Cursos mais procurados em 2022

16 de agosto de 2022
Cursos mais procurados em 2022

A cada ano milhares de pessoas se inscrevem nos diversos processos seletivos e vestibulares espalhados pelo país para ingressar na faculdade, mas você sabe os cursos mais procurados? Os motivos são muitos, entre eles: a vocação, os planos de carreira, indicações de família ou amigos, pressão familiar, remuneração ou prestígio e status social.

Da mesma forma, há também diversas opções de cursos e instituições de Ensino Superior . Para escolher bem e acertar no investimento, é preciso ficar atento e se informar bastante. Por isso, confira neste artigo alguns dos cursos mais procurados em 2022 e algumas dicas que podem ser úteis na hora de fazer sua escolha!

Por que escolher bem um curso superior? 

Independentemente dos motivos que levam uma pessoa a fazer um curso superior, obter uma graduação é pré-requisito básico para quem deseja alcançar melhores oportunidades no mercado de trabalho .

No entanto, é preciso estar atento para que o curso escolhido atenda suas necessidades, expectativas, ofereça boas oportunidades e crescimento pessoal e profissional . Afinal, é uma escolha que pode mudar sua vida, que ajudará a realizar sonhos e ter uma vida com mais qualidade.

Para escolher bem, considere seu planejamento de carreira , suas expectativas financeiras e pessoais, analise se o mercado está aquecido na área que escolheu, em quais segmentos e tipos de empresa poderá trabalhar, procure por indicadores sobre vagas de emprego, remuneração e perspectivas de crescimento e informe-se sobre quais são os cursos mais procurados e que estão em alta.

A importância da instituição de ensino

Não menos importante que o curso, a escolha da instituição de ensino tem papel crucial na qualidade de sua formação. Por ser um investimento que costuma ser alto, demanda muitos esforços e tempo de estudo, é fundamental optar por uma instituição que possua proposta e potencial educacional robustos.

Ela deve ser capaz de te ajudar a desenvolver todas as habilidades e competências necessárias para que você exerça sua profissão com excelência e conquiste as melhores oportunidades. Lembre-se que uma boa escolha leva em consideração, também, optar pela melhor faculdade ou universidade.

Quais os cursos superiores mais procurados no Brasil?

Dos cursos clássicos como Medicina e Odonto aos cursos da temporada, como Nutrição e Enfermagem, a UNIFASE tem o curso certo para você, confira:

Medicina 

É um dos cursos mais procurados em 2022 e uma das profissões mais valorizadas em todo mundo, seja por sua proposta de trabalho focada na cura, prevenção de doenças e promoção do bem-estar humano , ou por suas boas remunerações e possibilidade de reconhecimento e prestígio social.

A FMP -Faculdade de Medicina de Petrópolis forma médicos generalistas e sua proposta curricular e educacional tem como foco desenvolver profissionais conscientes de seu compromisso e responsabilidade com a saúde da população brasileira.

Administração

Um curso amplo e flexível, assim como seu campo de atuação . Ele forma profissionais para atuar em diversos segmentos de mercados, áreas e departamentos. A remuneração também é bastante flexível e depende da área escolhida. Por isso, Administração é um dos cursos mais procurados do país.

O curso superior em Administração da UNIFASE tem como foco desenvolver profissionais empreendedores, criativos, inovadores, conscientes de seu compromisso com a sociedade como agente de mudanças e capazes de fazer análises críticas consistentes para tomadas de decisões estratégicas .

Odontologia

A Odontologia está sendo um dos cursos mais procurados de 2022 e um dos mais tradicionais e disputados do país. Ele oferece um amplo campo de atuação, especializações e remuneração variada.  Ele forma profissionais capazes de identificar, prevenir e tratar doenças da boca, dentes, gengivas e ossos da face. 

No curso de Odontologia da UNIFASE , o aluno vivencia a experiência da interação entre o ensino, o serviço e a comunidade e, com isso, se torna consciente e sensível às condições sociais e ambientais que o cercam.

