Vestibular em Petrópolis: UNIFASE 2023.1

1 de fevereiro de 2023
Vestibular em Petrópolis: UNIFASE 2023.1

Para se destacar no mercado de trabalho, é preciso mais do que um diploma universitário. Você precisa investir em ensino superior de qualidade. Por isso, que tal fazer um vestibular em Petrópolis em um dos mais renomados centros universitários do país? 

Reconhecida por ser uma instituição de ensino superior moderna e inovadora, a UNIFASE/FMP está com inscrições abertas para seu processo seletivo de 2023.1. Para saber tudo sobre as opções de cursos, formas de ingresso, número de vagas e como fazer sua inscrição, continue lendo este artigo. 

 

Por que escolher a UNIFASE/FMP?

Com seus mais de 50 anos de tradição, a UNIFASE/FMP é uma das principais universidades do país. Sua alta qualidade na formação de novos profissionais é fruto da articulação de ensino, extensão e pesquisa, aliada a uma das melhores e mais modernas infraestruturas de câmpus do Brasil, além de uma equipe de profissionais altamente qualificados. 

Encravada na Região Serrana do Rio de Janeiro, no meio da Mata Atlântica, ela é uma ótima opção de vestibular em Petrópolis para quem quer alcançar uma formação de excelência nas áreas da saúde e gestão.

Mais qualidade de vida!

A UNIFASE/FMP acredita na importância do ensino prático desde o começo do curso. Por isso, conta com um Ambulatório Escola próprio, práticas e estágios supervisionados tanto nos cursos de gestão quanto nos cursos de saúde e investimentos anuais robustos para manter sua infraestrutura em pleno funcionamento.

Além disso, o câmpus, que é bastante arborizado, está perto do centro de Petrópolis , uma cidade linda, acolhedora, que respira e transpira a história de nosso país e oferece muita cultura, lazer e entretenimento. 

Ao realizar o vestibular em Petrópolis da UNIFASE/FMP, você optará por alcançar mais qualidade de vida, principalmente acadêmica, em uma das melhores cidades universitárias brasileiras.

Quais são os cursos e vagas disponíveis?

Atualmente, a UNIFASE/FMP oferece oito opções de cursos, entre graduações e superiores de tecnologia, nas modalidades presencial e híbrida. São quatrocentas e vinte vagas distribuídas entre os cursos disponíveis , turnos e formas de ingresso, conforme mostra a tabela a seguir.

 

CursoTurnoVagasTotalProvas on-lineENEMAdministraçãoNoturno8020100EnfermagemMatutino e 

Vespertino

602080NutriçãoMatutino251540OdontologiaMatutino e 

Vespertino

251540PsicologiaMatutino251540CST em RadiologiaNoturno251540CST em Recursos HumanosNoturno251540CST em Gestão PúblicaNoturno251540

 

O que acontece se as vagas disponíveis não forem preenchidas?

Pode ocorrer remanejamento de vagas entre as modalidades de ingresso. Isso significa que, se as vagas disponíveis para o ENEM não forem preenchidas, serão disponibilizadas para quem optou pela “prova on-line”. 

Da mesma forma, as vagas que não forem preenchidas pelos candidatos da prova on-line serão disponibilizadas para quem escolheu ENEM. Se depois desses remanejamentos ainda houver vagas disponíveis, elas podem ser remanejadas para outras formas de ingresso.

 

Como se inscrever no vestibular em Petrópolis da UNIFASE/FMP?

O vestibular em Petrópolis da UNIFASE/FMP disponibiliza duas formas de ingresso para os cursos de graduação oferecidos por ela no 1° Semestre de 2023. 

1. Realização de prova on-line

A prova on-line consiste de uma redação que deve ser feita pela internet, na área do candidato, em até 48 horas após a inscrição no processo seletivo. Ela terá a duração de 2 horas e a instituição liberará o resultado em até 3 dias úteis após a conclusão do processo seletivo.

Se optar por esta forma de ingresso, você deverá elaborar um texto dissertativo-argumentativo com, no mínimo, 20 linhas, e que tenha entre 1.500 e 3.000 caracteres. Você saberá qual é o tema momento da realização da prova.

2. Resultado do ENEM - Exame Nacional do Ensino Médio

Para participar do processo seletivo através da nota do ENEM, você deverá informar seu número do ENEM no momento da inscrição. Para avaliação, serão considerados os resultados das provas realizadas entre os anos de 2017 a 2021. 

Para ser aprovado e classificado, você precisa ter média igual ou superior a 50% (cinquenta por cento) do valor da nota máxima atribuível. A classificação será feita de acordo com a ordem cronológica de inscrição no processo seletivo.

