Pandemia destaca a demanda por profissionais especialistas em exames por imagem

5 de agosto de 2021
Pandemia destaca a demanda por profissionais especialistas em exames por imagem

A pandemia evidenciou a importância das equipes multiprofissionais que atuam no cuidado e atenção aos pacientes. Os exames de diagnóstico, por exemplo, estão com alta demanda. Não apenas para avaliação dos quadros respiratórios agudos, que em sua maioria necessitam de exames de tomografia de tórax, mas também para atender ao grande número de pacientes que desenvolve sintomas após serem acometidos pela COVID-19. Neste contexto, profissionais da área de radiologia precisam estar qualificados para atenderem às demandas de exames complementares, essenciais para auxiliar na tomada de decisão do médico sobre o melhor tratamento para combater as sequelas da doença.

“Não são apenas problemas respiratórios, mas também neurológicos e osteoarticulares que merecem avaliações radiológicas das mais variáveis, com exames convencionais, ressonância magnética, densitometria, entre outros. Este fato, somado ao reaquecimento da economia, tem gerado novos investimentos na área da saúde, com ênfase em centros de imagem, que têm como força motriz os profissionais de radiologia. Há demanda no mercado de trabalho por pessoas que estejam preparadas para atuar também no pós-pandemia”, explica o médico radiologista André Kinder, coordenador do curso de Radiologia da UNIFASE.

Visando as possibilidades de atuação profissional, a técnica em radiologia, Natália Moreira, decidiu ingressar no curso de graduação. Além de exercer as atividades em clínicas e hospitais, a área de radiologia industrial é um segmento que atraiu a jovem.

“Eu quero ampliar os meus conhecimentos na área. A graduação é uma forma de crescimento profissional e pessoal, além de uma possibilidade de reciclar tudo que aprendi durante o curso técnico. Estou gostando muito dessa nova experiência. Apesar dos desafios que a pandemia trouxe, a faculdade não deixou de garantir qualidade e disponibilidade no processo de formação dos alunos. Atualmente, trabalho como técnica em mamografia e raios-x. Pretendo continuar nesse segmento, mas estou aberta à experiência da radiologia industrial. Além disso, a graduação também amplia as minhas chances de atuar em outras funções profissionais, como supervisora de setor e de segurança na radiologia. Percebo que esse processo de formação é essencial para que eu possa me destacar no mercado de trabalho”, frisa Natália Moreira, aluna de radiologia da UNIFASE.

Há também a experiência daqueles que vivenciaram o processo de formação e se apaixonaram pela docência, outra área de atuação profissional. Quando há a possibilidade de ampliar os horizontes, a construção da carreira não precisa necessariamente ser pautada apenas em uma área, pois é possível conciliar e atuar simultaneamente em diversas funções.

“A atuação na radiologia é bem dinâmica, ponto muito importante no meu perfil profissional. Após minha formação no curso superior, várias portas se abriram. Atualmente, presto serviços em grandes empresas, atuo na radiologia médica e também na docência, áreas que sou extremamente apaixonado. Com certeza, ainda vou investir na radiologia veterinária. O mercado exige um profissional mais completo, que saiba operar aparelhos modernos e cada vez mais tecnológicos”, ressalta Diego Olszowski, ex-aluno e atual docente do curso de Radiologia da UNIFASE.

Sempre atento às mudanças e demandas do mercado, o Centro Universitário Arthur Sá Earp Neto (UNIFASE) realizou uma série de alterações na grade curricular do curso de Radiologia, que agora oferece aumento na carga horária em Proteção Radiológica e Radiologia Industrial, além de expandir a formação na área de saúde, incluindo a área de Radiologia Veterinária. Os Técnicos em Radiologia também podem fazer aproveitamento de competência, reduzindo o tempo de estudos para formação no nível superior.

“Essas mudanças no currículo beneficiam diretamente os alunos. A nova grade expande a carga horária nas áreas Industrial, Proteção Radiológica e Dosimetria. Assim, os alunos terão ainda mais oportunidades no mercado de trabalho. O aumento na carga horária vai oferecer conhecimentos específicos para os interessados em seguir carreira nessas áreas, prestando o serviço de consultoria em clínicas odontológicas e médicas, ou mesmo na área industrial, como acontece aqui em Petrópolis, que tem a GE Celma sempre contratando profissionais habilitados. Vamos manter a nossa principal atuação na área da saúde, com grande ênfase em tomografia, ressonância, radioterapia e medicina nuclear”, finaliza André Kinder, médico radiologista e coordenador do curso de Radiologia da UNIFASE.

Se identifica com o curso de Radiologia? Não perca tempo e venha fazer parte do grupo de alunos formados em uma instituição referência no ensino superior de qualidade, considerada 5 estrelas pelo Ministério da Educação. As inscrições para o vestibular da UNIFASE estão abertas e você pode ingressar ainda neste segundo semestre de 2021. Uma boa notícia: se você é técnico em radiologia, aproveite as bolsas de estudo que garantem descontos exclusivos de 50%, ao longo do curso. Outras informações podem ser obtidas através do site:  www.unifase-rj.edu.br ou pelo WhatsApp: (24) 9 8865-0693.

