Especialização: vale a pena ou não? Saiba mais aqui!

27 de junho de 2022
Especialização: vale a pena ou não? Saiba mais aqui!

O mercado de trabalho sempre foi muito concorrido, porém depois da pandemia da Covid-19 todas as oportunidades profissionais se tornaram cada vez mais escassas. Logo, para alcançar os melhores cargos e salários, o profissional precisa investir na sua formação constantemente. Uma das maneiras de se fazer isso é através da especialização. 

Além de conquistar novos patamares de conhecimentos, este tipo de curso também é primordial para o desenvolvimento pessoal e profissional. Isso garante um atrativo para o seu currículo e a chance de conseguir novos cargos dentro da empresa. 

E você? Já pensou em se inscrever em um curso de especialização? Se ainda tem dúvidas, veja abaixo os seus benefícios! 

7 razões para você fazer uma especialização:

Conheça as principais vantagens de se investir num curso de especialização e veja como a sua carreira pode deslanchar através de conhecimentos mais específicos! 

1. Atualização

Não importa a área que você atue neste momento, é importante entender que o mercado de trabalho, e todas as suas funções, estão em constantes transformações. Afinal, profissões podem cair em desuso devido aos avanços tecnológicos, novas metodologias e até às novas aderências do mercado. 

Portanto, é primordial que o profissional procure por atualizações com o objetivo de desenvolver suas hard e soft skills , além de incorporar os conhecimentos adquiridos na sua rotina profissional. 

Essa decisão, de optar por uma especialização, também pode partir da sua proatividade ao procurar por esse tipo de curso e também por outros treinamentos ou eventos que te coloquem num patamar mais elevado no mundo profissional. Afinal, é primordial dominar tanto os conhecimentos técnicos quanto os práticos. 

Quando você decide seguir esse caminho, você pode escolher por se especializar na sua área de trabalho atual ou aquela que você nunca exerceu, mas sempre sentiu vontade.  O objetivo é conquistar mais aprendizados e não ficar para trás no mercado. Escolher esse tipo de curso é saber que você receberá conteúdos atualizados através de especialistas na área que você mais precisa de profundidade. 

2. Recolocação no mercado de trabalho

A realidade do mercado de trabalho atual é a diversidade de demandas para poucas ofertas de vagas. A proporção não é a mesma e por isso há a necessidade de se destacar no meio de tantos ótimos profissionais. 

A recolocação é um desejo compartilhado por muitas pessoas e muitas vezes é preciso ter um diferencial para conquistar aquela vaga tão almejada. E através de uma especialização é possível conquistar novos ares, afinal este é um curso que te proporcionará novos conhecimentos sobre a sua área de atuação. 

Além disso, por meio da especialização é possível direcionar o seu conhecimento, atualizar o seu currículo e deixá-lo mais atrativo para os recrutadores. Afinal, você se importou tanto com aquela vaga que resolveu despender de tempo, dedicação e também recursos financeiros para um curso específico com o intuito de se tornar um profissional mais capacitado para aquela vaga em questão. 

Entenda, que o mercado é muito competitivo e atualmente, infelizmente, é muito comum ter um diploma de graduação ou bacharelado, porém conquistar uma especialização, pós-graduação ou até um MBA são diferenciais vistos com bons olhos pelo RH. 

De acordo com uma pesquisa do LinkedIn Economic Graph , as profissões que devem ter maiores ascensões são as que exigem grandes especializações e também mudanças comportamentais. Além disso, segundo o mesmo documento, o motivo que mais influencia a mudança de carreira são a busca por melhores salários e pelo equilíbrio entre vida profissional e pessoal. 

3. Progressão de carreira

Você já tem um emprego, gosta da empresa em que está, mas gostaria de conquistar um cargo mais alto? Entenda que tudo tem um preço e este, talvez, seja uma capacitação mais aprimorada. 

Entenda, que cargos mais concorridos dentro da empresa também exigem profissionais cada vez mais qualificados e preparados para os desafios que a função demanda. Portanto, uma especialização específica promove esse desenvolvimento pessoal e profissional que você precisa para conquistar essa vaga. 

Neste caso, é necessário avaliar bem as necessidades do cargo pretendido para que você escolha assertivamente a especialização mais adequada. 

4. Remuneração salarial maior através da especialização

Segundo um estudo realizado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), concluir uma especialização e tê-la em seu currículo, consegue garantir uma remuneração salarial até 66% maior do que outros profissionais que não escolherem passar por essa graduação.

