Conheça UNIFASE das Profissões

19 de setembro de 2022
Conheça UNIFASE das Profissões

No último dia 15 de setembro aconteceu o Unifase das Profissões – um evento anual, ideal para quem tem dúvidas sobre a vocação e sobre qual carreira seguir.

Por ser um sentimento comum aos alunos do Ensino Médio,  o Centro Universitário Arthur Sá Earp Neto / Faculdade de Medicina de Petrópolis realiza, todos os anos, o evento UNIFASE das Profissões.

unifase das profissões - Unifase
unifase das profissões – Unifase

Através dele é possível esclarecer dúvidas, conhecer melhor as opções de cursos oferecidos pela instituição e sentir mais de perto a realidade de uma vida universitária.

C onfira a seguir tudo o que acontece em cada edição do evento e faça sua inscrição.  

O que é UNIFASE das Profissões?

O UNIFASE das Profissões é um evento anual, destinado a todos os estudantes do ensino médio que precisam de mais informações para decidirem com segurança sobre sua futura carreira. 

Ele acontece no Campus da UNIFASE/FMP , na cidade de Petrópolis e tem como objetivos: 

  • Orientar os estudantes sobre os detalhes de cada curso;
  • Promover uma experiência estimulante e esclarecedora, em um ambiente diferenciado; 
  • Orientar os estudantes através de palestras com profissionais altamente qualificados.  

Por isso, além de conhecer o campus e toda a estrutura de uma das melhores instituições de ensino superior do país, no Unifase das profissões, você poderá participar de palestras e oficinas ligadas a alguns dos diversos cursos de graduação oferecidos pelo centro universitário.

Quais as carreiras abordadas?

O evento UNIFASE das Profissões oferece aos alunos o contato com informações sobre os cursos oferecidos pela UNIFASE/FMP. 

Administração

A Graduação em Administração visa formar profissionais com uma ampla visão organizacional, espírito empreendedor e conscientes de sua responsabilidade social. 

Esta graduação é oferecida na modalidade de bacharelado, tem duração média de 4 anos, faz parte da área de ciências humanas e oferece uma formação multidisciplinar com ênfase nas áreas de finanças, marketing, produção, recursos humanos e teoria organizacional.

Enfermagem

A  Enfermagem forma profissionais capazes de manter, recuperar, prevenir e promover a saúde das pessoas. Ela pode ser feita na modalidade bacharelado ou licenciatura e tem duração  média de 4 anos e meio. Na UNIFASE, o Curso de Enfermagem é oferecido nas modalidades licenciatura e bacharelado. 

Medicina

O curso de medicina forma profissionais para atuarem na pesquisa, combate e cura dos mais diversos tipos de doenças e, por isso, precisam estar aptos para solicitar exames, realizar diagnósticos, esclarecer dúvidas e propor tratamentos adequados a cada caso. 

O curso é oferecido na modalidade de bacharelado pela FMP – Faculdade de Medicina de Petrópolis – via vestibular específico. Este curso  tem duração média de 6 anos e a área de atuação dependerá da especialização médica escolhida pela profissional de medicina.

Nutrição

O curso de Nutrição desenvolve profissionais orientados para a  promoção, recuperação e manutenção da saúde por meio da alimentação.A modalidade é  bacharelado e tem duração média de 4 anos. 

Além de disciplinas específicas ligadas à nutrição, como composição de alimentos e dietética, o curso, por seu caráter multidisciplinar, oferece também aulas de anatomia, fisiologia e bioquímica.

Odontologia

O bacharel em Odontologia atua na prevenção, diagnóstico e tratamento de problemas relacionados à saúde bucal das pessoas, como os ligados à mordida, gengiva e dentes. Portanto, o aluno estudará sobre a boca, mandíbula, maxilar e ossos da face. O curso oferece habilitação em bacharelado e tem duração média de quatro anos e meio.

