UNIFASE marca presença na 78ª Reunião Anual da SBPC

6 de agosto de 2026
UNIFASE marca presença na 78ª Reunião Anual da SBPC

A UNIFASE participou da 78ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) apresentando pesquisa, projetos de extensão e ações de ensino que refletem o compromisso institucional com a construção do conhecimento conectado às demandas da sociedade.


Na ExpoT&C, a instituição levou ao público iniciativas de extensão, como os projetos Quilombo Boa Esperança e SUS nas Escolas, em parceria com a Fiocruz. Na área da pesquisa, apresentou o Laboratório de Medicina Regenerativa e o Laboratório de Neurociências e Saúde Mental. Já o ensino foi representado pela exposição de peças plastinadas e por atividades interativas nas áreas de Odontologia, Nutrição, Medicina e Enfermagem, aproximando a comunidade da ciência produzida na universidade.


A programação também contou com a participação da reitora, Maria Isabel de Sá Earp de Resende Chaves, do pró-reitor de Pesquisa e Inovação, Ricardo Tesch, e do Coordenador de Extensão, Ricardo Tammela, em uma mesa de debates sobre a construção do conhecimento, reforçando o papel da universidade na promoção do diálogo entre ciência, educação e sociedade.


A produção científica da instituição esteve representada pelo trabalho "Insegurança alimentar em um bairro de alta vulnerabilidade social no município de Petrópolis, RJ", apresentado pela estudante do 7º período do curso de Nutrição, Gabriela Lacerda. O estudo resulta das ações desenvolvidas pela UNIFASE na comunidade do Vale do Carangola por meio de um projeto de extensão, evidenciando a integração entre pesquisa e impacto social.


A presença no evento da SBPC reafirma o compromisso da UNIFASE com uma formação que integra ensino, pesquisa e extensão, fortalecendo a produção científica, a inovação e a construção coletiva do conhecimento.

19 de setembro de 2026
Instituição registrou quase 1 milhão de atendimentos nos últimos cinco anos em serviços próprios e conveniados e mantém uma relação com a rede pública construída ao longo de décadas
18 de setembro de 2026
A reitora da UNIFASE, Maria Isabel de Sá Earp de Resende Chaves, participou do 28º Fórum Nacional do Ensino Superior Particular (FNESP), realizado nos dias 16 e 17 de setembro, em São Paulo. Considerado um dos principais encontros do setor no país, o evento reuniu dirigentes e representantes de instituições de ensino de diferentes regiões do Brasil para discutir os desafios e as transformações da educação superior. Integrante do Conselho Consultivo do SEMESP, Maria Isabel esteve, no dia 17, no painel “A formação é um caminho sem fim”, que teve como convidado Jorge Alfonso Rodrigues Tort, diretor de Estratégias e Cooperação do Instituto do Futuro do Tec de Monterrey, do México. A mesa abordou os novos caminhos da formação profissional, com destaque para microcertificações, trilhas flexíveis de aprendizagem e lifelong learning, além dos desafios para que as instituições acompanhem as transformações da sociedade e do mundo do trabalho. Para a reitora, participar de espaços como o FNESP representa uma oportunidade de contribuir para o debate sobre os rumos da educação superior, além de acompanhar experiências e perspectivas de outras instituições. Também estiveram no evento o presidente da Fundação Octacílio Gualberto, mantenedora da UNIFASE, Dr. Jorge Dáu; o pró-reitor de Administração, Dr. Afonso Chaves; e o coordenador de EAD, Prof. Marcelo Guedes, acompanhando as discussões e as novidades que movimentam a educação superior.
17 de setembro de 2026
Por Esther Takamori, coordenadora de pesquisa da UNIFASE Algumas conquistas que hoje parecem naturais são, na verdade, muito recentes. No Brasil, as mulheres conquistaram o direito ao voto apenas em 1932. Em menos de um século, ampliaram sua presença nas universidades, nas profissões, na pesquisa, na vida pública e em posições de liderança. Nada disso aconteceu automaticamente. Foram mulheres que, em diferentes momentos, questionaram limites, enfrentaram resistências e abriram caminhos para as gerações seguintes. É essa trajetória que inspira o tema da XXXII Semana Científica da UNIFASE, que acontece de 27 a 29 de outubro, em Petrópolis: “Ciência Delas”. A proposta não é apenas celebrar o que foi conquistado, mas reconhecer que uma conquista também pode ser o ponto de partida para novas perguntas. Na ciência, essa reflexão é especialmente importante. Durante muito tempo, mulheres tiveram acesso restrito à formação e às instituições científicas. Muitas participaram de descobertas e produziram conhecimento sem receber o mesmo reconhecimento que seus pares homens. Hoje, o cenário mudou. Mulheres estão presentes em diferentes áreas do conhecimento, lideram pesquisas, formam novas gerações, desenvolvem tecnologias e ocupam espaços de decisão. Mas presença não significa que todos os desafios tenham desaparecido. Estar à frente da Coordenação de Pesquisa da UNIFASE me permite acompanhar essa transformação de perto. Vejo mulheres pesquisadoras, professoras e estudantes ocupando esses espaços e construindo suas próprias trajetórias. Ao mesmo tempo, percebo o quanto ainda é necessário criar condições para que mais mulheres possam desenvolver seus projetos, permanecer na ciência e chegar a posições de liderança. Essa experiência também reforça uma convicção: representatividade não é apenas ocupar um lugar. É fazer com que outras pessoas consigam se imaginar ocupando aquele mesmo espaço. Quando uma menina ou uma jovem encontra mulheres produzindo ciência, liderando pesquisas ou tomando decisões, novas possibilidades se tornam visíveis. Aquilo que parecia distante passa a fazer parte do horizonte. Por isso, lugar de mulher é onde ela sonhar, onde ela conquistar, onde ela quiser. Mas cada geração também recebe uma responsabilidade. Se algumas portas foram abertas por quem veio antes, cabe a nós ampliar esses caminhos e abrir outros para quem virá depois. Talvez essa seja uma das maiores aproximações entre a trajetória das mulheres e a própria ciência. Fazer ciência é perguntar, questionar respostas prontas, identificar limites e buscar novas possibilidades. As universidades têm papel fundamental nesse processo. São espaços de formação, mas também de descoberta, pensamento crítico e produção de conhecimento. Precisam permitir que diferentes experiências e perspectivas participem dessa construção. É por isso que discutir mulheres e ciência não deveria significar apenas olhar para o passado e contabilizar conquistas. É também perguntar que ciência queremos construir, quem terá espaço para produzi-la e quais caminhos ainda precisamos abrir. A “Ciência Delas” nasce desse olhar: reconhecer as mulheres que abriram caminhos, valorizar as que hoje os percorrem e pensar nas próximas gerações. As conquistas do passado não são um ponto de chegada. São parte do caminho. E os próximos horizontes começam quando alguém decide que um limite não precisa permanecer onde sempre esteve. É com esse olhar que convido vocês para a XXXII Semana Científica da UNIFASE. Espero encontrá-los lá para reconhecer os caminhos que já foram abertos e, principalmente, conversar sobre os que ainda podemos construir.