22º. Festival de Inverno de Petrópolis

7 de julho de 2023
22º. Festival de Inverno de Petrópolis

De 14 a 23 de julho, o Instituto Dell’Arte promove a 22ª. edição do tradicional Festival de Inverno de Petrópolis. Serão dez dias repletos de atrações de alta qualidade artística, em locais como a Catedral São Pedro de Alcântara, Palácio de Cristal, UNIFASE- Centro Universitário Arthur Sá Earp Neto, Centro Cultural Raul de Leoni e a Casa Stefan Zweig. Toda a programação é gratuita, ancorada na “Campanha da Solidariedade”, com o objetivo de arrecadar alimentos para instituições carentes da região. 


O Concerto de Abertura será na Catedral São Pedro de Alcântara, sexta- feira, dia 14 de julho, às 19h30m, com a Camerata Antiqua de Curitiba. No programa, o excepcional Oratório Joshua, de Händel, sob a regência de Ricardo Kanji, em versão reduzida. A apresentação desta noite promete ser um dos pontos altos do festival, com importantes participações do coro e solistas interpretados pelo tenor Anibal Mancini, no papel de Joshua; a soprano Marília Vargas, como Achsah; o contratenor Paulo Mestre, interpretando Othoniel; e o barítono Fúlvio Souza, como Caleb.


O Palácio de Cristal será palco da badalada série Cristal Jazz, que este ano trará shows em diferentes horários: às 18h30m e 20h. Artistas do calibre de Mauro Senise & Cristóvão Bastos, Leo Gandelman, Victor Biglione, Robertinho Silva, Nei Conceição & Maira Freitas e o Jazz das Minas. Os talentos locais serão representados por estrelas como Karina Duque Estrada, Toco de Graúna, Gavioli Trio, Pablo Vares, Mano a Mano e Encantabreu com Bruna Souza.


Também no Palácio de Cristal diversas oficinas musicais serão oferecidas, como: Baixo Elétrico, com Cristiano Gavioli, Orquestra de Latofones com Joaquim de Paula, Encontro em Quatro Cordas - Ukulele e Cavaquinho com Bruna Souza, Cante e os Males Espante, com Tainá de Abreu.


Este ano, o Instituto Dellarte celebra o início de uma importante parceria com a UNIFASE. O Teatro Sala Arthur de Sá Earp Neto receberá, sempre às 18h30m, a Série Dellarte, concertos de música clássica com os mais representativos artistas do gênero.


A abertura será sábado, dia 15, com o Quarteto Atlântico (Ivan Scheinvar e Thiago Teixeira nos violinos, Luiz Felipe Ferreira na viola e Bruno Valente

no violoncelo). O grupo, que completa 10 anos neste ano, apresentará um repertório de peso: obras de Osvaldo Lacerda, Samuel Barber e Beethoven. 


Domingo, dia 16, o Duo Gerk & Lima, formado pela soprano Maria Gerk e pelo violonista Marco Lima, apresentará um breve panorama da música de câmara espanhola do século XX para voz e violão.


Quarta-feira, dia 19, será a vez do Trio Elisa Fukuda, com Marcos Aragoni ao piano, Elisa Fukuda ao violino e Moisés Ferreira no violoncelo. No

programa, o Trio Op.49 n.1 em ré menor, de Mendelssohn e o Trio Op.70 n.1, em ré maior, de Beethoven.


A programação da Série Dellarte continua quinta-feira, dia 20, com o Trio Aquarius, formado por Flávio Augusto ao piano, Ricardo Amado no violino e Ricardo Santoro no violoncelo. No programa, o Trio em sol maior, Hob. XV: 25, de Haydn, Cinco miniaturas brasileiras, de Villani-Côrtes e as "As Quatro Estações Portenhas", de Astor Piazzolla. 


Sexta-feira, dia 21, a aclamada Orquestra Sinfônica Mariuccia Iacovino, de Campos dos Goytacazes, é composta de 58 músicos e tem direção geral do maestro Jony William Villela. Formada em 1995, a partir da inclusão de seu projeto na ONG Orquestrando a Vida, traz um programa eclético, com temas de Dominguinhos, Tchaikovsky, Gershwin, Sivuca e Chico da Silva, entre outros.


Sábado, dia 22, o Duo Braga & Balloussier apresentará peças para violoncelo e piano de Schubert, Janáček, Arthur Napoleão e Piazzolla. O violoncelista Miguel Braga traz em seu currículo concertos com importantes orquestras brasileiras e prêmios em concursos. Katia Balloussier, camerista experiente, desde 1997 ocupa o cargo de pianista acompanhadora da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro.


