Psicologia clínica: vale a pena se especializar?

30 de junho de 2022
Psicologia clínica: vale a pena se especializar?

De acordo com dados da OPAS (Organização Pan-Americana da Saúde), a pandemia da COVID-19 aumentou em 25% os casos de transtornos de ansiedade e depressão no mundo todo e por isso que a procura pela psicologia clínica teve também um crescimento considerável.  

Cuidar da saúde mental exige paciência e também resiliência por parte do paciente. Neste caso, o acompanhamento médico com um profissional da área é essencial para que este processo seja mais assertivo e menos doloroso. 

Durante as sessões de psicologia clínica, ou terapias, o paciente consegue desenvolver o autoconhecimento, entendendo as causas desses sintomas, e também a identificação de gatilhos mentais causadores desses transtornos e como revertê-los. 

A psicologia clínica tem se mostrado, como dissemos, muito necessária para a construção do indivíduo na sociedade, especialmente neste período pós-pandêmico. 

Caso você tenha interesse nessa área e tenha algumas dúvidas sobre o próprio curso e sobre a sua importância de relevância social, fizemos este artigo que poderá te ajudar. 

Continue a leitura! 

O que é Psicologia Clínica?

A Psicologia Clínica é uma especialização reconhecida pelo Conselho Federal de Psicologia e que tem ganhado um espaço muito grande no âmbito acadêmico pelos profissionais da saúde mental que têm interesse em ajudar a sociedade como um todo. 

Essa área de especialização permite ao profissional atuar na construção de um diagnóstico clínico sobre o estado mental do paciente em questão. Um profissional especializado nessa área é capaz de pontuar e tratar transtornos psicológicos, como depressão, ansiedade, estresse crônico, entre outros tantos que incomodam e atrapalham a saúde e bem-estar da sociedade. 

Vale ressaltar que quem opta por se especializar em psicologia clínica tem que se atentar à ética da profissão, ou seja, o intuito das consultas não é afirmar ao paciente o que ele tem que fazer ou aconselhá-lo como se fosse um amigo. Mas, sim guiá-lo nesse processo de autoconhecimento e crises de identidade geradas por esses transtornos. 

A sua avaliação deve se basear em empatia, escuta atenta e na tentativa de encontrar caminhos para conseguir um equilíbrio de vida do paciente, ensiná-lo a como conviver com esses transtornos que vêm e vão e também no autocontrole. 

O que vou aprender no curso de Psicologia Clínica?

O curso de especialização em Psicologia Clínica foi estruturado para o profissional aprofundar seus conhecimentos nessa área, tendo como base os pilares cognitivos-comportamentais, psicanálise e humanista-existencial.

Durante o curso, você poderá colocar todos os seus conhecimentos em prática através do acompanhamento e análise de casos clínicos durante as aulas. Com debates entre outros colegas e também professores, é possível compartilhar abordagens diferentes que podem ser eficazes para aquela situação.

Assim, você conseguirá aprimorar a sua escuta atenta, praticar a interpretação da fala de outras pessoas e desenvolver a condução da conversa sempre focando na melhoria mental da pessoa em questão.

Onde o profissional pode trabalhar?

Quem escolhe a psicologia clínica normalmente opta por trabalhar atendendo pessoas em clínicas, quer sejam próprias, conveniadas ou até institucionais, desenvolvendo modalidades terapêuticas, dentre elas: 

  • Psicoterapia individual;
  • Casal;
  • Familiar ou grupo; 
  • Psicoterapia lúdica;
  • Terapia psicomotora; 
  • Arterapia; 
  • Orientação vocacional/pais. 

Você pode optar ainda por atender somente um tipo desse público ou a todos estes citados acima. Além disso, você poderá receber as consultas por meio de planos de saúde (o mais comum) ou desenvolver uma autoridade na sua área que você poderá atender somente via particular.

Qual a faixa salarial?

A remuneração em si já depende de inúmeros fatores: qual estado e cidade do Brasil que você está morando, qual o teto salarial daquele local e se as empresas realmente pagam de acordo com esse teto. Porém, um psicólogo clínico consegue ganhar, em média, R$3500 por mês. 