Nutrição

O envelhecimento da população e o aumento da consciência sobre a necessidade de adotar uma alimentação mais saudável  faz com que Nutrição seja uma das áreas que mais cresce no país e um dos cursos mais procurados em 2022. Um profissional com esta formação pode trabalhar com nutrição clínica, esportiva, em indústrias, hospitais, pesquisa, análises e muito mais.

No Curso de Nutrição da UNIFASE , o aluno se torna um profissional generalista, podendo atuar de forma efetiva na área da saúde. Ele se tornará consciente da importância de uma postura humanista, crítica e ética. Com isso, desenvolverá seu compromisso social e desenvolverá a capacidade de liderança, planejamento, coordenação e supervisão.

Psicologia 

A psicologia é a ciência que estuda os processos mentais e comportamentais do ser humano, e a forma como ele interage com o ambiente físico e social.

O profissional de psicologia pode atuar, por exemplo, em departamentos de recursos humanos, clínicas, hospitais, instituições de ensino entre outras áreas.

O aluno de Psicologia da UNIFASE desenvolve todas as habilidades e competências necessárias para atuar em sua área e também em pesquisas e no ensino da psicologia. Ele se torna consciente e comprometido com valores humanos e apto a fazer planejamentos e intervenções que promovam a saúde das pessoas nos mais diversos âmbitos sociais.

Enfermagem  

O profissional de enfermagem atua na prevenção, promoção, proteção e restabelecimento da saúde das pessoas em parceria com outros profissionais da saúde, de forma ética e adequada a cada caso. 

A UNIFASE oferece dois cursos na área da enfermagem. O de Licenciatura em Enfermagem da UNIFASE forma professores responsáveis pelos cursos básicos e técnicos da enfermagem e aptos a atuar na gestão escolar e nos ambientes de aprendizagem.  O Bacharelado em Enfermagem propõe a formação do enfermeiro generalista, responsável por prestar atendimentos em serviços de saúde, e na gestão do sistema e serviços de enfermagem. 

O que é orientação vocacional? 

O último ano do ensino médio é um período de muitos questionamentos e incertezas. Por isso, é comum que muitos alunos tenham dúvidas  sobre qual profissão querem ou devem seguir. 

A orientação vocacional poderá ajudar  a identificar o que mais atende suas expectativas e realidade, esclarecendo dúvidas e mostrando-lhes as diversas possibilidades que têm diante deles.

O objetivo da orientação vocacional é fornecer informações suficientes para que eles tomem decisões conscientes e evitem frustrações futuras. Ela é feita, por exemplo, por meio de entrevistas, questionários, testes e dinâmicas, que ajudam o orientador a conhecer melhor o aluno para guia-lo da melhor forma possível.

Participe da “UNIFASE das Profissões”

unifase das profissões - Unifase
unifase das profissões – Unifase

UNIFASE das Profissões é um evento onde alunos do ensino médio podem obter informações e orientações que podem ajudá-los em sua escolha profissional. 

Além de conhecerem todo o campus da UNIFASE/FMP, eles participarão de oficinas, workshops, palestras, atividades práticas e culturais. É um dia estimulante e que apresenta ao aluno as diversas oportunidades de interação e experiências de uma vida universitária. 

O evento acontecerá no dia 15/09/2022,  de 09:00 – 17:00, 

Endereço: Av. Barão do Rio Branco, 1003 – Petrópolis – Rio de Janeiro. 

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UNIFASE DAS PROFISSÕES

Workshops, palestras e atividades práticas para você escolher o melhor curso para o seu futuro.

CTA: Inscreva-se aqui:

15/09, das 9h às 17h]

Vestibular 2022.2 da Unifase

Estudante - Cursos mais procurados
Estudante – Cursos mais procurados

Como você viu, a UNIFASE oferece alguns dos cursos mais procurados em 2022. Escolha o seu sonho e venha estudar conosco! Para se inscrever no Vestibular 2022.2 , basta escolher entre as diferentes formas de ingresso e bolsa disponíveis.

Você pode optar entre o ENEM , vestibular presencial e online, reingresso, transferência e escolher entre o PROUNI, FIES e algum dos programas de bolsas da UNIFASE , como bolsa 50+, bolsa social, bolsa convênio e outras.