O grupo PianOrquestra, criado e com a direção de Claudio Dauelsberg, traz o show de lançamento do álbum “CollectivA” no domingo, dia 23, fechando a programação Série Dellarte na UNIFASE. O repertório inclui os compositores Villa-Lobos e Santoro, Pixinguinha, Hermeto e Egberto, Amaral Vieira e um novo arranjo para uma composição autoral (Ciranda).


A icônica Casa Stefan Zweig, onde morou o famoso escritor austríaco, também receberá programação clássica: o Duo Ruvatto, com a cantora, compositora e atriz Danielly Ruf e o violonista Tacio Prevatto em um programa entusiasmante, “Canções Antigas Espanholas e Obras Latino-americanas para violão”. Já o Duo Ariane Petri (fagote) e Geisa Felipe (flauta) apresenta um repertório inspirado na saga dos exilados, com obras de compositores que imigraram ao Brasil vindos da Europa.


O Festival de Inverno também ocupará o Centro de Cultura Raul de Leoni com duas apresentações da peça “Bis, 14 Bis, As Estações de Dumont”, em comemoração aos 150 anos de nascimento do genial Santos Dumont. O sonho de voar, o ato de criar e inventar do pacifista brasileiro será cantado com composições e poesias inéditas recitadas por quatro atores-clowns, em uma mini-opereta com intervenções poéticas.


“São mais de 20 anos de história promovendo o Festival de Inverno, sempre com muita criatividade e parcerias, sem jamais abrir mão da qualidade artística. Colaborar e dinamizar a vida cultural de Petrópolis, além de impulsionar a economia da cidade, são pilares fundamentais para o Instituto Dell’Arte”, exalta Steffen Dauelsberg, diretor executivo da Dellarte. 


Segundo o prefeito de Petrópolis, Rubens Bomtempo, “O Festival de Inverno é um evento que vem aquecer ainda mais a nossa alta temporada. A retomada do turismo está a todo vapor, com finais de semana de cidade cheia há pelo menos dois meses. Reflexo do trabalho que vem sendo feito em várias áreas, para recuperar a confiança dos turistas, garantindo segurança e claro, boas atrações, como a tradicional Bauernfest, realizada novamente em seu período original, e o Festival de Inverno nesta segunda quinzena de julho”.


Através de programas de incentivo e parceria com instituições locais, a concessionária Águas do Imperador vem, a cada ano, investindo em ações e eventos que promovem a educação e a cultura acessível para os moradores de Petrópolis. “Águas do Imperador possui a responsabilidade social, assim como ambiental, em sua essência. Por isso, vemos no Festival de Inverno um evento importante, já consolidado em nossa cidade, que leva cultura e oferece a todos a oportunidade de apreciar a beleza da música clássica e ter contato com uma diversidade de manifestações artísticas que serão apresentadas no evento”, ressalta o diretor de Águas do Imperador, João Henrique Tebyriça de Sá.


O Festival de Inverno é apresentado pelo Ministério da Cultura, Águas do Imperador e Prefeitura de Petrópolis, patrocinado por Eletrobras Furnas, apoio da UNIFASE, apoio institucional da Prefeitura de Petrópolis, produção da Dellarte, realização do Instituto Dell’Arte e Ministério da Cultura, Governo Federal / União e Reconstrução.


22º. FESTIVAL DE INVERNO DE PETRÓPOLIS

De 14 a 23 de julho

Locais: Catedral de São Pedro, Palácio de Cristal, UNIFASE - Teatro Arthur de Sá Earp Neto, Centro Cultural Raul de Leoni e Casa Stefan Zweig.

