Escola Técnica Irmã Dulce Bastos está com matrículas abertas para o Curso Técnico em Enfermagem 2026.1

12 de janeiro de 2026
Escola Técnica Irmã Dulce Bastos está com matrículas abertas para o Curso Técnico em Enfermagem 2026.1

Aulas iniciam em fevereiro

O início de um novo ano costuma ser o momento ideal para repensar escolhas, traçar metas e investir em novos projetos. Para quem deseja começar uma nova carreira, escolher novos caminhos ou até mesmo mudar de profissão, apostar na área da saúde pode ser uma excelente decisão. Atenta a esse cenário, a Escola Técnica Irmã Dulce Bastos está com matrículas abertas para o Curso Técnico em Enfermagem.


Unindo prática e teoria desde o primeiro módulo, o curso oferece para o primeiro semestre de 2026, 70 vagas, sendo 35 no turno da manhã e 35 no turno da noite. O curso tem duração de 24 meses, com carga horária total de 1.800 horas. Os estudantes contam com laboratórios modernos, metodologias de ensino inovadoras e toda a experiência da UNIFASE/FMP, instituição referência na área da saúde há quase 60 anos.


A formação inclui ainda estágios supervisionados em instituições reconhecidas, como o Hospital Santa Teresa, Hospital Alcides Carneiro, Ambulatório Escola, UPAs e Unidades de Saúde da Família. Além disso, os alunos têm a oportunidade de participar de projetos de extensão e eventos científicos, fortalecendo tanto a qualificação técnica quanto o compromisso com o cuidado humanizado.


As matrículas são realizadas presencialmente, de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 17h30, na Secretaria do Campus Barão, localizada na Avenida Barão do Rio Branco, nº 1.003 – Centro, Petrópolis. O edital completo pode ser consultado no site: https://www.unifase-rj.edu.br/escolatecnica/tecnico-em-enfermagem

Transferência

A Escola Técnica Irmã Dulce Bastos também recebe pedidos de transferência de estudantes provenientes de cursos técnicos em Enfermagem, devidamente autorizadas pelos órgãos competentes. A análise é realizada de forma individual, considerando a compatibilidade curricular e o histórico acadêmico. 



Os interessados em solicitar transferência devem comparecer presencialmente à Secretaria do campus, munidos dos seguintes documentos:

  1. Cópia da Carteira de Identidade e do CPF;
  2. Certidão de matrícula (original), especificando o vínculo acadêmico (matriculado, trancado, etc.) em curso técnico de instituição congênere;
  3. Histórico Escolar completo (original), atualizado até o semestre do pedido de transferência;
  4. Programas completos de todas as disciplinas cursadas na instituição de origem (original);
  5. Declaração da instituição de origem informando o ano/semestre de ingresso e, se for o caso, de trancamento da matrícula.


Para mais informações, os interessados podem entrar em contato pelos telefones (24) 2244-6471 ou (24) 99200-4036 (WhatsApp), ou pelo e-mail contato.tecnico@unifase-rj.edu.br.