Portanto, se você tem o interesse de conquistar salários mais altos, até dentro da função que você ocupa atualmente, se especializar é uma ótima solução para isso. 

Logo, analise as suas áreas de interesse e escolha um curso adequado! 

5. Mudança de área profissional

O que também ocorre com muita frequência é a insatisfação com a área profissional escolhida para seguir a carreira. 

Neste caso, é primordial parar de viver no modo automático e começar a analisar a sua vida como um todo. Colocar na balança a sua vida pessoal e profissional, a sua rotina e principalmente as suas metas e objetivos para um futuro de curto e longo prazo. 

Após isso, é possível tomar uma decisão assertiva: continuar ocupando uma função onde não há satisfação pessoal ou se especializar em uma área profissional que você almeja. 

Viver satisfeito e equilibrar a vida profissional com a pessoal é possível e você pode conquistá-la através da aquisição de conhecimentos assertivos na área que você realmente deseja. Uma boa especialização consegue te proporcionar isso! 

6. Especialização promove uma maior rede de networking 

Você já ouviu falar em networking ? Esse é o nome dado à rede de profissionais que você conhece e interage com frequência. Em suma, são contatos com pessoas de setores próximos ao seu, que podem te apoiar com informações, novidades do mercado e até uma possível recolocação.

Essa aproximação é valiosa para qualquer profissional que busque por melhores experiências no seu ramo. Caso você escolha fazer uma especialização, você conhecerá novas pessoas com bagagens profissionais de muitos aprendizados e assim será possível compartilhar novas informações entre vocês. 

Afinal, durante o curso é possível ter contato com profissionais de diferentes áreas e setores  de interesse comum. Assim, você poderá aumentar o seu networking. 

7. Segurança e resiliência

Muitas vezes o que acontece não é a falta de oportunidades para crescer profissionalmente, mas sim a confiança em si mesmo para ocupar um novo cargo ou até embarcar numa nova área profissional que você tanto almeja.

Para você se sentir mais seguro(a) quanto às suas próximas decisões profissionais, nada melhor do que se preparar para os capítulos seguintes da sua vida, como fazer uma especialização. Afinal, conhecimentos extras não fazem mal a ninguém. 

Porém, fazer uma especialização não significa ter que mudar toda a sua rotina. Atualmente, é possível se aprimorar profissionalmente através de cursos à distância ou semipresenciais. Isso garante, então, uma flexibilidade e praticidade maior no seu dia a dia. 

Além disso, você se tornará um profissional mais capacitado em pouco tempo, se comparado com uma segunda graduação. Você poderá concluir o curso em 18 meses, por exemplo, e poder renovar todo o seu aprendizado e conhecimento. 

Ainda tem dúvidas? 

Ao longo desta leitura, você pôde perceber a importância de um curso de especialização para a sua vida profissional, qualquer que seja a sua área ou até a atual fase da sua carreira que você se encontra neste momento. 

Após escolher assertivamente qual especialização fazer, é possível desfrutar de remunerações equivalentes, cargos mais elevados dentro da empresa, networking , além da satisfação com a vida pessoal e profissional.

Portanto, se você está cogitando escolher por uma especialização, analise também a instituição que ministrará esse curso. Afinal, é primordial que esta seja atualizada e tenha profissionais especializados e capacitados para promoverem momentos inesquecíveis de aprendizados. 

A UNIFASE pode te ajudar nesse quesito. Existe uma vasta diversidade de especializações de diferentes áreas profissionais, nos modelos EAD ou semipresenciais, que certamente te ajudarão nesse momento específico da sua carreira.