Como é feita a inscrição? 

As inscrições para o vestibular em Petrópolis da UNIFASE/FMP já estão disponíveis e podem ser feitas diariamente no site da instituição. Em ambos os casos, a taxa de inscrição é gratuita. 

Foi aprovado? Veja como fazer a Matrícula

As matrículas devem ser realizadas em até 5 dias úteis após a divulgação do resultado, pela internet ou presencialmente no Campus Barão. Consulte o edital para saber o que é exigido para realizar sua matrícula.

 

 

Quem optar pelo curso de Enfermagem será matriculado simultaneamente nas modalidades licenciatura e bacharelado. A opção pela exclusão da licenciatura estará disponível a partir do 2o período.

É possível fazer transferência ou reingresso?

Sim, é possível! Para saber tudo sobre como fazer sua transferência ou reingresso em um dos cursos oferecidos pela UNIFASE/FMP, clique aqui.

PROUNI e FIES

O vestibular em Petrópolis da UNIFASE/FMP oferece vagas para serem preenchidas através do PROUNI e do FIES. Fique atento aos calendários estabelecidos semestralmente pelo Ministério da Educação e participe do processo seletivo.

 

Vem para a UNIFASE/FMP

Como você viu, são várias opções de cursos para escolher e diferentes formas de ingressar em uma das mais importantes e melhores universidades do país. 

Para fazer parte de um time de profissionais altamente qualificados e que entregam resultados de excelência nas áreas em que atuam, acesse nosso site e participe do processo seletivo da UNIFASE/FMP. Clique neste link e faça agora mesmo sua inscrição

Fique atento e não deixe de ler todo o edital! Em caso de dúvidas, converse com nosso time!