13 de julho de 2026
Mudança no calendário entra em vigor em 3 de agosto; Ambulatório Escola da UNIFASE/FMP oferece serviço de imunização
8 de julho de 2026
Estudos abordam a relação entre nutrição, comportamento e transtornos do neurodesenvolvimento, reforçando a produção científica brasileira na área
6 de julho de 2026
Entender o comportamento da polpa, interpretar corretamente os sinais clínicos e conhecer as recomendações mais atuais são fatores decisivos para o sucesso do tratamento em dentes decíduos Imagine a seguinte situação. Uma criança de cinco anos chega ao consultório com uma extensa lesão de cárie em um segundo molar decíduo. Após a remoção do tecido cariado, ocorre uma exposição pulpar. Nesse momento, surge uma das perguntas mais frequentes da prática clínica: Pulpotomia? Pulpectomia? Exodontia? Essa decisão, que muitas vezes precisa ser tomada em poucos minutos, pode determinar o sucesso — ou o insucesso — do tratamento. Durante muitos anos, a escolha da terapia esteve fortemente baseada na experiência clínica individual. Hoje, entretanto, sabemos que decisões mais previsíveis dependem da integração entre diagnóstico criterioso, evidências científicas atualizadas e domínio técnico. Preservar dentes decíduos é preservar o desenvolvimento infantil O objetivo da terapia pulpar vai muito além de tratar uma polpa inflamada. Manter um dente decíduo saudável significa preservar funções fundamentais para o desenvolvimento da criança. Esses dentes mantêm o espaço para os sucessores permanentes, participam da mastigação, da fala, do desenvolvimento facial e influenciam diretamente a qualidade de vida infantil. Por isso, sempre que biologicamente possível, a conduta deve priorizar sua preservação até o momento natural da esfoliação. A terapia pulpar reúne diferentes procedimentos capazes de manter ou restabelecer a saúde pulpar, como o capeamento pulpar indireto, o capeamento pulpar direto, a pulpotomia, a pulpectomia e, mais recentemente, o tratamento endodôntico não instrumental (TENI), cuja indicação vem sendo amplamente discutida nas diretrizes mais atuais. Cada técnica possui indicações específicas e nenhuma delas deve ser escolhida apenas pela profundidade da cavidade ou pelo tamanho da exposição pulpar. O diagnóstico é a chave para uma boa decisão clínica Na prática clínica, o maior desafio raramente está na execução da técnica. O verdadeiro diferencial está na capacidade de interpretar corretamente os sinais clínicos e radiográficos para compreender o estado biológico da polpa. Dor espontânea, sangramento persistente, presença de fístula, mobilidade patológica, alterações periapicais e o padrão radiográfico são alguns dos fatores que precisam ser avaliados antes da definição do tratamento. Em outras palavras, o sucesso da terapia pulpar começa muito antes da utilização de qualquer instrumento ou material restaurador. As evidências científicas mudaram a forma de tratar dentes decíduos Nas últimas décadas, importantes avanços modificaram os protocolos para o tratamento pulpar em dentes decíduos. As recomendações da American Academy of Pediatric Dentistry (AAPD) passaram a priorizar tratamentos mais conservadores sempre que biologicamente possíveis, enquanto novas abordagens, como o tratamento endodôntico não instrumental (TENI), ampliaram as possibilidades terapêuticas em situações específicas. Além disso, materiais como MTA, Biodentine e cimentos biocerâmicos trouxeram novas perspectivas para o tratamento pulpar, ampliando a previsibilidade clínica quando corretamente indicados. Esses avanços demonstram que a atualização científica deixou de ser um diferencial e passou a ser uma necessidade para os cirurgiões-dentistas que atendem pacientes infantis e desejam oferecer tratamentos modernos, seguros e baseados em evidências. Da teoria à tomada de decisão clínica Conhecer os protocolos é importante. Mas transformar conhecimento em segurança clínica exige prática. Discutir casos reais, interpretar exames radiográficos, compreender as indicações e os limites de cada técnica e executar os procedimentos em ambiente laboratorial permite ao cirurgião-dentista desenvolver um raciocínio clínico mais consistente e aplicável à rotina do consultório. Afinal, cada paciente apresenta características próprias, e nenhuma diretriz substitui o julgamento clínico de um profissional bem preparado. Atualização profissional baseada em evidências A evolução da Odontologia exige um processo permanente de atualização. Mais do que acompanhar novos materiais ou técnicas, o cirurgião-dentista precisa desenvolver segurança para tomar decisões clínicas cada vez mais conscientes, previsíveis e fundamentadas. É justamente para responder a essa necessidade que a UNIFASE oferece a Imersão em Terapia Pulpar em Dentes Decíduos, uma formação voltada para cirurgiões-dentistas, odontopediatras, clínicos gerais e profissionais que desejam aperfeiçoar sua tomada de decisão clínica e aprofundar seus conhecimentos sobre os protocolos mais atuais para o tratamento pulpar em dentes decíduos. O curso integra aulas teóricas fundamentadas nas evidências científicas mais recentes, discussão de casos clínicos, treinamento laboratorial e atendimento clínico supervisionado, proporcionando uma experiência de aprendizagem que conecta conhecimento científico, prática clínica e desenvolvimento profissional. Mais do que ensinar técnicas, a proposta é capacitar o profissional para tomar decisões clínicas seguras, conscientes e baseadas em ciência, oferecendo às crianças tratamentos cada vez mais conservadores, previsíveis e de maior qualidade. Se você busca uma atualização que une teoria, prática e evidências científicas para transformar sua atuação clínica, conheça a Imersão em Terapia Pulpar em Dentes Decíduos da UNIFASE e descubra como essa experiência pode contribuir para a sua formação profissional. Saiba mais sobre o curso: https://www.unifase-rj.edu.br/curso-atualizacao/imersao-em-terapia-pulpar-em-dentes-deciduos