Psicologia

A Graduação em Psicologia ensina sobre as diferentes teorias psicológicas e as diferentes maneiras e formas de analisar e interpretar a mente humana. Ele faz parte da área de ciências humanas, e é oferecido na modalidade bacharelado, com duração média de 5 anos.

Radiologia

O Curso Superior de Tecnologia em Radiologia da UNIFASE tem duração de 3 anos e forma profissionais para atuarem nas áreas de radiologia humana e industrial.

O curso propõe a formação de profissionais capazes de tomar decisões de forma autônoma e assertiva, trabalhar em equipe, gerar tecnologias, corrigir, prevenir problemas e disfunções e realizar outras atividades relativas à função.

Como acompanhar a programação do evento? 

O evento UNIFASE das Profissões geralmente acontece em setembro, das 09h às 17h, na Av. Barão do Rio Branco, 1003, Petrópolis, Rio de Janeiro.

Um dia inteiro de palestras e atividades imersivas. Abaixo você poderá conferir um pouco da 4ª Edição do Unifase das Profissões: 

A programação está bastante dinâmica e interativa, oferecendo diversas palestras e atividades práticas distribuídas ao longo de todo o dia. Confira nossa agenda!

1. Palestras sobre as profissões

Nas palestras sobre as profissões você poderá bater um papo com professores e/ou egressos para falar sobre cada profissão:  Nutricionista, Radiologista e Odontologista, Médico, Administrador. Psicólogo e Enfermeiro.

O estudante contará ainda com uma p alestra sobre a Vida Universitária -onde o estudante participará de um bate-papo leve e descontraído entre os alunos do ensino médio e os alunos da UNIFASE/FMP,  para falar sobre dúvidas, cursos, provas, matérias e a vida no ambiente universitário.  Esta é  uma boa oportunidade de ouvir a opinião e as percepções de quem já estuda na instituição.

Momentos que certamente contribuirão de forma muito positiva na hora de fazer sua escolha.

3. Atividades práticas por curso de graduação

As atividades práticas do evento UNIFASE das Profissões também acontecem no formato de oficinas. Nelas, você pode participar de forma ativa e vivenciar um pouquinho de cada profissão através de atividades e ações espalhadas por todo o campus da UNIFASE/FMP. S ão momentos imperdíveis e essenciais para que você faça uma boa escolha.

Conheça Petrópolis 

A Cidade Imperial, como é carinhosamente chamada, está a 68 km da capital do Rio de Janeiro e possui uma ótima infraestrutura de serviços essenciais, educação, cultura, turismo e lazer. Por isso, e por sua beleza, versatilidade e fácil acessibilidade, Petrópolis é considerada o destino perfeito para um final de semana romântico, um feriado em família, mas também para quem deseja estudar e investir em sua carreira. 

Ela é um dos pólos universitários da Região Serrana do estado e conta com uma grande comunidade estudantil, formada por estudantes de diversas cidades e estados do país. Alinhada a esta demanda, a cidade oferece diversos locais públicos para quem quer estudar, tanto em ambientes fechados como ao ar livre, em qualquer época ou estação do ano.

Entre bibliotecas, como a Biblioteca Charles Alfred Esbérard, da UNIFASE/FMP , praças, parques e outras opções de entretenimento e lazer, a cidade respira e transpira cultura e conhecimento, mas também diversão. Este equilíbrio e a tranquilidade comum da região, fazem dela o local perfeito para quem quer estudar e fazer sua tão sonhada graduação. 

Estude na UNIFASE

Na hora de tomar uma decisão tão importante como essa, é fundamental considerar qual instituição de ensino fará parte de seu currículo profissional. Afinal, este é um dos grandes diferenciais dos profissionais que disputam as melhores vagas no mercado de trabalho.

No UNIFASE das Profissões, além de esclarecer suas dúvidas com alunos e profissionais que já fazem parte deste time vencedor,  você terá a oportunidade de conhecer de perto toda a infraestrutura e potência educacional da UNIFASE/FMP.

