UNIFASE lidera como melhor Centro Universitário em Saúde de Petrópolis, segundo Guia da Faculdade 2024

2 de dezembro de 2024
UNIFASE lidera como melhor Centro Universitário em Saúde de Petrópolis, segundo Guia da Faculdade 2024

O Centro Universitário Arthur Sá Earp Neto (UNIFASE) consolidou-se como a principal instituição de ensino superior em Saúde e Bem-Estar de Petrópolis, alcançando o maior número de cursos estrelados na cidade, segundo o Guia da Faculdade 2024


A instituição liderou em avaliações de cursos voltados à saúde, com seis graduações destacadas, incluindo o curso de Enfermagem Licenciatura, eleito o melhor do Estado do Rio de Janeiro.


Vale destacar que o ranking é uma iniciativa do Estadão em parceria com a startup de educação
Quero Educação. O reconhecimento destaca a qualidade acadêmica da UNIFASE, especialmente em áreas de grande impacto social e empregabilidade.


"Estamos muito felizes com esse reconhecimento, que reforça nosso compromisso com a formação de excelência e com o fortalecimento do SUS. Esse selo na área da saúde e bem-estar valida o esforço constante de toda a nossa equipe e o impacto positivo que buscamos gerar na vida dos nossos alunos e na comunidade", comenta a reitora da UNIFASE, Drª Maria Isabel de Sá Earp de Resende Chaves.

Quais são os cursos mais bem avaliados da UNIFASE?

Os cursos mais bem avaliados da UNIFASE incluem:


Enfermagem Licenciatura: reconhecido como o melhor do Rio de Janeiro, o curso valoriza a metodologia humanista e a formação de professores na área técnica. “O curso visa preservar valores essenciais, como a valorização das pessoas e a visão humanística,” destaca a professora Isabelle Geoffroy Ribeiro Freitag.


Enfermagem Bacharelado: elogiado em Petrópolis, o curso enfatiza a formação técnica e cidadã. “Buscamos a excelência na formação e a integração dos conhecimentos,” afirma Isabelle.


Nutrição: reconhecido como o melhor curso de Nutrição da cidade e entre os oito melhores do estado, o curso prepara profissionais com forte vivência prática desde o primeiro semestre. “O curso promove prática constante em diferentes áreas da Nutrição,” explica a professora Thaise Gasser Gouvêa.


Odontologia: entre os 13 melhores do estado e em posição isolada no ranking da cidade de Petrópolis, o curso oferece formação completa e moderna, com acesso a laboratórios avançados. “Nossos laboratórios e clínicas contam com tecnologia de ponta,” comenta a coordenadora  Maria Isabel Bastos Valente.


Psicologia: classificado entre os 13 melhores do estado e ocupando uma posição de destaque em Petrópolis, o curso prepara os alunos para atuação integral, com forte conexão entre teoria e prática. A coordenadora Rovena Lopes Paranhos destaca: “Integramos ensino, prática e cidadania desde o início”.


Radiologia: pelo terceiro ano consecutivo está entre os três melhores do estado do Rio de Janeiro e o melhor de Petrópolis. Focado nas necessidades do mercado, o curso inclui estágios especializados em saúde e radioproteção industrial. “Oferecemos conteúdo técnico e parcerias estratégicas para estágio,” diz o professor Alexandre Rabello Neves.


A instituição possui ainda o curso de
Administração, que também foi estrelado com nota 3. A avaliação compreende notas de 1 a 5 e os quesitos avaliados são: projeto pedagógico, corpo docente e infraestrutura.


Guia da Faculdade: como o ranking é feito?

O Guia da Faculdade é uma das principais referências para avaliação de cursos de ensino superior no Brasil. 


Lançado em parceria entre o jornal O Estado de S. Paulo e a edtech Quero Educação, o guia serve tanto como um parâmetro para as instituições quanto como uma orientação para estudantes que buscam informações sobre a qualidade de cursos em diversas áreas.


A avaliação é feita por meio de um sistema de "estrelas" que varia de uma a cinco, com base em critérios de qualidade, como excelência acadêmica, corpo docente, infraestrutura e mercado de trabalho.