Além das variáveis normais já citadas, esse salário pode também alterar de acordo com a quantidade de atendimentos que você conseguirá fazer por dia. Caso você conquiste, ao longo da sua carreira, uma autoridade na sua área, você poderá cobrar até R$500 por sessão terapêutica e isso já aumenta, consequentemente, no salário final do mês. 

Depois da pandemia da Covid-19, o psicólogo clínico conseguiu promover o teleatendimento, possibilitando então uma quantidade muito maior de sessões realizadas no final do dia, já que esta facilita as condições de aderências dos pacientes. 

Logo, os horizontes para quem deseja atuar na área de atendimentos são extensos, assim como os ganhos, que tendem a aumentar conforme a agenda for preenchida e os sucessos nos tratamentos acontecerem.

Quais os benefícios da Psicologia Clínica?

Há várias vantagens em se especializar em Psicologia Clínica, como o desenvolvimento da empatia e também a possibilidade de empreendedorismo nesta área. 

Confira a nossa lista completa a seguir! 

  • É possível empreender

Com os conhecimentos de um psicólogo clínico, você pode empreender e abrir seu próprio negócio, seja um consultório único ou uma clínica especializada em saúde mental integrada. Por exemplo: a contratação de outros especialistas, como terapeuta ocupacional, psiquiatra, nutricionista e nutrólogos, entre outros.

Outra possibilidade que envolve o empreendedorismo é o marketing digital. Tornar-se autoridade digital e ser reconhecido(a) pelos seus conhecimentos na área pode te gerar também vários novos atendimentos. 

Dessa forma, você pode não só atender pacientes, mas também trabalhar com conteúdos digitais, produzindo vídeos, e-books e materiais de apoio pagos, tanto para pacientes, quanto para outros psicólogos que pretendem seguir o mesmo caminho de sucesso.

  • Uma especialização é sinônimo de aumento de salário

Quando você se especializa em uma área que já gosta e tem bons conhecimentos, você acrescenta qualidade para o seu currículo diante dos olhos de recrutadores. Isso quer dizer, que você se importa tanto com essa área específica que decidiu depender de tempo, dedicação e também recursos financeiros para se aprimorar e se melhorar como profissional! 

E isso também é sinônimo de recolocação de mercado e salários mais altos ou sessões com valores adequados com o seu conhecimento e com o mercado. 

  • A procura por psicólogos só cresce

Tanto no Brasil, quanto no mundo todo, as pessoas estão passando por um processo de conscientização de como é importante cuidar da saúde mental. 

Em um mundo onde problemas como a Síndrome de Burnout , crises de ansiedade, estresse agudos e quadros de depressão são cada vez mais frequentes na sociedade, a busca por acompanhamento psicológico tem se tornado algo muito comum.

Essa realidade traz um quadro positivo quando pensamos em perspectiva de carreira , já que a tendência é que a preocupação e cuidados com a saúde mental só aumentem ao longo dos anos.

Por outro lado, o desafio para ser um profissional excelente e fora da curva também é muito maior. Para se destacar na área e ter uma carreira diferenciada, é muito importante que você nunca pare de se atualizar. Logo, fazer uma especialização na área já é o primeiro passo para conquistar esse conhecimento e crescer cada vez mais.

Como atuar na área e ser um bom profissional?

Além do conhecimento, o psicólogo clínico enfrenta o desafio e a responsabilidade de ter, em alguns momentos da semana, uma vida tão complexa em suas mãos. Afinal, as suas palavras podem impactar positiva ou negativamente naquele paciente.

Logo, primeiramente saiba que você está lidando com pessoas que têm sentimentos e com várias bagagens emocionais. Todas elas são importantes e o seu discurso sempre será válido, em qualquer momento da sua vida como profissional. 

Não abra mão da técnica desenvolvida no curso, mas nunca abandone a sua humanidade e ligue o piloto automático, pois você estará lidando e formando indivíduos melhores para uma sociedade que já está doente.