Todas as atrações têm entrada gratuita

Programação sujeita a alterações

Mais informações: www.dellarte.com.br


6 de julho de 2026
Entender o comportamento da polpa, interpretar corretamente os sinais clínicos e conhecer as recomendações mais atuais são fatores decisivos para o sucesso do tratamento em dentes decíduos Imagine a seguinte situação. Uma criança de cinco anos chega ao consultório com uma extensa lesão de cárie em um segundo molar decíduo. Após a remoção do tecido cariado, ocorre uma exposição pulpar. Nesse momento, surge uma das perguntas mais frequentes da prática clínica: Pulpotomia? Pulpectomia? Exodontia? Essa decisão, que muitas vezes precisa ser tomada em poucos minutos, pode determinar o sucesso — ou o insucesso — do tratamento. Durante muitos anos, a escolha da terapia esteve fortemente baseada na experiência clínica individual. Hoje, entretanto, sabemos que decisões mais previsíveis dependem da integração entre diagnóstico criterioso, evidências científicas atualizadas e domínio técnico. Preservar dentes decíduos é preservar o desenvolvimento infantil O objetivo da terapia pulpar vai muito além de tratar uma polpa inflamada. Manter um dente decíduo saudável significa preservar funções fundamentais para o desenvolvimento da criança. Esses dentes mantêm o espaço para os sucessores permanentes, participam da mastigação, da fala, do desenvolvimento facial e influenciam diretamente a qualidade de vida infantil. Por isso, sempre que biologicamente possível, a conduta deve priorizar sua preservação até o momento natural da esfoliação. A terapia pulpar reúne diferentes procedimentos capazes de manter ou restabelecer a saúde pulpar, como o capeamento pulpar indireto, o capeamento pulpar direto, a pulpotomia, a pulpectomia e, mais recentemente, o tratamento endodôntico não instrumental (TENI), cuja indicação vem sendo amplamente discutida nas diretrizes mais atuais. Cada técnica possui indicações específicas e nenhuma delas deve ser escolhida apenas pela profundidade da cavidade ou pelo tamanho da exposição pulpar. O diagnóstico é a chave para uma boa decisão clínica Na prática clínica, o maior desafio raramente está na execução da técnica. O verdadeiro diferencial está na capacidade de interpretar corretamente os sinais clínicos e radiográficos para compreender o estado biológico da polpa. Dor espontânea, sangramento persistente, presença de fístula, mobilidade patológica, alterações periapicais e o padrão radiográfico são alguns dos fatores que precisam ser avaliados antes da definição do tratamento. Em outras palavras, o sucesso da terapia pulpar começa muito antes da utilização de qualquer instrumento ou material restaurador. As evidências científicas mudaram a forma de tratar dentes decíduos Nas últimas décadas, importantes avanços modificaram os protocolos para o tratamento pulpar em dentes decíduos. As recomendações da American Academy of Pediatric Dentistry (AAPD) passaram a priorizar tratamentos mais conservadores sempre que biologicamente possíveis, enquanto novas abordagens, como o tratamento endodôntico não instrumental (TENI), ampliaram as possibilidades terapêuticas em situações específicas. Além disso, materiais como MTA, Biodentine e cimentos biocerâmicos trouxeram novas perspectivas para o tratamento pulpar, ampliando a previsibilidade clínica quando corretamente indicados. Esses avanços demonstram que a atualização científica deixou de ser um diferencial e passou a ser uma necessidade para os cirurgiões-dentistas que atendem pacientes infantis e desejam oferecer tratamentos modernos, seguros e baseados em evidências. Da teoria à tomada de decisão clínica Conhecer os protocolos é importante. Mas transformar conhecimento em segurança clínica exige prática. Discutir casos reais, interpretar exames radiográficos, compreender as indicações e os limites de cada técnica e executar os procedimentos em ambiente laboratorial permite ao cirurgião-dentista desenvolver um raciocínio clínico mais consistente e aplicável à rotina do consultório. Afinal, cada paciente apresenta características próprias, e nenhuma diretriz substitui o julgamento clínico de um profissional bem preparado. Atualização profissional baseada em evidências A evolução da Odontologia exige um processo permanente de atualização. Mais do que acompanhar novos materiais ou técnicas, o cirurgião-dentista precisa desenvolver segurança para tomar decisões clínicas cada vez mais conscientes, previsíveis e fundamentadas. É justamente para responder a essa necessidade que a UNIFASE oferece a Imersão em Terapia Pulpar em Dentes Decíduos, uma formação voltada para cirurgiões-dentistas, odontopediatras, clínicos gerais e profissionais que desejam aperfeiçoar sua tomada de decisão clínica e aprofundar seus conhecimentos sobre os protocolos mais atuais para o tratamento pulpar em dentes decíduos. O curso integra aulas teóricas fundamentadas nas evidências científicas mais recentes, discussão de casos clínicos, treinamento laboratorial e atendimento clínico supervisionado, proporcionando uma experiência de aprendizagem que conecta conhecimento científico, prática clínica e desenvolvimento profissional. Mais do que ensinar técnicas, a proposta é capacitar o profissional para tomar decisões clínicas seguras, conscientes e baseadas em ciência, oferecendo às crianças tratamentos cada vez mais conservadores, previsíveis e de maior qualidade. Se você busca uma atualização que une teoria, prática e evidências científicas para transformar sua atuação clínica, conheça a Imersão em Terapia Pulpar em Dentes Decíduos da UNIFASE e descubra como essa experiência pode contribuir para a sua formação profissional. Saiba mais sobre o curso: https://www.unifase-rj.edu.br/curso-atualizacao/imersao-em-terapia-pulpar-em-dentes-deciduos