Nos vemos no Unifase das Profissões de 2023! 

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1 de abril de 2026
Às vésperas da Páscoa, quando o chocolate ganha destaque nas vitrines e no imaginário popular, a nutricionista e professora da UNIFASE, Brigitte Olichon, resgata a origem dessa tradição e propõe uma reflexão sobre o consumo desse alimento tão presente na data. Ao percorrer a história do chocolate, desde suas raízes culturais até seus efeitos no organismo, a especialista convida o leitor a enxergar além da tentação e compreender melhor o papel desse doce na nossa alimentação. Confira: Está chegando a Páscoa, e as lojas estão completamente enfeitadas de todas as formas possíveis e imagináveis de chocolate. Uma tentação!!! Mas... o que tem a ver uma coisa com a outra? Como sempre, muitas das nossas tradições têm raízes muito mais antigas do que imaginamos... Neste caso, muito antes do Judaísmo ou do Cristianismo se posicionarem como religiões de massa, civilizações do Mediterrâneo e orientais tinham como costume presentear amigos e familiares com ovos (de galinha ou de pata) coloridos com ervas. Isso acontecia sobretudo quando chegava a primavera, como símbolo de vida e renascimento - vamos lembrar que essas regiões do hemisfério Norte estavam saindo de um longo, tenebroso, frio e escuro inverno, do qual nem todos saíam vivos. Várias formas de se enfeitar os ovos eram utilizadas: com flores, ervas, desenhos, imagens de deusas pagãs, animais... E a igreja cristã, então, quando quis abafar os rituais pagãos, novamente se apoderou de seus símbolos e começou a ilustrar os ovos com as imagens de Jesus e Maria, associando o sentido de renascimento à Páscoa cristã, que celebra a ressurreição do Cristo. Esta tradição continuou, portanto, e tomou proporções grandiosas na Idade Média, quando nobres e cavaleiros presenteavam com ovos cobertos de ouro e pedrarias... Na Rússia, ficaram famosos os ovos feitos por um ilustre ourives francês (Fabergé), que transformava essas jóias em verdadeiras obras de arte! E quando tudo isso se transformou nas delícias de chocolate? Bem, ainda demorou um tempo... tempo suficiente para que os espanhóis invadissem a América e experimentassem o "líquido quente" (tchocoatl) que os nativos incas, maias e astecas utilizavam em rituais sagrados e na guerra. Lendas astecas dizem que o cacau surgiu do paraíso, pois acreditavam que quem o bebesse adquiriria poder e magia. Este chá, feito com sementes esmagadas de cacau, milho e chili, era amargo, forte, quente... e dava força, recuperava doentes, reanimava guerreiros e servia de presente ao mundo dos mortos. Quase que ressuscitava mesmo! Levado para a Europa, este sagrado e miraculoso alimento foi acrescido de vários outros ingredientes para se tornar algo mais palatável: açúcar, leite, creme de leite e manteiga. Mas como tudo isso era caro, só os nobres tinham acesso a esta delícia dos deuses. Quando Portugal se deu conta de que tinha um quintal meio ocioso, "em que se plantando tudo dá", trouxe para cá plantações de cacau que, somadas às já presentes plantações de cana-de-açúcar, tornaram o império mais rico e mais forte. Claro que foram cozinheiros franceses que tiveram a idéia de fazer ovos de chocolate... e a moda pegou, para a alegria de todos! Alegria... relativa. Na verdade, o verdadeiro chocolate, feito com um teor mais alto de cacau (acima de 70%), tem substâncias chamadas flavonóides e polifenóis que têm uma função antioxidante, prevenindo a aterosclerose e as doenças do coração, a formação de coágulos no sangue e derrames, diminuem o colesterol ruim e a pressão arterial, são estimulantes do sistema nervoso central e estimulam a produção de serotonina, o hormônio do prazer. Tudo de bom, né? Mas como tudo na vida, ele também tem seu lado negativo. Mesmo o chocolate amargo (com mais de 70% de cacau) é muito calórico e vicia, além de provocar reações alérgicas em muitas pessoas: dor de