENlqnDXE?si=6Xme-8A5k88Sgj3X