Especialização em dermatologia: tudo o que você precisa saber para investir na carreira

12 de maio de 2023
Especialização em dermatologia: tudo o que você precisa saber para investir na carreira

A especialização em dermatologia é um dos graus acadêmicos em medicina mais procurados em todo o país. Afinal, esta é uma área em franco crescimento e, por isso, tem uma alta demanda por profissionais qualificados.


Além de tratar problemas estéticos, os profissionais da área são responsáveis por fazer a prevenção, o diagnóstico e o tratamento de diversos tipos de doenças da pele, em pessoas de todas as faixas etárias.


Quer saber mais sobre o assunto? Então, continue com a gente e saiba mais sobre os diversos nichos da área e todas as possibilidades e oportunidades que esta especialização pode trazer para você.


O que é dermatologia?

A dermatologia é a área da medicina que previne, diagnostica e trata diversas condições e doenças do maior órgão do corpo humano, a pele, e todas as áreas adjacentes a ela, como mucosas, pêlos, unhas e cabelos.


Por isso, seus  especialistas tratam doenças como hanseníase, câncer, psoríase, queda de cabelos, vitiligo, alergias, acnes, afecções da boca e das gengivas, em pessoas das mais diversas idades, além de cuidar da estética e manutenção da beleza da pele.


O que eu preciso estudar para ser dermatologista?

Em primeiro lugar você precisa concluir uma graduação em medicina e depois realizar uma especialização em dermatologia. Uma das formas de fazer isso é através da residência médica, que tem duração média de três a quatro anos, dependendo da instituição que você escolher. 


Nela, você fará diversos estágios para conhecer a parte clínica, cirúrgica e abordagens como a dermatopatologia, cosmiatria, doenças auto-imunes, terapias com imunobiológicos e oncologia. 


Ao final do curso você fará a prova do TED (Título de Especialista em Dermatologia) para obter o título de Dermatologista. Esta é uma exigência da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SDB) e  está em conformidade com o
Art. 4º da Resolução do CFM Nº 1634 de 2002.

Há outras formas de fazer uma especialização em dermatologia?

Algumas instituições de ensino médico, públicas e privadas, oferecem pós-graduação em Dermatologia na modalidade lato sensu, com duração média de 12 a 18  meses e aplicação imediata no mercado. No entanto,  elas não vão entregar a você um título de especialista, porque os estágios e práticas aprofundadas só acontecem na residência..


Por outro lado,  algumas das melhores faculdades do país oferecem a pós-graduação em dermatologia em parceria com outras empresas, para que você tenha experiências similares às da residência médica. 


Essa metodologia de ensino fornece a você um alto nível de conhecimentos e competências e te prepara para a obter o título de especialista. Por isso, analise bem cada instituição e escolha aquela que contribuirá efetivamente para o alcance do seu objetivo.


Como obter um título de especialista após a pós-graduação em dermatologia? 

Assim como na residência, você fará a prova do TED exigida pela SBD (Sociedade Brasileira de Dermatologia), que, em parceria com a AMB (Associação Médica Brasileira), te entregará a titulação.


Carreira de dermatologia: quais especializações posso seguir?

A dermatologia é uma área médica que oferece diversas subespecializações e está sempre em busca de bons especialistas. Estas trazem mais aprofundamento e contribuem para que você se torne um destaque e referência na área. Confira algumas delas.


Dermatologia estética

Conhecida também como cosmiatria, é a especialização em dermatologia voltada para os procedimentos estéticos e cuidados com a beleza da pele. 

Dermatologia clínica

É voltada para diagnósticos, prevenção e tratamento em hospitais e clínicas de doenças que afetam a pele, cabelos, pelos corporais e unhas. 

Dermatologia cirúrgica

Especialização em dermatologia voltada para o tratamento de lesões cutâneas, remoção de pintas, cistos, lipomas, tumores e outros,  através de cirurgias convencionais, quimiocirurgias, laserterapia e eletrocirurgias. 

Dermatologia laboratorial

É uma especialização voltada para estudos e práticas laboratoriais que ajudam na produção e confirmação de diagnósticos e prognósticos mais exatos.



