UNIFASE das Profissões: alunos do Ensino Médio têm experiência imersiva na vida acadêmica

12 de setembro de 2024
UNIFASE das Profissões: alunos do Ensino Médio têm experiência imersiva na vida acadêmica

Instituição abriu as portas nesta semana com um dia de atividades para ajudar os estudantes na escolha profissional


O Centro Universitário Arthur Sá Earp Neto (UNIFASE), a Faculdade de Medicina de Petrópolis (FMP) e a Escola Técnica Irmã Dulce Bastos receberam na última quinta-feira, dia 05, mais de 1.200 estudantes para o evento UNIFASE das Profissões. A iniciativa visa facilitar a escolha da carreira e envolver os alunos do Ensino Médio no contexto da vida universitária.


Durante um dia inteiro, estudantes de Petrópolis e região tiveram uma experiência imersiva no campus do Centro Universitário, na Avenida Barão do Rio Branco, e puderam conhecer de perto as salas de aula, auditórios, biblioteca e laboratórios. Eles conversaram com professores e acadêmicos, além de participarem de atividades práticas e interativas preparadas especialmente para a ocasião, dando uma ideia do que aprenderão nos cursos.


"Este é um dia preparado com muito carinho, em um trabalho que envolve alunos, professores e também as nossas equipes administrativas. Sabemos do quanto este momento de escolha da carreira é importante na vida destes jovens e queremos que tenham acesso a todas as informações necessárias para que possam fazer esta opção de forma clara e consciente. Neste evento, podem esclarecer dúvidas com professores, conversar com alunos que já estão na graduação e conhecer o nosso campus, que é um campus parque e representa o que queremos oferecer a eles: ensino de excelência com qualidade de vida", afirmou a Reitora Maria Isabel de Sá Earp de Resende Chaves.


Equipes de todos os cursos oferecidos pela instituição prepararam uma programação para o evento – Medicina, Nutrição, Enfermagem, Radiologia, Psicologia, Odontologia, Administração, Gestão de Recursos Humanos e Gestão Pública, além do Curso Técnico em Enfermagem. Foi montada uma estação de trabalho para cada área do conhecimento.


“Tivemos a oportunidade de falar sobre o empreendedorismo na profissão e conseguimos mostrar aos estudantes que o enfermeiro faz muito mais do que trabalhar em hospital. Esse evento enriquece muito a nossa experiência como acadêmicos também. Tive a oportunidade de aprender sobre outras carreiras e até mesmo sobre a minha futura profissão, a Enfermagem. Foi enriquecedor e saímos todos com um sentimento de dever cumprido e felicidade por termos participado”, disse Izabella Luque, aluna do curso de graduação em Enfermagem da UNIFASE.


Alexandre Rabello Neves é coordenador do curso de Radiologia da UNIFASE e contou que o evento foi pensado para receber os estudantes.

"Essa ideia de trazer as escolas do Ensino Médio para dentro do ambiente universitário é maravilhosa! Os nossos alunos da graduação ficam ansiosos por esse dia. Nós, da Radiologia, montamos pequenas oficinas com o que tem dentro de um hospital, de uma clínica. São simulações onde o aluno vê, na prática, como os equipamentos funcionam", explicou.


Para Simone Fátima de Azevedo, professora do Curso de Licenciatura em Enfermagem, a iniciativa é uma oportunidade de divulgar, compartilhar e contribuir para a definição dos projetos de vida dos adolescentes e estudantes do Ensino Médio.


“Nós compartilhamos as atividades por meio de uma rotação de estações abordando diferentes áreas temáticas como Ginecologia e Obstetrícia, Urgência e Emergência, Atenção Básica, Enfermagem Empreendedorismo e Enfermagem Licenciatura. À tarde, tivemos a simulação de um grande acidente, uma atividade desenvolvida pelos alunos da Liga do Trauma. Contamos com a participação dos professores e alunos dos Cursos de Enfermagem Graduação/Licenciatura e Escola Técnica, Medicina, Radiologia e Nutrição, representando a assistência integral e humanizada ao paciente, de acordo com as competências e áreas de atuação dos profissionais da equipe multidisciplinar”, explicou Simone.


