Vestibular de Medicina 2027.1 da Faculdade de Medicina de Petrópolis está com inscrições abertas

21 de setembro de 2026
Vestibular de Medicina 2027.1 da Faculdade de Medicina de Petrópolis está com inscrições abertas

Processo seletivo oferece ingresso com uso da nota do ENEM ou por prova, que acontece em novembro, em Petrópolis e no Rio de Janeiro

Para quem está se preparando para ingressar em Medicina, a escolha da faculdade vai muito além da aprovação no vestibular. É ao longo dos seis anos de graduação que o estudante constrói conhecimentos, desenvolve habilidades e, progressivamente, assume responsabilidades no cuidado. Na Faculdade de Medicina de Petrópolis, que integra a UNIFASE, essa trajetória começa desde os primeiros períodos e combina aprendizagem, prática e acompanhamento próximo. As inscrições para o Vestibular 2027.1 estão abertas até 18 de novembro de 2026. A prova será realizada em 22 de novembro, em Petrópolis e no Rio de Janeiro.


Além do vestibular, os candidatos podem utilizar a nota do ENEM de 2018 a 2025, conforme as condições previstas no edital. Para essa modalidade, o registro de interesse deve ser realizado até 20 de outubro de 2026. O candidato que optar pelo ENEM e se não conquistar uma vaga por essa modalidade ainda poderá participar do processo seletivo por meio da prova, sem o pagamento de uma nova taxa.


Com uma trajetória iniciada em 1967, a UNIFASE se aproxima de seis décadas dedicadas à formação médica. A instituição também é acreditada pelo Sistema de Acreditação de Escolas Médicas (SAEME-CFM), processo externo de avaliação da qualidade da formação médica reconhecido internacionalmente. Apenas 66 instituições brasileiras – sendo quatro do Estado do Rio – têm essa acreditação.


Na UNIFASE, o estudante percorre uma trajetória que vai dos laboratórios e atividades de simulação aos cenários reais de atendimento, com contato progressivo com diferentes contextos de cuidado e acompanhamento próximo de professores e preceptores.


Essa experiência acontece em um amplo ecossistema de saúde, que coloca o estudante em contato com diferentes realidades do cuidado ao longo da graduação. A instituição conta com ambulatório escola próprio, hospital de ensino certificado pelos Ministérios da Saúde e da Educação e equipes de atenção básica, além de extensa rede parceira, com unidades públicas e privadas de Petrópolis e do Rio de Janeiro, como o Hospital Central do Exército e o Hospital Naval Marcílio que oferecem diferentes oportunidades de prática.


Nos últimos cinco anos, contando apenas o Ambulatório Escola próprio, as cinco equipes de Saúde da Família geridas diretamente pela instituição, o Departamento de Doenças Infecto-Parasitárias (DIP) e o Ambulatório do Hospital de Ensino Alcides Carneiro, foram quase 1 milhão de atendimentos de saúde  somente em 2025, foram mais de 212 mil.

Ao longo da graduação, o estudante também é acompanhado por diferentes instrumentos de avaliação, que permitem compreender sua evolução e identificar conhecimentos que precisam ser fortalecidos, para o desenvolvimento das competências esperadas.


“A formação médica não acontece em um único momento. Ela é construída todos os dias, nas experiências práticas, nas discussões de casos, nas avaliações, nos feedbacks e na relação com professores e pacientes. O ENAMED chega como mais uma etapa dessa trajetória, mas a preparação para a profissão começa muito antes de uma prova”, afirma Patricia Tavares, coordenadora do curso de Medicina da UNIFASE.


Mais do que preparar o estudante para avaliações, a proposta é construir, ao longo dos seis anos de formação, os conhecimentos e competências necessários para que ele avance da aprendizagem à autonomia, em uma trajetória marcada por experiências práticas, acompanhamento e responsabilidade crescente.


“Hoje, chegando ao final da graduação, consigo perceber como essa formação foi construída degrau a degrau. Desde os primeiros períodos até o internato, fomos assumindo cada vez mais responsabilidades e aprendendo a relacionar o conhecimento com a prática e com a realidade de cada paciente. O acompanhamento próximo dos professores faz diferença. Mesmo ainda sendo estudante, a responsabilidade com o paciente já é muito grande, e acredito que é justamente essa trajetória que nos prepara para a vida profissional”, comenta o aluno do 12º período de Medicina, Henrique Ribeiro Mendes.


A formação também se amplia para além da sala de aula e dos cenários assistenciais. Os estudantes têm oportunidades de participar de projetos de pesquisa, iniciação científica e extensão, aproximando-se da produção de conhecimento e de demandas concretas da sociedade.


Serviço

Vestibular de Medicina UNIFASE 2027.1

Inscrições: até 18/11/2026
Prova:
22/11/2026
Locais de prova:
Petrópolis e Rio de Janeiro
ENEM (2018 a 2025):
registro de interesse até 20/10/2026
Inscrições:
www.unifase-rj.edu.br/vestibular-fmp-medicina
Informações:
(24) 2244-6471 e (24) 2244-6468; WhatsApp (24) 99268-1794; vestibular@unifase-rj.edu.br.