  • Empatia é fundamental

Se colocar no lugar do paciente, entender como seu mundo e sua cabeça funcionam são atitudes extremamente importantes para conseguir ter sucesso no tratamento. 

O paciente se sente acolhido ao ver que o profissional o entende e que ele tem o direito de sentir o que estiver sentindo, sem julgamentos. Portanto, se colocar no lugar do próximo faz parte de um caminho de sucesso que o profissional de psicologia clínica deve ter.

  • Ser pontual

Esse é um desafio quando há marcação de horários e um paciente depende do outro. Apesar de que imprevistos podem acontecer, tente não se atrasar com os atendimentos, começando o primeiro exatamente no horário em que foi marcado.

A pontualidade está extremamente ligada ao profissionalismo, portanto, leve a sério esse ponto em sua rotina de trabalho. 

  • Atenção completa durante as sessões

Na prática, é realmente exaustivo ouvir muitas histórias, problemas e confissões durante o dia de trabalho. Mas é muito importante que o profissional esteja atento e inteiramente disponível mentalmente do início ao fim do atendimento. 

Tampouco olhe muito para o relógio para não deixar o seu paciente desconfortável. Passa a ideia de que você está mais preocupado com a duração da sessão do que realmente com aquela vida que está na sua frente. 

DICA: espace os horários de atendimentos, faça anotações e pratique exercícios de atenção plena. Dessa forma você estará disponível, de corpo e alma, para todos os seus pacientes e no final, o tratamento exercido individualmente será mais eficaz!  

Ame o que você faz e assim você não terá que trabalhar! 

A Psicologia Clínica é uma especialização muito bonita e gratificante no final, já que você poderá trabalhar com pessoas e com o seu futuro. Através de você, será possível criar e transformar toda uma sociedade e recriar histórias! 

Claramente, nem tudo será bonito e você pode ter momentos difíceis durante o seu processo profissional, porém se você está interessado(a) nessa área te damos todo o nosso apoio. Se quiser saber mais sobre esse curso, clique  abaixo!

 