O UNIFASE das Profissões desempenha um papel importante nessa fase da vida dos jovens, onde eles buscam informações sobre qual carreira seguir. Daniel Teles tem 17 anos e está na 3ª série do Ensino Médio. Ele ainda está em dúvida sobre qual curso escolher.


"Eu vim saber mais sobre o curso de Medicina e fiquei impressionado com a estrutura que eu vi aqui. Os professores foram muito atenciosos e, com eles nos guiando, eu tive essa clareza de como é estudar aqui. Estou muito ansioso!", disse Daniel.


Sofia Passarelli estuda no Colégio Estadual Rui Barbosa e também ainda não decidiu o que pretende cursar.


“Ainda não escolhi. Estou na dúvida entre estudar Psicologia ou Odontologia. Esse evento vai me ajudar a esclarecer alguns pontos importantes”, falou a estudante.


Já Lívia Gazoni tem certeza de qual profissão quer seguir: o sonho dela é estudar Medicina. Ela é aluna do Colégio Anchieta, de Nova Friburgo, e aproveitou a oportunidade para conhecer a UNIFASE/FMP.


"Eu não tinha noção da estrutura e fiquei impressionada, especialmente com o laboratório anatômico. A sala de simulação me deixou surpresa! Eu vi muita coisa que nem imaginava. Fico feliz, porque a gente se sente mais perto daquilo que deseja. Sempre quis fazer Medicina", ressalta Lívia.

Em sua 9ª edição, o evento contou ainda com oficinas, palestras, workshops e atividades culturais, facilitando o entrosamento dos estudantes com a profissão e o mercado de trabalho. O professor de Biologia do Colégio Anchieta, Marcus Canto, de Nova Friburgo, disse que é a primeira vez que eles estão participando e que seus alunos ficaram empolgados com essa realidade que se aproxima.


"Trouxemos alunos que estão concluindo o Ensino Médio e eu acho fundamental para eles essa perspectiva do que vão encarar no próximo ano. Eles ficaram empolgados com a possibilidade de conhecer o centro universitário, de ser algo mais palpável", finalizou o professor.