cabeça, diarréia, pedras nos rins, acne, tensão pré-menstrual podem ser alguns dos sinais. Fique atento. Outro ponto a ser considerado é que o bom chocolate, com sementes de cacau de boa qualidade, é sempre importado - e caro! Porque o bom que é produzido aqui no Brasil é selecionado para a exportação, uma vez que lá fora as pessoas querem qualidade, querem o que há de melhor... e nós ficamos com "o resto": sementes de baixa qualidade, que exigem que se acrescente mais açúcar, mais gordura hidrogenada, mais aditivos químicos para ter consistência e "sabor". Assim, o que aqui chamamos "chocolate" muitas vezes nem chega perto - o chocolate branco, por exemplo, nem leva cacau, só a gordura da semente. E, então, embora viciados e acreditando que estamos nos alimentando de algo que pode até fazer bem à saúde, na verdade estamos nos envenenando e comprometendo fígado, coração, rins... E fazemos isso a nós mas, principalmente, às nossas crianças, que aprendem desde cedo a gostar de alguma coisa que só vai torná-las mais doentes. A questão, então, é a moderação, o equilíbrio. Utilizar um produto de qualidade, puro, com alto teor de cacau - eles são mais caros, é verdade; e mais finos também. Mas quem disse que vamos conseguir comer tudo de uma vez? E nem precisamos. Basta termos a real noção do que representa o chocolate em nossa vida: é um alimento precioso, de renascimento, para momentos especiais... Bom renascimento regado a chocolate para vocês!
31 de março de 2026
O descarte inadequado de medicamentos, muitas vezes tratado como um hábito inofensivo, tem se revelado um problema silencioso com impactos que vão muito além do lixo doméstico. Substâncias farmacológicas descartadas de forma incorreta podem contaminar o solo e os recursos hídricos, além de contribuir para um dos maiores desafios da saúde pública atual: o aumento da resistência a medicamentos. Recentemente, o tema também esteve em debate na UNIFASE durante a 4ª Jornada da Virada Climática, ampliando a reflexão sobre as conexões entre saúde, meio ambiente e uso racional de medicamentos. Para aprofundar o debate, a Profa. MsC. Priscilla Feijó, docente de Farmacologia da UNIFASE, explicou como práticas cotidianas, como o descarte incorreto de remédios, podem impactar diretamente o meio ambiente e favorecer a seleção de microrganismos resistentes. 1 - O que acontece quando descartamos medicamentos no lixo comum ou no vaso sanitário? R.: Os medicamentos contêm compostos biologicamente ativos e muitos deles mantêm sua atividade mesmo após serem descartados no lixo comum ou no vaso sanitário. O problema é que os sistemas de tratamento de resíduos e de esgoto não foram projetados para remover completamente esses compostos. E aí surge o problema: essas substâncias ativas atingem o solo, rios e lençóis freáticos, podendo persistir no ambiente por longos períodos. Uma vez no ambiente, podem ser transferidas ao longo da cadeia alimentar, contaminando peixes, plantações e até animais de criação. Com isso, acabam retornando ao ser humano, principalmente por meio da ingestão de água e alimentos, ainda que em baixas concentrações. Diversos estudos mostram que o descarte inadequado de medicamentos é uma fonte relevante de resíduos farmacêuticos no ambiente, somando-se a outras vias de contaminação. 2 - Quais são os impactos ambientais mais preocupantes? R.: O impacto ambiental é expressivo, indo desde a contaminação de lençóis freáticos e do solo até a bioacumulação em organismos aquáticos e terrestres, com potencial de transferência ao longo da cadeia trófica, podendo chegar ao ser humano. Além disso, o descarte de medicamentos hormonais e de anti-inflamatórios, sendo estes últimos amplamente utilizados e, em muitos casos, isentos de prescrição, contribuem para a desregulação endócrina, levando a alterações reprodutivas e comportamentais. E, quando pensamos em antibióticos, o cenário se torna ainda mais preocupante: a presença desses compostos no ambiente favorece a seleção de microrganismos resistentes. Agora, imagine: estamos expostos, ainda que em baixas concentrações, a esse conjunto de substâncias ao longo da vida. Qual é o impacto disso na nossa saúde como um todo? Ainda estamos entendendo. O que já sabemos é que hoje enfrentamos um problema real com bactérias multirresistentes, inclusive casos de resistência extrema. E, com o aumento da presença de resíduos farmacêuticos no ambiente, esse cenário tende a se agravar. É, sem dúvida, uma preocupação crescente. 