6 de abril de 2026
Rotina, uso de telas e estresse interferem no descanso, e ações educativas reforçam a importância de dormir melhor
1 de abril de 2026
Às vésperas da Páscoa, quando o chocolate ganha destaque nas vitrines e no imaginário popular, a nutricionista e professora da UNIFASE, Brigitte Olichon, resgata a origem dessa tradição e propõe uma reflexão sobre o consumo desse alimento tão presente na data. Ao percorrer a história do chocolate, desde suas raízes culturais até seus efeitos no organismo, a especialista convida o leitor a enxergar além da tentação e compreender melhor o papel desse doce na nossa alimentação. Confira: Está chegando a Páscoa, e as lojas estão completamente enfeitadas de todas as formas possíveis e imagináveis de chocolate. Uma tentação!!! Mas... o que tem a ver uma coisa com a outra? Como sempre, muitas das nossas tradições têm raízes muito mais antigas do que imaginamos... Neste caso, muito antes do Judaísmo ou do Cristianismo se posicionarem como religiões de massa, civilizações do Mediterrâneo e orientais tinham como costume presentear amigos e familiares com ovos (de galinha ou de pata) coloridos com ervas. Isso acontecia sobretudo quando chegava a primavera, como símbolo de vida e renascimento - vamos lembrar que essas regiões do hemisfério Norte estavam saindo de um longo, tenebroso, frio e escuro inverno, do qual nem todos saíam vivos. Várias formas de se enfeitar os ovos eram utilizadas: com flores, ervas, desenhos, imagens de deusas pagãs, animais... E a igreja cristã, então, quando quis abafar os rituais pagãos, novamente se apoderou de seus símbolos e começou a ilustrar os ovos com as imagens de Jesus e Maria, associando o sentido de renascimento à Páscoa cristã, que celebra a ressurreição do Cristo. Esta tradição continuou, portanto, e tomou proporções grandiosas na Idade Média, quando nobres e cavaleiros presenteavam com ovos cobertos de ouro e pedrarias... Na Rússia, ficaram famosos os ovos feitos por um ilustre ourives francês (Fabergé), que transformava essas jóias em verdadeiras obras de arte! E quando tudo isso se transformou nas delícias de chocolate? Bem, ainda demorou um tempo... tempo suficiente para que os espanhóis invadissem a América e experimentassem o "líquido quente" (tchocoatl) que os nativos incas, maias e astecas utilizavam em rituais sagrados e na guerra. Lendas astecas dizem que o cacau surgiu do paraíso, pois acreditavam que quem o bebesse adquiriria poder e magia. Este chá, feito com sementes esmagadas de cacau, milho e chili, era amargo, forte, quente... e dava força, recuperava doentes, reanimava guerreiros e servia de presente ao mundo dos mortos. Quase que ressuscitava mesmo! Levado para a Europa, este sagrado e miraculoso alimento foi acrescido de vários outros ingredientes para se tornar algo mais palatável: açúcar, leite, creme de leite e manteiga. Mas como tudo isso era caro, só os nobres tinham acesso a esta delícia dos deuses. Quando Portugal se deu conta de que tinha um quintal meio ocioso, "em que se plantando tudo dá", trouxe para cá plantações de cacau que, somadas às já presentes plantações de cana-de-açúcar, tornaram o império mais rico e mais forte. Claro que foram cozinheiros franceses que tiveram a idéia de fazer ovos de chocolate... e a moda pegou, para a alegria de todos! Alegria... relativa. Na verdade, o verdadeiro chocolate, feito com um teor mais alto de cacau (acima de 70%), tem substâncias chamadas flavonóides e polifenóis que têm uma função antioxidante, prevenindo a aterosclerose e as doenças do coração, a formação de coágulos no sangue e derrames, diminuem o colesterol ruim e a pressão arterial, são estimulantes do sistema nervoso central e estimulam a produção de serotonina, o hormônio do prazer. Tudo de bom, né? Mas como tudo na vida, ele também tem seu lado negativo. Mesmo o chocolate amargo (com mais de 70% de cacau) é muito calórico e vicia, além de provocar reações alérgicas em muitas pessoas: dor de cabeça, diarréia, pedras nos rins, acne, tensão pré-menstrual podem ser alguns dos sinais. Fique atento. Outro ponto a ser considerado é que o bom chocolate, com sementes de cacau de boa qualidade, é sempre importado - e caro! Porque o bom que é produzido aqui no Brasil é selecionado para a exportação, uma vez que lá fora as pessoas querem qualidade, querem o que há de melhor... e nós ficamos com "o resto": sementes de baixa qualidade, que exigem que se acrescente mais açúcar, mais gordura hidrogenada, mais aditivos químicos para ter consistência e "sabor". Assim, o que aqui chamamos "chocolate" muitas vezes nem chega perto - o chocolate branco, por exemplo, nem leva cacau, só a gordura da semente. E, então, embora viciados e acreditando que estamos nos alimentando de algo que pode até fazer bem à saúde, na verdade estamos nos envenenando e comprometendo fígado, coração, rins... E fazemos isso a nós mas, principalmente, às nossas crianças, que aprendem desde cedo a gostar de alguma coisa que só vai torná-las mais doentes. A questão, então, é a moderação, o equilíbrio. Utilizar um produto de qualidade, puro, com alto teor de cacau - eles são mais caros, é verdade; e mais finos também. Mas quem disse que vamos conseguir comer tudo de uma vez? E nem precisamos. Basta termos a real noção do que representa o chocolate em nossa vida: é um alimento precioso, de renascimento, para momentos especiais... Bom renascimento regado a chocolate para vocês!
31 de março de 2026