História da UNIFASE



Fundada em 1998 como Faculdade Arthur Sá Earp Neto (FASE), a instituição homenageia seu criador e reitor, Dr. Arthur Sá Earp Neto, e nasceu com o propósito de expandir a atuação da Faculdade de Medicina de Petrópolis. Ao longo dos anos, a FASE ampliou sua oferta de cursos, incluindo Administração, Nutrição, Enfermagem, Psicologia, Odontologia, Radiologia, Gestão Pública e Gestão de Recursos Humanos. Em 2020, consolidando seu compromisso com a excelência na formação de profissionais de saúde e outras áreas, a FASE conquistou o título de Centro Universitário, passando a ser conhecida como UNIFASE.


Com parcerias nacionais e internacionais e um forte compromisso com a valorização humana, a UNIFASE está entre os cinco por cento dos melhores centros universitários privados do Brasil, de acordo com o MEC. Destaca-se também entre os três melhores do Estado do Rio de Janeiro, sendo a única instituição da Região Serrana com nota máxima (cinco) e integra o ranking dos 14 melhores Centros Universitários do país.


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Confira reportagem sobre a UNIFASE publicada no portal Revista Quero

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Mais de 70% dos brasileiros já tomaram medicamentos por conta própria. Entenda os perigos dessa prática e saiba quando procurar ajuda profissional. Dor de cabeça, febre, mal-estar ou uma simples indisposição. Diante desses sintomas, muitas pessoas recorrem imediatamente ao remédio mais próximo, sem orientação médica ou farmacêutica. O que parece uma solução rápida, porém, pode esconder riscos importantes para a saúde. Segundo pesquisa do Conselho Federal de Farmácia (CFF), 77% dos brasileiros admitem praticar automedicação. Em muitos casos, o hábito faz parte da rotina semanal — ou até diária. O problema é que o uso inadequado de medicamentos pode causar intoxicações, mascarar doenças graves, provocar reações adversas e até contribuir para o aumento da resistência bacteriana. Mas afinal, quando a automedicação se torna perigosa? O que é automedicação? A automedicação acontece quando uma pessoa utiliza medicamentos por conta própria, sem avaliação de um profissional de saúde. Isso inclui: Tomar remédios por indicação de amigos ou familiares; Utilizar prescrições antigas; Alterar doses recomendadas pelo médico; Interromper tratamentos antes do prazo indicado; Fazer uso de suplementos, vitaminas ou fitoterápicos sem orientação. Embora alguns medicamentos sejam vendidos sem necessidade de receita, isso não significa que sejam totalmente seguros. Quais são os medicamentos mais usados sem orientação? Entre os medicamentos mais utilizados na automedicação estão: Paracetamol; Dipirona; Ibuprofeno; Diclofenaco; Antiácidos. Por serem facilmente encontrados em farmácias, muitas pessoas acreditam que seu uso não oferece riscos. No entanto, o cenário é diferente. O paracetamol, por exemplo, pode causar lesões hepáticas quando utilizado de forma inadequada. Já os anti-inflamatórios estão associados a danos renais e podem reduzir a eficácia de medicamentos usados no tratamento da hipertensão arterial. A internet está aumentando os casos de automedicação? Sim. Com o crescimento das redes sociais, sites de saúde e ferramentas de inteligência artificial, tornou-se cada vez mais comum que pessoas tentem diagnosticar seus próprios sintomas. O problema é que um sintoma isolado raramente é suficiente para definir uma doença. Uma dor de cabeça pode estar relacionada a estresse, alterações hormonais, problemas neurológicos ou diversas outras condições. Sem avaliação clínica adequada, existe o risco de utilizar o medicamento errado e retardar o diagnóstico correto. Os riscos da automedicação vão muito além dos efeitos colaterais Um dos principais perigos é o chamado mascaramento de sintomas. Quando uma pessoa utiliza medicamentos apenas para aliviar sinais como dor ou febre, pode acabar escondendo manifestações importantes de doenças mais graves. Imagine alguém que toma analgésicos diariamente para controlar dores de cabeça frequentes. O sintoma desaparece temporariamente, mas a causa permanece sem investigação. Além