3 - O que é a resistência a medicamentos e por que ela preocupa tanto hoje? R.: A resistência antimicrobiana é, na verdade, um processo de seleção natural. Quando uma população de microrganismos entra em contato com um antibiótico, os mais sensíveis são eliminados, enquanto aqueles que, seja por mutação ou por características já existentes, conseguem sobreviver, se multiplicam e passam essa resistência adiante. E nós favorecemos essa seleção quando usamos antibióticos de forma inadequada ou quando há uso extensivo na agricultura e na pecuária. E é aí que entra a grande preocupação: infecções que antes eram simples de tratar estão se tornando cada vez mais complexas. Em alguns casos, já lidamos com microrganismos multirresistentes e até pan-resistentes, para os quais praticamente não há opções terapêuticas. Isso tem um impacto direto em nossas vidas. Procedimentos considerados seguros, como cirurgias, quimioterapia ou transplantes, dependem da eficácia dos antimicrobianos. Sem eles, o risco de infecção volta a ser um fator limitante real. 4 - O que cada pessoa pode fazer para ajudar a reduzir esse problema? R.: Cada pessoa tem um papel fundamental nesse processo, e pequenas mudanças de comportamento já fazem diferença. O primeiro ponto é não usar medicamentos por conta própria. Eles devem ser utilizados apenas quando prescritos, respeitando a dose, o intervalo e o tempo de tratamento, e nunca interrompidos por iniciativa própria. Outro ponto importante é, sempre que possível, adquirir a quantidade exata prescrita, evitando sobras, porque, se não sobra, não há necessidade de descarte posterior. Por fim, é fundamental não descartar medicamentos no lixo comum ou no vaso sanitário. O ideal é encaminhar medicamentos vencidos ou em desuso, juntamente com suas embalagens, para pontos de coleta apropriados, como farmácias e unidades de saúde que participam de programas de logística reversa. Hoje, inclusive, já existem plataformas que ajudam a localizar os pontos de coleta mais próximos. Além disso, a informação tem um papel central. Orientar familiares e pessoas próximas sobre o uso racional e o descarte correto de medicamentos contribui diretamente para ampliar o impacto dessas ações. 5 - Qual o papel das universidades nesse debate? R.: Crucial. Na formação, as universidades são responsáveis por preparar profissionais da saúde mais conscientes dentro do conceito de One Health ou Saúde Única. Esses profissionais precisam compreender que a saúde, em seu sentido mais amplo e real, envolve a integração entre ser humano, animais e meio ambiente. Nesse contexto, é fundamental internalizar e transmitir a importância do uso racional de medicamentos e todos os seus desdobramentos, incluindo o descarte adequado. Na produção de conhecimento, as universidades contribuem para a compreensão da dinâmica da resistência, do papel do ambiente como reservatório de genes de resistência e dos efeitos da exposição crônica a resíduos farmacêuticos. Esse conhecimento é essencial tanto para formar profissionais mais engajados quanto para embasar políticas públicas e estratégias de enfrentamento mais eficazes. E talvez um dos pontos mais importantes seja o papel social. A universidade precisa se posicionar como um elo entre ciência e sociedade, promovendo educação em saúde, divulgando informação de qualidade e participando ativamente de iniciativas como programas de descarte correto de medicamentos.