As inscrições já começaram. Entre em contato com a UNIFASE e nós te ajudaremos a encontrar a melhor forma de inscrição para você. Esperamos você!

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6 de abril de 2026
Rotina, uso de telas e estresse interferem no descanso, e ações educativas reforçam a importância de dormir melhor
1 de abril de 2026
Às vésperas da Páscoa, quando o chocolate ganha destaque nas vitrines e no imaginário popular, a nutricionista e professora da UNIFASE, Brigitte Olichon, resgata a origem dessa tradição e propõe uma reflexão sobre o consumo desse alimento tão presente na data. Ao percorrer a história do chocolate, desde suas raízes culturais até seus efeitos no organismo, a especialista convida o leitor a enxergar além da tentação e compreender melhor o papel desse doce na nossa alimentação. Confira: Está chegando a Páscoa, e as lojas estão completamente enfeitadas de todas as formas possíveis e imagináveis de chocolate. Uma tentação!!! Mas... o que tem a ver uma coisa com a outra? Como sempre, muitas das nossas tradições têm raízes muito mais antigas do que imaginamos... Neste caso, muito antes do Judaísmo ou do Cristianismo se posicionarem como religiões de massa, civilizações do Mediterrâneo e orientais tinham como costume presentear amigos e familiares com ovos (de galinha ou de pata) coloridos com ervas. Isso acontecia sobretudo quando chegava a primavera, como símbolo de vida e renascimento - vamos lembrar que essas regiões do hemisfério Norte estavam saindo de um longo, tenebroso, frio e escuro inverno, do qual nem todos saíam vivos. Várias formas de se enfeitar os ovos eram utilizadas: com flores, ervas, desenhos, imagens de deusas pagãs, animais... E a igreja cristã, então, quando quis abafar os rituais pagãos, novamente se apoderou de seus símbolos e começou a ilustrar os ovos com as imagens de Jesus e Maria, associando o sentido de renascimento à Páscoa cristã, que celebra a ressurreição do Cristo. Esta tradição continuou, portanto, e tomou proporções grandiosas na Idade Média, quando nobres e cavaleiros presenteavam com ovos cobertos de ouro e pedrarias... Na Rússia, ficaram famosos os ovos feitos por um ilustre ourives francês (Fabergé), que transformava essas jóias em verdadeiras obras de arte! E quando tudo isso se transformou nas delícias de chocolate? Bem, ainda demorou um tempo... tempo suficiente para que os espanhóis invadissem a América e experimentassem o "líquido quente" (tchocoatl) que os nativos incas, maias e astecas utilizavam em rituais sagrados e na guerra. Lendas astecas dizem que o cacau surgiu do paraíso, pois acreditavam que quem o bebesse adquiriria poder e magia. Este chá, feito com sementes esmagadas de cacau, milho e chili, era amargo, forte, quente... e dava força, recuperava doentes, reanimava guerreiros e servia de presente ao mundo dos mortos. Quase que ressuscitava mesmo! Levado para a Europa, este sagrado e miraculoso alimento foi acrescido de vários outros ingredientes para se tornar algo mais palatável: açúcar, leite, creme de leite e manteiga. Mas como tudo isso era caro, só os nobres tinham acesso a esta delícia dos deuses. Quando Portugal se deu conta de que tinha um quintal meio ocioso, "em que se plantando tudo dá", trouxe para cá plantações de cacau que, somadas às já presentes plantações de cana-de-açúcar, tornaram o império mais rico e mais forte. Claro que foram cozinheiros franceses que tiveram a idéia de fazer ovos de chocolate... e a moda pegou, para a alegria de todos! Alegria... relativa. Na verdade, o verdadeiro chocolate, feito com um teor mais alto de cacau (acima de 70%), tem substâncias chamadas flavonóides e polifenóis que têm uma função antioxidante, prevenindo a aterosclerose e as doenças do coração, a formação de coágulos no sangue e derrames, diminuem o colesterol ruim e a pressão arterial, são estimulantes do sistema nervoso central e estimulam a produção de serotonina, o hormônio do prazer. Tudo de bom, né? Mas como tudo na vida, ele também tem seu lado