Saiu na Imprensa | Pesquisadores sugerem mudar classificação da Covid-19 para febre viral trombótica

15 de abril de 2021
Saiu na Imprensa | Pesquisadores sugerem mudar classificação da Covid-19 para febre viral trombótica

Por Bruna de Alencar, G1

 


Um grupo de pesquisadores defendeu em artigo publicado na quarta-feira (14) que a  Covid-19  seja a primeira doença infecciosa classificada como  febre viral trombótica. Atualmente, a doença é reconhecida como Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Os especialistas apontam que termo não é fidedigno aos efeitos da patologia no corpo.

“Nossa proposta é mais abrangente e pretende enquadrar a Covid-19 em uma terminologia mais clínica”, afirmam os autores em artigo publicado na revista científica Memórias do Instituto Oswaldo Cruz.

A nova classificação foi criada após pesquisadores de instituições de assistência médica e científica no Brasil compararem o impacto do coronavírus com outras viroses. O efeito correspondia ao oposto do que era observado em doenças como a febre amarela e a dengue, que são caracterizadas como febres virais hemorrágicas.

Apontado como o primeiro agente infeccioso capaz de aumentar a formação de coágulos – ou trombos – no corpo humano, os pesquisadores sugerem que a Covid-19 seja classificada como  primeira febre viral trombótica.

A discussão sobre a nova adequação da Covid-19 reuniu um time especialistas de diferentes áreas do conhecimento. Ao todo, Hospital Pró-Cardíaco, IOC/Fiocruz (Instituto Oswaldo Cruz), Unifase (Faculdade de Medicina de Petrópolis), Inca (Instituto Nacional do Câncer), Fiocruz Paraná (Instituto Carlos Chagas) e United Health Group.

Confira a matéria completa em: https://g1.globo.com/bemestar/coronavirus/noticia/2021/04/15/pesquisadores-sugerem-mudar-classificacao-da-covid-19-para-febre-viral-trombotica.ghtml

Esta matéria também saiu em:
O artigo tem coautoria do professor e pesquisador do Laboratório de Imunologia Básica e Aplicada – Fiocruz/FMP-UNIFASE, José Mengel.
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O Centro Cultural UNIFASE inaugura, no dia 28 de fevereiro, a exposição coletiva “As Multifaces de Mário de Andrade”, mostra dedicada a revisitar a trajetória e o legado de um dos maiores pensadores da cultura brasileira. A abertura acontece das 15h às 19h, e a exposição segue até dia 24 de abril. A mostra marca os 80 anos de sua ausência, reafirmando a importância de manter viva a memória e a relevância de seu pensamento para as novas gerações. Sob a curadoria de Lia do Rio, a exposição reúne 15 artistas do Movimento de Arte Teia, coletivo criado pela artista visual Regina Helene, com a missão de democratizar a arte contemporânea e ampliar seu alcance para diferentes territórios e públicos. “Essa exposição faz parte do Movimento Teia, que se propõe a levar exposições de arte contemporânea para outras cidades do Brasil, além dos grandes centros. Esta exposição vem fazendo um itinerário, no intuito de levar, ao maior número de pessoas, um conhecimento das inúmeras facetas da pessoa Mário de Andrade, que praticamente só conhecemos por meio de seu livro Macunaíma e da Semana de 22. Na realidade ele nos influencia até hoje, através de seus projetos culturais desconhecidos pela grande maioria dos brasileiros”, ressalta a curadora, Lia do Rio. Cada obra é acompanhada de um breve texto que apresenta o que motivou o artista em seu processo criativo, oferecendo ao visitante uma experiência mais aprofundada e reflexiva. Aberta ao público em geral, a exposição dialoga também com escolas e instituições culturais. Durante a exposição, estão previstos encontros com os artistas e ações educativas, reafirmando o compromisso da instituição com uma formação integral, que compreende a arte como dimensão essencial do processo educativo, como destaca o professor Ricardo Tammela, coordenador de Extensão da UNIFASE/FMP. “Mais do que um tributo a um dos maiores intelectuais brasileiros, a mostra convida nossa comunidade acadêmica a experimentar a arte como espaço de sensibilidade, pensamento crítico e construção de identidade. Mário de Andrade foi múltiplo — poeta, pesquisador, modernista, intérprete do Brasil profundo — e sua trajetória nos lembra que a educação não se faz apenas pela técnica, mas pela ampliação do olhar e pela escuta das diversas vozes que compõem o país. Acreditamos que a arte, quando integrada ao ambiente universitário, não é ornamento, mas fundamento: ela humaniza, inquieta e transforma. É nesse horizonte que acolhemos a exposição, como um gesto de abertura ao diálogo entre cultura, educação e sociedade”, conclui Tammela. A visitação poderá ser feita de segunda a sexta-feira, das 8h às 21h, e aos sábados, das 8h às 16h. Serviço: Local: Centro Cultural UNIFASE Exposição: As Multifaces de Mário de Andrade Abertura: 28 de fevereiro, das 15h às 19h Período: 28 de fevereiro a 24 de abril, segunda a sexta-feira, das 8h às 21h, e aos sábados, das 8h às 16h. Público: Aberto ao público em geral, escolas e instituições culturais 
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