6 de julho de 2026
Entender o comportamento da polpa, interpretar corretamente os sinais clínicos e conhecer as recomendações mais atuais são fatores decisivos para o sucesso do tratamento em dentes decíduos Imagine a seguinte situação. Uma criança de cinco anos chega ao consultório com uma extensa lesão de cárie em um segundo molar decíduo. Após a remoção do tecido cariado, ocorre uma exposição pulpar. Nesse momento, surge uma das perguntas mais frequentes da prática clínica: Pulpotomia? Pulpectomia? Exodontia? Essa decisão, que muitas vezes precisa ser tomada em poucos minutos, pode determinar o sucesso — ou o insucesso — do tratamento. Durante muitos anos, a escolha da terapia esteve fortemente baseada na experiência clínica individual. Hoje, entretanto, sabemos que decisões mais previsíveis dependem da integração entre diagnóstico criterioso, evidências científicas atualizadas e domínio técnico. Preservar dentes decíduos é preservar o desenvolvimento infantil O objetivo da terapia pulpar vai muito além de tratar uma polpa inflamada. Manter um dente decíduo saudável significa preservar funções fundamentais para o desenvolvimento da criança. Esses dentes mantêm o espaço para os sucessores permanentes, participam da mastigação, da fala, do desenvolvimento facial e influenciam diretamente a qualidade de vida infantil. Por isso, sempre que biologicamente possível, a conduta deve priorizar sua preservação até o momento natural da esfoliação. A terapia pulpar reúne diferentes procedimentos capazes de manter ou restabelecer a saúde pulpar, como o capeamento pulpar indireto, o capeamento pulpar direto, a pulpotomia, a pulpectomia e, mais recentemente, o tratamento endodôntico não instrumental (TENI), cuja indicação vem sendo amplamente discutida nas diretrizes mais atuais. Cada técnica possui indicações específicas e nenhuma delas deve ser escolhida apenas pela profundidade da cavidade ou pelo tamanho da exposição pulpar. O diagnóstico é a chave para uma boa decisão clínica Na prática clínica, o maior desafio raramente está na execução da técnica. O verdadeiro diferencial está na capacidade de interpretar corretamente os sinais clínicos e radiográficos para compreender o estado biológico da polpa. Dor espontânea, sangramento persistente, presença de fístula, mobilidade patológica, alterações periapicais e o padrão radiográfico são alguns dos fatores que precisam ser avaliados antes da definição do tratamento. Em outras palavras, o sucesso da terapia pulpar começa muito antes da utilização de qualquer instrumento ou material restaurador. As evidências científicas mudaram a forma de tratar dentes decíduos Nas últimas décadas, importantes avanços modificaram os protocolos para o tratamento pulpar em dentes decíduos. As recomendações da American Academy of Pediatric Dentistry (AAPD) passaram a priorizar tratamentos mais conservadores sempre que biologicamente possíveis, enquanto novas abordagens, como o tratamento endodôntico não instrumental (TENI), ampliaram as possibilidades terapêuticas em situações específicas. Além disso, materiais como MTA, Biodentine e cimentos biocerâmicos trouxeram novas perspectivas para o tratamento pulpar, ampliando a previsibilidade clínica quando corretamente indicados. Esses avanços demonstram que a atualização científica deixou de ser um diferencial e passou a ser uma necessidade para os cirurgiões-dentistas que atendem pacientes infantis e desejam oferecer tratamentos modernos, seguros e baseados em evidências. Da teoria à tomada de decisão clínica Conhecer os protocolos é importante. Mas transformar conhecimento em segurança clínica exige prática. Discutir casos reais, interpretar exames radiográficos, compreender as indicações e os limites de cada técnica e executar os procedimentos em ambiente laboratorial permite ao cirurgião-dentista desenvolver um raciocínio clínico mais consistente e aplicável à rotina do consultório. Afinal, cada paciente apresenta características próprias, e nenhuma diretriz substitui o julgamento clínico de um profissional bem preparado. Atualização profissional baseada em evidências A evolução da Odontologia exige um processo permanente de atualização. Mais do que acompanhar novos materiais ou técnicas, o cirurgião-dentista precisa desenvolver segurança para tomar decisões clínicas cada vez mais conscientes, previsíveis e fundamentadas. É justamente para responder a essa necessidade que a UNIFASE oferece a Imersão em Terapia Pulpar em Dentes Decíduos, uma formação voltada para cirurgiões-dentistas, odontopediatras, clínicos gerais e profissionais que desejam aperfeiçoar sua tomada de decisão clínica e aprofundar seus conhecimentos sobre os protocolos mais atuais para o tratamento pulpar em dentes decíduos. O curso integra aulas teóricas fundamentadas nas evidências científicas mais recentes, discussão de casos clínicos, treinamento laboratorial e atendimento clínico supervisionado, proporcionando uma experiência de aprendizagem que conecta conhecimento científico, prática clínica e desenvolvimento profissional. Mais do que ensinar técnicas, a proposta é capacitar o profissional para tomar decisões clínicas seguras, conscientes e baseadas em ciência, oferecendo às crianças tratamentos cada vez mais conservadores, previsíveis e de maior qualidade. Se você busca uma atualização que une teoria, prática e evidências científicas para transformar sua atuação clínica, conheça a Imersão em Terapia Pulpar em Dentes Decíduos da UNIFASE e descubra como essa experiência pode contribuir para a sua formação profissional. Saiba mais sobre o curso: https://www.unifase-rj.edu.br/curso-atualizacao/imersao-em-terapia-pulpar-em-dentes-deciduos
