Vestibular da UNIFASE está com inscrições abertas para o segundo semestre de 2026

4 de maio de 2026
Vestibular da UNIFASE está com inscrições abertas para o segundo semestre de 2026

Ingresso pode ser feito por prova on-line ou com a nota do ENEM

Referência no ensino superior na Região Serrana do Rio, o Centro Universitário Arthur Sá Earp Neto (UNIFASE) está com inscrições abertas para o vestibular com ingresso no segundo semestre de 2026, oferecendo vagas em cursos nas áreas de Saúde e Gestão. Os candidatos podem optar por duas formas de seleção: realizar a prova on-line ou utilizar a nota do Exame Nacional do Ensino Médio, com resultados válidos a partir de 2018. As inscrições devem ser feitas pelo site www.unifase-rj.edu.br.


Ao todo, são oferecidas oportunidades em oito cursos de graduação: Administração, Psicologia, Nutrição, Odontologia, Enfermagem (bacharelado e licenciatura), Radiologia, Gestão de Recursos Humanos e Gestão Pública. Além dessas modalidades, a instituição também disponibiliza outras formas de ingresso, como segunda graduação, transferência, Programa Universidade para Todos (Prouni) e Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).


Localizada no Centro de Petrópolis, a instituição conta com uma estrutura completa, incluindo biblioteca com mais de 30 mil títulos, auditórios, complexo esportivo e laboratórios modernos. Entre os destaques estão o Centro de Inovação, Pesquisa e Atualização Cirúrgica (CIPAC), o Centro de Simulação Realística e os laboratórios Morfofuncional e o de Anatomia Digital, ampliam ainda mais as possibilidades de aprendizado prático. Além de espaços voltados à pesquisa, como o Laboratório de Medicina Regenerativa e o Núcleo de Pesquisa Clínica. 


Na área da saúde, a UNIFASE reúne quase 60 anos de tradição, iniciada com a criação da Faculdade de Medicina de Petrópolis, e mantém forte atuação em cenários reais de prática, como o Hospital de Ensino Alcides Carneiro (HEAC), ambulatório próprio e equipes da Estratégia de Saúde da Família.


Além da tradição na área da saúde, a UNIFASE também se destaca na formação em Gestão, preparando profissionais para atuar em contextos organizacionais diversos, com foco em inovação, sustentabilidade e tomada de decisão estratégica. Os cursos dessa área contam com atividades práticas, integração com o mercado e desenvolvimento de competências alinhadas às novas demandas do mundo do trabalho.



Mais informações podem ser obtidas pelos telefones (24) 2244-6471 e (24) 2244-6468, pelos WhatsApps (24) 98865-0693, (24) 99200-4036, (24) 98865-7504 e (24) 99211-2542, ou pelo e-mail vestibular@unifase-rj.edu.br.


17 de setembro de 2026
Por Esther Takamori, coordenadora de pesquisa da UNIFASE Algumas conquistas que hoje parecem naturais são, na verdade, muito recentes. No Brasil, as mulheres conquistaram o direito ao voto apenas em 1932. Em menos de um século, ampliaram sua presença nas universidades, nas profissões, na pesquisa, na vida pública e em posições de liderança. Nada disso aconteceu automaticamente. Foram mulheres que, em diferentes momentos, questionaram limites, enfrentaram resistências e abriram caminhos para as gerações seguintes. É essa trajetória que inspira o tema da XXXII Semana Científica da UNIFASE, que acontece de 27 a 29 de outubro, em Petrópolis: “Ciência Delas”. A proposta não é apenas celebrar o que foi conquistado, mas reconhecer que uma conquista também pode ser o ponto de partida para novas perguntas. Na ciência, essa reflexão é especialmente importante. Durante muito tempo, mulheres tiveram acesso restrito à formação e às instituições científicas. Muitas participaram de descobertas e produziram conhecimento sem receber o mesmo reconhecimento que seus pares homens. Hoje, o cenário mudou. Mulheres estão presentes em diferentes áreas do conhecimento, lideram pesquisas, formam novas gerações, desenvolvem tecnologias e ocupam espaços de decisão. Mas presença não significa que todos os desafios tenham desaparecido. Estar à frente da Coordenação de Pesquisa da UNIFASE me permite acompanhar essa transformação de perto. Vejo mulheres pesquisadoras, professoras e estudantes ocupando esses espaços e construindo suas próprias trajetórias. Ao mesmo tempo, percebo o quanto ainda é necessário criar condições para que mais mulheres possam desenvolver seus projetos, permanecer na ciência e chegar a posições de liderança. Essa experiência também reforça uma convicção: representatividade não é apenas ocupar um lugar. É fazer com que outras pessoas consigam se imaginar ocupando aquele mesmo espaço. Quando uma menina ou uma jovem encontra mulheres produzindo ciência, liderando pesquisas ou tomando decisões, novas possibilidades se tornam visíveis. Aquilo que parecia distante passa a fazer parte do horizonte. Por isso, lugar de mulher é onde ela sonhar, onde ela conquistar, onde ela quiser. Mas cada geração também recebe uma responsabilidade. Se algumas portas foram abertas por quem veio antes, cabe a nós ampliar esses caminhos e abrir outros para quem virá depois. Talvez essa seja uma das maiores aproximações entre a trajetória das mulheres e a própria ciência. Fazer ciência é perguntar, questionar respostas prontas, identificar limites e buscar novas possibilidades. As universidades têm papel fundamental nesse processo. São espaços de formação, mas também de descoberta, pensamento crítico e produção de conhecimento. Precisam permitir que diferentes experiências e perspectivas participem dessa construção. É por isso que discutir mulheres e ciência não deveria significar apenas olhar para o passado e contabilizar conquistas. É também perguntar que ciência queremos construir, quem terá espaço para produzi-la e quais caminhos ainda precisamos abrir. A “Ciência Delas” nasce desse olhar: reconhecer as mulheres que abriram caminhos, valorizar as que hoje os percorrem e pensar nas próximas gerações. As conquistas do passado não são um ponto de chegada. São parte do caminho. E os próximos horizontes começam quando alguém decide que um limite não precisa permanecer onde sempre esteve. É com esse olhar que convido vocês para a XXXII Semana Científica da UNIFASE. Espero encontrá-los lá para reconhecer os caminhos que já foram abertos e, principalmente, conversar sobre os que ainda podemos construir.
16 de setembro de 2026
Há mais de uma década, iniciativa aproxima estudantes e moradores e transforma demandas do território em ações nas áreas de saúde, alimentação, educação e cidadania
11 de setembro de 2026
Experiências vivenciadas no cotidiano da saúde da família deram origem ao livro Narrativas do Cotidiano Invisível, porém Sentido, de Anna Beatriz Artigues de Araujo Vieira, enfermeira e preceptora da UNIFASE. Publicada pela Artêra Editorial, a obra foi lançada durante a programação da 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo. O livro reúne poemas, narrativas e reflexões construídos a partir da escuta e das experiências vivenciadas pela autora no cuidado em saúde. Os textos abordam temas como infância, violência, pertencimento, espiritualidade, comunicação e vulnerabilidade, revelando histórias e situações que muitas vezes permanecem invisíveis no cotidiano. A obra propõe um olhar sensível sobre o cuidado e sobre as relações humanas que atravessam o trabalho na saúde da família, aproximando poesia, experiências territoriais e reflexão sobre o ato de cuidar. “Narrativas do Cotidiano Invisível, porém Sentido” está disponível na Amazon.