6 de julho de 2026
Entender o comportamento da polpa, interpretar corretamente os sinais clínicos e conhecer as recomendações mais atuais são fatores decisivos para o sucesso do tratamento em dentes decíduos Imagine a seguinte situação. Uma criança de cinco anos chega ao consultório com uma extensa lesão de cárie em um segundo molar decíduo. Após a remoção do tecido cariado, ocorre uma exposição pulpar. Nesse momento, surge uma das perguntas mais frequentes da prática clínica: Pulpotomia? Pulpectomia? Exodontia? Essa decisão, que muitas vezes precisa ser tomada em poucos minutos, pode determinar o sucesso — ou o insucesso — do tratamento. Durante muitos anos, a escolha da terapia esteve fortemente baseada na experiência clínica individual. Hoje, entretanto, sabemos que decisões mais previsíveis dependem da integração entre diagnóstico criterioso, evidências científicas atualizadas e domínio técnico. Preservar dentes decíduos é preservar o desenvolvimento infantil O objetivo da terapia pulpar vai muito além de tratar uma polpa inflamada. Manter um dente decíduo saudável significa preservar funções fundamentais para o desenvolvimento da criança. Esses dentes mantêm o espaço para os sucessores permanentes, participam da mastigação, da fala, do desenvolvimento facial e influenciam diretamente a qualidade de vida infantil. Por isso, sempre que biologicamente possível, a conduta deve priorizar sua preservação até o momento natural da esfoliação. A terapia pulpar reúne diferentes procedimentos capazes de manter ou restabelecer a saúde pulpar, como o capeamento pulpar indireto, o capeamento pulpar direto, a pulpotomia, a pulpectomia e, mais recentemente, o tratamento endodôntico não instrumental (TENI), cuja indicação vem sendo amplamente discutida nas diretrizes mais atuais. Cada técnica possui indicações específicas e nenhuma delas deve ser escolhida apenas pela profundidade da cavidade ou pelo tamanho da exposição pulpar. O diagnóstico é a chave para uma boa decisão clínica Na prática clínica, o maior desafio raramente está na execução da técnica. O verdadeiro diferencial está na capacidade de interpretar corretamente os sinais clínicos e radiográficos para compreender o estado biológico da polpa. Dor espontânea, sangramento persistente, presença de fístula, mobilidade patológica, alterações periapicais e o padrão radiográfico são alguns dos fatores que precisam ser avaliados antes da definição do tratamento. Em outras palavras, o sucesso da terapia pulpar começa muito antes da utilização de qualquer instrumento ou material restaurador. As evidências científicas mudaram a forma de tratar dentes decíduos Nas últimas décadas, importantes avanços modificaram os protocolos para o tratamento pulpar em dentes decíduos. As recomendações da American Academy of Pediatric Dentistry (AAPD) passaram a priorizar tratamentos mais conservadores sempre que biologicamente possíveis, enquanto novas abordagens, como o tratamento endodôntico não instrumental (TENI), ampliaram as possibilidades terapêuticas em situações específicas. Além disso, materiais como MTA, Biodentine e cimentos biocerâmicos trouxeram novas perspectivas para o tratamento pulpar, ampliando a previsibilidade clínica quando corretamente indicados. Esses avanços demonstram que a atualização científica deixou de ser um diferencial e passou a ser uma necessidade para os cirurgiões-dentistas que atendem pacientes infantis e desejam oferecer tratamentos modernos, seguros e baseados em evidências. Da teoria à tomada de decisão clínica Conhecer os protocolos é importante. Mas transformar conhecimento em segurança clínica exige prática. Discutir casos reais, interpretar exames radiográficos, compreender as indicações e os limites de cada técnica e executar os procedimentos em ambiente laboratorial permite ao cirurgião-dentista desenvolver um raciocínio clínico mais consistente e aplicável à rotina do consultório. Afinal, cada paciente apresenta características próprias, e nenhuma diretriz substitui o julgamento clínico de um profissional bem preparado. Atualização profissional baseada em evidências A evolução da Odontologia exige um processo permanente de atualização. Mais do que acompanhar novos materiais ou técnicas, o cirurgião-dentista precisa desenvolver segurança para tomar decisões clínicas cada vez mais conscientes, previsíveis e fundamentadas. É justamente para responder a essa necessidade que a UNIFASE oferece a Imersão em Terapia Pulpar em Dentes Decíduos, uma formação voltada para cirurgiões-dentistas, odontopediatras, clínicos gerais e profissionais que desejam aperfeiçoar sua tomada de decisão clínica e aprofundar seus conhecimentos sobre os protocolos mais atuais para o tratamento pulpar em dentes decíduos. O curso integra aulas teóricas fundamentadas nas evidências científicas mais recentes, discussão de casos clínicos, treinamento laboratorial e atendimento clínico supervisionado, proporcionando uma experiência de aprendizagem que conecta conhecimento científico, prática clínica e desenvolvimento profissional. Mais do que ensinar técnicas, a proposta é capacitar o profissional para tomar decisões clínicas seguras, conscientes e baseadas em ciência, oferecendo às crianças tratamentos cada vez mais conservadores, previsíveis e de maior qualidade. Se você busca uma atualização que une teoria, prática e evidências científicas para transformar sua atuação clínica, conheça a Imersão em Terapia Pulpar em Dentes Decíduos da UNIFASE e descubra como essa experiência pode contribuir para a sua formação profissional. Saiba mais sobre o curso: https://www.unifase-rj.edu.br/curso-atualizacao/imersao-em-terapia-pulpar-em-dentes-deciduos
