Como economizar nas compras neste fim de ano?

16 de dezembro de 2020
Como economizar nas compras neste fim de ano?

Gabriel Mamed
Economista e professor da UNIFASE.

Estamos em dezembro, época propícia para as famosas compras do fim de ano. Economizar neste período parece ser uma tarefa cada vez mais difícil, não é mesmo?

Com os preços em alta e a cotação do dólar mais elevada, os gastos neste Natal e no réveillon, com certeza, serão maiores do que no ano passado.

Desde o início do segundo semestre deste ano, os alimentos já vêm experimentando uma alta significativa, tendo o arroz, a carne e o óleo de soja como exemplos evidentes. No entanto, deve-se lembrar que os importados, como o bacalhau, o azeite e algumas frutas sofrerão grande impacto do dólar, influenciando diretamente no preço final para os consumidores. Além disso, é importante lembrar que o mês de janeiro de 2021 já se avizinha com despesas que serão obrigatórias, como o IPTU, o IPVA, a renovação de matrículas em colégios, cursos, etc.

Outro fator importante neste cenário é a lenta recuperação da economia. Com as medidas necessárias de distanciamento social adotadas durante este período de pandemia, muitas pessoas ficaram desempregadas e o nível de renda, para a maior parte da população brasileira, é baixo. Portanto, faz-se necessário um esforço ainda maior para economizar.

Com relação aos alimentos, uma das opções é a substituição de produtos de marcas consideradas superiores, por marcas menos conhecidas (nem sempre isso significa optar por uma qualidade inferior). Outro tipo de substituição é a do produto importado pelo produto nacional. Se as nozes, avelãs, cerejas e ameixas estão muito caras, por que não optar por abacaxis, laranjas, tangerinas e outras frutas nacionais, que existem em abundância aqui?

Há também a possibilidade de modificar algumas receitas de final de ano. Assim, aquelas que levariam postas inteiras de bacalhau, podem ser substituídas pelas que utilizam as lascas, que apresentam preço bem mais convidativo.

No que diz respeito aos presentes, a ordem é restringi-los o máximo possível, presenteando apenas as crianças ou fazendo um amigo oculto, fixando um valor não muito alto, sempre optando pelas chamadas lembrancinhas. Lembrando que ainda estamos na luta contra o Coronavírus. É fundamental que o distanciamento físico e todas as demais medidas de prevenção sejam seguidas neste fim de ano.

Todas as opções acima são válidas! Contudo, a clássica é pesquisar para encontrar os melhores preços. Mercadões e feiras ainda trazem a facilidade de pechinchar junto ao comerciante.

Caso tenha aluguel sendo reajustado nesta época, vale tentar uma negociação junto ao dono do imóvel. Fora isso, reduzir o consumo desnecessário de água, iluminação, telefone e chuveiro elétrico são medidas que devem ser praticadas em qualquer época do ano.

Todos querem o seu 13º, mas lembre-se que ele é seu. Seja senhor (a) dos seus gastos. Por fim, consumir é bom, mas devemos lembrar que o sentido das festas de final de ano é muito mais a união entre os entes queridos, do que o consumo. Pensando assim, já irá economizar muito, não contraindo dívidas, e aproveitando para celebrar a vida!

20 de fevereiro de 2026
O Centro Cultural UNIFASE inaugura, no dia 28 de fevereiro, a exposição coletiva “As Multifaces de Mário de Andrade”, mostra dedicada a revisitar a trajetória e o legado de um dos maiores pensadores da cultura brasileira. A abertura acontece das 15h às 19h, e a exposição segue até dia 24 de abril. A mostra marca os 80 anos de sua ausência, reafirmando a importância de manter viva a memória e a relevância de seu pensamento para as novas gerações. Sob a curadoria de Lia do Rio, a exposição reúne 15 artistas do Movimento de Arte Teia, coletivo criado pela artista visual Regina Helene, com a missão de democratizar a arte contemporânea e ampliar seu alcance para diferentes territórios e públicos. “Essa exposição faz parte do Movimento Teia, que se propõe a levar exposições de arte contemporânea para outras cidades do Brasil, além dos grandes centros. Esta exposição vem fazendo um itinerário, no intuito de levar, ao maior número de pessoas, um conhecimento das inúmeras facetas da pessoa Mário de Andrade, que praticamente só conhecemos por meio de seu livro Macunaíma e da Semana de 22. Na realidade ele nos influencia até hoje, através de seus projetos culturais desconhecidos pela grande maioria dos brasileiros”, ressalta a curadora, Lia do Rio. Cada obra é acompanhada de um breve texto que apresenta o que motivou o artista em seu processo criativo, oferecendo ao visitante uma experiência mais aprofundada e reflexiva. Aberta ao público em geral, a exposição dialoga também com escolas e instituições culturais. Durante a exposição, estão previstos encontros com os artistas e ações educativas, reafirmando o compromisso da instituição com uma formação integral, que compreende a arte como dimensão essencial do processo educativo, como destaca o professor Ricardo Tammela, coordenador de Extensão da UNIFASE/FMP. “Mais do que um tributo a um dos maiores intelectuais brasileiros, a mostra convida nossa comunidade acadêmica a experimentar a arte como espaço de sensibilidade, pensamento crítico e construção de identidade. Mário de Andrade foi múltiplo — poeta, pesquisador, modernista, intérprete do Brasil profundo — e sua trajetória nos lembra que a educação não se faz apenas pela técnica, mas pela ampliação do olhar e pela escuta das diversas vozes que compõem o país. Acreditamos que a arte, quando integrada ao ambiente universitário, não é ornamento, mas fundamento: ela humaniza, inquieta e transforma. É nesse horizonte que acolhemos a exposição, como um gesto de abertura ao diálogo entre cultura, educação e sociedade”, conclui Tammela. A visitação poderá ser feita de segunda a sexta-feira, das 8h às 21h, e aos sábados, das 8h às 16h. Serviço: Local: Centro Cultural UNIFASE Exposição: As Multifaces de Mário de Andrade Abertura: 28 de fevereiro, das 15h às 19h Período: 28 de fevereiro a 24 de abril, segunda a sexta-feira, das 8h às 21h, e aos sábados, das 8h às 16h. Público: Aberto ao público em geral, escolas e instituições culturais 
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