negativo. Mesmo o chocolate amargo (com mais de 70% de cacau) é muito calórico e vicia, além de provocar reações alérgicas em muitas pessoas: dor de cabeça, diarréia, pedras nos rins, acne, tensão pré-menstrual podem ser alguns dos sinais. Fique atento. Outro ponto a ser considerado é que o bom chocolate, com sementes de cacau de boa qualidade, é sempre importado - e caro! Porque o bom que é produzido aqui no Brasil é selecionado para a exportação, uma vez que lá fora as pessoas querem qualidade, querem o que há de melhor... e nós ficamos com "o resto": sementes de baixa qualidade, que exigem que se acrescente mais açúcar, mais gordura hidrogenada, mais aditivos químicos para ter consistência e "sabor". Assim, o que aqui chamamos "chocolate" muitas vezes nem chega perto - o chocolate branco, por exemplo, nem leva cacau, só a gordura da semente. E, então, embora viciados e acreditando que estamos nos alimentando de algo que pode até fazer bem à saúde, na verdade estamos nos envenenando e comprometendo fígado, coração, rins... E fazemos isso a nós mas, principalmente, às nossas crianças, que aprendem desde cedo a gostar de alguma coisa que só vai torná-las mais doentes. A questão, então, é a moderação, o equilíbrio. Utilizar um produto de qualidade, puro, com alto teor de cacau - eles são mais caros, é verdade; e mais finos também. Mas quem disse que vamos conseguir comer tudo de uma vez? E nem precisamos. Basta termos a real noção do que representa o chocolate em nossa vida: é um alimento precioso, de renascimento, para momentos especiais... Bom renascimento regado a chocolate para vocês!
31 de março de 2026
O descarte inadequado de medicamentos, muitas vezes tratado como um hábito inofensivo, tem se revelado um problema silencioso com impactos que vão muito além do lixo doméstico. Substâncias farmacológicas descartadas de forma incorreta podem contaminar o solo e os recursos hídricos, além de contribuir para um dos maiores desafios da saúde pública atual: o aumento da resistência a medicamentos. Recentemente, o tema também esteve em debate na UNIFASE durante a 4ª Jornada da Virada Climática, ampliando a reflexão sobre as conexões entre saúde, meio ambiente e uso racional de medicamentos. Para aprofundar o debate, a Profa. MsC. Priscilla Feijó, docente de Farmacologia da UNIFASE, explicou como práticas cotidianas, como o descarte incorreto de remédios, podem impactar diretamente o meio ambiente e favorecer a seleção de microrganismos resistentes. 1 - O que acontece quando descartamos medicamentos no lixo comum ou no vaso sanitário? R.: Os medicamentos contêm compostos biologicamente ativos e muitos deles mantêm sua atividade mesmo após serem descartados no lixo comum ou no vaso sanitário. O problema é que os sistemas de tratamento de resíduos e de esgoto não foram projetados para remover completamente esses compostos. E aí surge o problema: essas substâncias ativas atingem o solo, rios e lençóis freáticos, podendo persistir no ambiente por longos períodos. Uma vez no ambiente, podem ser transferidas ao longo da cadeia alimentar, contaminando peixes, plantações e até animais de criação. Com isso, acabam retornando ao ser humano, principalmente por meio da ingestão de água e alimentos, ainda que em baixas concentrações. Diversos estudos mostram que o descarte inadequado de medicamentos é uma fonte relevante de resíduos farmacêuticos no ambiente, somando-se a outras vias de contaminação. 