Dermatologia pediátrica

É uma especialização em dermatologia focada especificamente nos problemas de pele em crianças e jovens.

Dermatologia oncológica

É a área que cuida do diagnóstico, tratamento e prevenção de pessoas com câncer de pele. 

Onicologia

É a subespecialidade que atende casos clínico/cirúrgicos das doenças que afetam as unhas, como fungos e unhas encravadas. 


Tricologia

É a área da dermatologia voltada para o estudo, tratamento e prevenção das doenças e condições do couro cabeludo e dos pêlos do corpo. 


Mercado de trabalho: vale a pena investir nesta carreira?

Quem possui especialização em dermatologia conta com um mercado muito favorável, tanto no setor público e privado, quanto para quem opta pelo próprio consultório.


Algumas subespecializações têm mais destaque e demandas que outras, como a dermatologia estética. A preocupação crescente com a beleza e o surgimento de novas tecnologias, fazem com que esta seja uma das áreas médicas que mais crescem e atraem pacientes no país. 


Segundo uma pesquisa feita pela SBCP (Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica), a busca por procedimentos estéticos não cirúrgicos cresceu 390% nos últimos anos. Entre eles estão o preenchimento labial, peeling, botox, laser, suspensão com fios, remoção de tatuagens e outros. 


Atualmente, somos o terceiro maior mercado da estética no mundo e isso abre um grande número de possibilidades para os médicos que fazem esta especialização em dermatologia.


E as remunerações?

Assim como outras áreas da medicina, a dermatologia paga boas remunerações e estas dependem de uma série de fatores. Para quem trabalha 20 horas semanais, por exemplo, elas estão entre R$ 4.500,00 e R$ 18.500, dependendo de sua especialização, cidade, número de horas e local de trabalho. 


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Como você viu, a especialização em dermatologia vai exigir muito de você, mas as possibilidades de crescimento são promissoras se você fizer as certas.


Por isso, venha conhecer a pós-graduação em dermatologia da UNIFASE-FMP. Ela te capacita para diagnosticar e tratar as mais diversas doenças e condições da pele, unhas, cabelos e mucosas visíveis, inclusive em subáreas como a dermatologia pediátrica, sanitária, imunobiológica e imunossupressores.


A pós-graduação em dermatologia tem duração de 36 meses, é oferecida em tempo integral e é feita em parceria com o Hospital Central do Exército, onde você estudará e se preparará para obter o título de especialista junto à Sociedade Brasileira de Dermatologia e à Associação Médica Brasileira.