3 de julho de 2026
Principal evento nacional sobre prevenção e posvenção do suicídio reunirá especialistas, pesquisadores e profissionais de diferentes áreas entre os dias 5 e 8 de agosto
2 de julho de 2026
Como fazer o público jovem se interessar por política? Quais são as maiores dificuldades enfrentadas pelo microempreendedor individual para que seu negócio prospere? De que maneira os retalhos descartados pela indústria têxtil podem ser reutilizados de forma empreendedora e sustentável? Essas perguntas orientaram os projetos desenvolvidos por estudantes do segundo período do curso de Administração da UNIFASE durante as atividades de curricularização da extensão,modelo que prevê que, no mínimo, 10% da carga horária dos cursos de graduação seja dedicada a atividades desenvolvidas em interação com a sociedade. Por meio dessa proposta , os estudantes investigam demandas reais da comunidade e desenvolvem soluções que unem gestão, cidadania, empreendedorismo e sustentabilidade desde os primeiros períodos da graduação.  "O grande papel da Extensão no curso de Administração é humanizar a gestão. Através desses projetos, os alunos vão a campo para entender outras realidades e interagir com outros conhecimentos além dos adquiridos em sala de aula. Tudo isso contribui para que ele se torne um profissional integral, mais bem capacitado para o mercado de trabalho, que entende a responsabilidade social necessária para gerir negócios, pessoas e capital", analisa a professora Luciene Baptista, docente do curso de Administração da UNIFASE. Com um olhar atento para questões atuais da sociedade, os alunos pensaram em propostas que tenham impacto social na tomada de decisão, gestão de negócios, cidadania, empreendedorismo e sustentabilidade. A partir da percepção de que os jovens estão cada vez mais desconectados de assuntos relacionados à política, um dos grupos desenvolveu o projeto "Democracia em Pixel", que visa abordar conceitos complexos das Ciências Sociais em vídeos dinâmicos para o público de 16 a 24 anos, utilizando uma linguagem imparcial e adaptada à Geração Z. "Queremos falar sobre o poder do voto e a importância de desenvolver uma consciência política, focando no exercício da cidadania. Nosso primeiro vídeo foi sobre o 'efeito manada', que foi exibido para alunos do segundo ano do ensino médio do colégio Pensi. Em seguida, fizemos uma dinâmica com jujubas relacionada ao tema, para traduzir o conceito de uma maneira tangível e engajadora, e foi um sucesso! Agora queremos expandir o projeto para mais escolas", comenta Elian Venancio, aluno do segundo período do curso de Administração da UNIFASE. Ainda com foco na criação de vídeos informativos para as redes sociais, o segundo grupo criou o projeto "SIGA - Suporte com Informação de Gestão Agilizada", tendo como tema a educação empresarial para microempreendedores individuais (MEI). Com dados fornecidos pelo Sebrae, os alunos identificaram os principais obstáculos para o sucesso de pequenos negócios, que muitas vezes encerram suas atividades logo nos primeiros anos. "Nossa proposta é fornecer informações para microempreendedores com dificuldades para administrar seu próprio negócio, por meio de vídeos com linguagem acessível e didática. Inicialmente escolhemos temas pertinentes como fluxo de caixa, formação de preço e separação da conta jurídica da conta física, que são etapas essenciais na gestão de empreendimentos", explica a estudante Natalia Lima. O terceiro grupo, por sua vez, teve como base a economia circular, com a proposta de reutilização de retalhos da indústria têxtil para a produção de peças artesanais, a serem confeccionadas por mulheres de baixa renda ou em situação de vulnerabilidade social em Petrópolis. "Com o apoio da UNIFASE, conseguimos uniformes de funcionários da instituição que seriam descartados e através de uma parceria com o Inova Petrópolis Moda e um projeto social, eles foram transformados em novos produtos, como mochilas e estojos. Conseguimos aliar a sustentabilidade ao desenvolvimento de pequenos negócios, que podem se tornar uma fonte de renda para mulheres em vulnerabilidade", destaca a aluna Maria Eduarda Lago, que integra o grupo do projeto "Retalhos, Economia Circular". Os trabalhos, que seguirão em aperfeiçoamento ao longo da graduação - até o 4º período, foram avaliados pelos professores Gladistone Afonso, Mônica Fontes, Rodrigo Lopes, Thais Martins e Luciene Baptista, docentes do curso de Administração da UNIFASE.