2 - Quais são os impactos ambientais mais preocupantes? R.: O impacto ambiental é expressivo, indo desde a contaminação de lençóis freáticos e do solo até a bioacumulação em organismos aquáticos e terrestres, com potencial de transferência ao longo da cadeia trófica, podendo chegar ao ser humano. Além disso, o descarte de medicamentos hormonais e de anti-inflamatórios, sendo estes últimos amplamente utilizados e, em muitos casos, isentos de prescrição, contribuem para a desregulação endócrina, levando a alterações reprodutivas e comportamentais. E, quando pensamos em antibióticos, o cenário se torna ainda mais preocupante: a presença desses compostos no ambiente favorece a seleção de microrganismos resistentes. Agora, imagine: estamos expostos, ainda que em baixas concentrações, a esse conjunto de substâncias ao longo da vida. Qual é o impacto disso na nossa saúde como um todo? Ainda estamos entendendo. O que já sabemos é que hoje enfrentamos um problema real com bactérias multirresistentes, inclusive casos de resistência extrema. E, com o aumento da presença de resíduos farmacêuticos no ambiente, esse cenário tende a se agravar. É, sem dúvida, uma preocupação crescente. 3 - O que é a resistência a medicamentos e por que ela preocupa tanto hoje? R.: A resistência antimicrobiana é, na verdade, um processo de seleção natural. Quando uma população de microrganismos entra em contato com um antibiótico, os mais sensíveis são eliminados, enquanto aqueles que, seja por mutação ou por características já existentes, conseguem sobreviver, se multiplicam e passam essa resistência adiante. E nós favorecemos essa seleção quando usamos antibióticos de forma inadequada ou quando há uso extensivo na agricultura e na pecuária. E é aí que entra a grande preocupação: infecções que antes eram simples de tratar estão se tornando cada vez mais complexas. Em alguns casos, já lidamos com microrganismos multirresistentes e até pan-resistentes, para os quais praticamente não há opções terapêuticas. Isso tem um impacto direto em nossas vidas. Procedimentos considerados seguros, como cirurgias, quimioterapia ou transplantes, dependem da eficácia dos antimicrobianos. Sem eles, o risco de infecção volta a ser um fator limitante real. 4 - O que cada pessoa pode fazer para ajudar a reduzir esse problema? R.: Cada pessoa tem um papel fundamental nesse processo, e pequenas mudanças de comportamento já fazem diferença. O primeiro ponto é não usar medicamentos por conta própria. Eles devem ser utilizados apenas quando prescritos, respeitando a dose, o intervalo e o tempo de tratamento, e nunca interrompidos por iniciativa própria. Outro ponto importante é, sempre que possível, adquirir a quantidade exata prescrita, evitando sobras, porque, se não sobra, não há necessidade de descarte posterior. Por fim, é fundamental não descartar medicamentos no lixo comum ou no vaso sanitário. O ideal é encaminhar medicamentos vencidos ou em desuso, juntamente com suas embalagens, para pontos de coleta apropriados, como farmácias e unidades de saúde que participam de programas de logística reversa. Hoje, inclusive, já existem plataformas que ajudam a localizar os pontos de coleta mais próximos. Além disso, a informação tem um papel central. Orientar familiares e pessoas próximas sobre o uso racional e o descarte correto de medicamentos contribui diretamente para ampliar o impacto dessas ações. 5 - Qual o papel das universidades nesse debate? R.: Crucial. Na formação, as universidades são responsáveis por preparar profissionais da saúde mais conscientes dentro do conceito de One Health ou Saúde Única. Esses profissionais precisam compreender que a saúde, em seu sentido mais amplo e real, envolve a integração entre ser humano, animais e meio ambiente. Nesse contexto, é fundamental internalizar e transmitir a importância do uso racional de medicamentos e todos os seus desdobramentos, incluindo o descarte adequado. Na produção de conhecimento, as universidades contribuem para a compreensão da dinâmica da resistência, do papel do ambiente como reservatório de genes de resistência e dos efeitos da exposição crônica a resíduos farmacêuticos. Esse conhecimento é essencial tanto para formar profissionais mais engajados quanto para embasar políticas públicas e estratégias de enfrentamento mais eficazes. E talvez um dos pontos mais importantes seja o papel social. A universidade precisa se posicionar como um elo entre ciência e sociedade, promovendo educação em saúde, divulgando informação de qualidade e participando ativamente de iniciativas como programas de descarte correto de medicamentos.