Está com dúvidas? Entre em contato com os nossos consultores agora mesmo        

6 de julho de 2026
Entender o comportamento da polpa, interpretar corretamente os sinais clínicos e conhecer as recomendações mais atuais são fatores decisivos para o sucesso do tratamento em dentes decíduos Imagine a seguinte situação. Uma criança de cinco anos chega ao consultório com uma extensa lesão de cárie em um segundo molar decíduo. Após a remoção do tecido cariado, ocorre uma exposição pulpar. Nesse momento, surge uma das perguntas mais frequentes da prática clínica: Pulpotomia? Pulpectomia? Exodontia? Essa decisão, que muitas vezes precisa ser tomada em poucos minutos, pode determinar o sucesso — ou o insucesso — do tratamento. Durante muitos anos, a escolha da terapia esteve fortemente baseada na experiência clínica individual. Hoje, entretanto, sabemos que decisões mais previsíveis dependem da integração entre diagnóstico criterioso, evidências científicas atualizadas e domínio técnico. Preservar dentes decíduos é preservar o desenvolvimento infantil O objetivo da terapia pulpar vai muito além de tratar uma polpa inflamada. Manter um dente decíduo saudável significa preservar funções fundamentais para o desenvolvimento da criança. Esses dentes mantêm o espaço para os sucessores permanentes, participam da mastigação, da fala, do desenvolvimento facial e influenciam diretamente a qualidade de vida infantil. Por isso, sempre que biologicamente possível, a conduta deve priorizar sua preservação até o momento natural da esfoliação. A terapia pulpar reúne diferentes procedimentos capazes de manter ou restabelecer a saúde pulpar, como o capeamento pulpar indireto, o capeamento pulpar direto, a pulpotomia, a pulpectomia e, mais recentemente, o tratamento endodôntico não instrumental (TENI), cuja indicação vem sendo amplamente discutida nas diretrizes mais atuais. Cada técnica possui indicações específicas e nenhuma delas deve ser escolhida apenas pela profundidade da cavidade ou pelo tamanho da exposição pulpar. O diagnóstico é a chave para uma boa decisão clínica Na prática clínica, o maior desafio raramente está na execução da técnica. O verdadeiro diferencial está na capacidade de interpretar corretamente os sinais clínicos e radiográficos para compreender o estado biológico da polpa. Dor espontânea, sangramento persistente, presença de fístula, mobilidade patológica, alterações periapicais e o padrão radiográfico são alguns dos fatores que precisam ser avaliados antes da definição do tratamento. Em outras palavras, o sucesso da terapia pulpar começa muito antes da utilização de qualquer instrumento ou material restaurador. As evidências científicas mudaram a forma de tratar dentes decíduos Nas últimas décadas, importantes avanços modificaram os protocolos para o tratamento pulpar em dentes decíduos. As recomendações da American Academy of Pediatric Dentistry (AAPD) passaram a priorizar tratamentos mais conservadores sempre que biologicamente possíveis, enquanto novas abordagens, como o tratamento endodôntico não instrumental (TENI), ampliaram as possibilidades terapêuticas em situações específicas. Além disso, materiais como MTA, Biodentine e cimentos biocerâmicos trouxeram novas perspectivas para o tratamento pulpar, ampliando a previsibilidade clínica quando corretamente indicados. Esses avanços demonstram que a atualização científica deixou de ser um diferencial e passou a ser uma necessidade para os cirurgiões-dentistas que atendem pacientes infantis e desejam oferecer tratamentos modernos, seguros e baseados em evidências. Da teoria à tomada de decisão clínica Conhecer os protocolos é importante. Mas transformar conhecimento em segurança clínica exige prática. Discutir casos reais, interpretar exames radiográficos, compreender as indicações e os limites de cada técnica e executar os procedimentos em ambiente laboratorial permite ao cirurgião-dentista desenvolver um raciocínio clínico mais consistente e aplicável à rotina do consultório. Afinal, cada paciente apresenta características próprias, e nenhuma diretriz substitui o julgamento clínico de um profissional bem preparado. Atualização profissional baseada em evidências A evolução da Odontologia exige um processo permanente de atualização. Mais do que acompanhar novos materiais ou técnicas, o cirurgião-dentista precisa desenvolver segurança para tomar decisões clínicas cada vez mais conscientes, previsíveis e fundamentadas. É justamente para responder a essa necessidade que a UNIFASE oferece a Imersão em Terapia Pulpar em Dentes Decíduos, uma formação voltada para cirurgiões-dentistas, odontopediatras, clínicos gerais e profissionais que desejam aperfeiçoar sua tomada de decisão clínica e aprofundar seus conhecimentos sobre os protocolos mais atuais para o tratamento pulpar em dentes decíduos. O curso integra aulas teóricas fundamentadas nas evidências científicas mais recentes, discussão de casos clínicos, treinamento laboratorial e atendimento clínico supervisionado, proporcionando uma experiência de aprendizagem que conecta conhecimento científico, prática clínica e desenvolvimento profissional. Mais do que ensinar técnicas, a proposta é capacitar o profissional para tomar decisões clínicas seguras, conscientes e baseadas em ciência, oferecendo às crianças tratamentos cada vez mais conservadores, previsíveis e de maior qualidade. Se você busca uma atualização que une teoria, prática e evidências científicas para transformar sua atuação clínica, conheça a Imersão em Terapia Pulpar em Dentes Decíduos da UNIFASE e descubra como essa experiência pode contribuir para a sua formação profissional. Saiba mais sobre o curso: https://www.unifase-rj.edu.br/curso-atualizacao/imersao-em-terapia-pulpar-em-dentes-deciduos