Gostou? Então, se capacite conosco e se torne uma referência em dermatologia.
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6 de julho de 2026
Entender o comportamento da polpa, interpretar corretamente os sinais clínicos e conhecer as recomendações mais atuais são fatores decisivos para o sucesso do tratamento em dentes decíduos Imagine a seguinte situação. Uma criança de cinco anos chega ao consultório com uma extensa lesão de cárie em um segundo molar decíduo. Após a remoção do tecido cariado, ocorre uma exposição pulpar. Nesse momento, surge uma das perguntas mais frequentes da prática clínica: Pulpotomia? Pulpectomia? Exodontia? Essa decisão, que muitas vezes precisa ser tomada em poucos minutos, pode determinar o sucesso — ou o insucesso — do tratamento. Durante muitos anos, a escolha da terapia esteve fortemente baseada na experiência clínica individual. Hoje, entretanto, sabemos que decisões mais previsíveis dependem da integração entre diagnóstico criterioso, evidências científicas atualizadas e domínio técnico. Preservar dentes decíduos é preservar o desenvolvimento infantil O objetivo da terapia pulpar vai muito além de tratar uma polpa inflamada. Manter um dente decíduo saudável significa preservar funções fundamentais para o desenvolvimento da criança. Esses dentes mantêm o espaço para os sucessores permanentes, participam da mastigação, da fala, do desenvolvimento facial e influenciam diretamente a qualidade de vida infantil. Por isso, sempre que biologicamente possível, a conduta deve priorizar sua preservação até o momento natural da esfoliação. A terapia pulpar reúne diferentes procedimentos capazes de manter ou restabelecer a saúde pulpar, como o capeamento pulpar indireto, o capeamento pulpar direto, a pulpotomia, a pulpectomia e, mais recentemente, o tratamento endodôntico não instrumental (TENI), cuja indicação vem sendo amplamente discutida nas diretrizes mais atuais. Cada técnica possui indicações específicas e nenhuma delas deve ser escolhida apenas pela profundidade da cavidade ou pelo tamanho da exposição pulpar. O diagnóstico é a chave para uma boa decisão clínica Na prática clínica, o maior desafio raramente está na execução da técnica. O verdadeiro diferencial está na capacidade de interpretar corretamente os sinais clínicos e radiográficos para compreender o estado biológico da polpa. Dor espontânea, sangramento persistente, presença de fístula, mobilidade patológica, alterações periapicais e o padrão radiográfico são alguns dos fatores que precisam ser avaliados antes da definição do tratamento. Em outras palavras, o sucesso da terapia pulpar começa muito antes da utilização de qualquer instrumento ou material restaurador. As evidências científicas mudaram a forma de tratar dentes decíduos Nas últimas décadas, importantes avanços modificaram os protocolos para o tratamento pulpar em dentes decíduos. As recomendações da American Academy of Pediatric Dentistry (AAPD) passaram a priorizar tratamentos mais conservadores sempre que biologicamente possíveis, enquanto novas abordagens, como o tratamento endodôntico não instrumental (TENI), ampliaram as possibilidades terapêuticas em situações específicas. Além disso, materiais como MTA, Biodentine e cimentos biocerâmicos trouxeram novas perspectivas para o tratamento pulpar, ampliando a previsibilidade clínica quando corretamente indicados. Esses avanços demonstram que a atualização científica deixou de ser um diferencial e passou a ser uma necessidade para os cirurgiões-dentistas que atendem pacientes infantis e desejam oferecer tratamentos modernos, seguros e baseados em evidências. Da teoria à tomada de decisão clínica Conhecer os protocolos é importante. Mas transformar conhecimento em segurança clínica exige prática. Discutir casos reais, interpretar exames radiográficos, compreender as indicações e os limites de cada técnica e executar os procedimentos em ambiente laboratorial permite ao cirurgião-dentista desenvolver um raciocínio clínico mais consistente e aplicável à rotina do consultório. Afinal, cada paciente apresenta características próprias, e nenhuma diretriz substitui o julgamento clínico de um profissional bem preparado. Atualização profissional baseada em evidências A evolução da Odontologia exige um processo permanente de atualização. Mais do que acompanhar novos materiais ou técnicas, o cirurgião-dentista precisa desenvolver segurança para tomar decisões clínicas cada vez mais conscientes, previsíveis e fundamentadas. É justamente para responder a essa necessidade que a UNIFASE oferece a Imersão em Terapia Pulpar em Dentes Decíduos, uma formação voltada para cirurgiões-dentistas, odontopediatras, clínicos gerais e profissionais que desejam aperfeiçoar sua tomada de decisão clínica e aprofundar seus conhecimentos sobre os protocolos mais atuais para o tratamento pulpar em dentes decíduos. O curso integra aulas teóricas fundamentadas nas evidências científicas mais recentes, discussão de casos clínicos, treinamento laboratorial e atendimento clínico supervisionado, proporcionando uma experiência de aprendizagem que conecta conhecimento científico, prática clínica e desenvolvimento profissional. Mais do que ensinar técnicas, a proposta é capacitar o profissional para tomar decisões clínicas seguras, conscientes e baseadas em ciência, oferecendo às crianças tratamentos cada vez mais conservadores, previsíveis e de maior qualidade. Se você busca uma atualização que une teoria, prática e evidências científicas para transformar sua atuação clínica, conheça a Imersão em Terapia Pulpar em Dentes Decíduos da UNIFASE e descubra como essa experiência pode contribuir para a sua formação profissional. Saiba mais sobre o curso: https://www.unifase-rj.edu.br/curso-atualizacao/imersao-em-terapia-pulpar-em-dentes-deciduos