19 de setembro de 2026
Instituição registrou quase 1 milhão de atendimentos nos últimos cinco anos em serviços próprios e conveniados e mantém uma relação com a rede pública construída ao longo de décadas
18 de setembro de 2026
A reitora da UNIFASE, Maria Isabel de Sá Earp de Resende Chaves, participou do 28º Fórum Nacional do Ensino Superior Particular (FNESP), realizado nos dias 16 e 17 de setembro, em São Paulo. Considerado um dos principais encontros do setor no país, o evento reuniu dirigentes e representantes de instituições de ensino de diferentes regiões do Brasil para discutir os desafios e as transformações da educação superior. Integrante do Conselho Consultivo do SEMESP, Maria Isabel esteve, no dia 17, no painel “A formação é um caminho sem fim”, que teve como convidado Jorge Alfonso Rodrigues Tort, diretor de Estratégias e Cooperação do Instituto do Futuro do Tec de Monterrey, do México. A mesa abordou os novos caminhos da formação profissional, com destaque para microcertificações, trilhas flexíveis de aprendizagem e lifelong learning, além dos desafios para que as instituições acompanhem as transformações da sociedade e do mundo do trabalho. Para a reitora, participar de espaços como o FNESP representa uma oportunidade de contribuir para o debate sobre os rumos da educação superior, além de acompanhar experiências e perspectivas de outras instituições. Também estiveram no evento o presidente da Fundação Octacílio Gualberto, mantenedora da UNIFASE, Dr. Jorge Dáu; o pró-reitor de Administração, Dr. Afonso Chaves; e o coordenador de EAD, Prof. Marcelo Guedes, acompanhando as discussões e as novidades que movimentam a educação superior.
17 de setembro de 2026
Por Esther Takamori, coordenadora de pesquisa da UNIFASE Algumas conquistas que hoje parecem naturais são, na verdade, muito recentes. No Brasil, as mulheres conquistaram o direito ao voto apenas em 1932. Em menos de um século, ampliaram sua presença nas universidades, nas profissões, na pesquisa, na vida pública e em posições de liderança. Nada disso aconteceu automaticamente. Foram mulheres que, em diferentes momentos, questionaram limites, enfrentaram resistências e abriram caminhos para as gerações seguintes. É essa trajetória que inspira o tema da XXXII Semana Científica da UNIFASE, que acontece de 27 a 29 de outubro, em Petrópolis: “Ciência Delas”. A proposta não é apenas celebrar o que foi conquistado, mas reconhecer que uma conquista também pode ser o ponto de partida para novas perguntas. Na ciência, essa reflexão é especialmente importante. Durante muito tempo, mulheres tiveram acesso restrito à formação e às instituições científicas. Muitas participaram de descobertas e produziram conhecimento sem receber o mesmo reconhecimento que seus pares homens. Hoje, o cenário mudou. Mulheres estão presentes em diferentes áreas do conhecimento, lideram pesquisas, formam novas gerações, desenvolvem tecnologias e ocupam espaços de decisão. Mas presença não significa que todos os desafios tenham desaparecido. Estar à frente da Coordenação de Pesquisa da UNIFASE me permite acompanhar essa transformação de perto. Vejo mulheres pesquisadoras, professoras e estudantes ocupando esses espaços e construindo suas próprias trajetórias. Ao mesmo tempo, percebo o quanto ainda é necessário criar condições para que mais mulheres possam desenvolver seus projetos, permanecer na ciência e chegar a posições de liderança. Essa experiência também reforça uma convicção: representatividade não é apenas ocupar um lugar. É fazer com que outras pessoas consigam se imaginar ocupando aquele mesmo espaço. Quando uma menina ou uma jovem encontra mulheres produzindo ciência, liderando pesquisas ou tomando decisões, novas possibilidades se tornam visíveis. Aquilo que parecia distante passa a fazer parte do horizonte. Por isso, lugar de mulher é onde ela sonhar, onde ela conquistar, onde ela quiser. Mas cada geração também recebe uma responsabilidade. Se algumas portas foram abertas por quem veio antes, cabe a nós ampliar esses caminhos e abrir outros para quem virá depois. Talvez essa seja uma das maiores aproximações entre a trajetória das mulheres e a própria ciência. Fazer ciência é perguntar, questionar respostas prontas, identificar limites e buscar novas possibilidades. As universidades têm papel fundamental nesse processo. São espaços de formação, mas também de descoberta, pensamento crítico e produção de conhecimento. Precisam permitir que diferentes experiências e perspectivas participem dessa construção. É por isso que discutir mulheres e ciência não deveria significar apenas olhar para o passado e contabilizar conquistas. É também perguntar que ciência queremos construir, quem terá espaço para produzi-la e quais caminhos ainda precisamos abrir. A “Ciência Delas” nasce desse olhar: reconhecer as mulheres que abriram caminhos, valorizar as que hoje os percorrem e pensar nas próximas gerações. As conquistas do passado não são um ponto de chegada. São parte do caminho. E os próximos horizontes começam quando alguém decide que um limite não precisa permanecer onde sempre esteve. É com esse olhar que convido vocês para a XXXII Semana Científica da UNIFASE. Espero encontrá-los lá para reconhecer os caminhos que já foram abertos e, principalmente, conversar sobre os que ainda podemos construir.