disso, o uso inadequado pode provocar: Intoxicações medicamentosas; Reações alérgicas; Lesões no fígado; Danos aos rins; Interações medicamentosas perigosas; Falha terapêutica; Agravamento de doenças preexistentes. Crianças e idosos exigem atenção redobrada Os extremos da vida são especialmente vulneráveis aos efeitos dos medicamentos. Nas crianças, os sistemas responsáveis pelo processamento dos fármacos ainda estão em desenvolvimento. Já nos idosos, fígado e rins podem apresentar funcionamento reduzido, aumentando o risco de toxicidade. Além disso, muitos idosos utilizam vários medicamentos simultaneamente, o que favorece interações medicamentosas potencialmente perigosas. Resistência bacteriana: um problema global O uso inadequado de antibióticos é uma das maiores preocupações da saúde pública mundial. Quando uma pessoa utiliza antibióticos sem necessidade, interrompe o tratamento antes do prazo ou faz uso incorreto da medicação, contribui para o desenvolvimento de bactérias resistentes. Esses microrganismos tornam-se mais difíceis de combater, reduzindo a eficácia dos tratamentos disponíveis. É por isso que antibióticos devem ser utilizados exclusivamente sob orientação profissional. Suplementos e vitaminas também exigem cuidados Muitas pessoas acreditam que produtos naturais não apresentam riscos. Mas essa ideia está longe da realidade. Vitaminas, suplementos alimentares, fitoterápicos e até chás medicinais contêm substâncias capazes de alterar o funcionamento do organismo. Quando utilizados sem necessidade ou em excesso, podem provocar intoxicações e interagir com medicamentos de uso contínuo. E as famosas canetas para emagrecer? A popularização das chamadas "canetas emagrecedoras" trouxe um novo desafio. Embora alguns desses medicamentos apresentem benefícios comprovados para determinados pacientes, seu uso deve ocorrer sob acompanhamento profissional. Existem contraindicações, ajustes de dose e avaliações clínicas que precisam ser realizados antes do início do tratamento. Utilizar esses medicamentos apenas por objetivos estéticos, sem orientação adequada, pode representar riscos importantes à saúde. Como identificar uma possível reação adversa? Alguns sinais podem indicar que um medicamento está causando efeitos indesejados: Náuseas; Vômitos; Dor abdominal; Coceira; Manchas na pele; Urticária; Mal-estar inesperado; Reações alérgicas. Ao perceber qualquer um desses sintomas após iniciar um medicamento, o ideal é procurar atendimento médico e informar todos os produtos utilizados, incluindo vitaminas, suplementos e fitoterápicos. Como manter uma farmácia doméstica segura? Ter medicamentos básicos em casa pode ser útil, mas alguns cuidados são fundamentais: Verifique regularmente a validade: Medicamentos vencidos podem perder eficácia e aumentar riscos à saúde. Armazene corretamente: Evite guardar remédios em locais com calor, umidade ou variações de temperatura, como cozinhas e banheiros. Faça o descarte adequado: Medicamentos não devem ser descartados no lixo comum nem no vaso sanitário. Muitas farmácias oferecem pontos de coleta específicos para descarte seguro. Quando é seguro tomar um medicamento por conta própria? Situações pontuais, como uma dor de cabeça ocasional, podem ser manejadas com medicamentos de venda livre, desde que respeitadas as orientações da bula. No entanto, quando os sintomas se tornam frequentes, persistentes ou intensos, é fundamental investigar a causa. Medicamentos aliviam sintomas, mas nem sempre resolvem o problema que está por trás deles. A melhor escolha continua sendo a orientação profissional A automedicação pode parecer inofensiva, mas seus impactos vão muito além do alívio imediato dos sintomas. Buscar orientação médica ou farmacêutica é a forma mais segura de garantir tratamentos eficazes, evitar complicações e preservar a saúde a longo prazo. Antes de tomar qualquer medicamento, lembre-se: informação de qualidade e acompanhamento profissional fazem toda a diferença. QUER SABER MAIS? CONFIRA A ENTREVISTA DA PROFESSORA DA UNIFASE E FARMACÊUTICA PRISCILA FEIJÓ: https://www.youtube.com/watch?v=uoF3mW0VdNk
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