3 de julho de 2026
Principal evento nacional sobre prevenção e posvenção do suicídio reunirá especialistas, pesquisadores e profissionais de diferentes áreas entre os dias 5 e 8 de agosto
2 de julho de 2026
Como fazer o público jovem se interessar por política? Quais são as maiores dificuldades enfrentadas pelo microempreendedor individual para que seu negócio prospere? De que maneira os retalhos descartados pela indústria têxtil podem ser reutilizados de forma empreendedora e sustentável? Essas perguntas orientaram os projetos desenvolvidos por estudantes do segundo período do curso de Administração da UNIFASE durante as atividades de curricularização da extensão,modelo que prevê que, no mínimo, 10% da carga horária dos cursos de graduação seja dedicada a atividades desenvolvidas em interação com a sociedade. Por meio dessa proposta , os estudantes investigam demandas reais da comunidade e desenvolvem soluções que unem gestão, cidadania, empreendedorismo e sustentabilidade desde os primeiros períodos da graduação.  "O grande papel da Extensão no curso de Administração é humanizar a gestão. Através desses projetos, os alunos vão a campo para entender outras realidades e interagir com outros conhecimentos além dos adquiridos em sala de aula. Tudo isso contribui para que ele se torne um profissional integral, mais bem capacitado para o mercado de trabalho, que entende a responsabilidade social necessária para gerir negócios, pessoas e capital", analisa a professora Luciene Baptista, docente do curso de Administração da UNIFASE. Com um olhar atento para questões atuais da sociedade, os alunos pensaram em propostas que tenham impacto social na tomada de decisão, gestão de negócios, cidadania, empreendedorismo e sustentabilidade. A partir da percepção de que os jovens estão cada vez mais desconectados de assuntos relacionados à política, um dos grupos desenvolveu o projeto "Democracia em Pixel", que visa abordar conceitos complexos das Ciências Sociais em vídeos dinâmicos para o público de 16 a 24 anos, utilizando uma linguagem imparcial e adaptada à Geração Z. "Queremos falar sobre o poder do voto e a importância de desenvolver uma consciência política, focando no exercício da cidadania. Nosso primeiro vídeo foi sobre o 'efeito manada', que foi exibido para alunos do segundo ano do ensino médio do colégio Pensi. Em seguida, fizemos uma dinâmica com jujubas relacionada ao tema, para traduzir o conceito de uma maneira tangível e engajadora, e foi um sucesso! Agora queremos expandir o projeto para mais escolas", comenta Elian Venancio, aluno do segundo período do curso de Administração da UNIFASE. Ainda com foco na criação de vídeos informativos para as redes sociais, o segundo grupo criou o projeto "SIGA - Suporte com Informação de Gestão Agilizada", tendo como tema a educação empresarial para microempreendedores individuais (MEI). Com dados fornecidos pelo Sebrae, os alunos identificaram os principais obstáculos para o sucesso de pequenos negócios, que muitas vezes encerram suas atividades logo nos primeiros anos. "Nossa proposta é fornecer informações para microempreendedores com dificuldades para administrar seu próprio negócio, por meio de vídeos com linguagem acessível e didática. Inicialmente escolhemos temas pertinentes como fluxo de caixa, formação de preço e separação da conta jurídica da conta física, que são etapas essenciais na gestão de empreendimentos", explica a estudante Natalia Lima. O terceiro grupo, por sua vez, teve como base a economia circular, com a proposta de reutilização de retalhos da indústria têxtil para a produção de peças artesanais, a serem confeccionadas por mulheres de baixa renda ou em situação de vulnerabilidade social em Petrópolis. "Com o apoio da UNIFASE, conseguimos uniformes de funcionários da instituição que seriam descartados e através de uma parceria com o Inova Petrópolis Moda e um projeto social, eles foram transformados em novos produtos, como mochilas e estojos. Conseguimos aliar a sustentabilidade ao desenvolvimento de pequenos negócios, que podem se tornar uma fonte de renda para mulheres em vulnerabilidade", destaca a aluna Maria Eduarda Lago, que integra o grupo do projeto "Retalhos, Economia Circular". Os trabalhos, que seguirão em aperfeiçoamento ao longo da graduação - até o 4º período, foram avaliados pelos professores Gladistone Afonso, Mônica Fontes, Rodrigo Lopes, Thais Martins e Luciene Baptista, docentes do curso de Administração da UNIFASE.