3 de julho de 2026
Principal evento nacional sobre prevenção e posvenção do suicídio reunirá especialistas, pesquisadores e profissionais de diferentes áreas entre os dias 5 e 8 de agosto
2 de julho de 2026
Como fazer o público jovem se interessar por política? Quais são as maiores dificuldades enfrentadas pelo microempreendedor individual para que seu negócio prospere? De que maneira os retalhos descartados pela indústria têxtil podem ser reutilizados de forma empreendedora e sustentável? Essas perguntas orientaram os projetos desenvolvidos por estudantes do segundo período do curso de Administração da UNIFASE durante as atividades de curricularização da extensão,modelo que prevê que, no mínimo, 10% da carga horária dos cursos de graduação seja dedicada a atividades desenvolvidas em interação com a sociedade. Por meio dessa proposta , os estudantes investigam demandas reais da comunidade e desenvolvem soluções que unem gestão, cidadania, empreendedorismo e sustentabilidade desde os primeiros períodos da graduação.  "O grande papel da Extensão no curso de Administração é humanizar a gestão. Através desses projetos, os alunos vão a campo para entender outras realidades e interagir com outros conhecimentos além dos adquiridos em sala de aula. Tudo isso contribui para que ele se torne um profissional integral, mais bem capacitado para o mercado de trabalho, que entende a responsabilidade social necessária para gerir negócios, pessoas e capital", analisa a professora Luciene Baptista, docente do curso de Administração da UNIFASE. Com um olhar atento para questões atuais da sociedade, os alunos pensaram em propostas que tenham impacto social na tomada de decisão, gestão de negócios, cidadania, empreendedorismo e sustentabilidade. A partir da percepção de que os jovens estão cada vez mais desconectados de assuntos relacionados à política, um dos grupos desenvolveu o projeto "Democracia em Pixel", que visa abordar conceitos complexos das Ciências Sociais em vídeos dinâmicos para o público de 16 a 24 anos, utilizando uma linguagem imparcial e adaptada à Geração Z. "Queremos falar sobre o poder do voto e a importância de desenvolver uma consciência política, focando no exercício da cidadania. Nosso primeiro vídeo foi sobre o 'efeito manada', que foi exibido para alunos do segundo ano do ensino médio do colégio Pensi. Em seguida, fizemos uma dinâmica com jujubas relacionada ao tema, para traduzir o conceito de uma maneira tangível e engajadora, e foi um sucesso! Agora queremos expandir o projeto para mais escolas", comenta Elian Venancio, aluno do segundo período do curso de Administração da UNIFASE. Ainda com foco na criação de vídeos informativos para as redes sociais, o segundo grupo criou o projeto "SIGA - Suporte com Informação de Gestão Agilizada", tendo como tema a educação empresarial para microempreendedores individuais (MEI). Com dados fornecidos pelo Sebrae, os alunos identificaram os principais obstáculos para o sucesso de pequenos negócios, que muitas vezes encerram suas atividades logo nos primeiros anos. "Nossa proposta é fornecer informações para microempreendedores com dificuldades para administrar seu próprio negócio, por meio de vídeos com linguagem acessível e didática. Inicialmente escolhemos temas pertinentes como fluxo de caixa, formação de preço e separação da conta jurídica da conta física, que são etapas essenciais na gestão de empreendimentos", explica a estudante Natalia Lima. O terceiro grupo, por sua vez, teve como base a economia circular, com a proposta de reutilização de retalhos da indústria têxtil para a produção de peças artesanais, a serem confeccionadas por mulheres de baixa renda ou em situação de vulnerabilidade social em Petrópolis. "Com o apoio da UNIFASE, conseguimos uniformes de funcionários da instituição que seriam descartados e através de uma parceria com o Inova Petrópolis Moda e um projeto social, eles foram transformados em novos produtos, como mochilas e estojos. Conseguimos aliar a sustentabilidade ao desenvolvimento de pequenos negócios, que podem se tornar uma fonte de renda para mulheres em vulnerabilidade", destaca a aluna Maria Eduarda Lago, que integra o grupo do projeto "Retalhos, Economia Circular". Os trabalhos, que seguirão em aperfeiçoamento ao longo da graduação - até o 4º período, foram avaliados pelos professores Gladistone Afonso, Mônica Fontes, Rodrigo Lopes, Thais Martins e Luciene Baptista, docentes do curso de Administração da UNIFASE.