3 de julho de 2026
Principal evento nacional sobre prevenção e posvenção do suicídio reunirá especialistas, pesquisadores e profissionais de diferentes áreas entre os dias 5 e 8 de agosto
2 de julho de 2026
Como fazer o público jovem se interessar por política? Quais são as maiores dificuldades enfrentadas pelo microempreendedor individual para que seu negócio prospere? De que maneira os retalhos descartados pela indústria têxtil podem ser reutilizados de forma empreendedora e sustentável? Essas perguntas orientaram os projetos desenvolvidos por estudantes do segundo período do curso de Administração da UNIFASE durante as atividades de curricularização da extensão,modelo que prevê que, no mínimo, 10% da carga horária dos cursos de graduação seja dedicada a atividades desenvolvidas em interação com a sociedade. Por meio dessa proposta , os estudantes investigam demandas reais da comunidade e desenvolvem soluções que unem gestão, cidadania, empreendedorismo e sustentabilidade desde os primeiros períodos da graduação.  "O grande papel da Extensão no curso de Administração é humanizar a gestão. Através desses projetos, os alunos vão a campo para entender outras realidades e interagir com outros conhecimentos além dos adquiridos em sala de aula. Tudo isso contribui para que ele se torne um profissional integral, mais bem capacitado para o mercado de trabalho, que entende a responsabilidade social necessária para gerir negócios, pessoas e capital", analisa a professora Luciene Baptista, docente do curso de Administração da UNIFASE. Com um olhar atento para questões atuais da sociedade, os alunos pensaram em propostas que tenham impacto social na tomada de decisão, gestão de negócios, cidadania, empreendedorismo e sustentabilidade. A partir da percepção de que os jovens estão cada vez mais desconectados de assuntos relacionados à política, um dos grupos desenvolveu o projeto "Democracia em Pixel", que visa abordar conceitos complexos das Ciências Sociais em vídeos dinâmicos para o público de 16 a 24 anos, utilizando uma linguagem imparcial e adaptada à Geração Z. "Queremos falar sobre o poder do voto e a importância de desenvolver uma consciência política, focando no exercício da cidadania. Nosso primeiro vídeo foi sobre o 'efeito manada', que foi exibido para alunos do segundo ano do ensino médio do colégio Pensi. Em seguida, fizemos uma dinâmica com jujubas relacionada ao tema, para traduzir o conceito de uma maneira tangível e engajadora, e foi um sucesso! Agora queremos expandir o projeto para mais escolas", comenta Elian Venancio, aluno do segundo período do curso de Administração da UNIFASE. Ainda com foco na criação de vídeos informativos para as redes sociais, o segundo grupo criou o projeto "SIGA - Suporte com Informação de Gestão Agilizada", tendo como tema a educação empresarial para microempreendedores individuais (MEI). Com dados fornecidos pelo Sebrae, os alunos identificaram os principais obstáculos para o sucesso de pequenos negócios, que muitas vezes encerram suas atividades logo nos primeiros anos. "Nossa proposta é fornecer informações para microempreendedores com dificuldades para administrar seu próprio negócio, por meio de vídeos com linguagem acessível e didática. Inicialmente escolhemos temas pertinentes como fluxo de caixa, formação de preço e separação da conta jurídica da conta física, que são etapas essenciais na gestão de empreendimentos", explica a estudante Natalia Lima. O terceiro grupo, por sua vez, teve como base a economia circular, com a proposta de reutilização de retalhos da indústria têxtil para a produção de peças artesanais, a serem confeccionadas por mulheres de baixa renda ou em situação de vulnerabilidade social em Petrópolis. "Com o apoio da UNIFASE, conseguimos uniformes de funcionários da instituição que seriam descartados e através de uma parceria com o Inova Petrópolis Moda e um projeto social, eles foram transformados em novos produtos, como mochilas e estojos. Conseguimos aliar a sustentabilidade ao desenvolvimento de pequenos negócios, que podem se tornar uma fonte de renda para mulheres em vulnerabilidade", destaca a aluna Maria Eduarda Lago, que integra o grupo do projeto "Retalhos, Economia Circular". Os trabalhos, que seguirão em aperfeiçoamento ao longo da graduação - até o 4º período, foram avaliados pelos professores Gladistone Afonso, Mônica Fontes, Rodrigo Lopes, Thais Martins e Luciene Baptista, docentes do curso de Administração da UNIFASE.