O descarte inadequado de medicamentos, muitas vezes tratado como um hábito inofensivo, tem se revelado um problema silencioso com impactos que vão muito além do lixo doméstico. Substâncias farmacológicas descartadas de forma incorreta podem contaminar o solo e os recursos hídricos, além de contribuir para um dos maiores desafios da saúde pública atual: o aumento da resistência a medicamentos. Recentemente, o tema também esteve em debate na UNIFASE durante a 4ª Jornada da Virada Climática, ampliando a reflexão sobre as conexões entre saúde, meio ambiente e uso racional de medicamentos. Para aprofundar o debate, a Profa. MsC. Priscilla Feijó, docente de Farmacologia da UNIFASE, explicou como práticas cotidianas, como o descarte incorreto de remédios, podem impactar diretamente o meio ambiente e favorecer a seleção de microrganismos resistentes. 1 - O que acontece quando descartamos medicamentos no lixo comum ou no vaso sanitário? R.: Os medicamentos contêm compostos biologicamente ativos e muitos deles mantêm sua atividade mesmo após serem descartados no lixo comum ou no vaso sanitário. O problema é que os sistemas de tratamento de resíduos e de esgoto não foram projetados para remover completamente esses compostos. E aí surge o problema: essas substâncias ativas atingem o solo, rios e lençóis freáticos, podendo persistir no ambiente por longos períodos. Uma vez no ambiente, podem ser transferidas ao longo da cadeia alimentar, contaminando peixes, plantações e até animais de criação. Com isso, acabam retornando ao ser humano, principalmente por meio da ingestão de água e alimentos, ainda que em baixas concentrações. Diversos estudos mostram que o descarte inadequado de medicamentos é uma fonte relevante de resíduos farmacêuticos no ambiente, somando-se a outras vias de contaminação. 2 - Quais são os impactos ambientais mais preocupantes? R.: O impacto ambiental é expressivo, indo desde a contaminação de lençóis freáticos e do solo até a bioacumulação em organismos aquáticos e terrestres, com potencial de transferência ao longo da cadeia trófica, podendo chegar ao ser humano. Além disso, o descarte de medicamentos hormonais e de anti-inflamatórios, sendo estes últimos amplamente utilizados e, em muitos casos, isentos de prescrição, contribuem para a desregulação endócrina, levando a alterações reprodutivas e comportamentais. E, quando pensamos em antibióticos, o cenário se torna ainda mais preocupante: a presença desses compostos no ambiente favorece a seleção de microrganismos resistentes. Agora, imagine: estamos expostos, ainda que em baixas concentrações, a esse conjunto de substâncias ao longo da vida. Qual é o impacto disso na nossa saúde como um todo? Ainda estamos entendendo. O que já sabemos é que hoje enfrentamos um problema real com bactérias multirresistentes, inclusive casos de resistência extrema. E, com o aumento da presença de resíduos farmacêuticos no ambiente, esse cenário tende a se agravar. É, sem dúvida, uma preocupação crescente. 3 - O que é a resistência a medicamentos e por que ela preocupa tanto hoje? R.: A resistência antimicrobiana é, na verdade, um processo de seleção natural. Quando uma população de microrganismos entra em contato com um antibiótico, os mais sensíveis são eliminados, enquanto aqueles que, seja por mutação ou por características já existentes, conseguem sobreviver, se multiplicam e passam essa resistência adiante. E nós favorecemos essa seleção quando usamos antibióticos de forma inadequada ou quando há uso extensivo na agricultura e na pecuária. E é aí que entra a grande preocupação: infecções que antes eram simples de tratar estão se tornando cada vez mais complexas. Em alguns casos, já lidamos com microrganismos multirresistentes e até pan-resistentes, para os quais praticamente não há opções terapêuticas. Isso tem um impacto direto em nossas vidas. Procedimentos considerados seguros, como cirurgias, quimioterapia ou transplantes, dependem da eficácia dos antimicrobianos. Sem eles, o risco de infecção volta a ser um fator limitante real. 4 - O que cada pessoa pode fazer para ajudar a reduzir esse problema? R.: Cada pessoa tem um papel fundamental nesse processo, e pequenas mudanças de comportamento já fazem diferença. O primeiro ponto é não usar medicamentos por conta própria. Eles devem ser utilizados apenas quando prescritos, respeitando a dose, o intervalo e o tempo de tratamento, e nunca interrompidos por iniciativa própria. Outro ponto importante é, sempre que possível, adquirir a quantidade exata prescrita, evitando sobras, porque, se não sobra, não há necessidade de descarte posterior. Por fim, é fundamental não descartar medicamentos no lixo comum ou no vaso sanitário. O ideal é encaminhar medicamentos vencidos ou em desuso, juntamente com suas embalagens, para pontos de coleta apropriados, como farmácias e unidades de saúde que participam de programas de logística reversa. Hoje, inclusive, já existem plataformas que ajudam a localizar os pontos de coleta mais próximos. Além disso, a informação tem um papel central. Orientar familiares e pessoas próximas sobre o uso racional e o descarte correto de medicamentos contribui diretamente para ampliar o impacto dessas ações. 5 - Qual o papel das universidades nesse debate? R.: Crucial. Na formação, as universidades são responsáveis por preparar profissionais da saúde mais conscientes dentro do conceito de One Health ou Saúde Única. Esses profissionais precisam compreender que a saúde, em seu sentido mais amplo e real, envolve a integração entre ser humano, animais e meio ambiente. Nesse contexto, é fundamental internalizar e transmitir a importância do uso racional de medicamentos e todos os seus desdobramentos, incluindo o descarte adequado. Na produção de conhecimento, as universidades contribuem para a compreensão da dinâmica da resistência, do papel do ambiente como reservatório de genes de resistência e dos efeitos da exposição crônica a resíduos farmacêuticos. Esse conhecimento é essencial tanto para formar profissionais mais engajados quanto para embasar políticas públicas e estratégias de enfrentamento mais eficazes. E talvez um dos pontos mais importantes seja o papel social. A universidade precisa se posicionar como um elo entre ciência e sociedade, promovendo educação em saúde, divulgando informação de qualidade e participando ativamente de iniciativas como programas de descarte correto de medicamentos.