24 de fevereiro de 2026
Com o tema "Cuidar, Cooperar e Transformar: o caminho para uma transição justa e regenerativa", o Centro Universitário Arthur Sá Earp Neto deu início à quarta edição da Jornada da Virada Climática, que se estende até o dia 23 de março com uma programação variada, gratuita e aberta ao público. Ao longo do mês, haverá debates, oficinas e ações em território, todos com temas relacionados à saúde planetária. "Há quatro anos que a UNIFASE convida a cidade de Petrópolis a debater sobre as questões das emergências climáticas e como elas afetam seus moradores. Os efeitos destas mudanças atingem diferentes grupos sociais, de diversas maneiras, então é muito importante que a cidade como um todo construa um conhecimento sobre essas questões, focando, sobretudo, em como podemos nos preparar e minimizar os impactos dessas ocorrências", explica o professor Ricardo Tammela, coordenador de Extensão da UNIFASE. Na abertura do evento, foi exibido o curta "Ilha das Flores", seguido de um debate com os professores Ricardo Tammela e Paulo Sá, especialista em Saúde Planetária e Cultura Regenerativa. A programação tem o objetivo de expandir o debate para além da academia, promovendo um diálogo com a sociedade. "Achei o documentário muito interessante porque tem a ver com o meio ambiente e a questão do lixo, que está diretamente ligada a pessoas que estão na extrema pobreza. Nós precisamos ouvi-las para que possamos promover mudanças, então esse tipo de evento é importante para dar voz à parte da sociedade que está escondida nos bairros", comenta Pilar Boche, voluntária do Movimento Internacional ATD Quarto Mundo. O evento contou não só com alunos da UNIFASE, como também de outras instituições de ensino. "Tem pessoas que provavelmente não teriam participado do debate se não tivessem sido confrontadas com as questões apresentadas pelo documentário. E por mais que elas não tenham experiência direta com os desastres socioambientais, é necessário que elas falem porque as políticas públicas não são feitas somente dentro de uma Câmara. Um cine debate como o de hoje é importante para dar voz a essas pessoas", complementou Maria Clara Sardinha, estudante da escola Firjan/SESI e integrante do projeto Geodric, realizado em parceria com a UFRJ e o CNPq. As atividades da IV Jornada Climática não se restringem ao campus da UNIFASE (Av. Barão do Rio Branco, 1003), abrangendo outras instituições de ensino superior, como CEFET, UFRJ e UFF, e organizações como o SERRATEC, EDUCAFRO e Rebio Araras. "A jornada foi pensada a partir da tragédia ocorrida na cidade em 2022 e, desde o início, a proposta, ainda que em um ambiente universitário, é envolver todo o município. Essa edição tem o diferencial de mobilizar outras instituições para que elas também desenvolvam uma programação aberta à população, acerca desse tema. Isso é uma maneira de fazer as pessoas se envolverem mais no processo reflexivo e, quem sabe, a partir daí surgirem projetos que possam ser colocados em prática. Teremos uma programação durante o mês todo, em diferentes espaços, onde poderemos fazer essa reflexão com diferentes nichos populacionais", conclui o professor Paulo Sá, um dos organizadores do evento. Entre os destaques da programação desta semana, o Cefet/RJ campus Petrópolis promove a palestra "Sistema de Monitoramento Sem-fio de Umidade do Solo para a Predição de Deslizamentos de Terra", com o professor Felipe Henriques, no dia 25 de fevereiro, às 14h. Já nos dias 27 e 28 haverá roda de conversa, com o psicólogo Rafael do Carmo e oficina, com o professor Paulo Sá. Ambas as atividades acontecem no campus da UNIFASE, às 14h e às 9h, respectivamente.  A programação completa está disponível em: https://www.unifase-rj.edu.br/evento-de-extensao/iv-jornada-da-virada-climatica Confira os destaques da programação nesta semana: 25 de fevereiro de 2026 Palestra: Sistema de Monitoramento Sem-fio de Umidade do Solo para a Predição de Deslizamentos de Terra, com o Prof. Felipe Henriques - CEFET-RJ campus Petrópolis Local: CEFET-RJ campus Petrópolis Horário: 14h às 17h Público alvo: Aberto a todos os interessados 27 de fevereiro de 2026 Roda de Conversa: Uma Leitura Kafkiana: Da virada em Pedro, o Vermelho à Virada Climática, com o Psicólogo Rafael do Carmo Local: Auditório do Centro Cultural - UNIFASE Horário: 14h às 17h Público alvo: Aberto a todos os interessados 28 de fevereiro de 2026 Oficina: Eu e os Eventos Climáticos - Como mitigar com o meu exercício profissional?, com o Prof. da UNIFASE, Paulo Sá Local: Auditório do Centro Cultural - UNIFASE Horário: 09h às 12h Público alvo: Profissionais da saúde, agentes comunitários e profissionais de unidades de conservação
23 de fevereiro de 2026