3 de julho de 2026
Principal evento nacional sobre prevenção e posvenção do suicídio reunirá especialistas, pesquisadores e profissionais de diferentes áreas entre os dias 5 e 8 de agosto
2 de julho de 2026
Como fazer o público jovem se interessar por política? Quais são as maiores dificuldades enfrentadas pelo microempreendedor individual para que seu negócio prospere? De que maneira os retalhos descartados pela indústria têxtil podem ser reutilizados de forma empreendedora e sustentável? Essas perguntas orientaram os projetos desenvolvidos por estudantes do segundo período do curso de Administração da UNIFASE durante as atividades de curricularização da extensão,modelo que prevê que, no mínimo, 10% da carga horária dos cursos de graduação seja dedicada a atividades desenvolvidas em interação com a sociedade. Por meio dessa proposta , os estudantes investigam demandas reais da comunidade e desenvolvem soluções que unem gestão, cidadania, empreendedorismo e sustentabilidade desde os primeiros períodos da graduação.  "O grande papel da Extensão no curso de Administração é humanizar a gestão. Através desses projetos, os alunos vão a campo para entender outras realidades e interagir com outros conhecimentos além dos adquiridos em sala de aula. Tudo isso contribui para que ele se torne um profissional integral, mais bem capacitado para o mercado de trabalho, que entende a responsabilidade social necessária para gerir negócios, pessoas e capital", analisa a professora Luciene Baptista, docente do curso de Administração da UNIFASE. Com um olhar atento para questões atuais da sociedade, os alunos pensaram em propostas que tenham impacto social na tomada de decisão, gestão de negócios, cidadania, empreendedorismo e sustentabilidade. A partir da percepção de que os jovens estão cada vez mais desconectados de assuntos relacionados à política, um dos grupos desenvolveu o projeto "Democracia em Pixel", que visa abordar conceitos complexos das Ciências Sociais em vídeos dinâmicos para o público de 16 a 24 anos, utilizando uma linguagem imparcial e adaptada à Geração Z. "Queremos falar sobre o poder do voto e a importância de desenvolver uma consciência política, focando no exercício da cidadania. Nosso primeiro vídeo foi sobre o 'efeito manada', que foi exibido para alunos do segundo ano do ensino médio do colégio Pensi. Em seguida, fizemos uma dinâmica com jujubas relacionada ao tema, para traduzir o conceito de uma maneira tangível e engajadora, e foi um sucesso! Agora queremos expandir o projeto para mais escolas", comenta Elian Venancio, aluno do segundo período do curso de Administração da UNIFASE. Ainda com foco na criação de vídeos informativos para as redes sociais, o segundo grupo criou o projeto "SIGA - Suporte com Informação de Gestão Agilizada", tendo como tema a educação empresarial para microempreendedores individuais (MEI). Com dados fornecidos pelo Sebrae, os alunos identificaram os principais obstáculos para o sucesso de pequenos negócios, que muitas vezes encerram suas atividades logo nos primeiros anos. "Nossa proposta é fornecer informações para microempreendedores com dificuldades para administrar seu próprio negócio, por meio de vídeos com linguagem acessível e didática. Inicialmente escolhemos temas pertinentes como fluxo de caixa, formação de preço e separação da conta jurídica da conta física, que são etapas essenciais na gestão de empreendimentos", explica a estudante Natalia Lima. O terceiro grupo, por sua vez, teve como base a economia circular, com a proposta de reutilização de retalhos da indústria têxtil para a produção de peças artesanais, a serem confeccionadas por mulheres de baixa renda ou em situação de vulnerabilidade social em Petrópolis. "Com o apoio da UNIFASE, conseguimos uniformes de funcionários da instituição que seriam descartados e através de uma parceria com o Inova Petrópolis Moda e um projeto social, eles foram transformados em novos produtos, como mochilas e estojos. Conseguimos aliar a sustentabilidade ao desenvolvimento de pequenos negócios, que podem se tornar uma fonte de renda para mulheres em vulnerabilidade", destaca a aluna Maria Eduarda Lago, que integra o grupo do projeto "Retalhos, Economia Circular". Os trabalhos, que seguirão em aperfeiçoamento ao longo da graduação - até o 4º período, foram avaliados pelos professores Gladistone Afonso, Mônica Fontes, Rodrigo Lopes, Thais Martins e Luciene Baptista, docentes do curso de Administração da UNIFASE.