Evento reúne especialistas para discutir diagnóstico, cuidado e humanização
23 de fevereiro de 2026
Redação TV UNIFASE Os corredores e alas de pediatria do Hospital Alcides Carneiro (HAC), em Petrópolis, vão ganhar música, cor e gargalhadas com o projeto Acalanto – Risos, Afetos e Encontros. A iniciativa, lançada no Pavilhão de Ensino da Unifase, pretende transformar o ambiente hospitalar em um espaço de acolhimento e humanização por meio da arte da palhaçaria. Arte como aliada da saúde O projeto é realizado por profissionais de artes cênicas dos grupos Palhastônicos e Teatro Circense. A atuação no hospital foi viabilizada por meio da Lei de Incentivo à Cultura e conta com parceria do Centro Universitário Arthur Sá Earp Neto (Unifase/FMP). A proposta é melhorar o bem-estar dos pacientes por meio da alegria, auxiliando a equipe de saúde no processo de recuperação. O grupo é formado por cinco artistas: Andressa Hazboun (palhaça Flor), Dalus Gonçalvez (palhaço Tunico), Madson José (palhaço Careca), Léo Gaviole (palhaço Mortandela) e Renata Alves (palhaça Marmelada). O diretor técnico do Hospital de Ensino Alcides Carneiro, Luís Arnaldo Magdalena, destacou a importância da iniciativa para o cotidiano hospitalar, ressaltando que a humanização é parte fundamental da prática diária da unidade. “Agora vamos usar, cada vez mais com esse projeto, a boa risada, a boa gargalhada. Aquele carinho que, muitas vezes, falta em nosso cotidiano”, comentou. Inspiração A inspiração para o Acalanto veio de iniciativas já consolidadas, como o projeto Doutores da Alegria e o programa Enfermaria do Riso, coordenado por Ana Achcar na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio). Ana trabalha desde 1998 na formação de estudantes de teatro para atuação como palhaços em unidades de saúde. Durante o lançamento, ela compartilhou experiências com os profissionais do hospital: “a palhaçada no hospital deixa marcas de força, de superação, de um olhar renovado sobre aquela realidade. Ela deixa marcas que as pessoas levam para a vida toda, até mesmo para fora do hospital. Temos histórias de pacientes que voltam a se relacionar com os palhaços ou até parentes de um paciente que veio a óbito e retornam ao hospital para encontrá-los, porque, de certa forma, a experiência e a troca com os palhaços foram um momento bom dentro daquela vivência de dor”, explicou. Segundo ela, o trabalho exige formação específica, já que o ambiente hospitalar envolve aspectos emocionais e psicológicos que precisam ser respeitados. A atuação, explica, não substitui o trabalho clínico, mas acontece em diálogo com a equipe de saúde. “Cada vez mais, percebo o quanto é importante ter formação para esse trabalho, porque não é simples, é complexo. As crianças internadas — e também quem está ao redor delas — têm aspectos emocionais e psicológicos que precisam ser levados em conta. A formação envolve diálogo com a equipe de saúde, porque o palhaço e a palhaça não vão ao hospital para divertir as crianças enquanto a equipe toma um café. Queremos atuar junto com os profissionais de saúde. Essa conversa acontece no processo de formação. É preciso se preparar para estar no hospital com as crianças, atuando como palhaços e palhaças”, afirmou. Formação e expansão A partir de agora, o projeto Acalanto deve se tornar multiplicador da metodologia aplicada por Ana Achcar em Petrópolis. A proposta prevê capacitar profissionais de saúde e alunos da UNIFASE na arte da palhaçaria voltada ao atendimento hospitalar. O lançamento contou com a presença de autoridades municipais, direção do Hospital Alcides Carneiro e representantes da UNIFASE. Para o secretário de Saúde de Petrópolis, Aloisio Barbosa Filho, a iniciativa representa um avanço na humanização do atendimento. “É um projeto maravilhoso, porque você leva alegria para um ambiente que, muitas vezes, é marcado pela tristeza. Ao levar alegria para um espaço hospitalar, você promove amor — e o amor é contagioso. Essa alegria ajuda a enfrentar a doença, que é um processo realmente doloroso. Vamos começar pela pediatria e queremos ampliar o projeto para atender todos os pacientes, quem sabe em todas as unidades de Petrópolis, levando alegria para dentro do ambiente de tratamento”, finalizou. Benefícios do riso De acordo com o Ministério da Saúde, o riso estimula a liberação de endorfina, neurotransmissor responsável pelas sensações de prazer e bem-estar. Ele atua como analgésico natural e pode trazer benefícios aos sistemas cardiovascular, respiratório e imunológico. Com o Acalanto, a expectativa é que o hospital se torne um espaço onde o tratamento médico caminhe junto com afeto, arte e humanização. Confira o Ligado na UNIFASE: https://youtu.be/P01ENlqnDXE?si=6Xme-8A5k88Sgj3X